Arquivo da tag: exposição

Projeto 8-bitscapes

Já imaginou estar saindo do trampo no almoço pra rangar na rua de cima e de repente dar de cara com um Pac-Man gigantesco? Seria um encontro um tanto surreal e até impossível, pelo menos na vida real. Ou não pelo menos em partes, o ilustrador Jamie Sneddon e o fotógrafo Kevin Rozario-Johnson uniram forças para criar o Projeto 8-bitscapes, que consiste na ideia de fotografias de ambientes reais com intervenções ilustradas de personagens e objetos retirados do universo dos games. Não vai ser nada esquisito ver uma casca de banana de MarioKart em uma rodovia interestadual, ou o Pac-Man gigante no meio da cidade, como citado como exemplo no ínicio do texto.

A dupla criou uma série de imagens que está sendo exposta em galerias de arte e festivais mundo afora, mas as imagens podem ser compradas, bem como você pode pegar mais informações sobre o projeto, no site oficial deles.

Juro que eu queria ver um sonic passando varado catando argolas do meu lado.

Algumas imagens do projeto:

Você pode ver no site deles mais imagens do projeto.

Fonte: Chocola Design


Exposição de Yoshitaka Amano volta em maio para o Brasil (F%$#ing News 10/04/2012)

É isso mesmo que voocê leu, o pic@ dos pic@s de Final Fantasy terá sua exposição novamente no Brasil a partir de maio, os locais onde a exposição vai passar não foram divulgados ainda, mas pra quem não pôde ou não quis pagar o Game World, já citado no post anterior, vai ter a chance de ver a exposição de novo. Quem sabe dessa vez ela vem até com mais obras, e o principal, que rode o país.

Tomara que rode o país dessa vez

Outras fotos do Game World e da exposição do Amano podem ser vistas na nossa galeria do Flickr

Fonte: Rolling Stone Brasil


Em meio a um Roger Waters, o Game World

Um espetáculo que demonstra a criatividade artística humana elevada a máxima potência

Semana passada viajei para Sampa com a esposa para assistirmos o apoteótico e mitológico espetáculo The Wall, do Roger Waters, e de quebra encontrar com alguns amigos que se fazem de difíceis (mais específico o Lord, ou Player 2). Mas uma coisa eu não esperava, e estava tão aéreo por conta do trampo nas semanas anteriores que nem sabia que ia rolar o Game World.

As surpresas não acabariam apenas em descobrir que o evento estava acontecendo exatamente no mesmo fim de semana que eu estaria em São Paulo. Os convidados do evento nesse ano foram Yoshitaka Amano, o artista conceitual da série Final Fantasy, já citado outras vezes aqui, e Reuben Langdon,  a voz do Ken Masters de Street Fighter, e do Dante, de Devil May Cry. Ver uma exposição do Amano era mais que imperdível.

A exposição do Amano foi uma das atrações imperdíveis do evento

A surpresa ruim ficou por conta do preço da entrada. Antes de mais nada, deixa eu citar algumas coisas que tinham no evento fora essas 2 estrelas do mercado. A exposição contou com estandes da Saraiva, Sony, Microsoft, Nintendo, e mais algumas outras, o que é bem comum em uma exposição de games.  Além disso teve concurso de Cosplay, Just Dance, PES 2012 e outras coisas, também muito normais, e o principal, palestras, que dependendo de quem for reger, pode ser bem meh ou muito boa.

Kilos e mais kilos de pessoas normais e cosplayers doidos, repare no coitado do garoto de refem do Darth Vader à esquerda

Dito isso, eu te digo o preço, 40 antecipado e 50 na hora POR DIA. Se pretendia ir todos os 3 dias, o preço ia de 75 antecipado a 150 na hora. Mas o mais legal? Isso não te dá acesso as palestras, para isso você precisaria desembolsar 100 reais antecipados ou uma bagatela de 200 pila na hora por acesso as palestras dos 3 dias. Um precinho bem camarada pra um evento que visa divulgar o mercado em um país que a situação ainda tá longe de ser de primeiro mundo hein? Nego coloca um estande lá pra por os produtos dele a venda e você ainda paga 50 conto pra ver o que ele tem pra vender.

O de vida eterna estava por lá para garantir preços altos por um passeio na exposição. Devia ter chamado os Thundercats

Do lado da defesa do evento, um amigo, que foi nos 3 dias, disse que as palestras valeram muito o preço pago. Eu não posso dizer que ele tá doidão primeiro porque não tive acesso às palestras, e segundo porque cada um sabe o quanto tem a gastar em algo que quer. No meu caso eu saí no lucro de ainda ter quarentinha pra pagar a entrada pois já estava comprometido pelo resto dos gastos da viagem, a Big Boss é que não gostou nadinha de pagar pra entrar em um evento que ela não faz questão de ver, mas foi pra me acompanhar né.

Não posso entrar na palestra? F$#@-se, tiro foto por entre uma fresta mesmo!

Mas voltando né, tinha estande de tudo que é empresa que tenta um lugar ao sol no mercado de games no país, tinha uma voltada para alguns jogos da Ubisoft, e lançamentos de outras empresas. Nessa parte eu pude testar o tão (mal) falado Ninja Gaiden 3. Só joguei em torno de 10 a 20 minutos, não é o suficiente pra esmiuçar  a jogabilidade e dizer o quanto os inimigos  ficaram idiotas, mas gostei do pouco que joguei. Peguei parte da primeira missão, então os inimigos que encarei eram do mesmo jeito, mas o chefe que saí na porrada precisava de um pouco mais de estratégia, mesmo sendo início do jogo. Apanhei dele pelo menos umas 2 ou 3 vezes até passar. O jogo ainda tem alguns poucos momentos “minigame”, como apertar alternadamente LT e RT (L2 e R2) para escalar a parede, enquanto se esquiva de inimigos que atiram do topo, aperte errado os botões e você cai, tendo que refazer a escalada.

O "minigame" de escalada em Ninja Gaiden 3

Impressionante como o evento priorizava os jogos de dança, em pelo menos 2 estandes diferentes eu vi aparelhos com Just Dance (incluindo Black Eyed Peas e Michael jackson Experience) com bastante gente dançando, fora o concurso, que juntou uma boa turma chacoalhando. A Sony colocou pra teste o Ps Vita, mas não me interessei em chegar perto porque tinha uma certa fila, e eu já testei o aparelho antes, como postado aqui. Eu queria ainda ter testado o Kinect Star Wars, mas não consegui.

Crono é o rei do gingado, imagino o X-Strike se o Frog tivesse dançando junto.

Fora do mundo dos games, a Copag estava com uma estande e área reservada a jogos de cartas. Relaxa o butico, não tô falando de truco, ou pôker. A Copag é a representante nacional do card game de Pokémon, então tinham mesas lá separadas pra galera jogar, além da própria estande vender cartas do jogo, e os demais card games da empresa, como o recém lançado Máfia.

A mulecada delirando pegando nas pokebolas alheiase e outros card games

Mas vamos as atrações principais né, a exposição do Amano é fodelar, digo isso como apreciador da arte, acima do fato de ser fã “do cara que faz ilustras para aquele jogo que eu curto”. Ver pessoalmente um Miró, Kandinsky ou Picasso é uma experiência fantástica, da mesma forma que é com o Amano. Pessoalmente você pode ver alguns apliques de purpurina e outros materiais brilhantes, textura que a obra ganha com determinada tinta, enfim, coisas que se perdem quando você vê apenas a imagem no poster do jogo ou na internet, simplesmente genial. A exposição tinha quadros desde o primeiro FF, passando por Vampire Hunter D e os mais recentes de Dissidia.

Ver esse quadro ao vivo foi muito bacana.

Com o Reuben a coisa foi mais divertida, o ator desafiava visitantes para uma peleja de Street Fighter IV, se o desafiante ganhasse, levava uma camisa escrita “Eu venci o Ken em Street Fighter”. A muvuca que ficava em volta dos duelos demonstra como a galera curtiu o desafio. E a gritaria tomava conta quando acertavam especiais, tive a chance de filmar um round incrível, repare no vídeo abaixo que a Sakura já tava pra perder e conseguiu virar o jogo, a galera delirou.

Repara na tensão e no (_._) travado de perder que o Reuben tá

No fringir dos ovos eu curti visitar o Game World, mas sendo bem sincero, com um preço alto assim pra testar produtos que posteriormente vou gastar comprando, eu não  volto mais. Mesmo com as 2 atrações principais que foram, achei que o valor não valeu o conteúdo que tive acesso. Ainda defendendo o quanto curti ver a exposição do Amano, sendo uma coisa rara, eu posso citar que já vi Rembrandt, Edward Munch, Andy Warhol, Keith Haring ou Pablo Picasso, todos de graça, e todos N vezes mais populares ou influentes na história da arte do que o Amano. Não reclamaria de pagar 10 ou 15 reais, mas 40 foi um abuso, e detalhe, só paguei 40 porque a garota do caixa resolveu me cobrar o preço de antecipada ao invés do valor do dia, de repente porque já era ultimo dia e de tarde.

Olha a cara de feliz desse aí recepcionado pelo Mario, mas nem ele me convence a voltar lá ano que vem se não baratearem a coisa.

Vejam mais fotos na nossa galeria do Flickr, e desculpem a qualidade das fotos, foram batidas com um iPhone.


Game On, eu queria morar lá – Parte 2

A segunda parte que visitei foi a sessão de história dos videogames. Essa não mudava muita da anterior no sentido interação do público com os jogos, apenas era voltada a mostrar os aparelhos das diversas gerações. Logo na entrada você dá de cara com 2 máquinas bem esquisitonas dos primórdios dos jogos eletrônicos.

Essa área foi bem mais atrativa para o pessoal da velha guarda dos games. Foi interessante ver de perto finalmente aparelhos como Vectrex, Amiga, ou Commodore 64, entre outros. O Pong todo mundo ouve falar de longa data, é um clássico, mas muitos ali eu não tinha nem conhecimento até surgir a internet.

Foi divertido e curioso ver as crianças nessa sessão. Uma coisa é jogarem minigames, onde a distância não é tão grande, já que até pouco tempo atrás, jogos de celular eram tosquinhos, mas com esses consoles antigaços a coisa muda de figura, os pequenos mais velhos não tinham muito saco pra jogar essas “velharias feias e esquisitas” como os novinhos, ou os adultos.

Além de conhecer Warning Forever e jogar Dragon’s Lair, minha terceira satisfação da exposição foi poder ver pela primeira vez de perto e jogar um PC Engine. Tudo bem que não era um Castlevania: Rondo of Blood ou Valis, era apenas Street Fighter 1, que eu já joguei em fliperama, mas era um PC Engine, e isso me deixou feliz que nem tarado na zon@ cheio da grana. Foi uma satisfação que compartilhei com um amigo que foi comigo, ele ficou tão feliz quanto eu.

Velhos conhecidos como o Atari, ou o Nintendo e o Odissey eu vi por lá, não foi tanta surpresa. Mas a surpresa pra mim ficou por conta de um comercial do mesmo Odissey do início de 80. A estética do comercial, das roupas, os “efeitos especiais” eram bem bacanas e nostálgicas.  O Odissey 2 chegou a ser lançado no Brasil com o nome do primeiro, e teve até alguns “jogos nacionais” como Didi na Mina Encantada.

Sendo uma área voltada pra história dos consoles, não podia faltar de forma alguma os famosos arcades. Se na área da cultura gamer eu senti falta de máquinas assim, na parte de história dos games estava lotado. Tinha máquina de tudo que era jeito, Pac Man, Galaga, Galaxian, Space Invaders, os tradicionais e populares jogos de luta, como Virtua Fighter e tudo mais. Tinha uma máquina de Star Wars da era do Atari muito bacana também, mas em se tratando de história dos games e máquinas arcade, senti falta de alguma estilo Beat ‘em Up, como Tartarugas Ninja ou Final Fight, que formavam filas, e também de alguns de carro como Daytona, que até hoje em alguns shoppings as 4 cabines ficam cheias.

O mais bizarro dos arcades que vi por lá eram uns bem antigaços da década de 70 chamados Computer Space. Engraçado e divertido como a época influencia no design dos aparelhos, essas máquinas pareciam recém saídas de cenários de Perdidos no Espaço, ou Jornada nas Estrelas. Se eu visse uma na rua, acho que dificilmente diria que era um arcade. Uma pena que estavam desligadas, não sei se porque estragou ou se já eram assim, mas queria ter visto funcionando pessoalmente.

Conclusão

Essa foi a minha experiência no Game On, passei mais de 4 horas na exposição e vou te dizer, fiquei pouco. Tirei muitas fotos, vi o movimento, os detalhes do evento e tudo mais, mas jogar mesmo, não joguei metade do que queria. Parte porque senti falta de alguns jogos icônicos de muitos dos aparelhos da exposição, e parte por falta de tempo mesmo por conta das fotos para a cobertura da exposição pro Blog. Me senti uma criança de novo no meio daquele montão de coisa nova e antiga que tanto me divertiu e diverte até hoje, queria que fosse a minha casa. Uma pena já ter acabado, espero que volte um dia.

Como postei na parte 1, a galeria de imagens pode ser vista no Flickr do Pega no Meu Pixel


Game On, eu queria morar lá – Parte 1

Já faz um tempo que eu prometi postar sobre o Game On, mas me faltou oportunidade (de ir visitar a exposição pra poder ter o que falar), e isso aconteceu ontem, exatamente no último dia da exposição em Brasília.

Alguns talvez estejam perdidos, mas para situar a todos, o Game On é uma exposição sobre games, mostrando, e deixando ao contato com o público, aparelhos de diversas gerações desde os pré videogames até os modelos atuais. Teve em São Paulo e veio para Brasília no final de Janeiro. Não sei se terá em mais cidades pelo país, mas pelo que sei, a exposição é originária da Inglaterra e roda o mundo já faz alguns anos.

O evento foi um total sucesso aqui no DF, fui no último dia parte por deixar de ir em outras datas por ouvir que estava lotando. Sem muito espaço pra andar, e com um bizarro cheiro de suvaco da porr@. Enfim, até nisso lembrava história dos games, em épocas de juntar galera nas locadoras pra locar ou jogar na própria loja. Chegou último dia eu não poderia deixar de ir por causa de lotação né, ou caga, ou sai da moita, e acabou cagando mesmo.

A exposição era dividida em 2 espaços, um mais voltado a história dos games, e outro um pouco mais dedicado a cultura dos games, embora ambos tivessem espaço para jogar. Visitei a área da cultura dos games primeiramente, e logo de cara você se depara com uma mesa cheia de portáteis de várias gerações para serem jogados. De minigames a Nintendos 3DS, a mesa estava abarrotada (de crianças pequenas) degladiando por uma pequena oportunidade de jogar. Elas não eram mal educadas, esperavam tranquilamente sua vez de pegar o “brinquedinho” em mãos para jogar, mas tinha bastante gente. Aliás, isso foi um fenômeno, tinham crianças em todos os setores da exposição, mas a parte de portáteis em específico parecia ser a parte favorita, não sei se pela facilidade em manusearem um aparelho pequeno como eles, ou se pelo fato de não precisarem olhar pra cima pra jogar nos consoles, sei que a molecada se amarrou.

Dentro dessa parte de cultura dos games você via pelas paredes muitas informações dos setores,  jogos multiplayers, os games na Europa, América do Norte, Japão, a rivalidade Mario x Sonic, os produtos gerados pela franquia de sucesso Pokémon, etc. Uma das minhas maiores satisfações nessa sessão foi poder ver e jogar pela primeira vez na vida os clássicos de Dragon’s Lair. Tudo bem, foi no Dragon’s Lair Trilogy para Wii, mas ainda assim, eu só tinha visto por fotos na antiga revista Videogame sobre o jogo. Devo dizer, é divertido pacas, mas você não consegue jogar e ver o desenho ao mesmo tempo, senão cê se ferra bonito.

 Outra parte bem abordada nessa área foi a de jogos com experiências diferentes, lá haviam Kinect, Wii, Beatles Rock Band, dos mais novos, mas também haviam alguns jogos um pouco mais antigos, como um simulador de trem (sim isso mesmo, chato pra car@%$*, mas tinha) com um controle que simulava o de um trem indo pra frente, pra trás, etc. Tinha também Katamari, que é bem peculiar para os que conhecem, mas um dos que mais chamaram a atenção do pessoal foi Steel Battalion. Particularmente eu nunca havia ouvido falar sobre o game até ontem, nem sobre seu gigantesco controle. É um game de simulação de Mechs (aqueles robôs gigantes), com um controle enorme com 2 manches, uma alavanca, uma car@&%@#@ de botões e uma pedaleira com 3 pedais diferentes. Segundo um amigo que encontrei por acaso lá, ele estava se preparando para liberar o rêgo ao menos 3 vezes na semana pra juntar dinheiro e comprar um desses.

Dois destaques que vi nessa mesma sessão: Uma tela passando trechos do programa de Game Center CX, um programa japonês no qual o apresentador joga games antigos e coisas do tipo, com direito a uma estante com alguns dvd’s do programa. O outro era uma pequena área voltada aos fangames. Lá tinham jogos feitos por fãs para PC, Dreamcast e Playstation. Joguei um tal Warning Forever para PC, gratuito o download. É um game SHMUP (Shoot ‘em Up), aqueles games de nave em que geralmente você enfrenta uma horda de outras coisas que aparecem na tela atirando. No caso desse jogo, você enfrenta apenas uma nave grande, conforme vai passando, ela vai ganhando evoluções e ficando gigantesca, até você ter dificuldade mesmo pra se mover de tanto que o inimigo ocupa espaço da tela.

E por aqui acaba a parte 1.

Mais fotos podem ser vistas na galeria do Flickr do Pega no Meu Pixel


A exposição de games Game On tá chegando!

O pessoal que foi ver em sampa pode até estranhar o post, mas fato é que dia 27 de janeiro a exposição começa no Centro Cultural Banco do Brasil aqui em Brasília, e eu pretendo fazer uma pequena cobertura pra postar aqui no #PnMP. Espero que seja tão grande quanto foi o de SP.

Indo além do evento, o CCBB começou uma campanha bacana a ocorrer durante o período da exposição: Todo lixo eletrônico poderá ser trocado por ingressos e catálogos dos eventos que acontecem no local. Uma ideia bacana que deveriamos adotar não apenas no período da exposição hein.

Até o Game On!


Exposição sobre games em São Paulo (Do Want!!)

Tá rolando desde o mês passado uma exposição fod&%@ sobre games em São Paulo. O Game On tem origem britânica e tá rodando o mundo desde o lançamento. A exposição passa pela história dos games desde a era pré pong até os dias de hoje.

Muito mais do que apenas mostrar aparelhos novos e antigos, a exposição conta com seções bem bacanas abrangendo vários lados do entretenimento. Tem a seção Kids, com área de jogos pra crianças, trilhas de jogos, histórias das revistas especializadas em games, novas tendências, cultura gamer em diferentes países e multiplayer, onde vários participantes podem jogar ao mesmo tempo. Inveja da porr@ dos meus amigos paulistas. Se passei quase 1 dia no Museu do Futebol, quando fui a SP, passaria mais que isso fácil em um museu de Games.

Fora a exposição, o evento conta ainda com eventos paralelos como palestras e debates sobre o assunto, e também o Festival Games for Change 2011, que, segundo o próprio site do Museu:  serão discutidas a pesquisa, a criação, a aplicação e a disseminação de jogos digitais capazes de transformar positivamente a sociedade, a educação, a economia e a cultura. As atividades do Festival, que contam com a participação de educadores, game designers, pesquisadores e representantes da indústria, são totalmente gratuitas.

A Exposição acontece no MIS, Museu da Imagem e do Som, e vai até o dia 8 de janeiro.

Só pra terem uma noção do evento, assistam o videocast do Omelete que eles fazem uma visita ao evento. Quem quiser ver logo a parte do evento, pode pular o vídeo pra 9 minutos.


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 197 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: