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Double Dragon Neon: Não f§$& Wayforward…

Estava aguardando os lançamentos dessa semana com uma certa expectativa. Sou fã de jogos no estilo Beat’ em up, e da velha guarda, então quando a Wayforward anunciou que estava produzindo uma reformulação para Double Dragon fiquei esperando com um misto de alegria e receio. Os vídeos apresentados antes do lançamento indicariam um jogo muito fraco, mas porr@, era a Wayforward produzindo, no mínimo o jogo poderia ser bem divertido, afinal eles já fizeram coisas legais com Contra 4 ou Aliens: Infestation.

É Wayforward, O jogo como um todo é muito fraco, mas hi-five definitivamente foi a gota d’água

O portfólio de apresentação da empresa não foi suficiente pra que fizessem um puta jogo. Tive uma tremenda decepção ao descobrir que não é só nos vídeos, mas na jogabilidade também que a coisa não funcionou bem. O jogo conseguiu ser bem escr+%#, no qual as movimentações ficaram ruins, a resposta aos comandos é um pouquinho lenta e a ambientação do jogo é bizarramente escr0#@. A demo do jogo te deixa participar das 2 primeiras missões, pra você ter uma ideia, na segunda fase você chega em um trecho em que entra em um prédio, e do nada o prédio vira um foguete e decola para o espaço… tipo, c@r@lh0… como se isso ainda não fosse o suficiente, o chefe dessa fase é um esqueleto com chapéu oriental e uma espada grandona.

“Aí mano, quer comprar uma droga da boa? To vendendo uns DOuble Dragon Neon aqui, 10 pau de Obama na minha mão”

Não, eu não estava esperando um enredo sério com o jogo, aliás, a história original e mais o valor nostalgia não permite isso, heheh, mas também não esperava um avacalhado tão grande. Double Dragon Neon tem alguns pontos a favor, eu gostei do sistema de fitas cassete que você pega e que te dão certos powerups estatísticos. Tem umas lojas também que você entra e compra mais fitas cassetes ou dá upgrades nelas, mas o fato do cenário não ser como em River City Ramson, no qual você pode ir e vir como se o jogo fosse um grande mapa conectado, faz as lojas perderem um pouco do sentido.

A trilha sonora do jogo ficou um caso a parte também, pros adeptos as músicas dos anos 80, além de remixes do jogo original, a equipe colocou ainda umas músicas cantadas com um feeling bem de quem acabou de chegar do show da Cindy Lauper, ou do Van Halen. O que parece uma grande zoação, já que a impressão que dá é que se preocuparam mais com a trilha sonora do que com o gameplay em específico.

Ah sim, pra quem geralmente joga sozinho, pelos rumos da vida na qual você trabalha o dia todo e raramente reúne amigos na sua casa pra curtir um game, DDN simplesmente te diz “Se f0#& aí, nerdão”, já que o game não tem multiplayer online.

Pra mim o jogo ficou muito fraco e abaixo do esperado. O que me faz ainda pensar em gastar dinheiro com ele quando tiver em uma promoção é exatamente o valor nostálgico e história da franquia que gosto muito. Isso me faz ignorar muitas das coisas que achei mal desenvolvidas no jogo. O Player 2 já não foi tão bonzinho, pra ele, foi uma das piores coisas já lançadas na Live Arcade, segundo um papo que tivemos ontem.

O game saiu dia 13 na Live por 800MS Points (10 dólares), e para a PSN chega mês que vem já tá disponível como jogo grátis pra quem é assinante da PSN Plus. O fato de ele já sair como jogo brinde pra assinante é um sinal da trasheira que provavelmente mesmo os produtores estavam esperando hein. Só como dado adicional, o jogo tem 2.24 gb, eu me pergunto se tem todas as fases dos 4 jogos e mais os de portáteis refeitas aí.

Esse vídeo acima mostra o gameplay, e essa música que toca, faz parte da trilha do jogo, que a propósito, está sendo disponibilizada para ser ouvida online aqui.

Discorda? Opine, comente, vamos trocar uma ideia!


Curte a Hora da Aventura? O jogo parece que vai ser legal, e a edição de colecionador mais ainda

Hoje foi divulgada imagem listando o conteúdo da edição de colecionador do game baseado no desenho A Hora da Aventura, para 3DS. “Adventure Time: Hey Ice King! Why’d you steal our garbage?!! “, como foi intitulado, virá com design customizado do Enchiridion em um formado de livro metalizado, edição limitada de uma stylus como réplica da espada dourada de Finn, bestiário exclusivo e mapa pôster da Terra de Ooo.

Bem bacana hein? E o melhor, essa versão custará 39,99 dólares, só 10 dólares a mais do que a edição normal. Quanto ao game eu não posso dizer muito, curti o trailerzinho de gameplay, e alguns comentários que vi, diziam que o game tem suas influências de Legend of Zelda, o que é uma boa.


MMO da Marvel volta a ser notícia

Mermão o dia parece estar bom pra novidades mesmo, o estúdio gazillion revelou finalmente alguns dos detalhes que envolvem a produção do MMO RPG da Marvel, e ao contrário do que todo mundo imaginava, ele não será um híbrido de WoW, DC Universe ou Everquest, mas sim um híbrido de Diablo.

Ok ok, temos falad muito de Diablo nos últimos dias, mas dessa vez o assunto não necessariamente é ele, e acredito até que o pessoal da Gazillion tenha esperado esse momento pra aproveitar certo burburinho a respeito do jogo do momento. Marvel Heroes será um game gratuito, e até o momento, não foram apresentados detalhes de como serão as microtransações no jogo ou o que mais eles forem usar pra se sustentar.

Sendo um MMO, o jogo te permitirá não só sair em missões solo, mas também poderá (deverá né, senão não tem porque ser um MMO) utilizar de grupos para jogar em coop e terá locais de socialização como pontos estratégicos de vendas e de coletas de missões, além do hub do jogo.

Parece promissor isso, particularmente estou mais empolgado de poder jogar com Ciclope, Hulk, Demolidor e companhia do que criar meu próprio herói e apenas interagir com esses personagens como NPC’s, como acontece em DC Universe Online.

Segue o primeiro trailer de divulgação do game

Fonte: IGN


The Walking Dead é do baralho!

Se você já viu os posts anteriores em que comentei de Walking Dead, perceberá que mudei minha opinião assim que vi como seria o gênero do jogo. O Player 2 chegou a pensar em um review para o jogo, mas não conseguiu chegar em um em que não spoilasse horrores do que acontece, o que não nos impede de ao menos opinarmos sobre ele. Ele terminou o jogo na semana passada, eu joguei ontem.

Embora curto, o jogo te coloca fácil no clima da hq e da série. Dividido em 5 capítulos (nos quais os outros serão distribuidos 1 por mês), o capítulo 1 te apresenta Lee Everett, um professor condenado a prisão por ter matado a mulher e o amante dela, um senador. Lee está sendo levado por um carro da polícia para fora de Atlanta quando começam a acontecer coisas estranhas na cidade. Daí pra frente prefiro não ter que comentar mais nada pra não estragar a sua surpresa ao jogar.

Lee Everett é o protagonista do jogo, um detento sendo levado para a penitenciária que tem seu destino mudado no início do apocalipse zumbi

O game não é difícil, por desatenção apenas eu morri uma vez, mas duvido quem consiga a façanha de morrer nesse game. Isso não quer dizer que você não fique um pouco tenso esperando a hora de agir ou qual botão apertar no meio da bagunça.

Como falei nos posts anteriores, as consequências dos seus atos continuam com você ao longo do jogo, se você diz que é vascaino, os flamenguistas te zuarão pelo vice, se disser que é corinthiano farão referências a Libertadores nunca conquistada. Claro que essas opções são brincadeira, mas é só pra dar a noção de que você sofre mesmo as consequências dos seus atos, inclusive terão momentos em que as suas escolhas serão fatais, te colocando bem no drama que muitas vezes os personagens do romance vivem, como salvar pessoa x ou y.

Como na HQ e na série, a presença de personagens infantis e constante

O jogo é curto, mas também não é caro, cada capítulo está em torno de 5 dólares, não vai matar o seu bolso. O que vai te matar é esperar mais 1 mês pra jogar a continuação, que é a mesma ansiedade que você passa, se acompanha as hq’s ou a série.

“Mim beija gato!”

Deixo em aberto pro Player 2 comentar por aqui se ele quiser complementar algo que não contemplei.


Oniken, jogo brasileiro retrô

O mercado nacional de independentes parece estar fluindo razoavelmente bem nos últimos anos. Depois de Out There Somewhere, já divulgado aqui antes, já está em fase final de produção o game Oniken, projeto de Danilo Dias e Rodrigo Paiva.

Oniken vai fundo na releitura da geração 8bits com um jogo sidescroll que lembra muito Ninja Gaiden, Power Blade, Shatterhand e Shadow of The Ninja. Em um futuro não muito distante, uma organização é responsável por uma devastação em massa, e os poucos humanos que restaram, são dominados por ela. Somente um homem se põe a frente pra enfrentar a situação, Zaku. A premissa tá bem parecida com alguns desses jogos citados hein?

Zaku, o protagonista em sua luta pelo fim da opressão

A dificuldade parece estar sendo um dos carros chefes do jogo, sendo o principal fator que aproxima Oniken dos games que serviram de influência. Prevejo crianças (grandes e pequenas) chorando muito porque não conseguem passar de determinada fase. Quem quiser jogar com o controle, não tem problema algum, ele tem suporte, e se você tiver problemas com o seu, ou de qualquer outro tipo de pepino, entre em contato com eles, que provavelmente corrigirão.

Já viu fase parecida antes? Eu já, e várias vezes

Oniken está previsto para essa primavera, como o jogo e todo o site deles estão em inglês, não sei se pra primavera americana (nosso outono, que já estamos), ou a nossa. De qualquer forma, já tem uma demo beta do jogo disponível com 3 fases para teste, podendo ser baixada aqui.

Mais informações, leia no site deles.


Namco, Capcom e Sega se unem para abrir um puteiro (F%$#ing News 11/04/2012)

Bom, é e não é isso, não é necessariamente uma “casa de diversões adultas” que eles estão produzindo, mas trata-se do futuro rpg de estratégia Projeto Zona X (Project X-Zone). O jogo para o Nintendo 3DS trará personagens de títulos conhecidos das 3 empresas, uma verdadeira pegação no pixel coletiva.

Pelo visto a minha ideia do primeiro puteiro nerd tá mais ou menos espalhando

Já estão na lista Ryu e Ken (Street Fighter 0), X e Zero (Mega Man), Demitri e Dante (Darkstalkers, Devil May Cry), Chris e Jill (Resident Evil), Shinguji Sakura e Ogami Ichiro (Sakura Wars), Pai e Akira (Virtua Fighter), Kurt e Riela (Valkyria Chronicles), Ulala e Touma (Space Channel 5, Shining Force EXA), Sanger Somvold (Super Robot Wars), Jin e Ling Xiaoyu (Tekken), Kos-Mos e T-elos (Xenosaga), Yurie e Estel (Tales of Vesperia)  e Kaito e Black Rose (.hack). Outros personagens serão divulgados depois, entrando inicial ou como personagens secretos, torço muito por colocarem a turma de Streets of Rage e Golden Axe.

X que bom te ver em um jogo novo. Desconsiderem o lixo que foi aquele "remake" horrível pra iOS e o último jogo que vi do personagem foi Maverick Hunter X pra PSP

Aleluia que colocam o Megaman de volta em alguma coisa, e mais especificamente o X, tão apagado nos últimos anos, mas preferia um jogo próprio do personagem. Gosto desses projetos que mesclam empresas, mas tenho um certo receio do jogo ser um rpg de estratégia. Acho que esses 2 gêneros (RPG e estratégia) e mais os de luta e esportes são os mais fáceis de fazer um zonão de personagens de franquias diferentes, mas preferia que fosse um jogo mais ágil, como um sidescroll ou um beat ‘em up, mas a ideia tá longe de ser ruim, espero que não caguem na produção do jogo.

Já faz um tempo que não via nada de .Hack tambem, apesar de repetitivo pacas, a ideia do game era excelente, e projetos assim visam também sondar o mercado a respeito de recepção de franquias em stand by

Fonte: IGN


Harmonix anuncia Rock Band Blitz (que bosta hein?)

Com esse anúncio, cê tava esperando “mais um game da série com uma cacetada de músicas e os instrumentos periféricos típicos de sempre”, certo? Errou cara, dessa vez a Harmonix resolveu “inovar” e o jogo será um título lançado na SEN e Live Arcade, mas a jogabilidade será pelo seu joystick normal. Lembra de Rock Band Unplugged no PSP? Pois é, é aquilo ali que você vai jogar, só que com nome novo. Que seja pra manter o nome Rock Band vivo entre os gamers, mas porra, não tem mais graça alguma depois que você já jogou com os instrumentos.

Deviam fazer uma blitz pra multar essa coisa de sair

O game vai poder importar suas músicas dos outros títulos da série, assim como você também vai poder importar a (estonteante e gigantesca) lista de 25 músicas do RB Blitz para seu Rock Band 3.

Acho que levaram a sério demais o vídeo que satirizava Rock Band como carros em uma avenida

Só me resta torcer pra ter 25 boas músicas, porque vou considerar mais como DLC pro meu RB3 do que jogo novo de Rock Band mesmo.

Porr@ Rock Band Blitz, porr@ Harmonix, porr@ Rigopoulos.


Trilha sonora de Megaman X Revisitada

Capa do disco

Esse é pros gamers mais viciados, a ponto de ouvir “música de videogame”. Já ouviu falar do Overclocked Remix? É um site que reune bandas e dj’s que remixam músicas de videogame, dando outra sonoridade a elas.. Pois é, de vez em quando o pessoal da OC Remix tem uns projetos grandes com um tema em específico.  Se você jogou Super Street Fighter 2 HD na PSN (SEN pros frescos modernosos) ou na Live Arcade, repare nos créditos do jogo que as versões remixadas são deles.

A arte do pessoal ficou muito bacana, essa é a quarta capa (aquela que fica no fim do disco

O projeto da vez agora é com a série Megaman X, particularmente só consigo pensar no Megaman normal, acima do X, pra ter um projeto tão bacana como esse. Com o nome de Megaman X: Maverick Rising, o projeto é feito em uma parceria de muita gente, não só de artistas da música, mas também visual, já que se dedicaram a produzir até arte de capa, de prensa do cd, etc. O trabalho entregou um resultado bem bacana, onde as músicas ganharam uma sonoridade bem diferente daquela ouvida no jogo. No total são 62 músicas de 49 artistas divididas em 5 discos. É coisa pra cacete, vou até jogar Megaman X Collection de novo enquanto ouço o disco.

Veja que o zelo com o projeto foi tanto que os caras fizeram até arte para a prensa do cd

O site do projeto é esse, você pode baixar um pack em torrent com todas as músicas (FLAC e MP3) e artes dos álbums, ou baixar individualmente  por download direto cada música.

Abaixo um vídeo de sinopse com algumas das músicas contidas no projeto.


Pseudo cult é o seu anel aromático. Journey é lindo, mas não é pra qualquer um

O mercado andava esperando com uma certa ansiedade o próximo título da ThatGameCompany para a PSN no PS3, afinal eles já tinham causado certo impacto com suas investidas anteriores em Flow e Flower. Tenho que dizer que a espera foi compensativa. Journey é lindo, espetacular, introspectivo e maravilhante.  Mas uma coisa é verdade sobre o game, ele não é pra qualquer um.Longe de ser um game tradicional, considerei o título muito mais uma experiência interativa do que um game propriamente dito, e nem todo mundo é adepto ou tem/está com a sensibilidade no clima para passar por essa experiência e gostar. Interprete isso como aquele filme “cult” que divide opiniões, no qual quem não gosta sempre tem a tendência de generalizar como pseudo cults  os que gostaram, e o inverso diz que o outro lado é ignorante e insensível por não ter entendido a ideia. Quer um filme divisor de águas como exemplo perfeito disso? Dogville, de Lars Von Trier

Não há quem assista Dogville e passe ileso, gostando ou não

O jogo começa com seu personagem no deserto (duuh) preso na areia, você não percebe que já está jogando até aparecer uma instrução muito sutil na tela te indicando para chacoalhar o controle. A partir daí, se vira meu camarada. O jogo te indica aonde ir tanto quanto a mente de Jason Bourne no início do primeiro filme da trilogia. O máximo que você vai ter pra te indicar comandos são outras 2 ilustrações mais a frente sobre o que os botões X e Bola fazem.

Você se sente micro tamanha a amplitude do horizonte

Ao longo do jogo você vai encontrando outro “beduinos” andando pelos cenários, não se assuste, ele não é um npc ou inimigo. Muito pelo contrário, ele é um outro jogador no qual o game escolheu para aparecer na sua tela. Se possível, tente explorar o game com ele, pois tem troféus por explorar com alguém pelo jogo todo, ou a maior parte.Pedaços de panos vermelhos voando serão encontrados nos cenários, e são eles os únicos items que você interage no jogo para fazer pequenos vôos pelo deserto. Outros objetos a encontrar pelo jogo são items de luz, que não identifiquei para que servem, e uns objetos pelo chão que lembram muito lápides, no qual você faz brilhar e ativa murais que demonstram imagens muito semelhantes a hieroglifos que “contam” um pouquinho da história.

Esqueça a competitividade, o outro jogador não está aí pra concorrer, mas pra compartilhar a exploração com você

O próximo parágrafo tem um pequeno spoiler que acho que talvez seja melhor você não ler, pra dar prioridade ao esquema “experiência” que o jogo tem que te proporcionar. Leia por conta e risco, mas por segurança colocarei o texto em branco, pra te dificultar de passar um olho sem querer:

Quem disse que Journey não tem inimigos? Não é nenhuma experiência como “ooooooh, como esse jogo é cheio de monstros desafiadores”, mas em 2 trechos do jogo você vai encontrar algo que parece uma enguia voadora gigante com luzes na cabeça. Eu tomei um grande susto quando descobri que eles existem, estava eu andando tranquilamente serelepe com o conceito de “tá tranks, não tem perigos nesse jogo”. Esse foi meu erro, do meu lado levanto um bicho desses com luz na cabeça gritando. Seja identificado pela luz e ele te desce um sarrafo, no qual você vai perceber pela primeira vez, já lá pelo terceiro ou quarto trecho do jogo, que seu cachecol serve como um medidor de energia. Não se preocupe muito com isso, são poucos os trechos que você vai correr o risco de perdê-lo, mas não relaxe totalmente, eu não vi o que acontece quando morre (fiquei por um tris porque meu cachecol já era pequeno), mas detestaria ter que voltar ao início do jogo sem terminá-lo a primeira vez.

A propósito, talvez seja o único ponto fraco que achei no jogo. Apesar de todo o esforço e demonstração de ser uma longa e árdua jornada dentro do jogo, de fora ele é uma experiência curta. Devo ter levado NO MÁXIMO 2 horas pra terminar, e olha que acho que tô até aumentando muito o tempo de gameplay que tive. Isso foi ruim, mas a experiência foi fantástica.

Conclusão:

Journey é um daqueles games do PS3 que te fazem pensar porque a Microsoft não investe também em estúdios com projetos menores mais de experiência do que de tradição. Fiquei feliz explorando, muitos dos momentos que tive no jogo me fizeram lembrar diretamente das sessões exaustivas de exploração do mapa por puro exercício e prazer, que eu fazia em Shadow of The Colossus. Com certeza ele não agradará a muita gente, e acho até que por isso ele tinha que lançar uma demo, porque eu curti muito, mas achei 15 dólares um valor meio alto pra ele e pra uma investida ambiciosa.


Eu tô vivo e tô muito bem ( Impressões de I’m Alive)

Semana passada finalmente chegou o dia do lançamento do tão falado I’m Alive, da Ubisoft. Testei apenas a versão de avaliação. Longe de ser um título campeão de vendas, o jogo desenvolvido pela Ubisoft Shangai não chega perto de títulos de nome como Assassin’s Creed ou Call of Duty, mas também não faz feio. É um dos títulos arcade mais bonitos que já testei.

I’m Alive conta a história de um homem que, 1 ano após “O Evento” (assim chamado o caos que gerou terremotos, tempestades de areia, escassez de água e o escambal), consegue chegar de volta a cidade fictícia de Haventon, e procura por sua esposa e filha.

A jogabilidade não diferencia muito do que já jogamos em títulos de ação. Umas boas sequências de escaladas e equilibrismos ao maior estilo Prince of Persia ou Assassin’s Creed, ou mesmo Shadow of  The Colossus, tendo como dificuldade uma barra de resistência que vai se desgastando conforme você vai escalando e se equilibrando. Não dê folga para o protagonista e você cai de lá de cima. Esgotando a sua barra, você tem ainda um tempo de esforço extra, no qual você vai apertando RT (ou R2) para completar o trecho de equilibrismo, gastando seu nível de resistência final. Com um gole de água, ou um pouco de comida você recupera o nível máximo perdido.

Pra um jogo live arcade/PSN, I'm Alive é muito bonito, entretanto peca na falta de alguns detalhes, como o seu próprio reflexo ao andar sobre poças de água

Nos trechos de interação com as pessoas é sempre uma incógnita. Alguns indivíduos só querem que você não se aproxime, outros vão te atacar, e alguns só precisam de uma ajuda ou não. Com os que te atacam é bom prestar atenção, se o cara vem apenas com um facão, aponte sua arma pra ele ainda que esteja descarregada. Com o botão X (quadrado no PS3), você manda o cara se afastar, estando ele perto de um buraco ou penhasco, chegue perto e aperte X de novo e você senta a bica mandando o cara pra casa do c@r@lho ao melhor estilo “This is Sparta”. Agora se o caboco estiver armado com uma pistola também e você tiver sem balas, pode correr meu filho porque o bicho vai pegar.

Blasphemy? Madness? This is SPARTA!!!!

Minha opinião:

Eu estava esperando esse jogo com uma certa ansiedade, o tema de sobrevivência pós apocalíptica é um que sempre me agradou em filmes, não seria diferente em outras mídias como os games. Sendo apenas um jogo de sobrevivência, é o suficiente pra causar meu interesse, mas não o suficiente pra garantir um bom jogo, no qual eu não acho que seja inteiramente o caso de I’m Alive. É verdade que joguei apenas uma pequena demo, não dando pra aprofundar muito no gosto pelo enredo e pelo resto do jogo, nem testar dificuldades, etc. Entretanto eu acho que talvez a falta de um projeto com mais recursos, e talvez uma equipe mais de ponta, foram primordiais pra queimar uma ótima ideia em um jogo que acabou sendo de médio pra bom. No fim eu acho que vale os 15 dólares (ou 1200 MS Points) como um jogo arcade de baixo orçamento e que diverte, mas se fosse um jogo de mídia, com ares de superprodução, jamais pagaria nele por esse produto final que foi apresentado. De qualquer forma, continuo esperando um PUTA título de sobrevivência para o futuro, porque não foi com I’m Alive que consegui isso.


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