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Dando uma chance a Skyrim

Já comentei aqui antes que não sou chegado da série Elder Scrolls, logo, mesmo com todo o estardalhaço de fãs e crítica em cima de Skyrim, não fiquei animado a ponto de comprar o jogo. Mas isso não quer dizer que não jogaria pegando emprestado quando a oportunidade surgisse.

Finalmente isso aconteceu, meu irmão pegou emprestado o jogo com um amigo que já terminou. Comecei ontem e curti bastante a introdução do jogo. A visão em primeira pessoa é uma característica comum de Elder Scrolls (uma das coisas que me incomoda na série), então você já inicia o jogo amarrado em uma carroça com a visão voltada para 3 outros “prisioneiros”, sendo levados para uma execução por rebelião ao império de Skyrim. Você foi pego por engano pois era apenas um estrangeiro que estava perto da zona do confronto.  Adorei essa narrativa introdutória, você está tão perdido quanto seu personagem e vai descobrindo, conforme os outros presos dialogam, sobre o que está acontecendo.

Chegando ao destino onde você será executado, os prisioneiros são identificados e quando chegam a você, finalmente aparece a opção de criar seu personagem, escolha entre diversas raças ou origens. No meu caso, quis fazer o personagem mais diferente, então fiquei entre o cara de gato e o cara de lagarto. Khajit e Argoniano, mais especificamente. Optei pelo segundo, e para ser mais bizarro, a raça me lembrava muito um personagem do antigo filme de ficção científica Inimigo Meu, então criei uma fêmea da espécie com o nome de Jeriba. Embora eu tenha escolhido essa, cada classe/raça tem características diferentes, então escolha o seu com bastante calma e com o que melhor te agradar.

Voltando a história, os guardas não identificam quem ou de onde você é e porque foi apanhado, mas por segurança, resolvem te executar também. O líder da rebelião é o primeiro a rodar e você é o próximo, mas justo quando você ia perder a cabeça (e não é de enlouquecer), um dragão resolve bagunçar a put@ri@ toda atacando o local, o que te dá então uma chance de escapar.

A partir daí o jogo começa a deslanchar e não tem porque eu entrar em muitos detalhes da história, mesmo porque eu joguei por volta de 1 a 2 horas apenas. Então vamos a parte técnica:

Felizmente o jogo te dá a opção de jogar em terceira pessoa, e embora a movimentação e os ataques fiquem um pouco esquisitos, prefiro jogar nesse modo. Um ponto negativo que eu senti é que você não sente as pancadas que está dando no seu oponente, em muitos momentos eu me vi apertando alucinadamente o botão de ataque mas sem saber se o cara tá tomando dano ou não, até finalmente aparecer uma das cenas de finishing blow, aí eu sei que matei.

O jogo tem opções mil do que fazer, fiquei muito de cara, você é livre realmente pra fazer o que quiser. Quer roubar alguem? Mete a mão no bolso dele e tenta a sorte. Prefere fazer e melhorar seu próprio equipamento? Encontre uma casa de ferreiro e faça você mesmo. Quer se tornar o mestre sorrateiro? Utilize mais da técnica nas missões para passar escondido e ganhe experiência com isso. Tá sem flecha e atiraram algumas em você? Procure por elas grudadas no chão e paredes e use-as. É simplesmente fantástico as possibilidades do que se pode fazer no jogo.

Gostei da screen limpa que é o jogo, você tem informações básicas de hp e coisas do tipo e somente em combate. Se precisa do menu, com Start você entra no menu de quests, configurações, etc. Com Bola (ou B, no X360) você acessa menus ingame de equipamentos, outros itens, técnicas, mapa, etc. Gosto quando jogos quase não colocam menus na tela, deixando sua atenção totalmente voltada para o que acontece no jogo.

Na parte de missões, você tem as principais e as sidequests, e por esse ângulo, o jogo pode se tornar infinito já que ele tá sempre criando novas sidequests aleatórias. Cuidado com isso, tenho um amigo que de tanto jogar alucinadamente fazendo sidequests, ele cansou do jogo sem nem ter ao menos terminado a principal.

Concluindo minhas impressões iniciais: Gostei do que joguei, mas foi pouco. Apesar de ter sido divertido, não entrei (ainda) no hype de Skyrim que contagiou todo o mundo gamer. São concorrentes distantes, mas só pra termos de gosto, Dragon Age me deixou bem mais ligado e empolgado jogando nas 2 horas iniciais do que Skyrim, mas isso também pode ser por conta de minha resistência a Elder Scrolls, né, vejamos com mais horas de jogo.


Impressões: parte 1

A) Infinity Blade 2 (iOS)

Tive o prazer de jogar ao menos meia hora durante o fim de semana. Gostei da ideia de expandirem a história, não gostei da forma que escolheram pra isso. Achava a ideia simples, direta, sem muitos diálogos do primeiro jogo muito boa, e no segundo parece que resolveram mudar tudo, a começar por um diálogo entre o protagonista da série e uma mulher esquisita que sai dando pulões ninjas por telhados que de repente viraram melhores amigos. Po, Infinity Blade não tem que ter muito diálogo não, e pelo menos não de forma direta e rasa como foi, sem falar nos pulos exagerados da mulher.

Outro ponto negativo, a “tradução” do jogo. Quem jogou o primeiro, sabe que eles falam uma língua bem esquisita, de repente você chega no segundo jogo e estão falando em inglês? WTF? Tirou outro brilho de IB.

Em questão de jogabilidade, não joguei o suficiente pra testar ainda armas de 2 mãos ou usar 2 armas ao mesmo tempo. O que joguei ainda é no modo tradicional, mas gostei que agora os inimigos estão mesmo imprevisíveis, alguns ataques você não sabe que diabo ele fará até ser bem próximo da hora, quando você acha que virá uma espadada pela esquerda, o cara te acerta com um chute pela direita.

Gostei também de agora você precisar de chaves para abrir alguns baús, não é só chegar e ir abrindo logo de cara não. Tem também gemas que você vai imbuindo nas armas pra poder dar fatores elementais e mudar o tipo de dano que ela causa. Até o momento a diversão é muito positiva, apesar dos pontos que não gostei.

B) The Legend of Zelda: Skyward Sword (Wii)

Um amigo me deixou emprestado essa semana o wii dele e aproveitei para começar os testes de um dos jogos mais aguardados na história do Wii. Só consegui até agora terminar o pedaço de introdução da história e comecei a primeira dungeon do jogo (acredite, isso me levou umas 2 ou 3 horas). Devo dizer, estou impressionado com a ambientação que a Nintendo criou. Sem deixar a fábula e o valor universal para qualquer idade da série de lado, eu concordo com o que a IGN disse de ser o Zelda mais maduro que fizeram. Ainda existem as piadas, o fod#/não fod# da Zelda e o Link, mas no fundo a história assume uma postura mais séria, e isso é reforçado pela trilha sonora. Não joguei nada de Twilight Princess para comparar, mas a trilha sonora mais com cara de épico da série que joguei é o de Skyward Sword. Joguei por 3 horas sem me cansar, nem me queixar da controlabilidade através do wiimote. Como eu disse, não joguei muita  coisa, então não pude ainda testar os equipamentos secundários pra opinar sobre a flexibilidade com o controle.

Senti uma certa influência de Shadow of the Colossus no jogo. Nada que você dissesse “que descarado”, mas a barra de resistência do Link pra escalar, correr, saltar etc, aliado a algumas figuras sombrias do jogo me deram uma sensação de referência a SotC, e isso é muito bom, porque não perdeu a característica de que é Zelda mesmo assim.

C) Starcraft 2: Wings of Liberty (PC)

Lembram que eu disse que você não jogava no modo campanha como zergs ou protoss? Pois é, esqueçam isso, pelo menos com os protoss. Cheguei em um ponto da história em que você passa por algumas missões com os protoss que afetam nas ações que a campanha principal dos terranos tomará em seguida. Não sei se o mesmo acontecerá com os zergs, mas espero que sim. To gostando bastante do enredo que tudo está tomando, e principalmente das atualizações de unidades que vão abrindo a cada missão. Difícil é escolher qual produzir que seja mais efetivo na hora das missões, já que quase nenhuma delas é “destrua a frota de zergs/protoss/terrans da supremacia inteira”. Missões de tempo no qual você precisa erguer uma equipe pra se defender rápido e posteriormente atacar é bem complicado de ficar testando unidades, ainda mais se elas não tiverem ataque aéreo pra se defender de naves inimigas.

Conforme for jogando mais dos 3, vou acrescentando comentários posteriores.


Pequeno notório

Todo ano a gente tá acostumado a ver jogos surgindo causando todos os tipos de impacto. Há sempre aqueles que vem com muito alarde, especulação, expectativa, investimento e tudo o mais. E geralmente são os que estamos esperando pra ver se o jogo é a pic@ das galáxias toda mesmo. Nesse meio tempo, tem também aqueles que vem comendo pela beirada, e se destacam pela qualidade e o boca a boca entre gamers. É o caso de Rayman Origins.

Sim, o jogo teve uma ótima apresentação e recepção de expectativas daqueles que viram as demonstrações do jogo desde a E3, mas não tem como comparar, até pelo tamanho do projeto, com a quantidade de títulos que causam alardes maiores nessa época do ano. Particularmente, Rayman é um personagem que não vejo graça, separe ele dos rabbids (que são perfeitos), e ele não tem nada demais. Mas não tem como não pagar pau pra um jogo como esse. Um platformer fluido, rico visualmente, com puzzles divertidos e o  melhor, tem multiplayer.

A Ubisoft acertou em cheio em deixar técnicas atuais de jogos com todos os recursos 3D possíveis de lado, pra desenvolver um game com jogabilidade retrô, deixando as “mudernidade” apenas para os gráficos. Talvez a única ressalva que penso que pode influenciar no jogo não ser bem sucedido ( no sentido de vender bem) é por não ter sido distribuido via download. Acho que a praticidade online,e talvez o preço um pouco mais baixo por conta dos padrões do formato via download talvez gerasse mais impacto com consumidores. Mas ainda assim, valeu muito a proposta da Ubisoft, que de tempos em tempos acerta umas pra compensar as várias que erra.


Dia 20 tá chegando…

Uma data como qualquer outra pra muita gente? Fato, mas pra comunidade gamer é dia de terminar uma longa espera, é o dia do lançamento de Legend of Zelda: Skyward Sword.

O lançamento de um novo jogo da série Zelda é sempre acompanhado de um bando de bitches que gostam de ser explorados pela Nintendo, mas o lançamento de Skyward Sword tem um pequeno detalhe a mais. Todo mundo já está acostumado a ver notas altas de crítica e público na série, mas no caso desse jogo, tem uma certa expectativa porque parece que a Nintendo acertou a mão direitinho pra fazer o possível título que tome o posto de Ocarina of Time como preferido com os fãs.

A IGN já até apontou pra esse lado em um post de prévia e repetiu isso no seu review. E eu não duvido, sou uma put@ dada pela série Zelda, mas até hoje nenhum jogo posterior conseguiu marcar o quanto marcou Ocarina do Tempo. E não foi por falta de tentativas, Wind Waker, Twilight Princess, Majora’s Mask e mais os títulos portáteis são excelentes.

Segundo os comentários em geral, e mais o que acompanhei dos vídeos que divulgaram, além de muito bonito pra um ps2 melhorado, o jogo tá bem versátil, sabendo equilibrar o uso diferenciado do wiimote de forma a ser agradável pra todo mundo e não ser cansativo ou forçado. Os equipamentos extras do jogo também ficaram muito bacanas, fazendo bom uso do controle de movimento. O ambiente virtual ficou tão foda, que você sente a amplitude de um mundo grande, principalmente nas cenas em que você está voando. E tudo isso com potencial gráfico do Wii, fico imaginando a zona grátis no put&$#§ que seria se o jogo tivesse sido produzido pra um console com potencial do X360 ou do PS3. Só resta parar de olhar a grama do vizinho e aguardar o próximo Zelda, de repente daqui uns 2 ou 3 anos pro Wii-U.

Tá na hora de pedir o Wii emprestado pros amigos e se despedir da vida social por um tempinho.


Prioridades em Cidade Arkham

 Tradução dessa versão original aqui

 


A guerra dos comerciais CoD MW3 x Battlefield 3

Só hoje que fui assistir isso.

Devo dizer, que foda isso. Mesmo que não gostasse de jogar fps, com certeza teria curiosidade em testar o jogo por conta do comercial. Malditos colegas de profissão!

A ideia de colocar o Sam Worthington que tá em alta, e ainda brincar com o conceito de veteranos e noobs juntos no jogo ficou muito do car@$§#. Ponto pro pessoal da agência 72andSunny pela produção.

Em time que tá ganhando não é necessário mexer, logo, não tem porque ficar mostrando coisas do jogo, você tá vendendo uma ideia já comprada e muito bem aceita pelo público.

Battlefield 3 não é o mesmo caso…

Todo o trabalho de produção do jogo foi em cima da nova engine e o potencial gráfico do jogo. A campanha deles não podia ser diferente e a ideia é mesclar cenas reais e virtuais colocando o espectador a questionar o que é de verdade ou não. Acho que tem impacto, mas faltou um algo a mais alem do “porr@ que gráfico é esse, maluco?”

De todo caso, eu não estranharia se o vt de CoD ganhasse uns prêmios por aí.

 


Amanhã é dia de alistamento

A semana começou pra fu#&@. Já comentei sobre Rabbids Alive & Kicking, e agora o outro lançamento da semana é o  Call of Duty 2012 Call of Duty: Modern Warfare 3. Estou curioso pra saber o que os remanescentes da Infinity Ward prepararam sem os mentores da série que saíram pouco depois de MW2.

O jogo continua de onde Modern Warfare 2 parou: seguimos com a invasão russa aos territórios americanos e a fuga dos remanescentes da equipe 141, que mataram o general Sheperd, que tinha armado pra eles. Como é de praxe, o jogo tem que ter um world tour de missões em diversos locais ao redor do globo. Dessa vez cê vai encarar uns malucos “terroristas” em lugares como a Somália ou Serra Leoa, tudo para sobreviver, e continuar protegendo os “ideais americanos”.

Independente de qualquer baboseira militarística e idealizada americana, CoD até hoje cumpriu bem seu papel principal, o de ser um bom jogo. E isso, pra mim, é o que supera essa parte de baboseiras americanóides. Antes de ser um jogo com boa trama, ele tem que ser um bom jogo. E embora a história seja clichê, a forma como a trama se desenvolve é que é boa. A narrativa sempre foi um ponto forte no jogo, deixe um pouco de lado a baboseira americanóide. Eu perdi a conta de quantas vezes eu dizia “car@#$” ao ver as sequências da história do jogo. Quem invadiu um aeroporto em Moscou e matou civis como um infiltrado investigando um grupo de “terroristas”, pra no fim da ação ser descoberto, e te matarem, deixando a culpa para o exército americano, sabe do que eu estou falando. Isso foi uma das sequência mais pic@ das galáxias em MW2. E sem falar dos trechos na favela do Rio de Janeiro.

Black Ops no ano passado bateu tudo que é  recorde de venda, eu não espero diferente desse título. Principalmente porque eu sempre curti mais MW. A série é um dos jogos que recebeu um certo status de como tem que ser o padrão de um fps . Acho isso uma bobagem sem tamanho, mas acontece mesmo, e muitas vezes até atrapalha jogos com propostas diferentes que não são muito bem recebidos pelo público (leia-se vendas, não qualidade). Mas esse ano a disputa é boa, Battlefield 3, que saiu faz algumas semanas veio pra bater de frente, e acho que disso sai uma boa disputa. Vejamos o que acontece pós lançamento de MW3.

A expectativa em cima de MW3 é tão grande, que acontecem até algumas esquisitices. Na França, um caminhão cheio de unidades do jogo foi roubado por um grupo armado. Parece até um viral do jogo isso, sei lá né, tem doido pra tudo nesse mundo mesmo…

 


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