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Presença 14

Desde semana passada brincando um pouco com meus répteis favoritos e a pixel arte

Podiam fazer um jogo com esse visu aí, eu como autor ia adorar :D


Presença 9

Teenage Mutant Ninja Pixels, joguei muito nos 8 e 16bits


F&%$ing News 24/01/2012

Novo game de Tartarugas Ninja pode estar sendo desenvolvido pela Rocksteady Studios

Boatos, boatos e mais boatos. Ontem recebi por 4 amigos diferentes uma nota sobre um rumor a respeito da Rocksteady Studios (Batman: Arkham City e Asylum) estar desenvolvendo um jogo dos Tartarugas Ninja, que já teria até o título de Teenage Mutant Ninja Turtles: Manhattan Crisis.

Pelo que falaram até agora, o jogo teria a mesma engine de Arkham City, e seguiria o mesmo ritmo sombrio, mas com um toque de humor mais caracterizado nos diálogos. Personagens como Bebop, Rocksteady (sugestivo o nome do vilão e o do estúdio hein), Baxter Stockman, Krang, entre outros estariam no jogo.

Se tiver alguma base em material novo, será provavelmente do novo longa em live action, ou novo desenho da Nick, que comprou os direitos dos personagens, ou mesmo da nova HQ da IDW, que tá uma bosta, mas não tem restrições de violência como as hq’s antigas.

Pelo que li das referências do rumor, isso tem mais cara de “eu queria que isso acontecesse” do que uma base mais sólida, mas se acontecer mesmo, gozarei litros e mais litros em punhet@s!!!!

Fonte do rumor

PS: April O’Neil de notícias anunciando novo jogo de TMNT, sugestivo isso hein?


Se TMNT seguisse a lógica das histórias em quadrinhos

Os personagens foram bem famosos nas décadas de 80 e 90, venderam brinquedos a dar com pau, e nos games não foi por menos. Responsável por um dos melhores jogos de arcade de todos os tempos, além de jogos de destaque em quase tudo que é plataforma que foram lançados, os tartarugas ninja marcam presença.

Todo mundo que conhece os personagens se acostumou com os esquemas de cores deles, Leonardo azul, Donatello roxo, Michelangelo laranja e Raphael vermelho. Esse foi o padrão de cores definido pros personagens quando eles migraram de seu formato original, as hq’s, para o desenho animado e outras mídias.

Não foram só as cores que mudaram na migração pra outras mídias, a violência também. Personagens morriam, sangravam, perdiam membros sem nenhuma cerimônia nos quadrinhos, quando entraram pro universo infantil dos desenhos animados ou filmes, isso mudou drasticamente, o que fez perder um pouco o sentido de ser um ninja e usar armas. Nos desenhos animados transformaram ninjas do clã do pé em robôs pra amenizar, mas nos filmes não fizeram isso. O resultado é que os tartarugas usavam suas armas pra acertar qualquer coisa e jogar nos inimigos, menos cortar uma cabeça de leve.

Mas vamos ao que interessa, já parou pra imaginar se os quadrinhos tivessem continuado como formato padrão de todas as mídias? Aí sim eu queria ver neguinho saber diferenciar quem é quem. Seria algo mais ou menos assim:

TMNT (NES)

TMNT 2: The Arcade Game (NES)

TMNT 3: The Manhattan Project (NES)

TMNT 4: Turtles in Time (Arcade/SNES)

TMNT: The Tournament Fighters (SNES)

TMNT – 2003 (PS2/GC/XBOX/PC)

Facinho de escolher né? Eu até gosto de todos usarem vermelho nas hq’s, mas fico feliz de isso não ter ido pras outras mídias dessa forma (exceto os bonecos da NECA que são perfeitos), senão ia ter uma legião de frustrados morrendo a toa nos games ou sem saber se o preferido é o Donatello ou o Raphael no desenho animado.

Abaixo 2 sprites que alterei brincando um pouco com a ideia do tema de hq:


Muito Duca 8

Sei que essa época deve ser período de contenção de gastos por conta dos excessos de fim de ano de uma parte, mas tem aqueles que preferem economizar e comprar nesse período pelas promoções que volta e meia aparecem.

Descobri o Splitreason googleando por aí, não estão necessariamente em promoção, mas curti pacas as estampas das camisetas deles.

Hadouken

DON Corleone?

Jedi tomou um sabre no joelho (a piadinha de SKyrim mais chata e babaca all the times)

Chocovania

Samus Danadinha

Conquista bloqueada


5 jogos para jogar em maus momentos

Aproveitando uma fase difícil que estou passando pra transformar em algo produtivo, tive a ideia desse post. O propósito é se entreter com algo que deixe sua mente descansando e concentrado apenas em alguma função, liberando até um pouco de agressividade nos pixels pra não liberar na vida real, então vamos lá.

Samurai Dishwasher (live arcade)

Apesar da dificuldade do jogo, que pode ser pior por te deixar mais puto, fatiar hordas e mais hordas de bichos escro$%& é um prazer inenarrável, te fazendo até rir de algumas ocasiões. Você é um lavador de pratos que aprendeu a arte milenar deles e foi morto sem saber o porque, mas volta dos mortos querendo vingança. Tem algo mais perfeito pro seu “momento fundo do poço”? Como falei, só controle a dificuldade do jogo, porque senão é capaz do jogo te deixar é mais puto por estar mais morrendo do que matando.

Gears of War – Qualquer um da série (1-PC e X360, 2 e 3 – X360)

Quem tem acompanhado meus posts de impressões sobre Gears 3 tem uma noção do tanto que é aliviante destruir hordas e mais hordas de bizarrices que insistem em te encher o saco. Uma metralhadora com uma motossera na ponta, não tem arma mais perfeita pra se criar pra um jogo em que você só quer se divertir eliminando pixels (que no caso nem é pixel, é cg,hehe) xaropes pela frente.

Tartarugas Ninja Arcade (um bocado de plataforma)

Esse jogo é apenas uma representação de um gênero que é bom pra isso, qualquer outro Beat ‘em Up, ou como eu costumo chamar, “andar e bater”, se encaixaria perfeitamente na função. A história: um vilão xarope (no caso, o Destruidor) resolveu se meter na tua vida, seja te desafiando, ou querendo se meter a besta com o mundo, e cabe a você zuar com os planos dele e acabar com uma horda descerebrada de imbecis que aparecem pela tela pra te atrapalhar, receita perfeita, é ou não é?

Call of Duty (vários títulos e pra tudo que é plataforma da geração ps2 pra cá)

Jogos de tiro em primeira pessoa, os mais populares dos títulos descerebrados pra liberar tensão. Acrescente a isso um modo multiplayer pra muitos jogadores, com direito a zoações pelo headset e você tem um jogo aliviador de tensão perfeito. Você vai dormir até um pouco mais leve, e quem sabe até para de acordar mais cedo do que deveria, como estava fazendo, preocupado com mil coisas ao mesmo tempo.

God of War – a série (PS2,PSP,PS3)

O título mais perfeito de todos para o propósito, centenas de criaturas mitológicas e deuses contra você, e você tá puto o tempo todo sendo atormentado por pesadelos de erros passados e de deuses se metendo na sua vida. O que você iria querer mais? Você é tão foda que mata com requintes de tortura os deuses do Olimpo que resolveram ferrar contigo. Sobra até pros titãs que também queriam te usar.

E é isso pessoal, produzindo algo útil com um momento ruim que passo. Lembrando sempre que deixe suas agressividades pra gastar no videogame, e se por acaso perceber que está ficando mais agressivo que o normal, deixe o aparelho um pouco de lado e vá desestressar com outra coisa. Sou a favor de jogos violentos (assim como dos filmes, livros, séries, ou qualquer outro entretenimento) como válvula de escape, nunca como influência negativa pra você cruzar a barreira do real/ficção, e principalmente, sempre levando em consideração a idade adequada pra esse tipo de entretenimento. Pareça brutal o que for os jogos, sou contra violência no mundo real.


Momento WTF? 2

Tortura? Masoquismo? Prazer em manipular seus inimigos? You name it.

PS: muito elite ter uma máquina oficial de TMNT arcade e ainda usar um cosplay desses!


5 Finais broxantes de games

Você passou horas e horas, durante vários dias, lutando contra hordas e mais hordas de inimigos, aprendendo as melhores formas de avançar um nível, de passar aquela fase complicada, esperando no fim receber uma merecida recompensa (além da satisfação pessoal de ter derrotado seus inimigos). Você destrói aquele otário do chefe final e espera ver a conclusão da odisseia que o levou até aquele momento, e então o final te decepciona, e você fica broxado como se aquela gostosa que você pegou tivesse um put@ mal hálito, ou trepasse pior do que sua punh&#@ mais sem graça. Meninas, invertam esse exemplo para a sua situação como quiserem.

Star Wars: Knights of The Old Republic 2 -The Sith Lords (Xbox, PC)

Esse título não merecia nem estar aqui, o jogo inteiro é fantástico, o que tinha de legal no primeiro foi mantido e ainda acrescentado no segundo. Só esqueceram de melhorar a história também. Não há como comparar o esmero da Bioware ao criar o enredo do primeiro jogo com o da Obsidian em manter no segundo, e não me entenda mal, o jogo não é ruim nem chato, é o contrário, legal pra cara%$#. Mas o final do jogo foi o ponto baixo. Você chega ao final, depois de um leve duelo com Kreia, ela te diz que você está preparado, e ainda tem visões claras de tudo que vai ser no futuro, inclusive o que seus atuais aliados vão fazer, e então você segue rumo ao desconhecido. O jogo termina sem dar uma única pista de pra onde Revan foi, ou o que é o perigo maior que ele foi enfrentar nos confins do universo. Parecia abrir para uma história maior, mas o que deixou mais claro é que a Obsidian não parecia fazer ideia do que iria fazer em seguida, uma pena.

Tartarugas Ninja 3: Radical Rescue (Gameboy)

Tá, tudo bem, jogos antigos nem sempre tinham o trabalho completo, ou desempenho de máquina, pra produzir um final foda. Mas isso não necessariamente quer dizer que precisava ser um final tão pífio. Depois de você derrotar o Destruidor (novidade),  e conseguir a chave para libertar a April, o máximo que você recebe é uma fotinha dela, como a de todos os outros personagens que você salva no jogo, dizendo que agora que você derrotou o Destruidor, o mundo finalmente estará em paz. Pronto, créditos logo em seguida. Fim. Que bela bosta.

Battletoads (Nes, Mega Drive)

Nunca joguei nenhum game tatooiniano pra comparar, mas da Terra, certamente Battletoads é um dos jogos mais difíceis da galáxia. Você se fud$# andando a pé, de jet ski voador, surfando, se atracando com uma cobrona gigante (que pornô), em um monociclo fugindo de uma bola serradora e tudo mais, pra no fim ter apenas uma mensagem da Dark Queen não acreditando que foi derrotada e que é melhor sair fora enquanto ainda tá de boa. Depois disso aparecem Pimple e a princesa e pronto, vamo todo mundo embora na nave com uma mensagenzinha na tela dizendo que os battletoads conseguiram e bla bla bla. Uma pena que os videogames na época não tinham o potencial pra fazer um final absurdo e compensador pra um dos jogos mais picões de todos os times.

Alex Kidd In Miracle World (Master System)

Sofre do mesmo mal de Battletoads e Tartarugas Ninja 3, falta de um pouco mais de potencial da máquina pra desenvolver um bom final. Você derrota o chefe final, salva a princesa e o povo radaxiano e aparece apenas uma mensagem de que você foi bem sucedido,e  o jogo era quase tão foda quanto Battletoads.

Rise of the Argonauts (X360, PS3 e PC)

Esse sim teve o pior final que consigo me lembrar no momento dos que já joguei. O game inteiro é cheio de cutscenes, um monte de coisas que vão complementando o enredo, que é bem mediano mas bacana, pra você chegar ao final apenas pra ver sua mulher voltando a vida, te dar um beijo e corta pra cena do casamento com todo mundo batendo palma. O final é tão súbito e apressado que parece que os produtores levaram muito a sério o lance de seguir um enredo de filme, inclusive a parte em que o filme tem que ter especificamente 2 horas e não deu tempo de desenvolver melhor um final. Com a diferença de que o jogo tem muito mais do que 2 horas.


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