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Strider voltou!!!

strider abertura

Ontem saiu um dos jogos que mais aguardava desde que foi anunciado. Em geral eu fico bem feliz com velhos clássicos voltando renovados, mas Strider é um dos meus games prediletos da era 8/16 bits. P$##a, só papai do céu sabe como eu tô feliz dessa franquia estar de volta.

Querendo me cercar é? Sem problema, o pau vai comer pra vocês também

Querendo me cercar é? Sem problema, o pau vai comer pra vocês também

E o game não me decepcionou até o momento. Movimentos rápidos, comandos simples, visual bonitão, trilha sonora remixada. Tudo bem, os inimigos são um tanto repetitivos e o jogo está aparentando ser relativamente curto, mas o game é um Metroidvania, e isso já dá uma boa renovada no modelo antigo do game. Quer dizer, renovada entre aspas. No NES, o game de Strider seguia num esquema um pouco essa linha, mas ao invés de ser um mapa único interligado, era por fases, um pouco parecido com a lógica de Demon’s Soul. Se travasse em uma fase, você saía pra procurar um item específico de outra e abrir o resto da fase anterior.

No nintendinho o personagem não tinha muitos movimentos, mas o jogo seguia um padrão "explore aquele lugar pra descobrir como prosseguir nesse aqui"

No nintendinho o personagem não tinha muitos movimentos, mas o jogo seguia um padrão “explore aquele lugar pra descobrir como prosseguir nesse aqui”

A história parece ser um reboot da série, muito embora isso não tenha sido um problema, já que nunca houve muita profundidade nessa parte. Apesar disso, achei um tanto esquisito o jogo não ter uma abertura contando um pouco do enredo até você entrar em cena. Aperte start, veja Hiryu chegando na sua asa delta futurista e pronto, começa o quebra-pau.

ô cara, esse salto em estrela é uma dos saltos mais legais que um personagem de videogame já deu

ô cara, esse salto em estrela é uma dos saltos mais legais que um personagem de videogame já deu

Cenários conhecidos como a cidade de Kazakh estão de volta, com direito a torres baseadas em estruturas russas ou o cenário de neve da Sibéria. O sabre que corta o ar como uma luz e os pulos em estrela estão lá também, tudo muito bem feito como deveria ser. A trilha sonora também é revisitada dos clássicos anteriores, e ficaram muito bacanas, curtam esse vídeo comparativo que um fã fez.

Infelizmente a pior coisa pra mim é a sensação do jogo ser curto. Claro que onde estou, estão aumentando um pouco os trechos que não consigo acessar ainda, mas a impressão que me deu, pelo que explorei dos mapas, é que eles não darão muito fator replay uma vez que estiver com todas as habilidades. Eu espero demais estar enganado, afinal um Metroidvania sem muito fator replay perde um pouco da graça.

Olha o Edson Celulari na capa do Mega Drive!! lol

Olha o Edson Celulari na capa da versão do Mega Drive!! lol

O game tá disponível pra X1, X360, PS3, PS4, PC, Bicicleta do seu Zé, ping pong e o baralho a 4. O preço é que tá variando um pouquinho. Na Live e na Psn custa 15 dólares (ou 30 reais se sua conta for da Live BR), na Steam tá saindo por 26 reais. Pra quem comprou na pré-venda deles, ganhava a trilha sonora em formato digital e o artbook do jogo, um brinde bem bacana, que inveja.

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Fica ligado nesse joguinho: Starbound

StarboundUmas 3 semanas atrás um amigo me mostrou um jogo no trabalho que ele tinha comprado em pré-venda e que está em beta aberto na Steam aos compradores. Segundo a definição dele, era um Minecraft com experiência em 2D e elementos de exploração ao estilo Metroid.
Fiquei meio com o nariz torcido porque faço parte de uma (acho que deve ser) minoria que não entenderam qual foi a graça que viram em Minecraft. Mas testei o jogo mesmo assim, afinal, tava na minha mão e precisava testar antes de dizer se gostei ou não, né.
Bendita hora que inventei de testar, o que encontrei foi um game que não perde tempo te explicando o que e como se virar, nem objetivo maior. Que te coloca pra explorar planetas gigantescos e na maioria das vezes desolados, encontrando apenas a fauna e flora local, que podem ser amistosos ou não. Que te poe pra desenvolver sua tecnologia e aumentar a sua base da forma que quiser, desde que consiga os recursos necessários para isso. Isso tudo entre outras coisas bacanas também.

Logo no início você escolhe entre 6 raças e o gênero delas, além de outros pormenores. Repare que na raça Glitch, de constructos, o gênero é simbolizado por uma tomada ou um plug.

Logo no início você escolhe entre 6 raças e o gênero delas, além de outros pormenores. Repare que na raça Glitch, de constructos, o gênero é simbolizado por uma tomada ou um plug, lol.

Me senti realmente jogando Metroid. Não que seja igual na jogabilidade, até porque joystick não é permitido ainda, e me é estranho demais jogar um game 2D com mouse e teclado pra mirar. Mas a ambientação de estar sozinho com seus pensamentos em um planeta aparentemente hostil, procurando recursos pra conseguir combustível pra sua nave, ou chamar ajuda, foi o que mais me cativou.

Sim, o nome do meu personagem é Metroid, e daí? Ele tem 3 olhos e é verde, oras!

Sim, o nome do meu personagem é Metroid, e daí? Ele tem 3 olhos e é verde, oras!

O game tem um sistema de mapa estelar, e conforme você consegue carvão pra usar de combustível na sua nave, você vai do ponto de sair do planeta onde começou e visitar a lua dele, até explorar planetas em outros sistemas mais distantes.
Aliás, são vários os planetas do game e cada um com características únicas. Meu game começou em um planeta repleto de floresta, o de um amigo era vulcânico. As consequências disso é que eu tinha facilidade em conseguir madeira, mas dificuldade em minérios, esse amigo tinha uma situação inversa, e precisava plantar sementes pra conseguir árvores e coletar madeira.
O planeta é aparentemente desolado, o que quer dizer que provavelmente tenha habitantes, explorando você descobre. Na partida que testei na conta de um amigo, o planeta que comecei tinha uma prisão abandonada onde os presos tomaram conta. Não preciso nem dizer que quando abri a porta choveu de maníaco querendo meu fígado né? Na minha conta, depois de comprar o jogo, após sair do planeta que iniciei e explorar a lua próxima a ele, depois de cavar por kilômetros eu achei uma espécie de mausoléu subterrâneo, nele havia um sapo gigante comerciante. Esse amigo meu que me apresentou o game, disse que chegou a um planeta que tem uma cidade dos apex, a raça de macaco do jogo, e por aí vai.
Uma coisa que me desanimou um pouco (quase nada)  foi a falta de um objetivo comum depois de determinado ponto. Claro que o game ainda tá em beta, e que ele tem milhares de elementos pra te prender a ele mesmo sem um objetivo específico, mas penso que seria interessante encontrar alguns NPC’s espalhados no jogo que precisassem que você levasse uma estatueta encontrada em uma torre, ou uma chave a muito perdida em uma catacumba, e por aí vai.
Aliás, em matéria de itens, Starbound também tem um sistema de equipamentos (armaduras ou armas) que você pega ou constroi. Lembra da prisão que citei? Uma das prisioneiras tinha uma pistola, que com muito gosto peguei depois de acabar com a fuça dela. No meu outro jogo, consegui uma lança que solta raio laser que estava em um baú. Depois de construir uma mesa de construção e uma bigorna eu tive acesso a algumas espadas, arcos e partes de armadura. Sim, o jogo é futurista e tem armas medievais, tudo porque você tem que se virar com o que tem, logo, sua tecnologia precisa ser desenvolvida aos poucos até ter acesso a raios laser e coisas do tipo.

Através da mesa de construção (crafting table), você tem opções pra mais equipamentos ou outros aparelhos de construção, como a bigorna, para criação de espadas, armaduras ou picaretas

Através da mesa de construção (crafting table), você tem opções pra mais equipamentos ou outros aparelhos de construção, como a bigorna, para criação de espadas, armaduras ou picaretas

Mas como se não bastasse o prazer de explorar  sozinho, o game tem ainda um modo multiplayer, no qual acho que precisam desenvolver melhor no futuro. Pelo multiplayer do jogo você precisa digitar nome ou ip do servidor, login e senha, já que é liberado pra vários servidores dos próprios jogadores, além dos oficiais do game. Penso que seria mais prático apenas escolher qual servidor quer, ver o número de jogadores que lá estão e escolher, ou então colocar em uma opção extra de digitar o seu próprio servidor.
Não consegui jogar online, da única vez que testei, entrei em um planeta onde tinha muita gente e ficou travando até cair, mas a princípio, acho que a experiência do multiplayer do game é mais agradável se você procurar gente que comece a explorar no mesmo nível que você, pra conhecer o jogo e conseguirem os recursos através da exploração. No pouco que fiquei na sala, tinha uma galera mais avançada já distribuindo itens e recursos geral pra rapaziada pé rapada do jogo, e sinceramente nunca entendi a graça de continuar jogando de quem recebe tudo isso de mão beijada assim.

Casa beeeeem no início sem muitas coisas ainda, e uma máquina de refri, conseguida na prisão, porque ninguem é de ferro né.

Casa beeeeem no início sem muitas coisas ainda, e uma máquina de refri, retirada da prisão, porque ninguem é de ferro né.

O jogo custa 15 dólares e ainda não tem data pra sair a versão final, mas o beta é aberto a todos que comprarem, então já dá pra curtir. Deixa de ser murrinha e vai curtir a parada.

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Em dia de Halloween, Konami divulga novo trailer de Castlevania: Lords of Shadow 2

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Eu não preciso ressaltar o quanto sou fanboy da franquia desde o NES e o quanto tenho gostado dessa repaginação em 3D né? Pois é, então dá pra imaginar que eu tô ansioso pra baralho pra jogar  Lords of Shadow 2 e saber como conclui a jornada de Gabriel Belmont e sua prole.

A Konami divulgou mais um trailer hoje, e pelo andar da carruagem (os diálogos), o enredo se inclinará para uma possível busca de redenção por parte dos envolvidos na vida do auto intitulado Drácula.

Não imaginei que Maria fosse reaparecer na história, ao menos se for ela mesmo né, sabe-se lá o que o Zobek ou o Lulu podem aprontar… Mas a presença de Alucard deve influenciar na mudança de ideia de Gabriel e talvez decidir buscar a redenção.

Ainda sobre o game, há uma possível chance de a Konami Brasil trazer pra cá uma versão dublada do game. Eu adoraria, desde que a dublagem não seja fuleira como a de Assassin’s Creed 3.

O negócio é aguardar e ver no que vai dar, o game foi adiado de 31 de dezembro pra fevereiro do ano que vem.

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Notas sobre Tartarugas Ninja: Out of The Shadows Pt.2 – Referências nostálgicas e Easter Eggs

oots marcaTMNT: Out of The Shadows  não procurou apenas levar os personagens a um outro estilo de jogo, mas para os fãs que conhecem os heróis, tentou também dar o valor nostálgico de quem foi criança no auge deles, e podem talvez identificar as milhares de referências saudosas. Resolvi listar algumas das que identifiquei nas minhas várias horas de jogo. Vamos lá.

Menu principal e a capa de TMNT número 1

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Antes mesmo de ter dado de cara com os primeiros segundos de jogo, essa tela já me deixou impressionado por terem ido atrás da raiz de TMNT. A primeiríssima edição lançada em maio de 1984, impressa em preto e branco com os poucos trocados que Kevin Eastman e Peter Laird conseguiram juntar pra imprimir algumas poucas cópias do volume 1 tinha essa capa. Pra quem não conhece, Tartarugas Ninja foi um fenômeno nos quadrinhos autorais distribuídos no esquema de fanzine porque essa edição no boca a boca fez tanto sucesso que esgotou rapidão. Isso felizmente proporcionou em seguida novas impressões dela e, consequentemente, a continuação da história.

Tema principal do menu

Tema principal que toca nos créditos do primeiro filme dos Tartarugas Ninja, a música Turtle Power, do Partners in Kryme, também é o tema do menu e dos créditos de TMNT Ot of The Shadows.

Go Ninjas Go Ninjas Go!

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Tema do segundo filme, o tema go ninjas go, do Vanilla Ice, ficou de fora do jogo, mas a dancinha não foi esquecida e é uma das muitas interações entre os personagens.

Hi five (ou seria Hi three?) torto

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No encerramento do primeiro filme os tartarugas acabam com um hi-five (ou three) e o clássico “cowabunga”. Recentemente surgiu no youtube uma versão que seria de um final alternativo, ou sei lá do que seja, mostrando que na cena original, os atores erraram o hi five. A Red Fly não perdoou e colocou essa “falha” também em OoTS.

Faixas coloridas/vermelhas

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Arte de Jim Lawson

As cores dos tartarugas foram criadas para a fácil identificação das crianças quando fossem assistir ao desenho animado de 1987, mas na versão original dos quadrinhos, nunca houve essa divisão. Todos usavam vermelho e não tinha necessariamente essa “crise de identidade”. Foi a primeira vez que vi um jogo permitir essa alteração, tem uma manha que você faz no jogo (no meio das fases mesmo), que você segura RT e aperta Y A B B A Y A B B A (no ps3 seria segure R2 e aperte Triângulo X Bola Bola X Triângulo X Bola Bola X), e você verá o símbolo do jogo salvando no cantinho esquerdo. Aí você sai do jogo e entra de novo, quando for escolher seu tartaruga aparecerá a opção de usar bandanas vermelhas ou coloridas. Como um fã das hq’s dos tartarugas, e por ser novidade, advinha com que cores eu jogo.

Teenage Mutant Ninja Noses

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Piadinha que se tornou muito usada nas redes sociais, desenhar Tartarugas Ninja no nariz das pessoas se tornou também um meme usado no jogo. Nos créditos, a equipe de produção tem seus narizes zoados com cara de tartarugas também.

Nham, Pizza!!

Nas histórias originais, os tartarugas nunca tiveram fascínio em especial com alguma comida, sempre comeram de tudo. Comida chinesa, mexicana, japonesa, italiana, etc etc etc. Mas para o desenho clássico (e todas as outras mídias influenciadas por ele), os personagens eram fascinados por pizza. Isso voltou a estar presente na versão do desenho da Nickelodeon, e consequentemente nesse novo jogo, sendo a pizza o item de recuperação de hp do jogo.

Utrom/Krang/Kraangs

Os Utrom, o Krang e os Kraang

Os Utrom, o Krang e os Kraang

Nas antigas HQ’s, havia uma raça de seres evoluídos que lembravam um cérebro, ou chiclete mastigado, que usavam exoesqueletos humanoides para interagir entre humanos. Eles são os Utrom, uma espécie pacífica e evoluída que praticava alguns experimentos em segredo na Terra. Foram eles que criaram o Ooze que possibilitou a mutação dos tartarugas. Essa versão foi mantida no desenho de 2003, mas no desenho de 1987, os Utrom foram limados, assim como sua origem, e acho que até pelo aspecto feio, resolveram fazer da raça inteira, apenas um personagem, que foi chamado de Krang e é o aliado do mal do Destruidor. No novo desenho (e consequentemente a versão inspirada e liberada para OoTS), eles se tornaram uma raça, os Kraang, e voltaram a fazer experimentos na Terra, mas são vilões de outra dimensão, como o Krang era (lembram da Dimensão X?).

Diálogos

Nenhum jogo do tartarugas ninja procurou dar o feeling de relação dos personagens como Out of The Shadows. Os diálogos são uma piada a parte no jogo. Várias situações de “e se” são colocadas, e com isso aparecem pequenas piadinhas nostálgicas sobre situações anteriores dos personagens. Infelizmente se você não saca inglês, fica no vácuo nessas horas do jogo, mas nos diálogos nós temos:

1 – Donatello quando pega uma pizza questiona sobre a estranheza de achar uma pizza largada no chão, dizendo que a pizza pode estar estragada, ou pior, o Destruidor poderia ter deixado ela lá, sendo ela uma pizza espiã.

2 – Ainda o Donatello questiona se algum dos seus irmãos já parou pra pensar se por um acaso existisse um quinto tartaruga perdido que o Splinter não tivesse visto quando os encontrou e, com isso, tivesse crescido sem a orientação dele e tudo mais. Essa referência a um quinto tartaruga foi usada muitas vezes. No desenho animado clássico, um adolescente amigo e fã deles chamado Zack, era considerado por eles o quinto tartaruga e os ajudava em alguns episódios. Se refere também ao Slash, a tartaruga mutante que era bichinho de estimação do Rocksteady e que é forte e sem a orientação de Splinter. Na série lixosa Next Mutation, que passava na Fox Kids, também foi apresentada uma quinta tartaruga fêmea chamada Vênus de Milo, Deus abençõe essa série não ter ido pra frente.

Da esquerda pra direita, Zack, Slash e Vênus de Milo

Da esquerda pra direita: Zack, Slash e Vênus de Milo

3 – Lembram o que falei sobre as bandanas vermelhas pra ajudar na identificação dos personagens? Um dos diálogos do Raphael é questionar sobre o que aconteceria se por um acaso eles trocassem de bandana, sobre o quanto eles conseguem expressar da personalidade deles pra que as pessoas tivessem essa possível dificuldade. Leonardo questiona se ele quer tentar e o Raphael responde apenas um “não, de repente outra hora”.

4 – Pizzas são um delírio para os tartarugas, Michelangelo tem um diálogo no qual ele começa a viajar explicando que a pizza não é apenas uma comida, mas um estilo de vida. Cita trilhares e trilhares de exemplos de ingredientes que você pode colocar em cima dela, cita que nunca foi ao Havaí, mas que lá eles usam algumas coisas legais então tá de boa, e vai falando outras peculiaridades de ingredientes de outros países. É uma viagem que até o Raphael fica de cara com a dissertação do irmão abobado e no quão sério ele parecia falando.

5 – Ainda no Michelangelo, ele proporciona os diálogos mais fumados. Outro papo de “e se” do jogo é um em que ele questiona se eles encontrassem um bebê e criassem ele, que ele seria um humano treinado pra conversar na língua deles. Raphael já dá um corte dizendo que eles conversam em inglês, que é a língua deles. Donatello questiona sobre a morbidez de encontrar um bebê largado, e Michelangelo complementa dizendo que ele seria um sobrevivente no meio de destroços de um barco (ou nave), e começa a viajar em um enredo típico de cinema. Os irmãos só comentam o quanto ele é medonho.

Considerações finais
Eu pensei em colocar até sobre os golpes aqui, mas acho que esse post já se alongou demais, e penso que apenas citar alguns já é o suficiente, mas se você lembra dos filmes antigos, vai lembrar que eles usavam o cenário inteiro (menos as armas deles que são mortais) pra derrotar os ninjas do Clã do Pé. Isso está presente no game, assim como os golpes em grupo, como a “cascada” (Shell Shock) usada em Tatsu no segundo filme, ou a bola de boliche do primeiro filme. De games antigos, o Power Drill, do Raphael em Tournament Fighters do SNES também é um golpe usado nesse jogo, assim como o Rising Thunder do Michelangelo.

Bola de boliche usada por Michelangelo e Raphael no primeiro filme também foi lembrada em OoTS

Bola de boliche usada por Michelangelo e Raphael no primeiro filme também foi lembrada em OoTS

Depois  desse p&%@ post gigantesco, 2 coisas podem ser identificadas, a primeira é que não foi um amontoado de coisas aleatórias e largadas o que a Red Fly propôs em Out of The Shadows. A segunda é que você talvez fique com um medo do baralho do nível de “fanboysse” por eu ter identificado tantas referências no jogo a tudo que já foi produzido antes com os mutantes. Mas ao menos depois dessa k-ra$#@#@ de coisa, talvez você veja um pouco mais de graça no jogo e consiga deixar mais de lado todos os milhares de bugs e glitches presentes e o apoie para que haja uma continuidade nessa linha. Tartarugas Ninja são personagens que tem um sério problema em não serem de editoras famosas como o Batman ou os X-Men, então é meio sazonal o sucesso deles, mas com o tempo de existência, os heróis criaram 2 públicos diferentes: a galera da velha guarda como eu, que cresceu com os personagens e hoje é adulto, profissional e talvez pai de família, no qual foi a proposta do Out of The Shadows, e as crianças que são o público pretendido pelo novo desenho do Nickelodeon, e provavelmente pelo outro jogo baseado nesse desenho, também da Activision, a sair ainda esse ano.

Só pra fechar o post, aqui vai a abertura do desenho clássico. Santa tartaruga

Heroes in a Half Shell, Turtle Power

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Notas sobre Tartarugas Ninja: Out of The Shadows Pt.1 – Pequeno review

oots marca

Semana passada finalmente chegou um dos games que eu aguardava há um tempo com certa ansiedade. Fanboy que sou dos Tartarugas Ninja, daqueles que leu todas as hq’s originais deles, sempre que anunciam algo novo dos personagens eu já fico curioso. Confesso que depois de anunciado que seria a Activision a detentora dos direitos, e ao ver os primeiríssimos vídeos que não mostravam PN do jogo, exceto golpes em zoom e cortes rápidos, e um dubstep chato que só uma p*%%@, eu esperava um jogo muito fraco, e provavelmente em esquema de arena, ou single player como o TMNT de 2007 da Ubisoft. Depois de alguns vídeos na E3, descobri que a coisa não era bem assim, o jogo reservava além de um modo história com fases exploráveis, para 2 pessoas local e 4 pessoas online, um modo arcade com visão lateral e tudo mais. Esse detalhe me fez começar a arrepiar os cabelin do fiofó de alegria.

Não é um jogo de arena, ufa

Não é um jogo de arena, ufa

Quando peguei o jogo semana passada, tudo o que eu pensava era “Deus permita que não tenham cagado com alguns de meus personagens favoritos da infância, porque se a coisa ferrar, dificilmente a Activision produzirá outro jogo deles”. De certa forma minhas esperanças não foram em vão, ou pelo menos não pra mim.

O game me apresentou um brawler com ótimas referências de Batman: Arkham City em um sistema  de passar de nível que libera mais ataques ou melhora o status dos tartarugas. Você sente a diferença ao jogar com cada um. Raphael usa golpes baseados no Muay Thai, Leonardo tem influência do Karatê, Donatello dá uma de Bruce Lee,com o Kung Fu e Michelangelo manja dos paranauê… literalmente, já que a base do personagem foi a capoeira. Além das diferenças entre os tartarugas, o sistema de combate com interação entre eles ficou bem legal também. Mas para você habilitar golpes novos que melhoram essa interação, é preciso passar níveis e ir escolhendo ode gastar os pontos de experiência.

Várias opções para gastar seus pontos de experiência

Várias opções para gastar seus pontos de experiência

Os cenários no jogo também são interativos em muitos pontos, você vai se dependurar em canos, girar em postes, andar pelas paredes pra chutar a cabeça dos féla que vierem tentar zuar contigo, deslizar por corrimão, escalar grades e muros e o baralho a 4.

Como comentei no início, o game tem o modo história, onde você desenvolve o enredo por trás da coisa toda. São 4 capítulos o modo história, mas se engana quem achar pouco, o game vai te levar pelo menos de 3 a 7 horas pra terminar, dependendo de quão bem você pega a jogabilidade ou demora a matar, e também dependendo se tá jogando sozinho ou em equipe. O cpu até comanda os outros 3 tartarugas pra você, mas além de ele ser fraco, nenhum cpu comanda outros personagens como outros jogadores, né. Terminando os capítulos do jogo, você vai liberando fases para o modo arcade, são 7 no total e não são necessariamente pequenas. O modo arcade é praticamente o mesmo do jogo, só que com câmera lateral, como os jogos clássicos. O ponto negativo aí é que o modo arcade só aceita multiplayer local, espero que corrijam isso com um patch de atualização. Ao concluir o jogo, você libera também o modo challenge e o Survival, que são a cereja do bolo se você quer desafio enfrentando hordas e mais hordas de maloqueiros, ninjas e robôs.

Uma das pérolas do jogo é o modo arcade, são 7 fases no total sendo liberadas a cada capítulo concluido

Uma das pérolas do jogo é o modo arcade, são 7 fases no total sendo liberadas a cada capítulo concluido

Infelizmente, ao menos pra mim, o maior problema do jogo são os bugs e glitches. Muitos e alguns em nível básico em que você simplesmente tem que voltar ao último checkpoint. Em uma partida comigo nem isso salvou, pois eu estava na quinta fase do modo arcade e o meu personagem simplesmente sumiu debaixo do teto de um prédio, o modo arcade não tem checkpoint, se você travou, vai ter que ir do início de novo. Isso foi extremamente irritante, mas a única vez que fiquei realmente puto com o jogo. Esse excesso de falhas deu uma sensação de um jogo que passou pouco tempo na mão dos testers. Se por falta de tempo, ou de equipe, ou de orçamento, ou até mesmo de qualidade dos profissionais do estúdio Red Fly, eu não sei, mas a impressão que eu tive é que a equipe pegou as referências certas, montou um esquema certo, tentou atingir o público certo, mas pecou em lançar um jogo em que faltou aparar muitas arestas. Pense em como seria Batman: Arkham City lançado meio ou 1 ano antes da data e você terá o que eu achei do TMNT: out of The Shadows.

A câmera também consegue ser bem irritante para alguns jogadores, se você jogou a nova série do Ninja Gaiden, sabe bem como é chegar as vezes próximo demais da parede e não conseguir enxergar nada além do seu personagem na tela. Se ficasse um pouco mais distante também ajudaria bastante. E ao jogar o modo história com cooperativo local aí que a coisa fede mesmo. Não sei por que p*%%@s os caras fizeram isso, mas o a divisão de tela jogando o modo história de 2 divide a tela verticalmente, como se não bastasse, ele ainda corta partes da tela, parecendo que você tá jogando com duas tv’s letterbox pequenas. Não sei qual a dificuldade em colocar opção de câmera mais distante, e escolher se quer divisão horizontal ou vertical, além de te deixar ver a p*##@ da tela toda.

Ninguém merece esse tanto de tela sobrando pra cima e pra baixo, além desse corte na vertical

Quem inventou esse negócio de cortar a tela na vertical merecia dormir com 4 salames socados no rêgo. E esse tanto de tela faltando pra cima e pra baixo também só termina de f%$&# com tudo.

De qualquer forma, um jogo mal aparado não é um jogo totalmente ruim, tem uma diferença entre pegar um jogo em que vocêidentifica as qualidades que faltaram terminar de lapidar (TMNT OoTS) e um jogo que é malfeito desde o princípio (Double Dragon 2: Wander of The Dragon). Então pra mim, mesmo com as falhas, tartarugas ninja ainda atinge um 7 sendo fanboy, e 6 deixando a fanboyce de lado.

Activision, lance logo o patch de atualização corrigindo algumas dessas falhas mais toscas e por favor, não vete uma continuação do pessoal da Red Fly, esse estilo de jogo se produzido com mais esmero fica ótimo para os personagens.

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Gamescom: Mais algumas histórias

gamescon

Mais notícias vão aparecendo, e por aqui vamos comentando:

1. Trailers, trailers e mais trailers

A Blizzard enfim apresentou novidades para Diablo 3,  e não estou falando da versão dos consoles, mas da primeira expansão da versão de PC. Intitulada Reaper of Souls,  a expansão vai ter foco em Malthael, o Arcanjo da Sabedoria, desaparecido desde a expansão de Diablo 2 e recém surgido como anjo da morte em D3. Além do enredo, RoS trará também como novidade a classe de personagem do cruzador, que tem o foco em equipamentos pesados e magias de suporte. Nos dados técnicos, você poderá elevar seu char até o nível 70, além de acrescentar mais skills e magias para as classes já existentes do jogo, fora outras alterações nos mapas, missões e modos de jogo.

Muita gente reclamou de D3, particularmente eu me diverti muito e joguei feliz até terminar a história. Não sou o tipo de player que fica rejogando por mais milhares de vezes subindo mais o nível e zerando 3, 4 vezes, etc etc etc, pra poder opinar do pós jogo da primeira rodada, mas a mim o jogo diverte como o primeiro e o segundo divertiram.

Um novo (ou não) trailer de Lords of Shadow 2 foi apresentado pela Konami, o vídeo inteiro é praticamente o que já foi visto na E3, com a diferença de um pequeno detalhe: Ao final do trailer tem uma cena extra na qual apresenta um novo Belmont, Victor. Pra quem não conhece, Victor Belmont seria um dos protagonistas de Castlevania Resurrection, jogo que estava sendo produzido pela Konami americana e foi cancelado para Dreamcast por chilique ordem do Iga, que foi  escolhido o responsável oficial pela série no meio da produção na época. O enredo envolvia viagens no tempo, ou ao menos 2 linhas do tempo diferente, e teria além de Victor, Sonia Belmont, a protagonista de Castlevania Legends para Gameboy Color, e “ex-mãe” de Trevor Belmont, de Castlevania 3. Castlevania Legends foi limado da timeline oficial também por chilique ordem do Iga.

Sonia e Victor Belmont, no cancelado Castlevania Resurrection, para Dreamcast

Sonia e Victor Belmont, no cancelado Castlevania Resurrection, para Dreamcast

O que esperar disso? Não sei. No original, a história de Victor se passava em 1666, pelo pouco que mostrou, eu não ousaria dizer se o enredo dele se passa no presente ou no passado. O pior da história é que a Konami adiou Lords of Shadow 2 de 1 de dezembro agora para 27 de fevereiro de 2014. E tome ansiedade para o fanboy de Castlevania aqui…

Eu cheguei a postar a foto e citar ele entre os futuros títulos do Ps4 ontem. Não houveram muitos comentários a respeito do jogo, mas a ambientação me lembrou muito Ico e Shadow of The Colossus, se seguir por essa linha, seria um dos meus must have imediatos no lançamento sem exagero algum. A Tequila Works, produtora do game, é responsável pelo injustiçado Deadlight, um game muito bom que não caiu nas graças de crítica ou público.

A série Arkham foi uma das melhores coisas que joguei nessa geração disparado. Não espero menos de Arkham Origins, muito embora esteja receoso de não ter mais o dedo da Rocksteady Studios na brincadeira. Provavelmente o enredo deve ter uma boa dose de Batman: Ano um como referência, e é uma excelente influência.

Pelo visto a Ubisoft quer entrar na onda dos jogos de peleja, só que o game será para Kinect, ou pelo menos aparenta ser por esse teaser. Fighters Within, apresentado para o XOne promete muito sangue virtual. Para os extremistas do naipe “a culpa é dos jogos violentos” repare na pequena caixa laranja escrito “check the classification”, traduzido para o bom português como CHEQUE A CLASSIFICAÇÃO, antes de vir falar qualquer merda quando aparecer o próximo escândalo de violência no qual o suspeito tenha também o hábito de jogar. Mas antes disso, cheque primeiro a criação e o convívio com família e amigos dessa pessoa. Pronto, acabou o momento sapo, só achei apropriado pela quantidade de sangue no vídeo e por ser da Ubisoft, detentora de Assassin’s Creed.

2. Mais um pouquinho sobre a nova fase do Vita

Só pra mostrar que a Sony não estava só dando uma leve maqueada quando aparentava estar largando o Vita de mão mas dizia que não, esses são os futuros jogos de estúdios independentes que sairão para ele

  • Age of Zombies (BlitWorks/Halfbrick)
  • A-Men 2 (Bloober Team)
  • Assault Android Cactus (Witch Beam)
  • Avoid Droid (Infinite State Games)
  • Broken Sword: the Serpent’s Curse (Revolution Software)
  • Eufloria HD (Omni Systems)
  • Fez (Polytron Corporation)
  • Final Horizon (Eiconic Games)
  • Flame Over (Laughing Jackal)
  • Gravity Crash Ultra (Just Add Water)
  • Gunslugs (Abstraction Games)
  • Hotline Miami 2: Wrong Number (Dennaton Games & Devolver Digital)
  • Joe Danger 1 (Hello Games)
  • Joe Danger 2 (Hello Games)
  • Kick & Fennick (Green Hill Studios)
  • Rogue Legacy (Cellar Door Games)
  • Samurai Gunn (Teknopants)
  • Supermagical (Tama Games)
  • Switch Galaxy Ultra (Atomicom)
  • Table Top Racing (Ripstone)
  • The Binding of Isaac: Rebirth (Nicalis)
  • Volume (Mike Bithell)
  • Wasteland Kings (Vlambeer)

Alguns deles já são conhecidos pela Steam (Rogue Legacy) ou pela Live (FEZ), mas uma boa parte aí será novidade, e no portátil eu espero que dê muito certo, o Vita é uma ótima plataforma pra isso se o público aderir.

Espero ter mais alguns resumos a fazer amanhã, mas se não tiver, ainda tô devendo um pequeno review de Dragon’s Crown, que estou jogando dedicado desde o lançamento 2 semanas atrás, e outros comentários mais do mercado.

Inté!

 

EDIT: Hoje a Konami divulgou algumas imagens mais de Victor Belmont, e juntando isso, mais uma análise com um pouco mais de calma das poucas cenas que ele aparece no trailer, pelas roupas, parece que Victor será um Belmont contemporâneo. Tudo bem que tem uns pedaços de armadura e tal, mas ele tá usando um colete que e camiseta que parecem roupas da era atual. Vejam por vocês mesmos.

Victor Belmont é primo do Desmond, de Assassin's Creed?

Victor Belmont é primo do Desmond, de Assassin’s Creed?

As botas de metal podem até ser clássicas, mas esse colete com a camiseta me parecem bem modernos

As botas de metal podem até ser clássicas, mas esse colete com a camiseta me parecem bem modernos

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Gamescom: Um pequeno (?) resumo

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Trabalhando o dia todo e com internet bloqueando conteúdos com temática de games ou de redes sociais, fica difícil conseguir acompanhar os grandes eventos ao longo do dia. Falta tempo mesmo pra conseguir assistir de noite e assimilar as informações dadas, mas vamos lá…

1. Datas de lançamentos de PS4 e o que virão de jogos de início para ele e XOne

Sony finalmente confirmou a data de lançamento para o seu novo console, dia 15 de novembro nos Estados Unidos e 29 de novembro na Europa e também no Brasil, mudando os planos de lançamento conjunto nosso com o americano.

Rime, exclusivo para PS4... Uma das lindezas anunciadas dos pequenos estúdios para a próxima geração

Rime, exclusivo para PS4, uma das lindezas anunciadas dos pequenos estúdios para a próxima geração.

Junto do console serão lançados uma boa lista de jogos, tais como Drive Club, Knack ou War Thunder.

Já para o XOne data de lançamento ainda não tem, mas dos lançamentos, algumas novidades como Crimson Dragon, Killer Instinct ou Ryse estarão lá na mesma data do console. O XOne será lançado na Europa com Fifa 14, me pergunto se o farão no resto do mundo.

2. A Sony enfim resolveu dar mais atenção ao Vita

Parece que a estratégia de abraçar os pequenos estúdios vem tomando um rumo. Diversos dos jogos indies a sair terão exclusividade entre os consoles, para os aparelhos da Sony. Alguns sendo multi (Ps Vita/Ps4) e outros exclusivos do portátil, é o caso de Murasaki Baby, joguinho bizarro que parece fazer bom uso das funções touch e giroscópicas do aparelho e Big Fest, jogo no qual você é um produtor de eventos musicais.

Além disso foi anunciado um corte no preço, o Vita passará a custar 199 dólares. Memory cards também terão preços reduzidos.

3. Demais anúncios da feira

Videozinho de gameplay de Titanfall só pra babar no ritmo frenético desse shooter futurista com mechas

E mais um Fable, agora permitindo jogar co-op com 4 jogadores, e ainda poder escolher o caminho do vilão, utilizando do smartglass pra ajudar a controlar lacaios e atrapalhar os heróis

E lá vem The Sims 4 com um teaser…

… e com um vídeo apresentando as novidades

Borderlands 2 será lançado também para o Vita…

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4. Opinião

Gostei bastante do lineup das 2 empresas para o lançamento. Se os erros do laçamento do PS3 fizeram a Sony aprender o suficiente pra recuperar a hegemonia da marca Playstation, a dedicação quase que exclusiva ao kinect nos últimos 3 anos e o planejamento furado da Microsoft para o XOne também fizeram ela correr atrás do prejuízo pra agradar aos fãs. Quem sai ganhando com essa história? Nós! A Sony tá dando toda a atenção possível a grandes e pequenos estúdios, evoluindo o tratamento com estúdios independentes, e trazendo milhares de novidades para os gamers.

A coisa melhorou tanto que resolveram dar a atenção em um rumo que acho muito bom para o Vita. Se o planejamento usando gráficos ultra avançados não deu certo, mesmo tirando o diferencial de interatividade para o concorrente da Nintendo, ao menos os novos jogos indies serão uma ótima (e barata) opção para jogar no portátil, e isso muito me interessa. Fiquei muito curioso para jogar Murasaki Baby, e acho até que seria hora de voltarem com os jogos diferenciais do predecessor, o psp. Games como Patapon ou Loco Roco seriam excelentes no Vita. Isso sem falar na queda de preço né, o que já estou vendo a Nintendo sendo obrigada a baixar o preço do 3ds caso o console da Sony passe a vender mais com essa redução e os novos títulos independentes. Finalmente vão baixar o preço dos cartões de memória também, não tem nada mais babaca do que inventar uma mídia exclusiva pro seu aparelho e colocar o preço dela lá em cima, te fazendo ficar em dúvida se compra um cartão ou um ou 2 jogos novos.

Por outro lado a Microsoft vai ter que correr atrás do prejuízo depois de tanta lambança. Tudo que foi planejado inicialmente pro XOne foi retirado aos poucos, inclusive a recente desobrigação em usar o Kinect sempre. Só espero que agora lancem uma edição sem ele, pra baratear o preço do console, se é que isso faz diferença, tendo uma máquina virtualmente mais fraca que o PS4. Mas no quesito jogos, a Microsoft ainda tem uns trunfos, não faz parte dos títulos de lançamento, mas se tem um jogo que vai me fazer sentir falta de ter o XOne até eu ser rico pra sustentar os 2 aparelhos, ou uma alma caridosa resolver me presentear, ou os 2, é Titanfall. Esse vídeo apresentado acima me deixou empolgado. Gosto de shooters, não é meu gênero favorito, mas quando o jogo chama a atenção, f&#@-se se é mais um no gênero. Correria frenética, pulos pelas paredes, utilização ou não de mechas, matar pilotos inimigos que ejetam de mechas, matar soldados inimigo quando você ejetar do seu mecha, e por aí vai… Me parece que será uma correria louca!

Killer Instinct parece que será ainda mais roubada do que se esperava. Serão lançados 6 personagens extras na primeira leva, cada um por 5 dólares (Jago é o único liberado com o jogo “gratuito”), pra levar um pacote com os 6 você pode pagar 20 dólares. Mais personagens serão lançados posteriormente com mais packs… Sério, to sem entender essa estratégia da Microsoft com Killer Instinct, isso tem um cheiro de cagada pesada com uma franquia que não merecia isso em sua volta.

O medo do futuro controle de conteúdo e drm’s que parecia começar a entrar no mercado nessa geração tem dado espaço a ansiedade e expectativa. Sei que não comprarei um console da nova geração tão cedo (ylods e 3rls me ensinaram nessa a não entrar em barco furado sem antes esperar um tempo hábil para testes), mas vou ficar passando uma vontade feroz vendo o novo desempenho dos futuros consoles. Agora tá um momento com cara de véspera de próxima geração de verdade.

Que venha a nova geração!

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