Arquivos da Tag: terrans

Impressões: parte 1

A) Infinity Blade 2 (iOS)

Tive o prazer de jogar ao menos meia hora durante o fim de semana. Gostei da ideia de expandirem a história, não gostei da forma que escolheram pra isso. Achava a ideia simples, direta, sem muitos diálogos do primeiro jogo muito boa, e no segundo parece que resolveram mudar tudo, a começar por um diálogo entre o protagonista da série e uma mulher esquisita que sai dando pulões ninjas por telhados que de repente viraram melhores amigos. Po, Infinity Blade não tem que ter muito diálogo não, e pelo menos não de forma direta e rasa como foi, sem falar nos pulos exagerados da mulher.

Outro ponto negativo, a “tradução” do jogo. Quem jogou o primeiro, sabe que eles falam uma língua bem esquisita, de repente você chega no segundo jogo e estão falando em inglês? WTF? Tirou outro brilho de IB.

Em questão de jogabilidade, não joguei o suficiente pra testar ainda armas de 2 mãos ou usar 2 armas ao mesmo tempo. O que joguei ainda é no modo tradicional, mas gostei que agora os inimigos estão mesmo imprevisíveis, alguns ataques você não sabe que diabo ele fará até ser bem próximo da hora, quando você acha que virá uma espadada pela esquerda, o cara te acerta com um chute pela direita.

Gostei também de agora você precisar de chaves para abrir alguns baús, não é só chegar e ir abrindo logo de cara não. Tem também gemas que você vai imbuindo nas armas pra poder dar fatores elementais e mudar o tipo de dano que ela causa. Até o momento a diversão é muito positiva, apesar dos pontos que não gostei.

B) The Legend of Zelda: Skyward Sword (Wii)

Um amigo me deixou emprestado essa semana o wii dele e aproveitei para começar os testes de um dos jogos mais aguardados na história do Wii. Só consegui até agora terminar o pedaço de introdução da história e comecei a primeira dungeon do jogo (acredite, isso me levou umas 2 ou 3 horas). Devo dizer, estou impressionado com a ambientação que a Nintendo criou. Sem deixar a fábula e o valor universal para qualquer idade da série de lado, eu concordo com o que a IGN disse de ser o Zelda mais maduro que fizeram. Ainda existem as piadas, o fod#/não fod# da Zelda e o Link, mas no fundo a história assume uma postura mais séria, e isso é reforçado pela trilha sonora. Não joguei nada de Twilight Princess para comparar, mas a trilha sonora mais com cara de épico da série que joguei é o de Skyward Sword. Joguei por 3 horas sem me cansar, nem me queixar da controlabilidade através do wiimote. Como eu disse, não joguei muita  coisa, então não pude ainda testar os equipamentos secundários pra opinar sobre a flexibilidade com o controle.

Senti uma certa influência de Shadow of the Colossus no jogo. Nada que você dissesse “que descarado”, mas a barra de resistência do Link pra escalar, correr, saltar etc, aliado a algumas figuras sombrias do jogo me deram uma sensação de referência a SotC, e isso é muito bom, porque não perdeu a característica de que é Zelda mesmo assim.

C) Starcraft 2: Wings of Liberty (PC)

Lembram que eu disse que você não jogava no modo campanha como zergs ou protoss? Pois é, esqueçam isso, pelo menos com os protoss. Cheguei em um ponto da história em que você passa por algumas missões com os protoss que afetam nas ações que a campanha principal dos terranos tomará em seguida. Não sei se o mesmo acontecerá com os zergs, mas espero que sim. To gostando bastante do enredo que tudo está tomando, e principalmente das atualizações de unidades que vão abrindo a cada missão. Difícil é escolher qual produzir que seja mais efetivo na hora das missões, já que quase nenhuma delas é “destrua a frota de zergs/protoss/terrans da supremacia inteira”. Missões de tempo no qual você precisa erguer uma equipe pra se defender rápido e posteriormente atacar é bem complicado de ficar testando unidades, ainda mais se elas não tiverem ataque aéreo pra se defender de naves inimigas.

Conforme for jogando mais dos 3, vou acrescentando comentários posteriores.


Starcraft 2, atrasado, eu sei

Eu sei que já tem mais de ano que saiu Starcraft 2: Wings of Liberty, mas só comecei a jogar na semana passada, quando comprei na promoção de 50% de desconto de black friday. Fora o fato de que o blog nem existia no momento do lançamento do jogo né, mas enfim…

Já fazia muito tempo que eu não me sentia tão empolgado com um jogo de estratégia, parte disso porque fiquei longe dos jogos de computador, pelo menos até comprar um novo. Depois que peguei a máquina nova, eu testei os jogos que estavam acumulando e que sempre quis: Supreme Comander, The Sims 3, Dragon Age Origins (pra começar de novo o meu jogo, já que o do xbox que estava perto do fim eu perdi), e até mesmo o Age of Empires 3, online e o  Rise of Nations: Rise of Legends. Nenhum desses me deixou tão empolgado jogando de novo no pc como Starcraft 2. Volto a dizer sempre, a Blizzard é foda. Os caras passam anos preparando tudo certinho pra que o jogo saia bom em todos os sentidos, e não perdem a maestria.

A começar pela preocupação em te situar no enredo do jogo, no manual, como é de praxe desde warcraft 2, até onde me lembro, você tem uma sinopse completa do universo do jogo, do que aconteceu na edição anterior e o que tem acontecido até o momento do início do jogo. Você só fica completamente perdido se você não quiser acompanhar o enredo.

Não vou perder tempo falando da história do jogo, já que o título não é recente e muita gente já deve saber o que se passa, mas tenho que dizer que, apesar de parecer caça níquel pra baralho ter dividido a obra starcraft 2 em 3 jogos, sendo cada um pra uma  raça específica do jogo, não foi nem um pouco assim. Uma pena não acompanhar um roteiro completo de todos os 3 times, mas isso permitiu fazer um jogo dedicado com um enredo melhor trabalhado, fora a quantidade de missões que no fim serão maiores né, considerando que são 3 jogos ao invés de 1.

Adorei a ideia das sequências de intermissões, onde você pode conversar com outros personagens, customizar os upgrades de suas unidades e estruturas, optar por qual missão pretende fazer e se ambientar melhor do universo do jogo através dos noticiários e objetos pelo cenário.

O jogo está todo em português, e quando digo o jogo todo, não é apenas menus, legendas e o escambal. O jogo foi dublado no Brasil, e dessa vez a Blizzard teve o tato de chamar uma equipe de dubladores profissionais mesmo, ao invés daquelas dublagens de merda de Warcraft 2.

O melhor de tudo, o jogo está bem bonito, mas não necessariamente precisa de uma máquina pic@ grande. Meu laptop é até mediano, e está rodando o jogo em qualidade média. Claro que efeitos de sombra, o nível de shaders, etc, eu tenho que deixar no mínimo, mas textura por exemplo está no alto, e outras coisas como efeito de reflexo estão ligadas. Outra coisa que curti bastante foi a interação da Battle.net. Fiquei muitos anos longe dela, desde a época de diablo 1 e 2, então perdi as modernizações acompanhando a evolução desse tipo de tecnologia. Hoje você usa o sistema como usa a live ou psn, podendo conversar com os amigos, tendo um sistema de conquistas pra comparar com eles, marcando partidas online com seus amigos entre si ou contra outros jogadores aleatórios. Curti bastante.

A variedade de missões diferentes também são um excelente atrativo. Longe do “pretinho básico” (ai santa, virou blog de Gloria Karalil) de “derrotar seu inimigo”, você tem missões em todos os estilos, desde assaltar trens pra roubar carga, até escoltar caminhões transportando civis pra evacuar planetas dominados pelos Zergs. Pra ter uma ideia, ainda não joguei uma missão que fosse parecida com a outra, e olha que já joguei bastante.

Enfim, se você gosta de jogos de estratégia no pc e não jogou Starcraft 2, você tem 2 opções, ou você corre atrás pra conseguir o seu, ou se mata, porque não existe gostar de estratégia e não gostar de Starcraft.


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 196 outros seguidores

%d bloggers like this: