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Zumbis cansaram? Seu anel rodoviário, conheça State of Decay

Vai achando que State of Decay é um game em que você dança Thriller com zumbis e você ganhará um segundo toba pra barrear

Se você é mais um dos entusiastas que achou que os games de zumbis já estão saturando, comece a pensar de novo. Veja bem, acho que os jogos de zumbis genéricos de tiro realmente já deram no saco, ainda mais com filmes, seriados, desenhos animados e tudo mais explorando o meio. Tá saturado, mas propostas diferentes dentro do tema são sempre bem vindos, é o caso de Walking Dead: The Game, da Telltale Games, já comentado aqui.

Recentemente temos propostas interessantes como DayZ, um mod de Arma II que transforma a experiência do game em algo que eu chamei de “Simulador de Walking Dead”, pelos vídeos reviews que vi sobre o mod. Ele fez tanto sucesso que agora parece que vai se tornar um  game oficial mesmo, nos moldes do que aconteceu com Counter Strike.

A Summer of Arcade, do console da Microsoft, apresentou um game estilo Metroidvania e Prince of Persia (clássico) muito bacana com Deadlight, embora curto. A onda da vez agora, e também para Live Arcade e PC’s, dos estúdios da Microsoft, é State of Decay (Estado de Decadência, pra quem não saca dos “ingreis”).

Segundo a descrição do vídeo no Youtube: O fim está aqui. A vida como você conhecia foi pro inferno depois que a mãe de todos os zumbis “causou geral”. Agora você e uns poucos sobreviventes devem se juntar para segurar as pontas e reconstruir em um jogo de ação em mundo aberto em terceira pessoa. - até aqui nada novo - Você escolhe onde deseja sobreviver, criando e fortificando sua base central, atuando em ações (raids, pro povo dos MMO’s) ousadas a procura de comida e munições e resgatando outros sobreviventes jogáveis com talentos únicos. O mundo aberto se desenvolve em tempo real, formado por suas ações, gerando dinamicamente conteúdo baseado em suas escolhas e a, sempre crescente, ameaça zumbi. – essa é a parte interessante -

Cara, pela descrição, pode-se interpretar muitas coisas. O fato de ser um mundo aberto, pode ser você encontrando outros jogadores e com eles explorando, montando uma base e se segurando como podem, próximo a proposta de DayZ. Ou pode ser um single player com esse mesmo objetivo aí, o que seria bacana, mas confesso que perderia parte do interesse.

A proposta de DayZ, para os que não sabem, é um mundo aberto, com um mapa ultra gigante, no qual você entra no jogo sem aviso de nada, você não tem um mapa, não tem objetivos na tela que te dizem pra onde ir, você está perdido e seu ojetivo é sobreviver. Seu personagem se cansa, se machuca, precisa de alimentos e cuidados médicos. Encontrar outros jogadores é sempre um mistério, eles podem se juntar a você, ou simplesmente quererem te matar pra te roubar. Tiros serão ouvidos por zumbis que virão atrás de você, e eles correm muito. O tempo passa como no mundo real, se o horário do servidor for 8 da noite, você terá o breu da noite como sua inimiga no jogo. Eu fiquei no cagaço com o jogador do review em muitos momentos do vídeo que vi, por todos esses detalhes, sério.

Está em inglês esse vídeo que vi, mas tem vários deles em português no Youtube, só estou postando esse porque foi o que me fez ver que o jogo é massa.

Enfim, se State of Decay for ao menos perto dessa proposta do DayZ, será um puta jogo, se não for, ainda precisarei ver mais dele pra definir o que acho, mas aguardo o game com bons olhos, assim como meu querido amigo Player 2.

O que a Microsoft não está investindo em jogos hardcore de alto orçamento, eles parecem estar fazendo com os títulos Live Arcade.


Impressões: parte 1

A) Infinity Blade 2 (iOS)

Tive o prazer de jogar ao menos meia hora durante o fim de semana. Gostei da ideia de expandirem a história, não gostei da forma que escolheram pra isso. Achava a ideia simples, direta, sem muitos diálogos do primeiro jogo muito boa, e no segundo parece que resolveram mudar tudo, a começar por um diálogo entre o protagonista da série e uma mulher esquisita que sai dando pulões ninjas por telhados que de repente viraram melhores amigos. Po, Infinity Blade não tem que ter muito diálogo não, e pelo menos não de forma direta e rasa como foi, sem falar nos pulos exagerados da mulher.

Outro ponto negativo, a “tradução” do jogo. Quem jogou o primeiro, sabe que eles falam uma língua bem esquisita, de repente você chega no segundo jogo e estão falando em inglês? WTF? Tirou outro brilho de IB.

Em questão de jogabilidade, não joguei o suficiente pra testar ainda armas de 2 mãos ou usar 2 armas ao mesmo tempo. O que joguei ainda é no modo tradicional, mas gostei que agora os inimigos estão mesmo imprevisíveis, alguns ataques você não sabe que diabo ele fará até ser bem próximo da hora, quando você acha que virá uma espadada pela esquerda, o cara te acerta com um chute pela direita.

Gostei também de agora você precisar de chaves para abrir alguns baús, não é só chegar e ir abrindo logo de cara não. Tem também gemas que você vai imbuindo nas armas pra poder dar fatores elementais e mudar o tipo de dano que ela causa. Até o momento a diversão é muito positiva, apesar dos pontos que não gostei.

B) The Legend of Zelda: Skyward Sword (Wii)

Um amigo me deixou emprestado essa semana o wii dele e aproveitei para começar os testes de um dos jogos mais aguardados na história do Wii. Só consegui até agora terminar o pedaço de introdução da história e comecei a primeira dungeon do jogo (acredite, isso me levou umas 2 ou 3 horas). Devo dizer, estou impressionado com a ambientação que a Nintendo criou. Sem deixar a fábula e o valor universal para qualquer idade da série de lado, eu concordo com o que a IGN disse de ser o Zelda mais maduro que fizeram. Ainda existem as piadas, o fod#/não fod# da Zelda e o Link, mas no fundo a história assume uma postura mais séria, e isso é reforçado pela trilha sonora. Não joguei nada de Twilight Princess para comparar, mas a trilha sonora mais com cara de épico da série que joguei é o de Skyward Sword. Joguei por 3 horas sem me cansar, nem me queixar da controlabilidade através do wiimote. Como eu disse, não joguei muita  coisa, então não pude ainda testar os equipamentos secundários pra opinar sobre a flexibilidade com o controle.

Senti uma certa influência de Shadow of the Colossus no jogo. Nada que você dissesse “que descarado”, mas a barra de resistência do Link pra escalar, correr, saltar etc, aliado a algumas figuras sombrias do jogo me deram uma sensação de referência a SotC, e isso é muito bom, porque não perdeu a característica de que é Zelda mesmo assim.

C) Starcraft 2: Wings of Liberty (PC)

Lembram que eu disse que você não jogava no modo campanha como zergs ou protoss? Pois é, esqueçam isso, pelo menos com os protoss. Cheguei em um ponto da história em que você passa por algumas missões com os protoss que afetam nas ações que a campanha principal dos terranos tomará em seguida. Não sei se o mesmo acontecerá com os zergs, mas espero que sim. To gostando bastante do enredo que tudo está tomando, e principalmente das atualizações de unidades que vão abrindo a cada missão. Difícil é escolher qual produzir que seja mais efetivo na hora das missões, já que quase nenhuma delas é “destrua a frota de zergs/protoss/terrans da supremacia inteira”. Missões de tempo no qual você precisa erguer uma equipe pra se defender rápido e posteriormente atacar é bem complicado de ficar testando unidades, ainda mais se elas não tiverem ataque aéreo pra se defender de naves inimigas.

Conforme for jogando mais dos 3, vou acrescentando comentários posteriores.


5 Finais broxantes de games

Você passou horas e horas, durante vários dias, lutando contra hordas e mais hordas de inimigos, aprendendo as melhores formas de avançar um nível, de passar aquela fase complicada, esperando no fim receber uma merecida recompensa (além da satisfação pessoal de ter derrotado seus inimigos). Você destrói aquele otário do chefe final e espera ver a conclusão da odisseia que o levou até aquele momento, e então o final te decepciona, e você fica broxado como se aquela gostosa que você pegou tivesse um put@ mal hálito, ou trepasse pior do que sua punh&#@ mais sem graça. Meninas, invertam esse exemplo para a sua situação como quiserem.

Star Wars: Knights of The Old Republic 2 -The Sith Lords (Xbox, PC)

Esse título não merecia nem estar aqui, o jogo inteiro é fantástico, o que tinha de legal no primeiro foi mantido e ainda acrescentado no segundo. Só esqueceram de melhorar a história também. Não há como comparar o esmero da Bioware ao criar o enredo do primeiro jogo com o da Obsidian em manter no segundo, e não me entenda mal, o jogo não é ruim nem chato, é o contrário, legal pra cara%$#. Mas o final do jogo foi o ponto baixo. Você chega ao final, depois de um leve duelo com Kreia, ela te diz que você está preparado, e ainda tem visões claras de tudo que vai ser no futuro, inclusive o que seus atuais aliados vão fazer, e então você segue rumo ao desconhecido. O jogo termina sem dar uma única pista de pra onde Revan foi, ou o que é o perigo maior que ele foi enfrentar nos confins do universo. Parecia abrir para uma história maior, mas o que deixou mais claro é que a Obsidian não parecia fazer ideia do que iria fazer em seguida, uma pena.

Tartarugas Ninja 3: Radical Rescue (Gameboy)

Tá, tudo bem, jogos antigos nem sempre tinham o trabalho completo, ou desempenho de máquina, pra produzir um final foda. Mas isso não necessariamente quer dizer que precisava ser um final tão pífio. Depois de você derrotar o Destruidor (novidade),  e conseguir a chave para libertar a April, o máximo que você recebe é uma fotinha dela, como a de todos os outros personagens que você salva no jogo, dizendo que agora que você derrotou o Destruidor, o mundo finalmente estará em paz. Pronto, créditos logo em seguida. Fim. Que bela bosta.

Battletoads (Nes, Mega Drive)

Nunca joguei nenhum game tatooiniano pra comparar, mas da Terra, certamente Battletoads é um dos jogos mais difíceis da galáxia. Você se fud$# andando a pé, de jet ski voador, surfando, se atracando com uma cobrona gigante (que pornô), em um monociclo fugindo de uma bola serradora e tudo mais, pra no fim ter apenas uma mensagem da Dark Queen não acreditando que foi derrotada e que é melhor sair fora enquanto ainda tá de boa. Depois disso aparecem Pimple e a princesa e pronto, vamo todo mundo embora na nave com uma mensagenzinha na tela dizendo que os battletoads conseguiram e bla bla bla. Uma pena que os videogames na época não tinham o potencial pra fazer um final absurdo e compensador pra um dos jogos mais picões de todos os times.

Alex Kidd In Miracle World (Master System)

Sofre do mesmo mal de Battletoads e Tartarugas Ninja 3, falta de um pouco mais de potencial da máquina pra desenvolver um bom final. Você derrota o chefe final, salva a princesa e o povo radaxiano e aparece apenas uma mensagem de que você foi bem sucedido,e  o jogo era quase tão foda quanto Battletoads.

Rise of the Argonauts (X360, PS3 e PC)

Esse sim teve o pior final que consigo me lembrar no momento dos que já joguei. O game inteiro é cheio de cutscenes, um monte de coisas que vão complementando o enredo, que é bem mediano mas bacana, pra você chegar ao final apenas pra ver sua mulher voltando a vida, te dar um beijo e corta pra cena do casamento com todo mundo batendo palma. O final é tão súbito e apressado que parece que os produtores levaram muito a sério o lance de seguir um enredo de filme, inclusive a parte em que o filme tem que ter especificamente 2 horas e não deu tempo de desenvolver melhor um final. Com a diferença de que o jogo tem muito mais do que 2 horas.


E esse novo Batman hein? P*#@ merd@!

Se tem um personagem que estão tendo esmero nos produtos que lançam, esse personagem é o Batman. O que são os filmes do Nolan? Os animes do dvd Cavaleiro de Gotham? Os longas animados desde quando o Bruce Tim entrou nos projetos? Materiais assim  mostram o p#%@ potencial que o personagem tem pra gerar boas história e entreter.

Nesse mesmo nível, a Rocksteady tem feito um p#@% trabalho com os jogos do personagem, Batman: Asilo Arkham tá entre os mais fodas que joguei nessa geração, e certamente o mais foda que joguei do personagem na vida. Todas aquelas sequências brincando com o expectador/jogador (quem não lembra da cena que a tela fica preta, faz um barulho esquisito, e o jogo volta como se tivesse reiniciado, mas na verdade é uma sequência do espantalho?) te deixavam com vontade de continuar acompanhando a história, tudo isso unido com um gameplay fod*#$ de foda.

Dando continuidade ao Asilo Arkham, agora saiu Batman:Cidade Arkham (Arkham City), e eu mataria um corno pra ter essa p#%$ desse jogo logo. Dessa vez o Batman tem a cidade de Gotham para explorar, cheia dos vilões malucos espalhados por ela. Felizmente dessa vez, o cavaleiro das trevas (e os jogadores também) tem a ajuda de outros personagens para ajudar na missão. E pelo que li, o jogo não está decepcionando, todos os reviews foram absurdamente positivos a respeito do jogo. Uma média altíssima no metacritic fazem dele um dos jogos mais must have do momento pra mim. Principalmente porque gosto pacas do personagem, quem dera X-Men voltasse a ter jogos bons assim.

De fato, eu queria tanto essa p*@ª que eu compraria muito a edição de colecionador dela, que é uma senhora edição de colecionador. Ela vem com uma estatueta da Kotobukiya, um dvd com os animes curtas de Batman: Cavaleiro de Gotham, um livro de artbook do jogo, conteúdos de download extra do jogo e disco de trilha sonora, diga se não é uma p&#* edição de colecionador? Se meu bolso não estivesse tão furado, cogitaria comprar essa edição fácil fácil… Mas enfim a edição normal já me deixaria contente, oh que bosta é ser/estar pobre nessas horas.


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