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Zumbis cansaram? Seu anel rodoviário, conheça State of Decay

Vai achando que State of Decay é um game em que você dança Thriller com zumbis e você ganhará um segundo toba pra barrear

Se você é mais um dos entusiastas que achou que os games de zumbis já estão saturando, comece a pensar de novo. Veja bem, acho que os jogos de zumbis genéricos de tiro realmente já deram no saco, ainda mais com filmes, seriados, desenhos animados e tudo mais explorando o meio. Tá saturado, mas propostas diferentes dentro do tema são sempre bem vindos, é o caso de Walking Dead: The Game, da Telltale Games, já comentado aqui.

Recentemente temos propostas interessantes como DayZ, um mod de Arma II que transforma a experiência do game em algo que eu chamei de “Simulador de Walking Dead”, pelos vídeos reviews que vi sobre o mod. Ele fez tanto sucesso que agora parece que vai se tornar um  game oficial mesmo, nos moldes do que aconteceu com Counter Strike.

A Summer of Arcade, do console da Microsoft, apresentou um game estilo Metroidvania e Prince of Persia (clássico) muito bacana com Deadlight, embora curto. A onda da vez agora, e também para Live Arcade e PC’s, dos estúdios da Microsoft, é State of Decay (Estado de Decadência, pra quem não saca dos “ingreis”).

Segundo a descrição do vídeo no Youtube: O fim está aqui. A vida como você conhecia foi pro inferno depois que a mãe de todos os zumbis “causou geral”. Agora você e uns poucos sobreviventes devem se juntar para segurar as pontas e reconstruir em um jogo de ação em mundo aberto em terceira pessoa. - até aqui nada novo - Você escolhe onde deseja sobreviver, criando e fortificando sua base central, atuando em ações (raids, pro povo dos MMO’s) ousadas a procura de comida e munições e resgatando outros sobreviventes jogáveis com talentos únicos. O mundo aberto se desenvolve em tempo real, formado por suas ações, gerando dinamicamente conteúdo baseado em suas escolhas e a, sempre crescente, ameaça zumbi. – essa é a parte interessante -

Cara, pela descrição, pode-se interpretar muitas coisas. O fato de ser um mundo aberto, pode ser você encontrando outros jogadores e com eles explorando, montando uma base e se segurando como podem, próximo a proposta de DayZ. Ou pode ser um single player com esse mesmo objetivo aí, o que seria bacana, mas confesso que perderia parte do interesse.

A proposta de DayZ, para os que não sabem, é um mundo aberto, com um mapa ultra gigante, no qual você entra no jogo sem aviso de nada, você não tem um mapa, não tem objetivos na tela que te dizem pra onde ir, você está perdido e seu ojetivo é sobreviver. Seu personagem se cansa, se machuca, precisa de alimentos e cuidados médicos. Encontrar outros jogadores é sempre um mistério, eles podem se juntar a você, ou simplesmente quererem te matar pra te roubar. Tiros serão ouvidos por zumbis que virão atrás de você, e eles correm muito. O tempo passa como no mundo real, se o horário do servidor for 8 da noite, você terá o breu da noite como sua inimiga no jogo. Eu fiquei no cagaço com o jogador do review em muitos momentos do vídeo que vi, por todos esses detalhes, sério.

Está em inglês esse vídeo que vi, mas tem vários deles em português no Youtube, só estou postando esse porque foi o que me fez ver que o jogo é massa.

Enfim, se State of Decay for ao menos perto dessa proposta do DayZ, será um puta jogo, se não for, ainda precisarei ver mais dele pra definir o que acho, mas aguardo o game com bons olhos, assim como meu querido amigo Player 2.

O que a Microsoft não está investindo em jogos hardcore de alto orçamento, eles parecem estar fazendo com os títulos Live Arcade.


Os Reinos de Amalur

Sou um cara que posso dizer que não vi, nem procurei saber sobre NADA do que viria a ser esse Kingdoms of Amalur: Reckoning. Pra ter uma ideia, em um site eu devo ter visto comentado sobre outro jogo, mas como  o título que estava no topo dele era sobre esse jogo, eu achava que ele seria um MMO (burro pra car@&%$, pode dizer).

Esses dias vi que saiu a demo na Live/PSN, e até estranhei. MMO nos consoles não é muito comum, mas visto que existe Final Fantasy XI,XIV, DC Universe Online, Phantasy Star Universe e o futuro The Secret World, que está em fase beta, não foi lá tão estranho ver mais um.

Enfim, liguei a demo, começa explicando das terras de Faeland, onde o povo de Winter Fae, os imortais e agressivos Thuatas resolveram acabar com o povo de Summer Fae, mortais e sociaveis. A guerra está pendendo para o lado dos Thuatas, já que quando morrem, eles renascem em suas próprias terras, mas um fator pode alterar esse destino.  Em meio a terras pacíficas, longe dos frontes de guerra em Summer Fae, gnomos fazem experiências com o poço das almas (well of souls), afim de tentar trazer mortais de volta a vida. Seu personagem foi uma dessas experiências falhas, ou pelo menos é o que acharam, você “acorda” no meio de uma pilha de corpos de outras experiências que falharam, sem se lembrar de nada, enquanto o poço está sendo atacado. Você precisa fugir, sem muitas explicações de quem era, ou para que faziam essas experiências.

O seu personagem é completamente customizável, você escolhe rosto, raça, gênero, tipo de cabelo e todo essas  coisas que muitos rpg’s te dão opção hoje em dia. A jogabilidade de KoA é bem simples, com um botão você usa arma primária, com outro a secundária, segure RT (ou R2) e aperte um dos outros botões e use magias, etc. Equipamentos como armaduras e armas também não faltam. Me senti jogando um misto de Fable com Dragon Age e um leve toque de Tenchu também, e isso foi bem do car@$%&. A parte do Tenchu, é porque você apertando RB (R1), entra em modo stealth, andando devagar, podendo se aproximar de inimigos desatentos e matá-los com estilo.

O jogo utiliza um esquema de cartas de destino para você seguir especializações. Aliás, essa parte do destino parece fazer mais sentido ao longo do jogo, vi muito pouco sobre isso na demo, mas há leitores de cartas que conseguem ver o destino das pessoas, e curiosamente, o do seu personagem eles não conseguem ver.

O jogo possui um sistema de níveis de experiência e também quests que você vai pegando ao longo das cidades que visita. Pelo que pesquisei um pouco depois de jogar a demo, existem ainda facções dentro do game, e cada uma com quests específicas, sendo essas facções responsáveis pelo destino que seu personagem ou o ritmo que o jogo levará. Uma premissa bem bacana, e pelo que vi, até agora o jogo tem sido bem recebido por críticos e público.

Sendo um game distribuído pela EA, eu teria um certo pé atrás, eles acertam bastante, mas de vez em quando soltam umas bombas com cara de jogão que vou te contar viu. Mas a demo me pegou, tendo grana e tempo, por enquanto, os Reinos da Amarula eu compraria.


Novo DMC x Devil May Cry

Desde o primeiro teaser divulgado pela Capcom sobre o tão falado reboot de Devil May Cry, tenho visto fãs torcendo o nariz, reclamando muito do novo visual de Dante, o protagonista da série. Até entendo a raiva deles por mudarem tão drasticamente o protagonista, mas cá entre nós, ficou assim tão ruim? Chamaram de emo e coisas do tipo, mas não consideraram nem um pouco tudo o que o personagem passou no trailer. Nas cenas, Dante é torturado, surrado e mais um pouco, enfim, tudo para dar base para um visual rebelde de quem teve uma juventude difícil, em disparidade com o gaiato surfista que é o Dante original.

Por que de um Dante emo? Simplesmente porque hoje, o visual de um jovem rebelde é esse. Se fosse nos anos 80, iriam dizer que é gótico, ou junkie de rave nos 90 porque são referências visuais de rebeldia da época. Então acho completamente passável e aceitável esse visual. Aliás, até prefiro, porque nunca fui muito com o jeitão surfista “sou foda” do personagem original. Além do que, como a IGN citou defendendo o novo Dante, ele é a versão jovem que passou por muita coisa do original, o que te leva a crer que ele passa por um bocado de coisas pra deixar a rebeldia jovem pra trás e se tornar quem é.

O maior cúmulo que tenho visto até agora são os dos fãs clássicos mais fervorosos, que já sabem até que o jogo é ruim sem nem ter jogado antes. Eu consigo até aceitar a expectativa de um jogo com uma história fraca por não ter gostado do personagem, do que apresentaram do enredo até agora, e coisas do tipo, mas dizer que o jogo é uma bosta sem nem jogar, pra mim não é argumento válido. E aposto que esse povo pra não perder a razão, vai continuar dizendo que é uma merda, mesmo tendo curtido.

Vamos esperar o emozinho frufru sair mesmo pra ver se é  uma bosta de verdade ou se os fãs é que estão comendo bosta.

Agora espero o apedrejamento de vocês, mesmo porque minha opinião, como a de todos, não contempla a tudo, mas põe os pontos que acho positivo e aceitável na nova versão.


Minha Sith Marauder

Minha personagem do meu vício recente


Afasta de mim esse The Old Republic que isso é magia negra!

Depois de finalmente pegar um mmo que eu fique realmente empolgado, agora entendo o vício que os amigos que curtem ficam ao jogar. Meu Deus, você passa 5, 6 horas seguidas jogando isso fácil. E o pior? você acha que não fez PN no jogo, e ainda fica com peso na consciência de não ter feito PN na sua vida também. Tô com medo dessa porr@, sério!

Sobre o jogo

Agora que consegui me dedicar “um pouco” mais, posso dar uma opinião melhor. Como postei antes, estou jogando com uma sith warrior, com especialização em Marauder, isso me permite ser mais ágil e usar 2 sabres, mas não usa poderes da força a distância, como choques ou estrangulamentos. O gameplay é bem bacana, podendo ser comparado a qualquer outro rpg de ponta (sim, eu to falando de wow). Se ele não se destaca como melhor, ao menos não fica pra trás. Mas o que mais me agradou nisso foi o fator single player. Com os esquemas de opção de resposta que alteram sua afetividade com seu companheiro (NPC que te acompanha), e/ou sua afinidade com o lado da luz ou sombrio da força, o feeling de estar jogando uma continuação de KOTOR single player, mas com outros jogadores participando é grande. E isso é muito bacana, dedique-se a se socializar se quiser, mas você não tá afim de papo e quer só avaçar na história do jogo? De buenas também porque isso você pode.

Existem missões que só podem ser cumpridas em grupo, óbvio, mas elas nunca são centrais à história do jogo, e geralmente os níveis de dificuldade delas vem com os títulos [Heroic 2], [Heroic 2+] ou [Heroic 4], onde o número é a indicação de jogadores adequados pra avançar na missão. Pode ter certeza, a menos que você esteja uns 8, 10 níveis acima da faixa da missão, cê não passa sozinho nem fud$&%§.

A respeito das habilidades, conforme eu disse das classes e especializações, você começando como um sith warrior, ou qualquer outra classe do jogo, terá habilidades primárias que vai ganhando ou evoluindo conforme passa de nível. Depois do nível 10 você escolhe uma das especializações da sua classe, e aí ganha outras habilidades específicas, mas também continua evoluindo as primárias.  Mas não é só você que tem especialidades, lembra daquelas habilidades específicas de KOTOR de hackear computadores, criar equipamentos ou garimpar por artefatos raros? Pois é, essas habilidades no jogo são dedicadas aos seus companheiros, e é com elas que você vai poder garimpar por cristais brutos, e usá-los pra lapidar em cristais utilizáveis para o seu sabre, produzir itens para curar ou turbinar seu personagem, criar armaduras e outros equipamentos e outras coisas mais. É uma boa forma de dividir a dedicação do seu personagem, já que você não perde pontos de skill do seu sith com isso.

Mas e aí, o jogo tem ligação com os Kotor’s originais? Eu te respondo, sim, ele se passa 300 anos depois, e a referência não é apenas essa. Desde o primeiro jogo, a Bioware sempre se preocupou em encaixar a história deles no meio do enredo já produzido do universo expandido de Star Wars. Personagens das hq’s e livros do universo como Naga Sadow, Freedon Nadd, Exar Kun ou Ulic Quel-Droma são citados e permanecem como referência para o universo do jogo estar da forma como está. Sendo assim, eles não fariam diferente com o próprio título deles. (Spoiler pra quem não terminou KOTOR aqui) Há um culto dentro dos sith chamados de Revanitas, que cultuam a Darth Revan, protagonista do primeiro KOTOR. No jogo eles dizem que Revan iniciou jedi, se tornou sith, e depois se elevou acima das duas classes, sumindo no universo afim de se preparar para um inimigo maior do que esperavam. Isso todo mundo que terminou KOTOR já sabia, mas o jogo diz que Revan voltou de sua missão, embora não revelem o que foi que ele enfrentou, e decidiu treinar iniciados da força no planeta Dromund Kaas, capital do império, e lá morreu fazendo isso. Eu estranhei o fato desse culto ser do lado dos sith, e não conheço o lado dos jedi, mas imagino que eles devam ter uma facção de culto a Revan também, e to esperando também que mais desse passado desconhecido de Revan se desenvolva no jogo. (acaba aqui o Spoiler)

O jogo possui também os tradicionais modos de guildas e coisas do tipo, embora eu ainda não tenha testado essa parte, mas fiquei de cara com a quantidade de brasileiros jogando, volta e meia vejo alguem comentando algo em português. É uma boa pra quem não consegue conversar em inglês, e pra quem pretende procurar guildas BR.

Esse jogo tá tão bizarro de consumindo meu tempo que até pra postar o que tenho achado dele até agora foi um post grande, que medo, mas joguem!


Os 5 melhores jogos que joguei em 2011

Muitos jogos que joguei, muitos que não joguei, considerem aqui a minha opinião pelo que eu gosto viu, não pela popularidade do título, por exemplo, Skyrim nem entra na minha lista, primeiro porque não joguei e segundo porque não gosto de Elder Scrolls.

Os jogos não estão na ordem de melhores pra piores também não.

Dark Souls (PS360)

Esse título é disparado dos melhores que joguei no ano, e na geração atual. Com um mundo sombrio, onde tudo tá na merda, e você tá no meio dessa merda toda. Um jogo bem introspectivo e difícil, bem aos moldes de muitos jogos clássicos, e diferente dos de hoje, onde tudo é feito pra que você consiga chegar ao final tendo uma dificuldade tranquila. Em Dark Souls, se você não aprende a jogar, você não passa mesmo. O pior e o melhor é a falta de amparo, você não tem pessoas, livros ou qualquer coisa do tipo te dizendo vá ali, venha aqui, você tá solto, vai de sua livre e espontânea exploração, mate um NPC e isso acarretará em consequências pro resto do jogo, sejam elas boas ou ruins.

Gears of War 3 (X360)

Em um ano fraquíssimo de títulos de games tradicionais para o console da Microsoft, a grande cereja do bolo (pra não dizer o bolo todo, dado o fato de que praticamente só saiu game pra Kinect esse ano), é Gears 3. Grupos de personagens diferentes desenvolvendo a história ao mesmo tempo, conclusão de enredo iniciado no primeiro título, inimigos novos f¨*$endo ainda mais os sobreviventes do planeta já f¨*$dos, monstros gigantescos e poucos cartuchos de balas para enfrentá-los, um modo campanha permitindo 4 jogadores, além de continuação do excelentíssimo modo horda fazem de Gears 3 um PUT@ jogo de 2011. Shame on you MICOsoft por não ter desenvolvido mais títulos tradicionais na proporção que fizeram com o Kinect.

FIFA 12 (multi)

Ok, Fifa tem um título novo todo ano mudando um pouquinho de coisa do anterior e bla bla bla. Mas Fifa 12 eu coloco em destaque do ano, como fifa 11 eu não colocaria no ano passado. Esse ano deram uma boa trabalhada na engine, melhorando o contato físico, além do multiplayer tendo divisão por experiência dos jogadores, fazendo com que você procure pessoas que estão mais ou menos do seu nível, e perca jogos pra ver se você não é rebaixado pra divisão anterior.

The Legend of Zelda: Skyward Sword (wii)

Considerado um dos últimos, se não o último fôlego do Wii, Skyward Sword é de longe um dos melhores títulos da série. Alguns amigos comentaram do fato de preferir que o jogo fosse nos moldes de controles tradicionais, e eu concordo, mas o que defendo é que, nos controles de movimento atuais, Skyward Sword é o que de melhor poderia ser feito. E também no visual do jogo, de longe o título mais bonito do Wii, uma pena não ter o desempenho de engine de um ps3 ou x360.

From Dust (X360, PS3, PC)

Disponibilizado como título arcade, From Dust foi uma das melhores surpresas que tive no ano, difícil até explicar a jogabilidade, mas digamos que você é uma energia divina, na qual os membros de uma tribo que você acompanha cultuam, e que precisa ajudá-los na tarefa de sobreviver e cultuar a terra. Ondas gigantescas, vulcões em erupção e outras coisas mais são os impecilhos que um deus tem que enfrentar para ajudar o povo. O título custa por volta de 10 dólares.

Explicações: Como eu disse antes, títulos como Skyrim não entram porque eu não joguei e não gosto da série, assim como outros títulos que não tive a oportunidade de jogar. Não imagino um Batman Arkham City de fora dessa lista, e ele só está de fora porque eu não joguei, o mesmo acontece com Bastion, Uncharted 3 (que também não curti a série) ou Little Big Planet 2. Não tem nada a ver com serem péssimos títulos, mas com gostar ou não do jogo, e ter jogado ou não.

Sendo assim, menções honrosas de jogos de fora da lista, considerados dos melhores por público e/ou críticos:

Batman: Arkham City (Ps3, X360, PC)Bastion (Ps3, X360, PC)Killzone 3 (PS3)Infamous 2 (PS3)Uncharted 3 (PS3)Little Big Planet 2 (PS3)Child of Eden (PS3, X360, mas a versão do Kinect é a melhor), Ultimate Marvel vs Capcom 3 (Ps3, X360, PS Vita), Super Mario Land 3D (Nintendo 3DS)Rayman Origins (X360, Ps3, Wii), The Elder Scrolls 5: Skyrim (Ps3, X360, PC), Star Wars: The Old Republic (PC)Sonic Generations (Ps3, X360, PC), Battlefield 3 (Ps3, X360, PC, mas a versão do pc é a melhor), Forza 4 (X360), Infinity Blade 2 (iPhone/Pad/Pod), Portal 2 (PS3, X360, Mac, PC), Call of Duty: Modern Warfare 3 (Ps3, X360, PC), Outland (Ps3, X360, PC), Mario Kart 7 (Nintendo 3DS), Dissidia Final Fantasy: Duodecim (PSP)


Promoção na Steam

“Put@ que p@riu!” Foi só o que consegui dizer ao abrir o Steam hoje. Mermão, não tem pra ninguem. Nem Live nem PSN conseguem competir com as promoções da Steam. São vários packs POR EMPRESA em promoção. Você pode comprar o título individualmente também, mas pra quem quer jogar mais coisas, vale a pena um packzão da 2k, por exemplo.

Só pra ter uma noção, esses são os itens no pack da 2k:

Sid Meier’s Civilization® IV, Civilization IV®: Warlords, X-COM: Terror From the Deep, X-COM: Apocalypse, BioShock™, X-COM: Interceptor, X-COM: UFO Defense, Civilization IV: Beyond the Sword, BioShock® 2, Freedom Force, Freedom Force vs. the Third Reich, Sid Meier’s Civilization® V, Axel & Pixel, Borderlands, Borderlands: The Zombie Island of Dr. Ned, Sid Meier’s Civilization IV: Colonization, Civilization V: Cradle of Civilization – Mediterranean, Civilization V: Cradle of Civilization – Asia, Civilization V: Cradle of Civilization – Americas, Civilization V: Cradle of Civilization – Mesopotamia, Civilization V: Explorer’s Map Pack, Double Civilization and Scenario Pack: Spain and Inca , Sid Meier’s Civilization® V: Babylon (Nebuchadnezzar II), NBA 2K10, The Misadventures of P.B. Winterbottom, Borderlands: Mad Moxxi’s Underdome Riot, Mafia, Borderlands: The Secret Armory of General Knoxx, Mafia II, Mafia II DLC: Jimmy’s Vendetta, Mafia II DLC: Joe’s Adventure, MLB 2K11, Duke Nukem Forever: Hail to the Icons Parody Pack, Duke Nukem Forever: The Doctor Who Cloned Me, Borderlands: Claptrap’s Robot Revolution, NBA 2K11, Civilization and Scenario Pack: Polynesia, Civilization and Scenario Pack: Denmark – The Vikings, Civilization V – Civilization and Scenario Pack: Korea, NBA 2K12

Coisa pra c@r@lho né? E tá saindo de 449,10 por 74,99 dólares. Tem muitos outros packs como a ubisoft, a lucas arts, uns packs de títulos independentes, ID Software, Bethesda…

Enfim, vai na Steam compr@r velho, vale a pena. A promoção vai até o dia 2 de janeiro.

 


5 jogos para jogar em maus momentos

Aproveitando uma fase difícil que estou passando pra transformar em algo produtivo, tive a ideia desse post. O propósito é se entreter com algo que deixe sua mente descansando e concentrado apenas em alguma função, liberando até um pouco de agressividade nos pixels pra não liberar na vida real, então vamos lá.

Samurai Dishwasher (live arcade)

Apesar da dificuldade do jogo, que pode ser pior por te deixar mais puto, fatiar hordas e mais hordas de bichos escro$%& é um prazer inenarrável, te fazendo até rir de algumas ocasiões. Você é um lavador de pratos que aprendeu a arte milenar deles e foi morto sem saber o porque, mas volta dos mortos querendo vingança. Tem algo mais perfeito pro seu “momento fundo do poço”? Como falei, só controle a dificuldade do jogo, porque senão é capaz do jogo te deixar é mais puto por estar mais morrendo do que matando.

Gears of War – Qualquer um da série (1-PC e X360, 2 e 3 – X360)

Quem tem acompanhado meus posts de impressões sobre Gears 3 tem uma noção do tanto que é aliviante destruir hordas e mais hordas de bizarrices que insistem em te encher o saco. Uma metralhadora com uma motossera na ponta, não tem arma mais perfeita pra se criar pra um jogo em que você só quer se divertir eliminando pixels (que no caso nem é pixel, é cg,hehe) xaropes pela frente.

Tartarugas Ninja Arcade (um bocado de plataforma)

Esse jogo é apenas uma representação de um gênero que é bom pra isso, qualquer outro Beat ‘em Up, ou como eu costumo chamar, “andar e bater”, se encaixaria perfeitamente na função. A história: um vilão xarope (no caso, o Destruidor) resolveu se meter na tua vida, seja te desafiando, ou querendo se meter a besta com o mundo, e cabe a você zuar com os planos dele e acabar com uma horda descerebrada de imbecis que aparecem pela tela pra te atrapalhar, receita perfeita, é ou não é?

Call of Duty (vários títulos e pra tudo que é plataforma da geração ps2 pra cá)

Jogos de tiro em primeira pessoa, os mais populares dos títulos descerebrados pra liberar tensão. Acrescente a isso um modo multiplayer pra muitos jogadores, com direito a zoações pelo headset e você tem um jogo aliviador de tensão perfeito. Você vai dormir até um pouco mais leve, e quem sabe até para de acordar mais cedo do que deveria, como estava fazendo, preocupado com mil coisas ao mesmo tempo.

God of War – a série (PS2,PSP,PS3)

O título mais perfeito de todos para o propósito, centenas de criaturas mitológicas e deuses contra você, e você tá puto o tempo todo sendo atormentado por pesadelos de erros passados e de deuses se metendo na sua vida. O que você iria querer mais? Você é tão foda que mata com requintes de tortura os deuses do Olimpo que resolveram ferrar contigo. Sobra até pros titãs que também queriam te usar.

E é isso pessoal, produzindo algo útil com um momento ruim que passo. Lembrando sempre que deixe suas agressividades pra gastar no videogame, e se por acaso perceber que está ficando mais agressivo que o normal, deixe o aparelho um pouco de lado e vá desestressar com outra coisa. Sou a favor de jogos violentos (assim como dos filmes, livros, séries, ou qualquer outro entretenimento) como válvula de escape, nunca como influência negativa pra você cruzar a barreira do real/ficção, e principalmente, sempre levando em consideração a idade adequada pra esse tipo de entretenimento. Pareça brutal o que for os jogos, sou contra violência no mundo real.


Diário de um jogador de Gears of War 3: Parte 2

Mais 2 horas de partida hoje, dessa vez dividindo com 2 amigos (nessa proporção, amanhã eu consigo realizar minha vontade de jogar o modo campanha em 4 pessoas), e curtindo pacas. Ao que estou percebendo, o jogo tem dividido o foco entre os personagens, você começa a campanha como o protagonista Marcus Phoenix,  logo em seguida te passam pra jogar com Cole e outros membros dos COG’s. Não é só nisso que o foco está dividido, até o ponto em que estou, a história está trabalhando muito com ciclos da origem dos personagens que se fecham, o jogo já começa te pondo atrás do paradeiro do pai do Marcus, que estava supostamente morto até o momento. Com Cole, você começa visitando a cidade natal, onde ele é bem popular por ser o astro do antigo time de futebol americano antes dos Locusts fud#%$ com tudo.

Os Lambents até o momento estão se saindo mais difíceis do que os Locusts eram até Gears 2. Não me lembro de passar tanto problema por falta de balas no mesmo nível que to passando em Gears 3. Os bichos são resistentes pacas, alguns até bem chatos, que ficam teimando em não serem serrados ao meio. Mas até o momento, o pior que enfrentei é o Ursinho Carinhoso. Não estranhe, não tem nada do tipo no jogo, eu que tenho o hábito de nomear os personages de Gears e Left 4 Dead tudo, pra facilitar na identificação jogando em grupo. Esses fila dumas put@ lambedores de testículos alheios são grandes, fortes e resistentes pra car@$#*, e ainda por cima jogam umas bolas de luzes (não é Hadouken) que te derrubam logo de cara, tome 2 e vc tá morto no ato. Pra matá-los, só com muito “carinho” na barriguinha brilhante deles (daí o motivo de ser Ursinho carinhoso).

Outro monstro chato, que não achei um nome pra ele, é uma criatura que depois de vc acertar muito no ponto fraco, o bicho cresce, parecendo uma cobra gigante, com 2 tentáculos no lugar dos braços e fica atirando flechas de luzes que tambem te derrubam de primeira, e o pior dessas porr@s dessas flechas é que como o monstro fica mais alto, elas caem de cima pra baixo, passando por cima da barricada que você tá de proteção, como se não fosse o suficiente, depois de explodirem nessa tranformação, a cabeça sai viva e se arrasta pra perto de você, para implodir e te levar junto, fala se terrorista não economizaria a beça com homens bomba se controlassem uns bichos desses.

Sobre jogabilidade, é o que falei no outro post, Gears é manjado, e não tem muita novidade, mas a ação é frenética, sem nenhum minuto pra descansar, aliado ao bom humor e sarcasmo nível 20000 plus dos personagens. Uma das poucas novidades da vez fica por conta de alguns exoesqueletos em alguns pontos das missões que você usa pra derrubar monstros que parecem recém saídos de combates contra o Daileon e o Titan Flash. Você também usa esses exoesqueletos pra carregar algum objeto grande que faz parte do objetivo da missão.

Eu tinha que dizer isso, mas uma das coisas que mais ri de bobeira no jogo foi um momento “malas de galera batendo num coitado”, ou the warriors: o jogo. Um monstro foi derrubado por um dos amigos jogando, e enquanto ele chegou serrando uma parte do monstro, eu estava do outro lado chutando ele no chão.  Que coisa mais saudável e benéfica a sociedade, hein? Por isso gosto de videogames, boto todos os meus demônios pra fora lá e volto pra sociedade tranquilinho, livre, leve e solto, tendo feito tudo que não tenho vontade, nem coragem na vida real.

Até a próxima. Futuramente, quando eu terminar a campanha, posto sobre modo Horda e coisas do tipo, só devo demorar a postar sobre DLC’s, porque ganhei a versão standard, e o jogo tem DLC tanto quanto tem Lambent pra matar, vai mais uma boa grana se for comprar tudo. A dica atrasada que ganhei, é que em alguns aspectos, era melhor comprar a versão que vinha com o Season Pass, liberando tudo, ou quase tudo desses DLC’s.

PS: O nome oficial do Ursinho Carinhoso é Gunker, e o outro que cresce com tentáculos se chama Drudge.

Tempo Parcial: por volta de 3 horas, no modo difícil | Companheiros de aventura: Butcher (ontem e hoje) e Hunter X (hoje)


Gears of War 3 – impressões

Até agora o que tenho a dizer é: K -rá-lho!!!! A Epic acertou na medida de novo. Embora eu não tenha ficado tão escrot@mente empolgado como fiquei no segundo, ainda assim o jogo continua me fazendo cair o queixo. Em time que tá ganhando não se mexe, e gears é exatamente assim, claro que a fórmula já está um pouco gasta, mas ei, CoD tem 10 mil títulos e sai um novo todo ano, Gears é apenas o terceiro, e o último já tem mais de 3 anos de lançamento, deu tempo de sentir saudade já.

O jogo continua surpreendendo no que diz respeito a gráficos bonitos, o jogo está com um visual limpinho e usando o melhor que o Xbox no talo pode oferecer. Ainda estou bem no início e não tem muito da história desenvolvida até agora, mas o que sabemos é que aparentemente os Locust foram derrotados com a queda da cidade de Jacinto, mas ainda assim os sobreviventes não puderam comemorar muito. Sem um lugar pra morar, se estabeleceram em uma ilha, o que não durou muito tempo, já que surgiram novas criaturas escrot@s, os Lambent, e tão ferrado geral de novo. A ilha acabou por ser perdida e os sobreviventes se dividiram em grupos vivendo em navios e outros tentando a sorte de novo no continente. A partir daí, o resto da história qualquer Wikipedia resolve a tua vida.

Vai por mim, correr em um navio todo fod#%* sendo atacado por monstros é tão foda quanto dirigir um jipe de combate numa caverna escura cheia de Locusts, e nesse ponto Gears ainda não perdeu a linha no que se diz respeito a te manter em um ritmo frenético 100% do seu tempo de jogo.

Só não jogo mais hoje porque dependo dos amigos se juntarem a mim pra jogar em multiplayer, já que não tô afim de jogar Gears sozinho, e nem quero, esse jogo merece ser jogado em multiplayer. Serrar lamberts ou locusts só tem graça se tiver plateia, e isso é uma convocação (e uma imploração) para que os amigos se juntem a mim nessa tarefa de terminar essa porr@.

 


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