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Novidades para o 3DS (F%#@ing News 04/10/2012)

A Nintendo anunciou algumas poucas novidades ao redor do globo para os donos do portátil.

Jogos clássicos do 3ds e mais novidades na eshop

Já não era sem tempo pra colocarem mais do que New Super Mario Bros 2 como game vendido também online, e isso vai acontecer, ao menos com os títulos da própria empresa. Super Mario 3D Land, Mario Kart 7, The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D e Star Fox 64 3D vão ser lançados digitalmente. Na Europa o lançamento é hoje já (inveja), enquanto Japão e EUA chega no dia 18. Espero que a Nintendo seja esperta de baixar o preço desses jogos né, tem mais de 1 ano, e não interessa se alguns são títulos AAA, Skyrim ou Call of Duty MW3 são tão AAA quanto e  já são encontrados mais baratos do que o preço de lançamento.

Pronto, agora dá pra pegar a um preço um pouco melhor do que alguns encontrados por aqui.

Além dos clássicos de 3DS, ainda chegarão novidades na loja virtual, como 3 jogos da Level -5 em produção, sendo um deles Liberation Maiden, do Suda 51 (aquele que tem esse nome porque é doidão). Fora os games da Level-5, mais jogos de outras produtoras estão para serem lançados antes do Natal.

Eu sou doidão, por isso meu nome é Suda 51 #xatiado

E não só de clássicos do 3ds a Nintendo vive. Outros clássicos de seus consoles anteriores também serão (re)lançados pro aparelho, Ninja Gaiden, Zelda 2 e Castlevania: The Adventure, estão entre eles.

E tome Castlevania no portátil

3ds XL branco

Pois é, ao menos na Europa, foi anunciado um bundle do 3ds XL com Mario Kart 7, com o portátil branquinho. Poxa, é mais bonito que o azul e preto. Para os que não tem o aparelho, seria ótimo se lançassem uma versão americana também (lembrando que o 3ds tem trava de região, se alguém inventar de se aventurar com console europeu).

Eu trocava fácil o azul e preto por esse branco


Banzai!!! Clássico Karateka ganhará remake (F&%$ing News 02/10/2012)

 

Relaxa, o Daniel San não tem PN a ver com isso, exceto pelo fato de lutarem (?) karatê. A turminha da velha guarda  \o  tem grandes chances de lembrar desse clássico pra PC, Amiga, Nes, Gameboy, MSX, Bla bla bla.

O roteiro? Um maluco mestre do karatê sequestrou a tua gata e mantém ela refém em um templo no topo de um morro. Mais original que isso só os filmes do Michael Bay. O game era bem simples, e, apesar do foco não ser esse, tinha uma movimentação que lembrava de longe Prince of Persia. Não por isso, o jogo é de autoria de Jordan Mechner, criador também de PoP.

Com o direcional pra cima você entrava em modo relaxado, aí você podia correr pra enfrentar menos gente no caminho. Apareceu alguém, apertava pra baixo e ele entrava no modo de combate, com o botão B você socava, com A você chutava. Os direcionais ajudavam a bater em cima, embaixo, ou defender também. E essa era a lógica do game, bem simples e divertido pacas.

Como dá pra você reparar nas imagens, o visual ficou bem estiloso e renovado, isso é culpa de Jeff Matsuda, um dos ilustradores responsáveis por aquele desenho fantástico do Batman de 92.

As imagens que indicaram esse remake vazaram da Xbox Live, e provavelmente além dela a PSN e o sistema online do Wii-U também devem ganhar versão do jogo. Não vejo a hora de meter bicuda em neguinho folgado.

Lembra do original? Aqui:

fonte: Gamespot e Arkade


Formação Grand-Titan! O Circle Pad Pro do 3DS XL

A Nintendo apresentou na TGS desse ano o modelo XL do Circle Pad Pro. Agora não tem Monarca Ladeus ou Medusan que aguentem.

Abaixo algumas características do novo modelo. Uma pena estar tudo em japonês.

Certamente agora irei para o trabalho de robô gigante. Se a referência foi muito velha pra você, pense que era um acoplamento pra deixar o megazord ainda maior.

Abaixo um vídeo do Circle Pad Pro XL em uso


O que o Inafune anda aprontando

“Nada de Megaman lá na Crapcom? Ainda bem que eu tô fora”

Desde que Keiji Inafune, criador do Mega Man e de uma  k-r@%&@$@ de outros títulos importantes da Crapcom, deixou a empresa ficou uma curiosidade de que jogo ele iria fazer com um estúdio próprio e independente. Uma coisa aqui e outra ali foram surgindo, e todas com uma proposta diferente e, a princípio, interessante. Dê só uma olhada nelas:

Soul Sacrifice

Título exclusivo pro Vita, um jogo de ação multiplayer, aos moldes de Monster Hunter, onde você sacrifica partes do corpo, ou mesmo sua alma, para poder utilizar magias contra monstros e demônios bizarros que encarar. Do pouco que vi, pra mim ainda será um must have no Vita, o que é algo raro ainda, no aparelho. Infelizmente foi atrasado para 2013 no Japão, o que provavelmente atrasará ainda mais a versão ocidental.

J.J. Rockets

Já disponível para Android e futuramente para iOS (infelizmente, nada de consoles ou portáteis :/ ) J.J. Rockets, segundo a definição de um amigo, que não achei outra melhor, é quando o Megaman tem um filho depois de ser enrabado pelo Viewtiful Joe. O visual e o feeling lembram muito o dos personagens da Crapcom.

Me diz se não é Megaman vs Guts Man?

Kaio: King of Pirates

Estava previsto para esse ano, mas até agora nem sinal de vida, ou notícias novas. O game tem como protagonista um pinguim pirata e é um rpg de ação, com uma zona grande de personagens, que segundo o próprio Inafune, a referência foi o Romance dos 3 Reinos, aquele mesmo de referência que tem o rpg de mesmo nome, e a tambem pra Dynasty Warriors. O game sairá para 3DS

Yaiba

Olha essa arte e pense se não tô empolgado pra ver esse game rodando

Um dos mais novos anúncios com o dedo do Inafune, e talvez o que eu tenha ficado mais empolgado. O game tem zumbis, ninjas e provavelmente uns robôs. Não preciso nem dizer que com essa premissa, espera-se ação e fatiação ininterrupta né? Alguns comentaristas de games estão considerando que será um Ninja Gaiden Z. Ansiosíssimo pra fatiar zumbis e andar pelas paredes, infelizmente, nenhuma data sobre isso foi divulgada ainda.

EDIT: Yaiba foi apresentado pela Tecmo na TGS como Yaiba: Ninja Gaiden Z. Um game baseado no universo de NG, onde você não joga com Ryu Hayabusa, muito pelo contrário, sua obrigação como Yaiba é matá-lo. Me pergunto se isso não é uma ofensa velada para Itagaki, criador de Ninja Gaiden, que deixou a Tecmo faz alguns anos. Seja como for, do want to playar!

Enfim, Inafune pelo visto anda colocando a mão na massa no que diz respeito a criação de jogos, mais do que apenas ajudar aqui e ali, como estava fazendo na Capcom. Não tem como avaliar seus jogos porque até agora,  só J.J. Rockets saiu e é um jogo para smartphones. Espero muito que a nova fase do mestre da Capcom renda muito bons frutos. Bem que podia ser possível ele comprar os direitos sobre o Mega Man um dia, ao menos ele colocaria o personagem pra trabalhar direito, não apenas em cheiros pra ambientes, trilhas sonoras ou versões zoadas em jogos de luta.


Uma b(c)aralhada de músicas em promoção para Rock Band

Rock Band está fazendo 5 anos, e com isso, os produtores resolveram fazer uma pequena promoção em larga escala de músicas para o jogo. Milhares de packs, álbuns, e músicas estão com boas promoções na loja virtual deles. As vendas começaram para PS3 e X360, para Wii ainda chegará por esses dias, mas até ontem não tinham confirmado uma data específica.

É uma boa hora pra você comprar o Álbum Doolitle dos Pixies, ou o pack do Thin Lizzy, ou mesmo aquela única música do Red Hot Chili Peppers que você gosta.

PS: A promoção envolve apenas conteúdo lançado antes de Rock Band 3, infelizmente, mas ainda assim, isso te dá uma lista de 1000 e poucas músicas, pelo que a Harmonix disse ontem.

Você pode conferir a lista dos preços, e do que está em promoção aqui

PS2: Ainda em tempo, pra quem é de Brasília, vai ter no Cult 22 Bar, na sexta-feira, dia 21 de Setembro a Rock Band Cult Fest, com Rock Bands pra rapaziada e mais a presença de dj’s tocando o melhor do rock de várias gerações. Qualquer informações mais, você pode conferir no site do Cult 22  ou na fanpage do facebook deles.


Double Dragon Neon: Não f§$& Wayforward…

Estava aguardando os lançamentos dessa semana com uma certa expectativa. Sou fã de jogos no estilo Beat’ em up, e da velha guarda, então quando a Wayforward anunciou que estava produzindo uma reformulação para Double Dragon fiquei esperando com um misto de alegria e receio. Os vídeos apresentados antes do lançamento indicariam um jogo muito fraco, mas porr@, era a Wayforward produzindo, no mínimo o jogo poderia ser bem divertido, afinal eles já fizeram coisas legais com Contra 4 ou Aliens: Infestation.

É Wayforward, O jogo como um todo é muito fraco, mas hi-five definitivamente foi a gota d’água

O portfólio de apresentação da empresa não foi suficiente pra que fizessem um puta jogo. Tive uma tremenda decepção ao descobrir que não é só nos vídeos, mas na jogabilidade também que a coisa não funcionou bem. O jogo conseguiu ser bem escr+%#, no qual as movimentações ficaram ruins, a resposta aos comandos é um pouquinho lenta e a ambientação do jogo é bizarramente escr0#@. A demo do jogo te deixa participar das 2 primeiras missões, pra você ter uma ideia, na segunda fase você chega em um trecho em que entra em um prédio, e do nada o prédio vira um foguete e decola para o espaço… tipo, c@r@lh0… como se isso ainda não fosse o suficiente, o chefe dessa fase é um esqueleto com chapéu oriental e uma espada grandona.

“Aí mano, quer comprar uma droga da boa? To vendendo uns DOuble Dragon Neon aqui, 10 pau de Obama na minha mão”

Não, eu não estava esperando um enredo sério com o jogo, aliás, a história original e mais o valor nostalgia não permite isso, heheh, mas também não esperava um avacalhado tão grande. Double Dragon Neon tem alguns pontos a favor, eu gostei do sistema de fitas cassete que você pega e que te dão certos powerups estatísticos. Tem umas lojas também que você entra e compra mais fitas cassetes ou dá upgrades nelas, mas o fato do cenário não ser como em River City Ramson, no qual você pode ir e vir como se o jogo fosse um grande mapa conectado, faz as lojas perderem um pouco do sentido.

A trilha sonora do jogo ficou um caso a parte também, pros adeptos as músicas dos anos 80, além de remixes do jogo original, a equipe colocou ainda umas músicas cantadas com um feeling bem de quem acabou de chegar do show da Cindy Lauper, ou do Van Halen. O que parece uma grande zoação, já que a impressão que dá é que se preocuparam mais com a trilha sonora do que com o gameplay em específico.

Ah sim, pra quem geralmente joga sozinho, pelos rumos da vida na qual você trabalha o dia todo e raramente reúne amigos na sua casa pra curtir um game, DDN simplesmente te diz “Se f0#& aí, nerdão”, já que o game não tem multiplayer online.

Pra mim o jogo ficou muito fraco e abaixo do esperado. O que me faz ainda pensar em gastar dinheiro com ele quando tiver em uma promoção é exatamente o valor nostálgico e história da franquia que gosto muito. Isso me faz ignorar muitas das coisas que achei mal desenvolvidas no jogo. O Player 2 já não foi tão bonzinho, pra ele, foi uma das piores coisas já lançadas na Live Arcade, segundo um papo que tivemos ontem.

O game saiu dia 13 na Live por 800MS Points (10 dólares), e para a PSN chega mês que vem já tá disponível como jogo grátis pra quem é assinante da PSN Plus. O fato de ele já sair como jogo brinde pra assinante é um sinal da trasheira que provavelmente mesmo os produtores estavam esperando hein. Só como dado adicional, o jogo tem 2.24 gb, eu me pergunto se tem todas as fases dos 4 jogos e mais os de portáteis refeitas aí.

Esse vídeo acima mostra o gameplay, e essa música que toca, faz parte da trilha do jogo, que a propósito, está sendo disponibilizada para ser ouvida online aqui.

Discorda? Opine, comente, vamos trocar uma ideia!


Meu 3DS XL e os jogos que testei nele

Sou um declarado fanboy de Castlevania, muito embora seja meio crítico com os  jogos da série. Desde que anunciaram o Mirror of Fate pro 3DS, comecei a me planejar pra pegar um. A Nintendo mudou um pouquinho os meus planos quando anunciou a versão gigante do aparelho.

Deixo aqui um pequeno depoimento sobre o que achei do aparelho, passado um pouco o deslumbre inicial característico de alguém que comprou produto novo.

Apesar de quase 2 anos, e da galeria de jogos continuar aumentando, considero pouco ainda o que tem de jogo que realmente valha a pena. Entretanto, alguns jogos que tive uma primeira experiência meio decepcionante acabaram se mostrando bem empolgantes. É o caso de Kid Icarus, quando joguei a primeira vez (foi o game que testei na primeira vez que encostei em um 3DS). Demorei a “acostumar” minha vista para enxergar em 3D sem estranhar muito. Bastou colocar em uma certa distância e deixar o olho fixo sem piscar por alguns segundos, e voila! Tive um estranhamento e até um pouco de dor de cabeça, a sensação é que meu olho esquerdo queria ir pro lugar do direito e vice versa. Enfim, a jogabilidade a princípio não parecia tão bacana, mas depois de pegar o game emprestado e  jogar com calma, acabei curtindo o esquema das fases, de compras e customização de equipamentos, e mesmo os modos online, que curti bastante no Free For All.

As fotos não fazem jus ao jogo, ele não é um vita, mas também não é horripilante dessa forma.

Joguei também Mario Tennis Open e New Super Mario Bros 2 (comprei na eshop da Nintendo). Mario Tennis tem sido muito divertido, curti bastante os modos de jogo, principalmente o modo Super Mario, no qual tem um paredão com um telão “passando” as fases do jogo clássico e você tem que ir rebatendo a bola e ganhando pontos e moedas, correndo contra o curto tempo dado. Um amigo sentiu falta do “modo história” que tinha na versão do GBA, onde você evoluia seu personagem, seguia uma história, etc, mas não senti tanta falta desse modo, já não era muito fã dele na época. Achei o jogo extremamente caro para um game de tênis casual. Digamos que se fosse em um console da Sony ou Microsoft, o game custaria no máximo uns 19 dólares no sistema da PSN/Live Arcade, mas a Nintendo forçando a barra com o peso dos nomes de suas franquias, colocou o jogo a  39 dólares. Felizmente  o que joguei é emprestado!

Uma das ideias mais bobas, mas ainda assim bacanas que tiveram pro game. Jogar Super Mario em versão tênis é muito bacana

New Super Mario Bros 2 é mais do mesmo…

 

… e isso é bom pra c@&@|0! Um dos poucos jogos que não precisa mexer muito pra agradar é a série clássica do Mario. O jogo coloca o foco voltado na coleta das moedas e a possibilidade de jogar 2 players ao mesmo tempo, e isso já é o suficiente pra ser considerado as mudanças do jogo por parte da Nintendo e ser divertido por parte de quem joga.

Mais do mesmo, mas no caso de Super Mario Bros, isso é muito bom

Testei ainda demos de Heroes of Ruin, Resident Evil Revelations, Theatrythm Final Fantasy, Kingdom Hearts e MGS 3. Gostei de todos, Heroes of Ruin foi muito pouco pra avaliar a fundo, mas fiquei empolgado pra comprar quando pintar uma promoção. Resident Evil me surpreendeu, os controles, a visão e o gameplay ficaram bacanas demais, o 3D, como em todos esses jogos que testei, dão um charme, principalmente porque eles dão um plus pra disfarçar o potencial gráfico inferior aos do Vita, e até mesmo do iPhone/Pad. Só não coloco esse RE na minha lista a comprar porque sou muito frouxo pra jogos de terror.

Prepara pra tomar susto, maluco, o bicho pega em Resident Evil Revelations.

Em geral, o aparelho me agradou bastante. Os botões estão mais espaçados do que a versão pequena. A pegada ficou bacana, principalmente pra quem tiver problemas de mãos grandes. O tamanho do aparelho, apesar de parecer enorme nas fotos, quando se pega na mão, não parece tão gigante assim. O 3D, como citado acima, dá o grande charme nos jogos. É essencial pra jogar? Claro que não, mas é o que deixa os jogos mais bacanas. Em Kid Icarus e Mario Tennis, que trabalham muito com a profundidade do cenário, o jogo ganha um charme a mais, já New Super Mario Bros 2 não fez muita diferença.

O sistema online de vendas precisa melhorar e muito, faltam jogos novos, jogos velhos e jogos de versão física. Achei que a Nintendo fosse colocar um bando de jogos de versão física no eshop deles logo depois do lançamento de NSMB2, mas nenhum jogo apareceu até o momento.

O sistema de compras é meio fraco também, até o momento, se você compra um jogo na eshop, esse jogo está atrelado ao seu aparelho, ou seja, vendeu seu 3ds? Vendeu seu jogo junto, porque você vai ter que comprar ele de novo. Disseram que quando o Wii-U sair, eles mudarão pra um sistema de conta, como nos outros consoles, mas tô pagando pra ver ainda.

O preço dos jogos ainda é um absurdo pra mim. Boa parte deles é jogo que deveria custar em torno de no máximo 20. E o pior é que mesmo jogos já lançados a mais de 1 ano se mantém com o preço inalterado.

Passando a régua, gostei do 3DS XL, não gostei da Konami anunciar o atraso de Mirror of Fate de setembro desse ano pro meio do ano que vem, e acho que muita coisa tem que mudar, principalmente chegarem mais títulos, que já começa a ter uma boa galeria, mas tá longe demais da ideal, mesmo tendo pouco menos de 2 anos ainda.

Só ano que vem eu poder surrar essa tua cara, caveirinha, mas aguarde e confie, que tu vai apanhar.

Ano que vem, quando for a vez do Vita estar nesse mesmo ponto, começo a pensar em adquirir um também.


Mark of The Ninja – Ninjas aprontando o que fazem melhor

Lembra da época em que saíam ótimos jogos de ninja em 2D fazendo o que sabiam melhor? Não? F#%@-se. Ninja Gaiden explorava o uso de espadas e itens especiais, enquanto Shinobi se focava mais no uso de shurikens e kunais. Não sabe o que é uma shuriken ou uma kunai também? F#%@-se! Bom, são basicamente aquelas “estrelinhas” e “faquinhas” ninjas que eles usavam pra jogar nos outros.

Uma kunai e uma shuriken, respectivamente. Aquela fundação dos índios lá é FUNAI. #nadaver

A geração 3D chegou, e a série Tenchu fez um ótimo trabalho focando em outra característica dos ninjas: A furtividade. Suas missões basicamente eram invadir fortalezas, residências, vilarejos para fatiar uma rapaziada, recuperar ou entregar alguma coisa importante. As pontuações aumentavam conforme você fosse visto por menos gente.

Porque da pequena inútil aula de história de jogos de ninjas? É simples, no dia da nossa independência esse ano, a Klei Entertainment e a Microsoft Studios lançaram para Xbox Live (chupa pra quem joga no Super Nintendo ou Mega Drive) o game Mark of The Ninja. A Klei é conhecida pelos 2 recentes e divertidos games do Shank, de ação sidescroller com elementos de Beat’em up ambientados no México e sudoeste americanos.

Com Mark of The Ninja, o esquema 2D sidescroll permaneceu, mas diferente de Shank, sua meta é passar de fase sem ser visto. Aliás, se você for visto, você pode até atacar os inimigos e derrubá-los, mas só para ganhar tempo e sumir nas sombras de novo, o jogo não te permite matar tendo sido visto. Pra fazer um estrago nessa rapaziada, você conta com uma espada – para os golpes furtivos, kunais – para atrair a atenção dos inimigos em determinada direção, uma corrente com gancho – para se puxar e dependurar em lugares mais altos, ao maior estilo “Maranha”, e o cenário – pra se esconder, procurar dutos de ventilação, esconder corpos e o escambal.

Eu joguei apenas a demo, mas me diverti por pouco mais de uma hora com ela tendo conhecido as ações básicas do jogo. Na versão completa, você será apresentado ao desenvolvimento de habilidades dependendo de determinado estilo que você usar mais. Dividido entre o silencioso e furtivo – que só passa usando as sombras, o matador – que não precisa de explicações, e o aterrorizador – que mata com requintes de terror pra assustar aos demais inimigos vivos restantes no ambiente.

Se despede da vida, xará, porque tu já rodou e só não sabe ainda.

O game tá saindo por 1200 MS Points (15 dólares) e, pelo que me foi apresentado na demo, e acho que pelo que os críticos estão falando bem, ele vale a pena pra car@|#0. Principalmente considerando o quão porca a Microsoft tem sido nos últimos anos com os donos de X360, se focando apenas em jogos para Kinect e esquecendo de produzir exclusivos tradicionais.

PS: Viu alguma conexão com o fato de ter saído no dia da nossa independência? F#%@-se! Não tem nada a ver, só foi coincidência


Bagos suados e cabeças arrancadas no seu console, agora f***u

Put@ri@ e violência, os 2 principais temas mais recorrentes no entretenimento do cinema e da televisão, pra não dizer também dos videogames nos últimos anos, são também os 2 principais temas da (agora cancelada) série Spartacus, cujo jogo foi anunciado essa semana pela Ubisoft.

Em relação a put@ri@ eu não sei, mas a violência tá garantida a julgar pelas fotos de divulgação do game. Será um título de luta gratuito no qual o seu dinheiro será gasto para comprar equipamentos para o seu personagem.

“Olha mãe! Uma lembrança pra levar pra casa!!!”

 

Quem acha que é só pagar e pronto, vai ser fodão, tá muito enganado, os produtores disseram que o jogo terá um sistema de pontos de fama, no qual os melhores equipamentos, além de custarem mais, precisarão ter um mínimo de fama para serem adquiridos, ou seja, perdeu playboy.

Não foi dito se terão muitas opções sobre esses equipamentos, imagino eu que a lista tenda a aumentar se o jogo fizer sucesso.

Se o game for uma versão melhorada de Gladiator Begins, da Aksys e da Acquire (Way of The Samurai) pro PSP, me divertirei bastante com o jogo.

Spartacus Legends não tem data certa ainda para sair, só foi divulgado que será em 2013, via Playstation Network (SEN, pros xaropes) e Xbox Live Arcade.

Fonte: Gamespot


Curte a Hora da Aventura? O jogo parece que vai ser legal, e a edição de colecionador mais ainda

Hoje foi divulgada imagem listando o conteúdo da edição de colecionador do game baseado no desenho A Hora da Aventura, para 3DS. “Adventure Time: Hey Ice King! Why’d you steal our garbage?!! “, como foi intitulado, virá com design customizado do Enchiridion em um formado de livro metalizado, edição limitada de uma stylus como réplica da espada dourada de Finn, bestiário exclusivo e mapa pôster da Terra de Ooo.

Bem bacana hein? E o melhor, essa versão custará 39,99 dólares, só 10 dólares a mais do que a edição normal. Quanto ao game eu não posso dizer muito, curti o trailerzinho de gameplay, e alguns comentários que vi, diziam que o game tem suas influências de Legend of Zelda, o que é uma boa.


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