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200 mil acessos, um longo hiato, Diablo 3 e um resumão de tudo até hoje

Antes de mais nada, eu queria agradecer a todos pelos 200 mil acessos!  Mesmo em um espaço de ausência como tivemos essas semanas, ainda conseguimos um número baixo, mas razoável pra quem não tá colocando nada novo no blog. Pois bem, caros leitores, o blog deu uma pausa forçada. Tanto eu, quanto meu parceiro de jogatinas, vulgo Player 2, ficamos um tanto enrolados esses dias. Pra ter uma noção eu tava trabalhando em período normal até as 18 e ainda ia até as 2 da manhã com um trabalho extra e emergencial que peguei. Quando conseguia um pouco de tempo livre, se não estava dormindo, ou com a Big Boss, ou ainda vendo outras coisas, estava dedicado no Diablo 3.

Eu estava praticamente assim.

Meu Diablo 3 chegou!!

Aliás, desde que chegou, no dia 6, já estou com 48 horas de jogo, um vício absurdo. O jogo é realmente tudo de bom, na parte de jogar, salvo os problemas tradicionais que todo mundo tem reclamado como PRECISAR estar online pra jogar, ou problemas de queda de conexão e ter que refazer uma dungeon inteira, ou até mesmo amigos que entram aleatório no teu jogo e pulam cutscenes que você QUERIA ver. Essa parte de não poder jogar sem ser online, aliás, é um porre absurdo, a internet no meu trabalho é um lixão, e algumas vezes, na hora do almoço, eu tô de bobeira e sem os amigos pra bater um papo, gostaria de poder jogar um pouco nesses momentos e simplesmente não rola. Faço ideia pessoas que moram em locais onde a internet banda larga não é lá grandes coisas, isso quando tem banda larga.

O caçador de Coisaruins indo atrás do carcará sanguinolento

O enredo do jogo eu curti bastante, meu ponto negativo foi só por alterarem o protagonista do primeiro jogo, e nem citarem o do segundo. Pra Diablo 3, a Blizzard inventou que o herói do primeiro jogo foi Aidan, filho mais velho do rei Leoric. Achei isso desnecessário de um tanto, gostava do fato de o herói ser uma pessoa desconhecida, e não um “predestinado” ou coisa do tipo. Aliás, isso é uma das coisas que também não gostei, você se sente o tempo inteiro como alguém que foi predestinado a destruir os senhores do inferno. O mundo tá acabando? Relaxa, nosso herói tá vindo aí e ele vai atropelar esse bostinha desse Diablo. Mas isso tudo que eu citei não poe Diablo 3 nem perto de ser ruim, o jogo é foda ao quadrado!

O fiasco da E3

Isso é o que merece a E3 como um todo

Essa bosta nem merecia muito espaço por aqui, mas como ficamos devendo comentários durante o evento, não podia deixar passar. Muito se esperava da exposição, pois tinha a possibilidade de anunciarem os novos consoles de Sony e Microsoft, e termos mais detalhes do Wii-U, da Nintendo. Não aconteceu nada disso, e pior, a convenção já perderia força sem o anúncio de novos consoles, mas todas as empresas pareciam se forçar a avacalhar com o evento de vez. Não anunciar os novos consoles ou detalhes é uma coisa, mas não anunciarem jogos é ainda mais grave.

Microsoft se prendeu a apresentar todas as milhares de novidades em aplicativos para o Xbox, alguns títulos novos de Kinect, e MAIS UM Gears… Porra, Deus sabe como adoro Gears of War, mas já passou do ridículo a Microsoft SÓ ter como maiores títulos todo ano revezando um novo Halo e um novo Gears. Nada de franquias novas ou outras paradas a um bom tempo, nem mesmo uma investida em outros exclusivos de 3rd parties. Ah sim, tem mais um Forza também.

Teve quem disse que a Sony destruiu porque anunciou vários jogos, eu tô até agora sem saber quais são os vários. Beyond foi uma ótima novidade, mas God of War já foi anunciado muito antes da E3, e The Last of Us também, e acreditem, são jogos que provavelmente serão must have, mas mesmo ela também pecou na falta de mais títulos. Muito embora a Sony apoie muito projetos alternativos de estúdios menores, vide Journey, ou games como Little Big Planet. Já que o console de mesa não foi tão explorado como todos esperavam que fosse, e o seu novo portátil meio que teve poucos títulos realmente novos no lançamento, era de se esperar que ela fosse se dedicar a ele né? Pois é… não foi o que aconteceu, o coitado do Vita ficou de lado no evento, e salvo algumas poucas coisas, como Gravity Rush, não tinha muito o que apresentar não. Aí ouvi de 2 pessoas, “ah mas o 3DS também foi fraco de lançamentos no início”. Gente, a E3 anuncia os jogos que vão sair até o meio do ano que vem, ou projetos que vão demorar mais, mas que estão em desenvolvimento, o Vita foi lançado em Fevereiro, era de se esperar que final do ano, ou início do ano que vem ele tivesse uma pequena enxurrada de jogos novos, e não esse mês, ou mês que vem.

Aí vem a Nintendo com seu console que já foi anunciado ano passado e que todo esperavam mais detalhes pra esse ano… Só esperavam mesmo, porque apesar de a empresa apresentar alguns dos jogos (muitos ports de jogos que já existem) que vão sair junto com o aparelho, não houve sequer detalhes sobre ficha técnica, preço, desempenho… Nada disso. Ao menos o que aliviou UM POUQUINHO a Nintendo foram os bons títulos anunciados para o 3DS (Castlevania!!!!!), o que fez com que a empresa dividisse a conferência em 2 dias, para dedicar mais tempo aos jogos do portátil.

E o ponto negativo maior da Nintendo: Semana passada como vocês viram no post anterior, e provavelmente em tudo que é site de jogo, ela apresentou o 3DS XL, que era muito aguardado na E3. Com 2 dias de conferência e pouca coisa sobre o Wii-U, por que diabos esperaram um evento aleatório numa data sem expressão pra fazer um anúncio que teria um ótimo impacto em um evento decadente? Porr@ Nintendo!

Jogos apresentados ou anuciados na E3 pra prestar atenção:

  • God of War Ascencion (PS3)
  • The Last of Us (Ps3)
  • Star Wars 1313 (PS360)
  • Castlevania: The Lords of Shadow 2 (PS360)
  • Castlevania: TLoS – Mirror of Fate (3DS)
  • Gravity Rush – já até saiu (Ps Vita)
  • Forza Horizon (X360)
  • Gears of War: Judgement (X360)
  • Watch Dogs (PC PS360)
  • Injustice: Gods Among Us (PS360 Wii-U)
  • P-100 (Wii-U)
  • Halo 4 (X360)
  • New Super Mario Bros 2 (3DS)
  • Zomb-U (Wii-U)
  • Assassins Creed: Liberation (Vita)
  • PS All-Stars Battle Royale (Vita/PS3)
  • Sim City (PC)
  • Kingdom Hearts: Dream Drop Distance (3DS)

Outra pequena novidade Pós E3

Dêem uma olhada no vídeo abaixo, é uma apresentação do Summer of Arcade do X360. Me digam, por que, na falta de títulos a anunciar para o console que não seja Gears ou Halo, a Microsoft não anunciou essa porr@ na E3 também? Esse mundo dos games tá perdido…

Esperem por posts mais frequentes agora pessoal, e convoquem o gordo @rromb@do do Player 2 também.


Tudo demais é ruim

Semana passada foi noticiado o primeiro maluco a morrer por conta de Diablo 3. Na hora, a primeira coisa que pensei foi “lá vem mais um daqueles coreanos que alucinam demais na parada”. Pra minha surpresa (ou não, já que esse pensamento foi praticamente um preconceito baseado na quantidade de notícias de coreanos que morrem por causa de jogos), o cara não era coreano, e sim americano, e teoricamente deveria ser alguém resolvido na vida, já que tinha 32 anos. Mas resolvido era tudo o que o cara não era. Parto pelo princípio de que se fosse, primeiro não passaria 72 horas seguidas jogando, e segundo, não morreria por conta disso, afinal, ainda que por vontade extrema de jogar, e se esforçando (ridiculamente) ao máximo, você precisaria dar uma paradinha pra comer algo mais do que um Doritos ou Bono, que deve ter sido o único tipo de alimentação que ele teve nesses dias todos, e também para cochilar por 3 ou 4 horas que fossem, se não uma noite saudável de sono, pra continuar.

É pro Diablo morrer, no máximo o seu char, mas nunca o jogador

Não sou festeiro. Nem em meu tempo de faculdade, que geralmente é uma fase em que se está muito na pilha por festas, shows, reuniões de amigos, além das aulas e trabalhos, etc, eu fui pilhado a ponto de ficar 72 horas acordado, mas mesmo que fosse, chega um ponto que você sente que o corpo tá pedindo arrego.

Segundo a matéria, os próprios amigos do cara diziam pra ele que precisava se cuidar melhor, chegaram até a oferecer sessões de academia pro bicho se cuidar, mas ainda assim ele não quis. Eu não sou nenhum exemplo do senhor saúde, aliás ando até um pouco (um pouco o c@r@lho, muito) mais descuidado do que deveria, pois estou a muito tempo sedentário e comendo mais besteiras do que deveria, mas tenho ainda o mínimo de preocupação em me alimentar direito nas horas certas e comer mais frutas e verduras, o problema é o lanche da noite.

Ri muito dessa imagem quando a vi a primeira vez, mas depois desse cara que morreu, não duvido de ele ter feito algo parecido.

A Big Boss já reclamou várias vezes comigo por achar que dedico tempo demais a um hobby supérfluo como os videogames, eu até concordo que jogo demais, mas dos dias que bato recorde de jogar, no caso 6,8, ou 10 horas seguidas, eu me sinto mal de ficar tanto tempo na frente do aparelho, mas sei que é um momento raro de estar muito empolgado com um jogo. Minha média acaba sendo a de 2 a 4 horas por dia, sendo que tem dias que nem jogo. Ou seja, seria o mesmo que assistir uns 2 filmes por dia, e duvido que alguem vire pra um cara que curte filmes e diga que ele está vendo filmes demais nessa proporção como uma coisa que não é sadio.

Enfim, eu entendo a reclamação dela, que só faz exatamente porque eu não estou me dando tempo para exercícios físicos, ou dividindo esse tempo com algo que me dê  mais retorno, como um curso de especialização na minha área profissional, por exemplo, mas o que procuro manter pra mim sempre em auto avaliação, e que todos os gamers que entram na categoria do “você joga tempo demais”, deveriam fazer é que esse nosso tempo jogando tem que ser sempre reavaliad, senão estamos sempre acrescentando meia ou 1 hora a mais todo dia, e acabamos em uma situação em que os games  deixam de ser um prazer saudável pra criar uma doença. Pessoas que não são gamers nunca entenderão jogar videogame mais de 2 ou 3 horas em 1 dia, mas nem por isso é saudável ficar 10,12 horas diárias.

 

Se liga rapá, tu não vai querer ficar desse jeito né?

Cuidem-se todos, não quero perder leitores, e mais importante, não quero perder colegas de hobby por conta de excesso de pegadas em pixels.


Diablo 3 tem animação dirigida por criador de Aeon Flux

O jogo nem saiu e as novidades sobre Diablo 3 não param. Peter Chung, criador da animação Aeon Flux, que passava na MTV, é o diretor do curta animado intitulado Diablo 3: Wrath. A ideia do curta é contar histórias que não teriam a possibilidade de serem trabahadas dentro do jogo. O curta contará eventos da série narradas a partir do ponto de vista dos anjos.

Xoxot@stico!

Assista, tem opção de 720p

Abaixo veja o vídeo de comentários de produção disponibilizado pela própria Blizzard

PS: Além de Aeon Flux, Peter Chung foi diretor e roteirista do episódio “O Robô Sensível” (Matriculated) de Animatrix. E não considere Aeon Flux pelo filme, aconselho muito assistir a série animada.

Fonte: Omelete


5 artworks pic@s dos games

Uma pequena homenagem a alguns dos “arteiros” que colocam aquilo que fazem melhor no desenvolvimento dos games.

Castlevania Lords of Shadow - Diego Gisbert Llorens e equipe

Eu poderia facilmente colocar as artes da Ayami Kojima, dos demais jogos da série de Symphony of The Night em diante, que seria um substituto perfeito pra estar no lugar de LoS. O motivo da escolha é a importância dele pra com o projeto. Lords of Shadow é riquíssimo na parte artística. Na edição de colecionador, de cara você tem um pequeno livro de artwork, e dentro do jogo, alguns (muitos) extras são os artworks de TODAS as fases de TODOS os capítulos do jogo. Isso sem mencionar as animações explicativas dos comandos aprendidos no menu e do sumário de personagens do jogo que são totalmente ilustrados. E diga-se de passagem, ficaram muito bem ilustrados. Trazer Castlevania novamente para o 3D, pra dessa vez dar certo de verdade, como um Ninja Gaiden conseguiu, e como os títulos anteriores não conseguiram, não seria tarefa fácil. Pra isso seria de extrema importância um ambiente que te deixasse embasbacado com a beleza, sem esquecer da jogabilidade, claro, e nesse ponto, Lords of Shadow foi muito feliz no resultado final.

Final Fantasy ( praticamente a série toda) - Yoshitaka Amano

Não teria como escrever uma sessão dessas sem citar o Amano. Praticamente o mestre no que diz respeito ao conceito visual de Final Fantasy. O estilo influenciado pela arte gótica fica muito distante do visual mangá tradicional de talvez 90% dos artistas japoneses. O poder de pic@ dele é tão grande, que foi convidado a produzir em parceria com Neil Gaiman um volume de Sandman. E ficou perfeito essa parceria. Seu estilo pode até ser pouco  comercial, considerando que não é “bonitinho”, mas pode ter certeza que mesmo com uma versão de divulgação bem diferente, e produzida por outro artista, é muito provável que esse trabalho seja uma releitura do projeto original que ele criou.

Panzer Dragoon – Moebius

Tá, a série Panzer Dragoon não é uma série que mereça tamanho destaque, mas a artwork dela sim. Tudo que o Moebius toca vira ouro, em relação a ilustrar. Cenários amplos, belíssimos, que dão sensação de movimento, mesmo sendo estática a imagem, são apenas detalhes do que o Moebius imprime na arte dele. Ele foi convidado pela Sega a criar o visual do universo, e particularmente, não consigo ver artista melhor para isso. Ele sempre trabalhou com mundos bizarros e criaturas fantásticas,é fácil perceber nas hq’s dele  algumas criaturas muito semelhantes aos de Panzer Dragoon. Uma pena a Sega não ter utilizado isso nas capas dos jogos.

Metal Gear Solid - Yoji Shinkawa

Apesar de na hora da produção dos personagens em 3d serem bem diferentes do estilo visual do Yoji, as artworks são usadas em toda a promoção de marketing do jogo. A popularidade é tão grande, tanto do personagem, quanto do conceito de arte, que isso já rendeu hq’s de MGS, tendo sido publicada aqui no Brasil, inclusive. Yoji usa um estilo visual com traços mantendo o aspecto rabiscado, dando uma aparência  crua ao desenho, e o resultado final acaba ficando muito bom.

Warcraft (a série) - Travis Thammer e uma equipe monster

Se tem uma coisa que os jogos da Blizzard se destacam é na parte visual. Falar da qualidade do jogo, e mesmo das cinematics é chover no molhado, mas a parte de conceito de arte não fica nem um pouco atrás. Difícil é você listar os nomes dos artistas, já que eles tem uma boa equipe, e como falei de Castlevania, aqui eu poderia fazer o mesmo facilmente, trocando Warcraft por Diablo ou Starcraft, que não estaria perdendo nada em conceito ou qualidade artística. É muito fácil entrar no imaginário e no conceito visual de Azeroth com uma equipe fod#&@ dessas fazendo miséria.

É isso gente, existem muitos outros jogos que são dignos de estarem em uma lista assim, é por isso que eu nunca crio como um top5, é mais como uma seleção pessoal de 5 jogos com o tema em questão. Seria injustiça absurda, e motivo pra discussão eterna, sem falar em pretensão nível 10, se fizesse essas listas considerando os “5 melhores comedores de xox#*t@s” ou coisas do tipo.


F%$#ing News 18/11/2011

Torchlight 2 vai atrasar pro ano que vem

A Runic Games avisou que o jogo vai precisar de um polimento extra pra ficar do jeito que eles querem. O game tá em desenvolvimento a 18 meses já. Levando em conta que o primeiro é excelente, e que é dos mesmos criadores de Diablo 1 e 2, podem demorar até mais do que vão atrasar, se quiserem. Minha única ressalva é que o jogo infelizmente não vai ter uma adaptação para os consoles como aconteceu com o primeiro título. Segundo os produtores, os consoles não suportariam.

Kojima conversará sobre MGS 5

A versão britânica da Playstation Magazine terá uma entrevista exclusiva na próxima edição, onde Ideo Kojima, criador de Metal Gear Solid e Zone of The Enders conversará abertamente sobre os planos para MGS5 e também para seu novo projeto entitulado “Project Ogre”, ou Projeto Ogro (duuuh, sua mula monoteta). É aguardar pra saber do que se trata desse novo projeto e também sobre o que aguarda Snake na próxima investida. Com sorte ele comenta até sobre a possível continuação de Castlevania: Lords of Shadow.


F***ing News – 21/10/2011

Hoje é dia de Blizzcon, e no evento eles anunciaram o pacote de assinatura anual para World of Warcraft. Mas essa não foi a única coisa que eles anunciaram. Acredito  que eu não deva ter sido o único p#%$ ansioso esperando por alguma novidade sobre Diablo 3.

Infelizmente esses p@$os tão de zoa com a gente e não deram ainda uma data de lançamento pro jogo, mas isso tudo é permitido pq eles podem, eles são foda. Mas em compensação, pra galera que joga WoW e prefere pagar apenas a assinatura mensal, pode ter um motivo pra pensar em pegar esse novo pacote anual deles. Pra quem assinar esse pacote de WoW, vai receber “de grátis” o Diablo 3 quando sair. Isso é ou não é pra deixar as orquinhas e elfitchos com os cabelinos do fiofó tudo ouriçados? P0**a!!

Além dessa notícia, eles apresentaram um dos cinematics de Diablo 3

Pensa se não ficou fod&#o esse vídeo? Fora a qualidade visual, o vídeo é impactante pacas, e te faz pensar que teu personagem tá ferrado quando tu colocar ele pra bater em monstrinho. A Blizzard apresentou também a edição de colecionador do jogo, meu p#* até ficou duro com essa edição. Vem um monte de coisas bacanas como um disco de making of, um livro de arte, conteúdo exclusivo in-game, uma caveira do diablo e um pendrive de 4gb.

Pro pessoal do WoW, além desse anúncio do plano de assinatura, a grande notícia foi a apresentação das novidades da próxima expansão do jogo. Com o nome de Mists of Pandaria, agora acrescentaram a raça dos Pandaren, junto com a nova classe, o monge, e o continente deles, Pandaria. Devo dizer que pro pessoal que joga é sempre bom coisa nova, mas trazer a raça dos pandas? Deve ser pra ter apelo com crianças e garotas né, heh. Enfim, além disso, o nível máximo para os persoagens agora será 90.

Feliz de quem está lá no evento, que além de ver isso tudo de perto, ainda assiste o show do Foo Fighters. Ô inveja do car$*&o!


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