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Quando Assassin’s Creed encontra o mundo real

Velho, se Assassin’s Creed fosse rolar nos tempos atuais, fatalmente seria algo próximo disso, com um leve toque de Mirror’s Edge.

“Fantárdigo!” Fico imaginando quantas vezes esses caras não quebraram braços, pernas, tomaram pancadas nos bagos e por aí vai, até aprender a fazer essas manobras corretinhas. É o videogame da vida real.

Com os cumprimentos ao brother Victor pelo compartilhamento do vídeo.


Deadpool mandou avisar: Chupa, Wolverine (F&%$ing News 16/07/2012)

Essa última semana esteve acontecendo em San Diego, a San Diego Comic Con, uma das mais, se não a mais, conhecida convenção de quadrinhos do mundo. Já faz algum tempo que a feira tem abrangido outras áreas. Assim como na E3 você vê milhares de empresas anunciando aplicativos de programas pra tv e filme no seu console, a SDCC se tornou um palco pra apresentar jogos de videogame também.

Não podendo ser diferente, esse ano, no meio do salão da Marvel, enquanto esta apresentava os próximos jogos baseados em seus personagens, eis que entra o (anti) herói mais esc&$*$ da editora, bicando a porta e pagando sapo, anunciando o seu futuro jogo baseado no personagem. Em seguida é apresentado o teaser, e Deadpool termina dizendo que informações já podem ser vistas no site do seu jogo (no qual ele garantiu que foi ele mesmo quem fez, com 3 semanas de aula na faculdade).

O trailer não diz muita coisa sobre como vai ser o jogo, mas sério, se conseguirem ser felizes no resultado, pelo personagem e o nível de es%#$tidão e irreverência que as histórias dele tem, Deadpool: The Game tem tudo pra ser um Game of The Year. O medo fica só por conta de que é a Activision quem está desenvolvendo.

O site do game também não diz muita coisa como data ou coisas do tipo, mas já dá pra rir muito do layout cheio das piadinhas imbecis típicas do Dead.

Curte o teaser:

Como ele mesmo diz no teaser, CHUPA, WOLVERINE!


Fifa Fucker 2012

Alem de caneleira , agora é bom usar uma cuzeira pra se proteger…


The Walking Dead é do baralho!

Se você já viu os posts anteriores em que comentei de Walking Dead, perceberá que mudei minha opinião assim que vi como seria o gênero do jogo. O Player 2 chegou a pensar em um review para o jogo, mas não conseguiu chegar em um em que não spoilasse horrores do que acontece, o que não nos impede de ao menos opinarmos sobre ele. Ele terminou o jogo na semana passada, eu joguei ontem.

Embora curto, o jogo te coloca fácil no clima da hq e da série. Dividido em 5 capítulos (nos quais os outros serão distribuidos 1 por mês), o capítulo 1 te apresenta Lee Everett, um professor condenado a prisão por ter matado a mulher e o amante dela, um senador. Lee está sendo levado por um carro da polícia para fora de Atlanta quando começam a acontecer coisas estranhas na cidade. Daí pra frente prefiro não ter que comentar mais nada pra não estragar a sua surpresa ao jogar.

Lee Everett é o protagonista do jogo, um detento sendo levado para a penitenciária que tem seu destino mudado no início do apocalipse zumbi

O game não é difícil, por desatenção apenas eu morri uma vez, mas duvido quem consiga a façanha de morrer nesse game. Isso não quer dizer que você não fique um pouco tenso esperando a hora de agir ou qual botão apertar no meio da bagunça.

Como falei nos posts anteriores, as consequências dos seus atos continuam com você ao longo do jogo, se você diz que é vascaino, os flamenguistas te zuarão pelo vice, se disser que é corinthiano farão referências a Libertadores nunca conquistada. Claro que essas opções são brincadeira, mas é só pra dar a noção de que você sofre mesmo as consequências dos seus atos, inclusive terão momentos em que as suas escolhas serão fatais, te colocando bem no drama que muitas vezes os personagens do romance vivem, como salvar pessoa x ou y.

Como na HQ e na série, a presença de personagens infantis e constante

O jogo é curto, mas também não é caro, cada capítulo está em torno de 5 dólares, não vai matar o seu bolso. O que vai te matar é esperar mais 1 mês pra jogar a continuação, que é a mesma ansiedade que você passa, se acompanha as hq’s ou a série.

“Mim beija gato!”

Deixo em aberto pro Player 2 comentar por aqui se ele quiser complementar algo que não contemplei.


Vaza teaser de God of War 4 (F%$#ing News 19/04/2012 da madruga)

Os rumores estão mesmo se mostrando reais,  vazado de uma página de produto da Amazon, divulgaram um vídeo de teaser para o próximo jogo do put@o matador de deuses. Nomeado de God of War Ascencion, diferente do que eu imaginava, o jogo não contará uma possível queda de Kratos, pelo contrário, ele voltará ao passado acrescentando mais coisas de sua origem, no trailer, a voz de Gaia (a narradora de toda a trilogia), nos conta que no passado, Kratos, por um deus injusto, quebrou seu juramento de sangue, em uma época em que ele tinha outra obsessão, diferente da velha raiva da primeira trilogia. Acorrentado e aparecendo silhuetas de algumas criaturas mitológicas como a medusa e cérbero no vídeo, o que será que aguarda o protagonista? Essa sinopse fala de Ares, no período em que Kratos aceitou o acordo para poder viver e vencer? Ou talvez Hades, em uma história nem sequer mencionada antes, aguardo mais que ansioso por mais vídeos de divulgação do jogo.

Curte aí

A possível capa do jogo:


O melhor acessório da geração!

O título desse post é pretensioso… mas, para este p#%* que vos escreve, é a mais pura verdade!

Um verdadeiro milagre tecnológico para quem mora em caixas de sapatos fantasiadas de apartamentos.

Comprei na última semana o Wireless Stereo Headset, oficial da Sony, para o PS3. Paguei relativamente caro pelo produto, 279 reais, já que lá fora ele custa apenas 99 doletas, mas mesmo assim não tenho um, sequer, motivo para me arrepender da compra.

Moro em um apartamento relativamente pequeno, com vizinhos idosos e chatos, e por isso tive que pensar muitas vezes antes de gastar uma grana com um home theater de boa qualidade e que garantisse o bom som dos jogos atuais com qualidade. Cheguei a pensar diversas vezes que jamais aproveitaria totalmente os jogos por estar perdendo muito da qualidade sonora por não ter espaço e privacidade para aumentar no talo o som do videogame, mas minhas preces foram atendidas.

O Headset possui som 7.1 (embora seja simulado, dica dada pelo leitor Power Full) e serve tanto para falar com os seus amigos através da SEN (PSN morreu!) enquanto joga como também para ouvir os sons do jogo, e aí é que está o diferencial já que a SEN não tem a p*%%@ do Cross Chat que tanto amamos na Live.

Como só tenho jogado Skyrim, e vocês verão isso no meu próximo post, tenho aproveitado bastante as noites para jogar com o volume no talo enquanto a minha esposa dorme, e as noites de jogatina ficaram bem mais divertidas desde então.

A única coisa que você tem que fazer para usar o headset é espetar esse dongle, na foto abaixo, no console… ou no PC! Sim… ele também serve para o PC, tanto para o áudio como para comunicação, o que deixa a compra muito mais atrativa.

Espetou, funcionou! Tanto no PS3 quanto no PC. Só faltou funcionar no Xbox pra poder usar na Live... maldita Sony!

Valeu cada centavo!


Os Reinos de Amalur

Sou um cara que posso dizer que não vi, nem procurei saber sobre NADA do que viria a ser esse Kingdoms of Amalur: Reckoning. Pra ter uma ideia, em um site eu devo ter visto comentado sobre outro jogo, mas como  o título que estava no topo dele era sobre esse jogo, eu achava que ele seria um MMO (burro pra car@&%$, pode dizer).

Esses dias vi que saiu a demo na Live/PSN, e até estranhei. MMO nos consoles não é muito comum, mas visto que existe Final Fantasy XI,XIV, DC Universe Online, Phantasy Star Universe e o futuro The Secret World, que está em fase beta, não foi lá tão estranho ver mais um.

Enfim, liguei a demo, começa explicando das terras de Faeland, onde o povo de Winter Fae, os imortais e agressivos Thuatas resolveram acabar com o povo de Summer Fae, mortais e sociaveis. A guerra está pendendo para o lado dos Thuatas, já que quando morrem, eles renascem em suas próprias terras, mas um fator pode alterar esse destino.  Em meio a terras pacíficas, longe dos frontes de guerra em Summer Fae, gnomos fazem experiências com o poço das almas (well of souls), afim de tentar trazer mortais de volta a vida. Seu personagem foi uma dessas experiências falhas, ou pelo menos é o que acharam, você “acorda” no meio de uma pilha de corpos de outras experiências que falharam, sem se lembrar de nada, enquanto o poço está sendo atacado. Você precisa fugir, sem muitas explicações de quem era, ou para que faziam essas experiências.

O seu personagem é completamente customizável, você escolhe rosto, raça, gênero, tipo de cabelo e todo essas  coisas que muitos rpg’s te dão opção hoje em dia. A jogabilidade de KoA é bem simples, com um botão você usa arma primária, com outro a secundária, segure RT (ou R2) e aperte um dos outros botões e use magias, etc. Equipamentos como armaduras e armas também não faltam. Me senti jogando um misto de Fable com Dragon Age e um leve toque de Tenchu também, e isso foi bem do car@$%&. A parte do Tenchu, é porque você apertando RB (R1), entra em modo stealth, andando devagar, podendo se aproximar de inimigos desatentos e matá-los com estilo.

O jogo utiliza um esquema de cartas de destino para você seguir especializações. Aliás, essa parte do destino parece fazer mais sentido ao longo do jogo, vi muito pouco sobre isso na demo, mas há leitores de cartas que conseguem ver o destino das pessoas, e curiosamente, o do seu personagem eles não conseguem ver.

O jogo possui um sistema de níveis de experiência e também quests que você vai pegando ao longo das cidades que visita. Pelo que pesquisei um pouco depois de jogar a demo, existem ainda facções dentro do game, e cada uma com quests específicas, sendo essas facções responsáveis pelo destino que seu personagem ou o ritmo que o jogo levará. Uma premissa bem bacana, e pelo que vi, até agora o jogo tem sido bem recebido por críticos e público.

Sendo um game distribuído pela EA, eu teria um certo pé atrás, eles acertam bastante, mas de vez em quando soltam umas bombas com cara de jogão que vou te contar viu. Mas a demo me pegou, tendo grana e tempo, por enquanto, os Reinos da Amarula eu compraria.


Bomberman torando fod$#%*

Totalmente inadequado para menores de idade.

Mais uma tirinha do pessoal do Meninas WTF.

Como não criei nenhum post sobre o ano novo, ficam aqui meus votos de um excelente ano novo para todos.


Esse é o pedido de casamento mais foda

Tá, aqui não é um blog de quadrinhos nem muito menos de matrimônios, mas como já postei sobre o melhor pedido de casamento ever, eu queria postar esse, que agora é o primeiro lugar nos pedidos mais fodas. Inveja nv. 1000000000000

Não precisa ver o vídeo todo. Veja apenas algumas das páginas, o projeto é do cara em questão que fez o pedido e mais alguns amigos ilustradores. Ficou fodão, o cara fez realmente um livro.


Diário de um jogador de Gears of War 3: Parte 2

Mais 2 horas de partida hoje, dessa vez dividindo com 2 amigos (nessa proporção, amanhã eu consigo realizar minha vontade de jogar o modo campanha em 4 pessoas), e curtindo pacas. Ao que estou percebendo, o jogo tem dividido o foco entre os personagens, você começa a campanha como o protagonista Marcus Phoenix,  logo em seguida te passam pra jogar com Cole e outros membros dos COG’s. Não é só nisso que o foco está dividido, até o ponto em que estou, a história está trabalhando muito com ciclos da origem dos personagens que se fecham, o jogo já começa te pondo atrás do paradeiro do pai do Marcus, que estava supostamente morto até o momento. Com Cole, você começa visitando a cidade natal, onde ele é bem popular por ser o astro do antigo time de futebol americano antes dos Locusts fud#%$ com tudo.

Os Lambents até o momento estão se saindo mais difíceis do que os Locusts eram até Gears 2. Não me lembro de passar tanto problema por falta de balas no mesmo nível que to passando em Gears 3. Os bichos são resistentes pacas, alguns até bem chatos, que ficam teimando em não serem serrados ao meio. Mas até o momento, o pior que enfrentei é o Ursinho Carinhoso. Não estranhe, não tem nada do tipo no jogo, eu que tenho o hábito de nomear os personages de Gears e Left 4 Dead tudo, pra facilitar na identificação jogando em grupo. Esses fila dumas put@ lambedores de testículos alheios são grandes, fortes e resistentes pra car@$#*, e ainda por cima jogam umas bolas de luzes (não é Hadouken) que te derrubam logo de cara, tome 2 e vc tá morto no ato. Pra matá-los, só com muito “carinho” na barriguinha brilhante deles (daí o motivo de ser Ursinho carinhoso).

Outro monstro chato, que não achei um nome pra ele, é uma criatura que depois de vc acertar muito no ponto fraco, o bicho cresce, parecendo uma cobra gigante, com 2 tentáculos no lugar dos braços e fica atirando flechas de luzes que tambem te derrubam de primeira, e o pior dessas porr@s dessas flechas é que como o monstro fica mais alto, elas caem de cima pra baixo, passando por cima da barricada que você tá de proteção, como se não fosse o suficiente, depois de explodirem nessa tranformação, a cabeça sai viva e se arrasta pra perto de você, para implodir e te levar junto, fala se terrorista não economizaria a beça com homens bomba se controlassem uns bichos desses.

Sobre jogabilidade, é o que falei no outro post, Gears é manjado, e não tem muita novidade, mas a ação é frenética, sem nenhum minuto pra descansar, aliado ao bom humor e sarcasmo nível 20000 plus dos personagens. Uma das poucas novidades da vez fica por conta de alguns exoesqueletos em alguns pontos das missões que você usa pra derrubar monstros que parecem recém saídos de combates contra o Daileon e o Titan Flash. Você também usa esses exoesqueletos pra carregar algum objeto grande que faz parte do objetivo da missão.

Eu tinha que dizer isso, mas uma das coisas que mais ri de bobeira no jogo foi um momento “malas de galera batendo num coitado”, ou the warriors: o jogo. Um monstro foi derrubado por um dos amigos jogando, e enquanto ele chegou serrando uma parte do monstro, eu estava do outro lado chutando ele no chão.  Que coisa mais saudável e benéfica a sociedade, hein? Por isso gosto de videogames, boto todos os meus demônios pra fora lá e volto pra sociedade tranquilinho, livre, leve e solto, tendo feito tudo que não tenho vontade, nem coragem na vida real.

Até a próxima. Futuramente, quando eu terminar a campanha, posto sobre modo Horda e coisas do tipo, só devo demorar a postar sobre DLC’s, porque ganhei a versão standard, e o jogo tem DLC tanto quanto tem Lambent pra matar, vai mais uma boa grana se for comprar tudo. A dica atrasada que ganhei, é que em alguns aspectos, era melhor comprar a versão que vinha com o Season Pass, liberando tudo, ou quase tudo desses DLC’s.

PS: O nome oficial do Ursinho Carinhoso é Gunker, e o outro que cresce com tentáculos se chama Drudge.

Tempo Parcial: por volta de 3 horas, no modo difícil | Companheiros de aventura: Butcher (ontem e hoje) e Hunter X (hoje)


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