Arquivos da Tag: skyrim

Finalmente um uso digno para o Kinect… ou, mais um post sobre Skyrim!

Peraí…

“Tem algo errado com esse título, Player 2!”

Possivelmente essa foi a sua primeira reação ao ler o título desse post, certo? E sim… se você pensou isso se enganou!

Um vídeo postado ontem (12/04/2012) no site oficial do jogo, www.elderscrolls.com, fez um furor incrível nas internetz e  varreu todos os pensamentos ruins que pairavam sobre a minha cabeça quanto ao Kinect.

Sério… estou pensando em comprar uma cópia de Skyrim para o Xbox 360 e começar tudo do zero só para ter o prazer de usar todos os recursos apresentados no vídeo.

Façam suas próprias avaliações:

Eu achei simplesmente maravilhoso… já me imaginei gritando um Fus Ro Dah e soltando o maior Thu’um da história de Skyrim…

Microsoft/Bethesda…

Agora sim! Kinect com Fus Ro Dah? Os viciado tudo pira!


Ia postar sobre uma novidade… mas aí levei uma flechada no joelho!

Nem o Dovahkiin aguenta mais essa p*%%@ dessa piada!

Eu juro! Procurei notícias bombásticas, rumores e… em 5 minutos abandonei tudo para voltar ao mundo de Skyrim! Justo eu, que nunca fui chegado em RPGs, que nunca tinha jogado um Elder Scroll sequer (é sério!), fui pego, amarrado e não jogo outra coisa a exatas 122 horas e 22 minutos, tempo este que tenho de Skyrim até agora. Não, eu não joguei esse tempo todo sem pausas, mas desde que comecei a jogar, uns 2 meses atrás, não joguei NENHUM outro jogo nos meus consoles.

Sinceramente ainda não achei o motivo que me prendeu a esse jogo… abaixo listo possíveis motivos, mas refuto as ideias todas logo na sequência, perceba:

1 - O jogo tem gráficos belíssimos… mas existem muitos melhores.

Belíssimo, mas muito atrás de séries como Uncharted, Gears of War e... muitas outras!

2 - O ambiente do jogo é perfeito… mas não é nenhum Senhor dos Anéis e existem muitos jogos com dragões, elfos, magos e tudo isso que a gente já cansou de ver por aí.

Harry Potter? Eragon? How to train your dragon? Existem muitos mundos onde os dragões habitam. E, normalmente, os elfos e os magos aparecem também... sem esquecer dos b*$!@$ dos orcs.

3 - O áudio do jogo é impressionante… comprei um novo headset (o original da Sony) e pude perceber que o áudio do jogo tem imperfeições e, até mesmo omite alguns sons durante o jogo. O mais comum é esse do vídeo que faz com que o jogo fique com uma interferência bizarra.

4 - O jogo é perfeito… não, nem um jogo é. E nesse ponto Skyrim passa looooooonge! Longe pra c@%@!%* pra dizer a verdade, tem 1124203 bugs absurdos que vão desde esqueletos de dragões que voltam a vida, escalar montanhas usando pulinhos pequenos (já me usei desse defeito algumas vezes para não ter que dar a volta em cadeias de montanhas), inimigos burros que não sabem subir em pedras pequenas, atravessar paredes e animações travadas, que não fluem.

E é nesse momento que você pensa: “Mas que c@%@!#* de jogo é esse que só tem contras? Note que eu falei que refutaria as ideias todas, mas refutar não quer dizer que tudo é uma m&%#@ e sim dizer que existem jogos melhores em cada um desses quesitos que eu mostrei… mas certamente nunca joguei um jogo que reunisse essas qualidades TODAS JUNTAS da forma que Skyrim faz. Os excelentes gráficos, somados à fantástica ambientação e aos sons muito bem estruturados do jogo fazem de Skyrim um dos jogos mais perfeitos que eu já joguei. FATO!

Jormundur, o meu personagem, é um wood elf especializado em arqueria, sneaking e light armor, que tem como outros atributos importantes one handed weapons, pickpocketing e alchemy. Sou um belo de um c^&@* com ele: fico me esgueirando pelos cantos sem ser visto e usando flechas de todos os tipos e, se alguém me ver, consigo me defender e desferir alguns golpes antes de tentar me esconder de novo. Mas você pode jogar do jeito que quiser: pode ser o mago e manjar das put@r!@$ todas de magia, pode ser um orc e mandar ver nas armas de duas mãos e em heavy armor… as possibilidades são praticamente infinitas e mesmo depois de começar o jogo ainda é possível adaptar o seu personagem a novos atributos que você achar importantes durante o jogo, eu fiz isso com lockpicking e isso me ajudou com várias das milhares de fechaduras que você vai encontrar durante o jogo.

A história do jogo é bem linkada, segue realmente um roteiro muito bem feito, mas como sempre a Bethesda nos faz de idiotas mais uma vez e coloca um número praticamente infinito de side-quests (eu não cumpri nem 1/10 delas) e isso dá uma vida mais longa ao jogo… muito longa aliás. Curiosamente um amigo abandonou o jogo por ter dado atenção demais para as sidequests… e olha que ele é fissurado em jogos da empresa.

Se quiser fo%&# com a sua vida social, se esconder em uma caverna e ainda ter a glória de matar dragões e absorver a sua alma… vem pra cá. Skyrim é logo ali… e cuidado com as flechas no joelho.

PS.: Ah, existe um rumor… sim, um rumor bem forte de que na E3 desse ano a Bethesda anuncie o primeiro Elder Scrolls online. Se isso acontecer, VAI SER F*#@ e eu nem vou poder chegar perto dessa belezura.


Dando uma chance a Skyrim

Já comentei aqui antes que não sou chegado da série Elder Scrolls, logo, mesmo com todo o estardalhaço de fãs e crítica em cima de Skyrim, não fiquei animado a ponto de comprar o jogo. Mas isso não quer dizer que não jogaria pegando emprestado quando a oportunidade surgisse.

Finalmente isso aconteceu, meu irmão pegou emprestado o jogo com um amigo que já terminou. Comecei ontem e curti bastante a introdução do jogo. A visão em primeira pessoa é uma característica comum de Elder Scrolls (uma das coisas que me incomoda na série), então você já inicia o jogo amarrado em uma carroça com a visão voltada para 3 outros “prisioneiros”, sendo levados para uma execução por rebelião ao império de Skyrim. Você foi pego por engano pois era apenas um estrangeiro que estava perto da zona do confronto.  Adorei essa narrativa introdutória, você está tão perdido quanto seu personagem e vai descobrindo, conforme os outros presos dialogam, sobre o que está acontecendo.

Chegando ao destino onde você será executado, os prisioneiros são identificados e quando chegam a você, finalmente aparece a opção de criar seu personagem, escolha entre diversas raças ou origens. No meu caso, quis fazer o personagem mais diferente, então fiquei entre o cara de gato e o cara de lagarto. Khajit e Argoniano, mais especificamente. Optei pelo segundo, e para ser mais bizarro, a raça me lembrava muito um personagem do antigo filme de ficção científica Inimigo Meu, então criei uma fêmea da espécie com o nome de Jeriba. Embora eu tenha escolhido essa, cada classe/raça tem características diferentes, então escolha o seu com bastante calma e com o que melhor te agradar.

Voltando a história, os guardas não identificam quem ou de onde você é e porque foi apanhado, mas por segurança, resolvem te executar também. O líder da rebelião é o primeiro a rodar e você é o próximo, mas justo quando você ia perder a cabeça (e não é de enlouquecer), um dragão resolve bagunçar a put@ri@ toda atacando o local, o que te dá então uma chance de escapar.

A partir daí o jogo começa a deslanchar e não tem porque eu entrar em muitos detalhes da história, mesmo porque eu joguei por volta de 1 a 2 horas apenas. Então vamos a parte técnica:

Felizmente o jogo te dá a opção de jogar em terceira pessoa, e embora a movimentação e os ataques fiquem um pouco esquisitos, prefiro jogar nesse modo. Um ponto negativo que eu senti é que você não sente as pancadas que está dando no seu oponente, em muitos momentos eu me vi apertando alucinadamente o botão de ataque mas sem saber se o cara tá tomando dano ou não, até finalmente aparecer uma das cenas de finishing blow, aí eu sei que matei.

O jogo tem opções mil do que fazer, fiquei muito de cara, você é livre realmente pra fazer o que quiser. Quer roubar alguem? Mete a mão no bolso dele e tenta a sorte. Prefere fazer e melhorar seu próprio equipamento? Encontre uma casa de ferreiro e faça você mesmo. Quer se tornar o mestre sorrateiro? Utilize mais da técnica nas missões para passar escondido e ganhe experiência com isso. Tá sem flecha e atiraram algumas em você? Procure por elas grudadas no chão e paredes e use-as. É simplesmente fantástico as possibilidades do que se pode fazer no jogo.

Gostei da screen limpa que é o jogo, você tem informações básicas de hp e coisas do tipo e somente em combate. Se precisa do menu, com Start você entra no menu de quests, configurações, etc. Com Bola (ou B, no X360) você acessa menus ingame de equipamentos, outros itens, técnicas, mapa, etc. Gosto quando jogos quase não colocam menus na tela, deixando sua atenção totalmente voltada para o que acontece no jogo.

Na parte de missões, você tem as principais e as sidequests, e por esse ângulo, o jogo pode se tornar infinito já que ele tá sempre criando novas sidequests aleatórias. Cuidado com isso, tenho um amigo que de tanto jogar alucinadamente fazendo sidequests, ele cansou do jogo sem nem ter ao menos terminado a principal.

Concluindo minhas impressões iniciais: Gostei do que joguei, mas foi pouco. Apesar de ter sido divertido, não entrei (ainda) no hype de Skyrim que contagiou todo o mundo gamer. São concorrentes distantes, mas só pra termos de gosto, Dragon Age me deixou bem mais ligado e empolgado jogando nas 2 horas iniciais do que Skyrim, mas isso também pode ser por conta de minha resistência a Elder Scrolls, né, vejamos com mais horas de jogo.


Poeteiros gonna Poetar

Acho que essa personagem não tem no jogo não hein, nem na sua vida, hehe

To começando a gostar de Skyrim…


Mexe com quem joga Skyrim pra tu ver

Nem eu que não curto Elder Scrolls me meteria a besta.

Felizmente não tem nada a ver com flechas ou joelhos.


Muito Duca 8

Sei que essa época deve ser período de contenção de gastos por conta dos excessos de fim de ano de uma parte, mas tem aqueles que preferem economizar e comprar nesse período pelas promoções que volta e meia aparecem.

Descobri o Splitreason googleando por aí, não estão necessariamente em promoção, mas curti pacas as estampas das camisetas deles.

Hadouken

DON Corleone?

Jedi tomou um sabre no joelho (a piadinha de SKyrim mais chata e babaca all the times)

Chocovania

Samus Danadinha

Conquista bloqueada


Os 5 melhores jogos que joguei em 2011

Muitos jogos que joguei, muitos que não joguei, considerem aqui a minha opinião pelo que eu gosto viu, não pela popularidade do título, por exemplo, Skyrim nem entra na minha lista, primeiro porque não joguei e segundo porque não gosto de Elder Scrolls.

Os jogos não estão na ordem de melhores pra piores também não.

Dark Souls (PS360)

Esse título é disparado dos melhores que joguei no ano, e na geração atual. Com um mundo sombrio, onde tudo tá na merda, e você tá no meio dessa merda toda. Um jogo bem introspectivo e difícil, bem aos moldes de muitos jogos clássicos, e diferente dos de hoje, onde tudo é feito pra que você consiga chegar ao final tendo uma dificuldade tranquila. Em Dark Souls, se você não aprende a jogar, você não passa mesmo. O pior e o melhor é a falta de amparo, você não tem pessoas, livros ou qualquer coisa do tipo te dizendo vá ali, venha aqui, você tá solto, vai de sua livre e espontânea exploração, mate um NPC e isso acarretará em consequências pro resto do jogo, sejam elas boas ou ruins.

Gears of War 3 (X360)

Em um ano fraquíssimo de títulos de games tradicionais para o console da Microsoft, a grande cereja do bolo (pra não dizer o bolo todo, dado o fato de que praticamente só saiu game pra Kinect esse ano), é Gears 3. Grupos de personagens diferentes desenvolvendo a história ao mesmo tempo, conclusão de enredo iniciado no primeiro título, inimigos novos f¨*$endo ainda mais os sobreviventes do planeta já f¨*$dos, monstros gigantescos e poucos cartuchos de balas para enfrentá-los, um modo campanha permitindo 4 jogadores, além de continuação do excelentíssimo modo horda fazem de Gears 3 um PUT@ jogo de 2011. Shame on you MICOsoft por não ter desenvolvido mais títulos tradicionais na proporção que fizeram com o Kinect.

FIFA 12 (multi)

Ok, Fifa tem um título novo todo ano mudando um pouquinho de coisa do anterior e bla bla bla. Mas Fifa 12 eu coloco em destaque do ano, como fifa 11 eu não colocaria no ano passado. Esse ano deram uma boa trabalhada na engine, melhorando o contato físico, além do multiplayer tendo divisão por experiência dos jogadores, fazendo com que você procure pessoas que estão mais ou menos do seu nível, e perca jogos pra ver se você não é rebaixado pra divisão anterior.

The Legend of Zelda: Skyward Sword (wii)

Considerado um dos últimos, se não o último fôlego do Wii, Skyward Sword é de longe um dos melhores títulos da série. Alguns amigos comentaram do fato de preferir que o jogo fosse nos moldes de controles tradicionais, e eu concordo, mas o que defendo é que, nos controles de movimento atuais, Skyward Sword é o que de melhor poderia ser feito. E também no visual do jogo, de longe o título mais bonito do Wii, uma pena não ter o desempenho de engine de um ps3 ou x360.

From Dust (X360, PS3, PC)

Disponibilizado como título arcade, From Dust foi uma das melhores surpresas que tive no ano, difícil até explicar a jogabilidade, mas digamos que você é uma energia divina, na qual os membros de uma tribo que você acompanha cultuam, e que precisa ajudá-los na tarefa de sobreviver e cultuar a terra. Ondas gigantescas, vulcões em erupção e outras coisas mais são os impecilhos que um deus tem que enfrentar para ajudar o povo. O título custa por volta de 10 dólares.

Explicações: Como eu disse antes, títulos como Skyrim não entram porque eu não joguei e não gosto da série, assim como outros títulos que não tive a oportunidade de jogar. Não imagino um Batman Arkham City de fora dessa lista, e ele só está de fora porque eu não joguei, o mesmo acontece com Bastion, Uncharted 3 (que também não curti a série) ou Little Big Planet 2. Não tem nada a ver com serem péssimos títulos, mas com gostar ou não do jogo, e ter jogado ou não.

Sendo assim, menções honrosas de jogos de fora da lista, considerados dos melhores por público e/ou críticos:

Batman: Arkham City (Ps3, X360, PC)Bastion (Ps3, X360, PC)Killzone 3 (PS3)Infamous 2 (PS3)Uncharted 3 (PS3)Little Big Planet 2 (PS3)Child of Eden (PS3, X360, mas a versão do Kinect é a melhor), Ultimate Marvel vs Capcom 3 (Ps3, X360, PS Vita), Super Mario Land 3D (Nintendo 3DS)Rayman Origins (X360, Ps3, Wii), The Elder Scrolls 5: Skyrim (Ps3, X360, PC), Star Wars: The Old Republic (PC)Sonic Generations (Ps3, X360, PC), Battlefield 3 (Ps3, X360, PC, mas a versão do pc é a melhor), Forza 4 (X360), Infinity Blade 2 (iPhone/Pad/Pod), Portal 2 (PS3, X360, Mac, PC), Call of Duty: Modern Warfare 3 (Ps3, X360, PC), Outland (Ps3, X360, PC), Mario Kart 7 (Nintendo 3DS), Dissidia Final Fantasy: Duodecim (PSP)


Garotinha jogando Skyrim

Que gracinha ela!

Mas aproveito o espaço aqui pra dar uma leve pincelada a respeito do polêmico assunto sobre violência nos jogos. Esse jogo tem censura pra maiores de 18, e o pai deixa uma menininha desse tamanho jogar. Incentivo fortemente os pais a não deixarem seus filhos e/ou crianças nos quais você é responsável jogar coisas desse tipo. Assim como você não coloca seu pequeno pra assistir filme da Silvia Saint ou Tropa de Elite, você não deve deixar crianças jogarem coisas nas quais a temática é pesada pra ela. Pra não vir a globo e aquele monte de idiota dizer que a culpa de malucos que entram em colégios, shoppings ou o que for, atirando nos outros é dos jogos violentos.

As pessoas não se atentam a censura do objeto de entretenimento em questão, ou seja, não acompanham o que seus filhos fazem de perto,  e depois vem culpar o objeto ao invés de culpar a si mesmo por não ser pelo menos um filtro pra informações que esse tipo de coisa passa.

Mas é linda a menininha, “NO!!!!”


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 196 outros seguidores

%d bloggers like this: