Oh my fucking heavenly god!
Gabriel tá de volta!
A próxima edição da revista Nintendo Power destacou alguns detalhes do próximo título para o portátil 3ds.

Será Trevor na capa da edição da próxima Nintendo Power?
Pelo que foi dito, o jogo terá 4 personagens jogáveis, dentre eles Simon e Trevor Belmont, no qual, o segundo terá uma combat cross personalizada. O jogo terá visualização em 3D e jogabilidade em 2D, seguindo a forma de jogar mais próxima aos títulos portáteis anteriores. Não tem muitos detalhes do enredo ainda, mas a história se passa antes dos eventos de Lords of Shadow 2 (ou The Dragon Returns, se for o título que está no site da Konami), e a história se passará em períodos diferentes, o que talvez seja o link entre os 4 personagens do jogo.

Jogadores poderão também fazer anotações em determinadas áreas para voltarem a explorar em pontos futuros do jogo através da tela de toque. As magias de Dark e Light do sistema de LoS estão de volta também, além do sistema de pontos de experiência para liberar combos e habilidades.
Para mais informações, aguardamos p@udur@mente pela coletiva pré E3 que a Konami fará na sexta-feira.
Fonte: IGN | Scans: GoNintendo
<Fanboy assumido Castlevania detected mode on>
Wallachia, 1476, a região da Romênia e outros territórios próximos sofrem de um terrível mal providenciado por criaturas demoníacas. A razão dessa manifestação incomum se chama Drácula, vampiro senhor das trevas que pretende jogar o mundo no caos. Dentre os povos assolados diz uma história que sempre que Drácula aparece, a família Belmont surge para impedir o vampiro, mas os Belmonts foram expulsos da região por medo de seus poderes incomuns pelos próprios moradores. Ainda que atrasado e quando a put@ri@ já tá instaurada, Trevor Belmont se predispõe a salvar o povo que botou ele pra correr em busca do bem maior, e do dever do sangue Belmont.

Assim é a prévia do enredo de Castlevania 3: Dracula’s Curse, título que tem história anterior aos 2 jogos protagonizados por Simon Belmont. A Konami parecia estar inspirada quando começou o desenvolvimento desse jogo, depois de muito criticada com o (pré metroidvania?) incomum Castlevania 2: Simon’s Quest. Cv3 utilizou o máximo que o nintendinho podia oferecer, e ainda colocou um ritmo frenético, caminhos alternativos, e o melhor, personagens jogáveis secundários que você salvaria ao longo do jogo.

A trilha sonora do jogo era tão foda que cantarolo boa parte das músicas do jogo até hoje sem precisar reouvir de tanto que joguei na época. A mecânica do jogo seguindo o ritmo que o primeiro tinha era muito boa. A sacada dos caminhos alternativos então foi uma ideia fodona, você escolhe logo na segunda fase ir pela torre do relógio, chegando ao topo enfrenta um chefe que, ao derrotá-lo, te libera o primeiro personagem extra do jogo, Grant Danasty, um pirata cuja família inteira foi morta por Drácula. Terminando a fase, a torre começa a entrar em colapso, e o caminho mais curto para o castelo acaba de se tornar impossível, o que fazer então? Volta a fase toda pra seguir pelo outro caminho.

Escolhendo Grant, de cara você percebe a diferença para Trevor. O pirata usa uma faca como arma, mais curta que o chicote, mas mais rápido, além de usar machados como sub arma, e o principal: Grant gruda pelas paredes ao melhor estilo Homem-Aranha. Além do ajudante de Barba-Ruiva, CV3 tem ainda Sypha Belnades, uma feiticeira que usa o poder dos elementos, e Alucard, o filhotinho do coisa ruim que se revoltou contra o papai do mau, o vampirinho camarada se tornou bem mais conhecido pelo bem sucedido e bem produzido Symphony of The Night anos depois. A grande parte ruim de você ir atrás dos outros personagens é que para adicionar um, você precisa perder o outro, não era possível ficar com os 4 personagens juntos, uma pena.
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Castlevania 3 tinha uma dificuldade absurda com monstros que tiravam um grande naco de energia ao apenas encostar, além de uns trechos estilo Ninja Gaiden, que você pula para a plataforma seguinte e só no meio do pulo surge o inimigo que te acerta, fazendo com que você caia no buraco e morra. Felizmente, o jogo tinha também um sistema de password, o que te ajuda (um pouco) a avançar nas 9 fases do jogo.
Eu perdi as contas de quantas vezes eu o peguei na locadora. Joguei ele muito mais do que o primeiro ou o segundo, inclusive, joguei ele antes ddos anteriores, então até estranhei a primeira vez que joguei como Simon. Até hoje tenho CV3 como meu Castlevania favorito, sei que Dracula X (Rondo of Blood) tem tudo que ele tem e mais o visual mais refinado, mas não tive o mesmo feeling com ele. Adoro Lords of Shadow assim como todos os Metroidvanias também, mas sinto muita falta de um Castlevania com o feeling dos primeiros títulos em esquema de passar de fase.
<Fanboy assumido de Castlevania detected mode off>
Tateando pelo Deviantart um dia, procurando algumas ilustras com temas, me deparei com esse maluco . A galeria do finlandês KurkoBoltsi é recheada de ilustras com temáticas de games.
As empresas tão boas de contratar esse cara pra trabalhar na equipe de artwork dos jogos.
Sexta, zanzando pelo mercado com a big boss, fazendo as compras para a grande festa de virada de ano, me deparo com esse produto aí. Tinha que tirar uma foto. Valeu Belmonts por nos protegerem em sigilo até hoje contra o Drácula e seus demoniozinhos amestrados.
Boatos por toda parte!
A Nintendo planeja implementar uma loja de aplicativos de verdade e dedicada para o Wii-U. Algo mais turbinado que 3ds ou wii shop ainda não fazem. Quem comentou o assunto que deu a entender isso foi o The Daily.
Se fizerem um serviço mais próximo de uma app store da apple, ou os serviços da Live e PSN, já é um bom começo, ainda mais pelas funções touch do controle/videogame portátil do Wii-U
Texto em referência à notícia divulgada pela IGN

Castlevania Lords of Shadow 2? E em 2012? Talvez. O produtor de Lords of Shadow, Dave Cox, soltou uma pista essa semana sobre a possibilidade de uma sequência estar em produção. A Computer and Videogames listou Lords of Shadow 2 como um dos títulos mais aguardados para 2012, e quando perguntado sobre o assunto, Dave respondeu apenas um “sem comentários” pelo Twitter.
Muleque como eu quero essa sequência, faço parte do grupo de pessoas que acham que Castlevania pode coexistir com uma linha de jogos em 3D e outra tradicional em 2D tranquilamente. Lords of Shadow pode não ser O título de ação, tendo absorvido muitas coisas de outros jogos de ação hack and slash, como God of War, mas ele não deixa de ter suas características próprias, e acho que uma sequência já pode trabalhar melhor a própria identidade do que apenas absorver o que deu certo em outros títulos.
Texto em referência à notícia divulgada pelo site Attack of The Fanboys

Anunciada sequência de Epic Mickey
Esse não é um título que causa muito estardalhaço, mas acho uma ótima investida nos personagens da Disney. Epic Mickey foi um jogo de aventura lançado pro wii que fazia uso do wiimote em muitos momentos como um pincel, mais ou menos como Okami. O jogo é todo estiloso, e a proposta dos criadores era um Mickey com visual retrô dos primeiros desenhos e tiras, e não o personagem com o visual já conhecido dos tempos atuais. Dessa vez, além do Wii, o título também será lançado para X360 e PS3. O jogo ainda terá um modo Co-op, e isso me deixou curioso, quero ver como farão pra não ficar bagunçado com 2 pincéis na tela.

Fonte: IGN
Crianças não bebam, isso é coisa pra quem já paga suas próprias contas. Eu teria um blood label desse na adega fácil.
O blog pode até ser novo, mas meus trabalhos com referências a games não são de agora. Abaixo seguem algumas ilustras minhas baseadas em jogos e/ou personagens de games
Blue Bomber

Double Dragon de novo

Christopher Belmont Cores

Trevor Belmont Cores Editado

Marion

Outras ilustras podem ser vistas no meu portfólio de ilustrações no Deviantart.
Nego é foda né, dá só uma sacada na arte desse maluco. O projeto de Robert Atkins foi o Castlevania Week, que consiste em desenhar personagens de Castevania nessa semana (duuuh, não é óbvio, jumento?) em comemoração da semana do dia das bruxas.
Agora curte aí
Richter Belmont
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Alucard, a cria de Drácula
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Bruxinha – Sypha Belnades
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Uma vida de pirata pra mim, ye – Grant Danasty
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Trevor Belmont: A versão macho.
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A Morte pede carona
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Cara, eu tenho que dizer, isso ficou muito do car@&§$, curti o estilo dele, mas principalmente, curti o fato de não ter se deixado levar pelas influências afeminadas tão exploradas pela Ayami Kojima. Acho foda a arte da Ayami, mas é bom ver personagens que não são delicados com traços tão sensíveis pra variar.