Talvez você nem tenha reparado ainda nesse game, é um título pra 3DS e não tinham planos pra um lançamento fora do Japão, mas o cafetão Katsuhiro Harada, produtor da série Tekken, têm pressionado a Namco-Bandai, dona do bordel, pra que lançasse Projeto da Zona X (Project X Zone), no ocidente. Harada escreveu em seu twitter, “não está decidido ainda, mas ele será lançado se eu continuar propondo a eles”. O game é um rpg que mescla diversos personagens bem conhecidos da Namco-Bandai, Sega e Capcom. Para os que têm o portátil e curtem jogos nesse estilo, torçam pra que o cafetão consiga resultado no bordel.
Estava aguardando os lançamentos dessa semana com uma certa expectativa. Sou fã de jogos no estilo Beat’ em up, e da velha guarda, então quando a Wayforward anunciou que estava produzindo uma reformulação para Double Dragon fiquei esperando com um misto de alegria e receio. Os vídeos apresentados antes do lançamento indicariam um jogo muito fraco, mas porr@, era a Wayforward produzindo, no mínimo o jogo poderia ser bem divertido, afinal eles já fizeram coisas legais com Contra 4 ou Aliens: Infestation.
É Wayforward, O jogo como um todo é muito fraco, mas hi-five definitivamente foi a gota d’água
O portfólio de apresentação da empresa não foi suficiente pra que fizessem um puta jogo. Tive uma tremenda decepção ao descobrir que não é só nos vídeos, mas na jogabilidade também que a coisa não funcionou bem. O jogo conseguiu ser bem escr+%#, no qual as movimentações ficaram ruins, a resposta aos comandos é um pouquinho lenta e a ambientação do jogo é bizarramente escr0#@. A demo do jogo te deixa participar das 2 primeiras missões, pra você ter uma ideia, na segunda fase você chega em um trecho em que entra em um prédio, e do nada o prédio vira um foguete e decola para o espaço… tipo, c@r@lh0… como se isso ainda não fosse o suficiente, o chefe dessa fase é um esqueleto com chapéu oriental e uma espada grandona.
“Aí mano, quer comprar uma droga da boa? To vendendo uns DOuble Dragon Neon aqui, 10 pau de Obama na minha mão”
Não, eu não estava esperando um enredo sério com o jogo, aliás, a história original e mais o valor nostalgia não permite isso, heheh, mas também não esperava um avacalhado tão grande. Double Dragon Neon tem alguns pontos a favor, eu gostei do sistema de fitas cassete que você pega e que te dão certos powerups estatísticos. Tem umas lojas também que você entra e compra mais fitas cassetes ou dá upgrades nelas, mas o fato do cenário não ser como em River City Ramson, no qual você pode ir e vir como se o jogo fosse um grande mapa conectado, faz as lojas perderem um pouco do sentido.
A trilha sonora do jogo ficou um caso a parte também, pros adeptos as músicas dos anos 80, além de remixes do jogo original, a equipe colocou ainda umas músicas cantadas com um feeling bem de quem acabou de chegar do show da Cindy Lauper, ou do Van Halen. O que parece uma grande zoação, já que a impressão que dá é que se preocuparam mais com a trilha sonora do que com o gameplay em específico.
Ah sim, pra quem geralmente joga sozinho, pelos rumos da vida na qual você trabalha o dia todo e raramente reúne amigos na sua casa pra curtir um game, DDN simplesmente te diz “Se f0#& aí, nerdão”, já que o game não tem multiplayer online.
Pra mim o jogo ficou muito fraco e abaixo do esperado. O que me faz ainda pensar em gastar dinheiro com ele quando tiver em uma promoção é exatamente o valor nostálgico e história da franquia que gosto muito. Isso me faz ignorar muitas das coisas que achei mal desenvolvidas no jogo. O Player 2 já não foi tão bonzinho, pra ele, foi uma das piores coisas já lançadas na Live Arcade, segundo um papo que tivemos ontem.
O game saiu dia 13 na Live por 800MS Points (10 dólares), e para a PSN chega mês que vem já tá disponível como jogo grátis pra quem é assinante da PSN Plus. O fato de ele já sair como jogo brinde pra assinante é um sinal da trasheira que provavelmente mesmo os produtores estavam esperando hein. Só como dado adicional, o jogo tem 2.24 gb, eu me pergunto se tem todas as fases dos 4 jogos e mais os de portáteis refeitas aí.
Esse vídeo acima mostra o gameplay, e essa música que toca, faz parte da trilha do jogo, que a propósito, está sendo disponibilizada para ser ouvida online aqui.
Lembra da época em que saíam ótimos jogos de ninja em 2D fazendo o que sabiam melhor? Não? F#%@-se. Ninja Gaiden explorava o uso de espadas e itens especiais, enquanto Shinobi se focava mais no uso de shurikens e kunais. Não sabe o que é uma shuriken ou uma kunai também? F#%@-se! Bom, são basicamente aquelas “estrelinhas” e “faquinhas” ninjas que eles usavam pra jogar nos outros.
Uma kunai e uma shuriken, respectivamente. Aquela fundação dos índios lá é FUNAI. #nadaver
A geração 3D chegou, e a série Tenchu fez um ótimo trabalho focando em outra característica dos ninjas: A furtividade. Suas missões basicamente eram invadir fortalezas, residências, vilarejos para fatiar uma rapaziada, recuperar ou entregar alguma coisa importante. As pontuações aumentavam conforme você fosse visto por menos gente.
Porque da pequena inútil aula de história de jogos de ninjas? É simples, no dia da nossa independência esse ano, a Klei Entertainment e a Microsoft Studios lançaram para Xbox Live (chupa pra quem joga no Super Nintendo ou Mega Drive) o game Mark of The Ninja. A Klei é conhecida pelos 2 recentes e divertidos games do Shank, de ação sidescroller com elementos de Beat’em up ambientados no México e sudoeste americanos.
Com Mark of The Ninja, o esquema 2D sidescroll permaneceu, mas diferente de Shank, sua meta é passar de fase sem ser visto. Aliás, se você for visto, você pode até atacar os inimigos e derrubá-los, mas só para ganhar tempo e sumir nas sombras de novo, o jogo não te permite matar tendo sido visto. Pra fazer um estrago nessa rapaziada, você conta com uma espada – para os golpes furtivos, kunais – para atrair a atenção dos inimigos em determinada direção, uma corrente com gancho – para se puxar e dependurar em lugares mais altos, ao maior estilo “Maranha”, e o cenário – pra se esconder, procurar dutos de ventilação, esconder corpos e o escambal.
Eu joguei apenas a demo, mas me diverti por pouco mais de uma hora com ela tendo conhecido as ações básicas do jogo. Na versão completa, você será apresentado ao desenvolvimento de habilidades dependendo de determinado estilo que você usar mais. Dividido entre o silencioso e furtivo – que só passa usando as sombras, o matador – que não precisa de explicações, e o aterrorizador – que mata com requintes de terror pra assustar aos demais inimigos vivos restantes no ambiente.
Se despede da vida, xará, porque tu já rodou e só não sabe ainda.
O game tá saindo por 1200 MS Points (15 dólares) e, pelo que me foi apresentado na demo, e acho que pelo que os críticos estão falando bem, ele vale a pena pra car@|#0. Principalmente considerando o quão porca a Microsoft tem sido nos últimos anos com os donos de X360, se focando apenas em jogos para Kinect e esquecendo de produzir exclusivos tradicionais.
PS: Viu alguma conexão com o fato de ter saído no dia da nossa independência? F#%@-se! Não tem nada a ver, só foi coincidência
Hoje foi divulgada imagem listando o conteúdo da edição de colecionador do game baseado no desenho A Hora da Aventura, para 3DS. “Adventure Time: Hey Ice King! Why’d you steal our garbage?!! “, como foi intitulado, virá com design customizado do Enchiridion em um formado de livro metalizado, edição limitada de uma stylus como réplica da espada dourada de Finn, bestiário exclusivo e mapa pôster da Terra de Ooo.
Bem bacana hein? E o melhor, essa versão custará 39,99 dólares, só 10 dólares a mais do que a edição normal. Quanto ao game eu não posso dizer muito, curti o trailerzinho de gameplay, e alguns comentários que vi, diziam que o game tem suas influências de Legend of Zelda, o que é uma boa.
Essa última semana esteve acontecendo em San Diego, a San Diego Comic Con, uma das mais, se não a mais, conhecida convenção de quadrinhos do mundo. Já faz algum tempo que a feira tem abrangido outras áreas. Assim como na E3 você vê milhares de empresas anunciando aplicativos de programas pra tv e filme no seu console, a SDCC se tornou um palco pra apresentar jogos de videogame também.
Não podendo ser diferente, esse ano, no meio do salão da Marvel, enquanto esta apresentava os próximos jogos baseados em seus personagens, eis que entra o (anti) herói mais esc&$*$ da editora, bicando a porta e pagando sapo, anunciando o seu futuro jogo baseado no personagem. Em seguida é apresentado o teaser, e Deadpool termina dizendo que informações já podem ser vistas no site do seu jogo (no qual ele garantiu que foi ele mesmo quem fez, com 3 semanas de aula na faculdade).
O trailer não diz muita coisa sobre como vai ser o jogo, mas sério, se conseguirem ser felizes no resultado, pelo personagem e o nível de es%#$tidão e irreverência que as histórias dele tem, Deadpool: The Game tem tudo pra ser um Game of The Year. O medo fica só por conta de que é a Activision quem está desenvolvendo.
O site do game também não diz muita coisa como data ou coisas do tipo, mas já dá pra rir muito do layout cheio das piadinhas imbecis típicas do Dead.
Dia 19 de junho agora foi lançado para PC e Mac, game de plataforma e aventura, cujo objetivo é alcançar Big e recuperar a sua herança, a cueca mágica do seu avô.
O game é um jogo bem tradicional, no qual você não vai precisar de horas para aprender a jogar, nem evoluir o personagem ou equipamentos. De fato, tudo que precisa fazer no jogo, você aprende logo no início. Tiny está armado com um equipamento capaz de cortar objetos gigantes, e é fatiando morros, puxando e empurrando pedaços deles e de outros objetos é que você vai avançar no game.
A repetitividade das ações parece ser um pequeno incômodo, mas como o jogo não é muito longo, não chega a acabar com o game. O visual é que chama a atenção, ilustradores e designers pelo mundo vão perceber que o estilo visual do game segue referências de muita coisa do meio que tem sido popular, mesclado à influências de linguagem de HQ. O jogo tem um visú fodástico.
O game custa só 10 dólares na Steam, e no GOG e pra mim vale a pena. Mas se você ainda está em dúvida, no site oficial do game é possível baixar a demo. A tristeza é só não poder jogar isso num ps3 ou x360 também, seria tããããão legal.
Mermão o dia parece estar bom pra novidades mesmo, o estúdio gazillion revelou finalmente alguns dos detalhes que envolvem a produção do MMO RPG da Marvel, e ao contrário do que todo mundo imaginava, ele não será um híbrido de WoW, DC Universe ou Everquest, mas sim um híbrido de Diablo.
Ok ok, temos falad muito de Diablo nos últimos dias, mas dessa vez o assunto não necessariamente é ele, e acredito até que o pessoal da Gazillion tenha esperado esse momento pra aproveitar certo burburinho a respeito do jogo do momento. Marvel Heroes será um game gratuito, e até o momento, não foram apresentados detalhes de como serão as microtransações no jogo ou o que mais eles forem usar pra se sustentar.
Sendo um MMO, o jogo te permitirá não só sair em missões solo, mas também poderá (deverá né, senão não tem porque ser um MMO) utilizar de grupos para jogar em coop e terá locais de socialização como pontos estratégicos de vendas e de coletas de missões, além do hub do jogo.
Parece promissor isso, particularmente estou mais empolgado de poder jogar com Ciclope, Hulk, Demolidor e companhia do que criar meu próprio herói e apenas interagir com esses personagens como NPC’s, como acontece em DC Universe Online.
E lá vem mais um post da febre Diablo 3. O game nem saiu e ele já é o o jogo da Blizzard que mais vendeu antecipado. Bobeira pouca é bobagem né? A Amazon divulgou também que o game é o jogo de computador em pré-venda que mais vendeu na história do site.
E nos testes beta deu uma pancada de gente também, Mike Morhaime, diretor executivo da Blizzard disse que mais de 2 milhões de pessoas jogaram o beta, isso já contando com a galera que aderiu no fim de semana de beta livre (eu incluso).
O jogo pode até não agradar como o 2 e o 1 fizeram, mas certamente ele tá longe de ser uma decepção pra maioria. Só pra ter uma noção da febre, um colega de trabalho deixou 4 dias de férias para tirar do dia 15 ao dia 18, só pra aproveitar o game no lançamento. Eu faria o mesmo se pudesse, até porque nem comprei o jogo ainda, mas pretendo fazer isso assim que der. O Beta foi excelente, apesar de meu laptop ter rodado com tudo no mínimo e um pouco lento. Acredito que seja por ainda não ter suporte direito aos vídeos onboard da intel, um amigo que tem um lap um pouco mais fraco, mas com suporte nvidia no onboard, rodou com tudo no máximo, e Starcraft 2 roda no meu de médio pra alto nas configurações.
Dá o dia de Natal mas não dá dia 15 de maio logo hein?
Olha pra essa imagem acima e pense se você espera algo de bom nisso para um novo Double Dragon. Pois é, fiquei um tanto broxado com as imagens de divulgação prévia. Intitulado Double Dragon: Neon, o jogo está sendo produzido pela Wayforward em parceria com a Majesco e devo dizer, somente por conta do nome da Wayforward no meio eu ainda tenho esperança de que apesar do visual, e desse Hi Five tosco, o jogo pode ser muito bacana.
Não sou um fervoroso defensor de conceitos como “isso tem que ser 2D, aquilo tem que ser 3D”, mas acho que sei mais ou menos o que esperar dependendo de cada projeto. Diga-me bons beat’ em ups em 3D com orçamento de um jogo live arcade/PSN que seja fodasso e eu te digo pelo menos 10 em 2D no mesmo nível ou melhor, a começar por Castle Crashers e Scott Pilgrim.
Em resumo, não estou dizendo que o jogo vai ser uma bosta, mas eu já espero que seja assim pelas imagens, e espero muito que eu esteja enganado, só papai do céu sabe o tanto que curto Double Dragon e espero por títulos novos da série.
Double Dragon: Neon tá programado pra julho na Live Arcade e na PSN
PS: Alguem sabe que diabos aconteceu com aquele Double Dragon 2: Wander of The Dragons, que tava sendo produzido pela Barunson Interactive e sairia em setembro do ano passado?
Esse é pros gamers mais viciados, a ponto de ouvir “música de videogame”. Já ouviu falar do Overclocked Remix? É um site que reune bandas e dj’s que remixam músicas de videogame, dando outra sonoridade a elas.. Pois é, de vez em quando o pessoal da OC Remix tem uns projetos grandes com um tema em específico. Se você jogou Super Street Fighter 2 HD na PSN (SEN pros frescos modernosos) ou na Live Arcade, repare nos créditos do jogo que as versões remixadas são deles.
A arte do pessoal ficou muito bacana, essa é a quarta capa (aquela que fica no fim do disco
O projeto da vez agora é com a série Megaman X, particularmente só consigo pensar no Megaman normal, acima do X, pra ter um projeto tão bacana como esse. Com o nome de Megaman X: Maverick Rising, o projeto é feito em uma parceria de muita gente, não só de artistas da música, mas também visual, já que se dedicaram a produzir até arte de capa, de prensa do cd, etc. O trabalho entregou um resultado bem bacana, onde as músicas ganharam uma sonoridade bem diferente daquela ouvida no jogo. No total são 62 músicas de 49 artistas divididas em 5 discos. É coisa pra cacete, vou até jogar Megaman X Collection de novo enquanto ouço o disco.
Veja que o zelo com o projeto foi tanto que os caras fizeram até arte para a prensa do cd
O site do projeto é esse, você pode baixar um pack em torrent com todas as músicas (FLAC e MP3) e artes dos álbums, ou baixar individualmente por download direto cada música.
Abaixo um vídeo de sinopse com algumas das músicas contidas no projeto.