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The Humble Bundle: Promoção de jogos e ajuda a desenvolvedores e caridade

Já jogou Bastion? E Limbo, Psychonauts, Sword & Sworcery e Amnesia? Excelentes jogos do cenário “indie” (se fosse nos anos 90 chamariam de alternativo), que obtiveram um certo sucesso na opinião do público e crítica. Pois bem, o projeto The Humble Bundle volta para mais uma jornada de pacote de games promocionais, é a quinta versão. Aí você se pergunta “que porr@ é essa de Rambo Bando?”, o qual eu te explico: A proposta é ajudar a divulgar os trabalhos dos pequenos estúdios que produziram esses jogos, também angariando fundos para caridade. Achei uma ideia fantástica e que deve ser incentivada. Eu mesmo já tinha Bastion e Limbo no X360 e mais o Sword & Sworcery para iOS, mas peguei mesmo assim pelos outros jogos, e principalmente o preço.

Limbo é meu favorito nesse bundle, um game de puzzle bizarro, intimista e estiloso

Essa era a parte que cê tava esperando né, o preço. É também a parte de destaque da parada. Você paga o que quiser no Bundle, sério mesmo, se quiser 1 dólar, que seja, se quiser 1000 dólares, também. O único diferencial é que o Bastion você só leva se pagar ao menos a média do valor total, que eu peguei por 6,12 dólares, e já está em 7,37, mas todos os outros jogos estão liberados. Você customiza inclusive o quanto quer pagar desse valor entre desenvolvedores, doação e organizadores do Humble Bundle.

Psychonauts é uma das “novidades” que nunca joguei, o game é da era PS2 e foi muito bem recebido pelos críticos do mercado, que torcem por uma continuação.

O “evento” dura por mais 14 dias e os jogos são todos para Pc, Mac ou Linux, e de quebra você ainda ganha a trilha sonora deles.

Apoie aí, o valor não é alto e esses estúdios participantes são todos de equipes talentosas e que tem muito a produzir no mercado ainda.

Bastion, o jogo brinde pra quem pagar o valor da média, tem visão isométrica e apresenta um personagem que está no mundo após um evento cataclísmico que acabou com o mundo e fez tudo flutuar, o cenário vai se forando a sua frente ao longo do game.

The Humble Bundle

Um plus sobre Superbrothers: Sword & Sworcery EP

Vi uma ilustração esses dias sobre personagens de jogos independentes, entre eles, tinha uma certa guerreira entre o Beduíno, de Journey, e o Creeper, de Minecraft, no qual um amigo identificou como sendo a protagonista de S&S EP. Curiosamente fui ver uns videos de gameplay e curti muito. Ontem acabei comprando o jogo na appstore e o resultado foi eu ir dormir por volta das 2 da matina. O jogo é bem estiloso, todo com visualização pixelada, onde você acompanha a saga da guerreira Scythiana se aventurando por terras perigosas. A jogabilidade é toda no estilo point & click (ou point & touch, no caso de iPhone/Pad/Pod), onde o jogo sofre muita influência da trilha sonora e o ritmo musical ditando como seguir certos trechos do jogo. Nas sequências de combate, ao menos na plataforma iOS, você precisa levantar para a posição vertical o aparelho, onde o personagem saca a espada e o escudo, e aí você precisa apertar no tempo certo qual dos 2 botões virtuais pra decidir se ataca ou defende. Estilo é pouco para o game, curto muito propostas simples, de visual chamativo e estiloso. Ao longo dos capítulos você tem um arquétipo como um psiquiatra acompanhando sua aventura e comentando um pouco sobre ela. Interessou em jogar pelo iOS? O game está (ou pelo menos estava quando comprei) por 2 dólares, eu digo que vale muito a pena.


Os 5 melhores jogos que joguei em 2011

Muitos jogos que joguei, muitos que não joguei, considerem aqui a minha opinião pelo que eu gosto viu, não pela popularidade do título, por exemplo, Skyrim nem entra na minha lista, primeiro porque não joguei e segundo porque não gosto de Elder Scrolls.

Os jogos não estão na ordem de melhores pra piores também não.

Dark Souls (PS360)

Esse título é disparado dos melhores que joguei no ano, e na geração atual. Com um mundo sombrio, onde tudo tá na merda, e você tá no meio dessa merda toda. Um jogo bem introspectivo e difícil, bem aos moldes de muitos jogos clássicos, e diferente dos de hoje, onde tudo é feito pra que você consiga chegar ao final tendo uma dificuldade tranquila. Em Dark Souls, se você não aprende a jogar, você não passa mesmo. O pior e o melhor é a falta de amparo, você não tem pessoas, livros ou qualquer coisa do tipo te dizendo vá ali, venha aqui, você tá solto, vai de sua livre e espontânea exploração, mate um NPC e isso acarretará em consequências pro resto do jogo, sejam elas boas ou ruins.

Gears of War 3 (X360)

Em um ano fraquíssimo de títulos de games tradicionais para o console da Microsoft, a grande cereja do bolo (pra não dizer o bolo todo, dado o fato de que praticamente só saiu game pra Kinect esse ano), é Gears 3. Grupos de personagens diferentes desenvolvendo a história ao mesmo tempo, conclusão de enredo iniciado no primeiro título, inimigos novos f¨*$endo ainda mais os sobreviventes do planeta já f¨*$dos, monstros gigantescos e poucos cartuchos de balas para enfrentá-los, um modo campanha permitindo 4 jogadores, além de continuação do excelentíssimo modo horda fazem de Gears 3 um PUT@ jogo de 2011. Shame on you MICOsoft por não ter desenvolvido mais títulos tradicionais na proporção que fizeram com o Kinect.

FIFA 12 (multi)

Ok, Fifa tem um título novo todo ano mudando um pouquinho de coisa do anterior e bla bla bla. Mas Fifa 12 eu coloco em destaque do ano, como fifa 11 eu não colocaria no ano passado. Esse ano deram uma boa trabalhada na engine, melhorando o contato físico, além do multiplayer tendo divisão por experiência dos jogadores, fazendo com que você procure pessoas que estão mais ou menos do seu nível, e perca jogos pra ver se você não é rebaixado pra divisão anterior.

The Legend of Zelda: Skyward Sword (wii)

Considerado um dos últimos, se não o último fôlego do Wii, Skyward Sword é de longe um dos melhores títulos da série. Alguns amigos comentaram do fato de preferir que o jogo fosse nos moldes de controles tradicionais, e eu concordo, mas o que defendo é que, nos controles de movimento atuais, Skyward Sword é o que de melhor poderia ser feito. E também no visual do jogo, de longe o título mais bonito do Wii, uma pena não ter o desempenho de engine de um ps3 ou x360.

From Dust (X360, PS3, PC)

Disponibilizado como título arcade, From Dust foi uma das melhores surpresas que tive no ano, difícil até explicar a jogabilidade, mas digamos que você é uma energia divina, na qual os membros de uma tribo que você acompanha cultuam, e que precisa ajudá-los na tarefa de sobreviver e cultuar a terra. Ondas gigantescas, vulcões em erupção e outras coisas mais são os impecilhos que um deus tem que enfrentar para ajudar o povo. O título custa por volta de 10 dólares.

Explicações: Como eu disse antes, títulos como Skyrim não entram porque eu não joguei e não gosto da série, assim como outros títulos que não tive a oportunidade de jogar. Não imagino um Batman Arkham City de fora dessa lista, e ele só está de fora porque eu não joguei, o mesmo acontece com Bastion, Uncharted 3 (que também não curti a série) ou Little Big Planet 2. Não tem nada a ver com serem péssimos títulos, mas com gostar ou não do jogo, e ter jogado ou não.

Sendo assim, menções honrosas de jogos de fora da lista, considerados dos melhores por público e/ou críticos:

Batman: Arkham City (Ps3, X360, PC)Bastion (Ps3, X360, PC)Killzone 3 (PS3)Infamous 2 (PS3)Uncharted 3 (PS3)Little Big Planet 2 (PS3)Child of Eden (PS3, X360, mas a versão do Kinect é a melhor), Ultimate Marvel vs Capcom 3 (Ps3, X360, PS Vita), Super Mario Land 3D (Nintendo 3DS)Rayman Origins (X360, Ps3, Wii), The Elder Scrolls 5: Skyrim (Ps3, X360, PC), Star Wars: The Old Republic (PC)Sonic Generations (Ps3, X360, PC), Battlefield 3 (Ps3, X360, PC, mas a versão do pc é a melhor), Forza 4 (X360), Infinity Blade 2 (iPhone/Pad/Pod), Portal 2 (PS3, X360, Mac, PC), Call of Duty: Modern Warfare 3 (Ps3, X360, PC), Outland (Ps3, X360, PC), Mario Kart 7 (Nintendo 3DS), Dissidia Final Fantasy: Duodecim (PSP)


Bastion di grátis!

Durante os lançamentos de títulos arcade no verão do hemisfério norte desse ano, tive a felicidade de poder conhecer From Dust da Ubisfot e Bastion da SuperGiant Games. O From Dust eu comprei na época, e deixei Bastion para um Deal of The Week posterior. O jogo já até teve promoções na Steam, mas esse eu queria muito jogar era no console.

Só que agora não tem mais como discutir, entre pagar pouco na live, e jogar de graça no pc, a segunda opção ganhou, e a SuperGiant fez exatamente isso. Pra quem usa o Browser do Google, o Chrome, já está disponível o jogo em versão gratuita para jogar via browser.

O título é um rpg de ação nos moldes de Zelda, ou Okami, no qual você está em um mundo apocalíptico onde tudo e todos sumiram, literalmente. Você está na merda em um cenário suspenso no ar e, conforme vai andando, o chão vai se moldando ao seu redor. Nesse cenário você só encontra monstros. A única pessoa na qual você acaba por ter contato, é o narrador da história, que vai te auxiliando em alguns momentos do jogo. Claro, você está na merda,  por quê encontrar uma gostosa que precisasse reproduzir pra perpetuar a espécie se você pode encontrar um velho que fala sozinho? Piadas a parte, é uma ideia bem bacana, em um jogo muito bonito e divertido. Se já valia pagar o valor dele na live/steam, não tenha dúvidas que vale muito mais pegar de graça.

Você pode baixar o jogo aqui


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