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Netflix: a mais nova forma de assistir filmes usando os videogames

Se você tem um PS3 ou um Xbox 360, com acesso às redes online SEN ou LIVE, já deve ter notado o não tão novo canal do Netflix. Recém-chegado ao Brasil, o Netflix aproveitou a nacionalização dos consoles por aqui e, com propagandas massivas nos canais de televisão, engoliu os concorrentes que por aqui haviam e é, hoje, o maior site de filmes e seriados on demand no país.

Maior e melhor, mas com alguns defeitos ainda: biblioteca pequena e antiga.

Na minha casa, o Netflix acabou mudando a rotina: saiu a tv a cabo (que agora só serve para assistir ao futebol) e entraram os filmes e seriados. Eu e a patroa ficamos viciados em séries desconhecidas (ela muito mais que eu) e estamos assistindo freneticamente a algumas delas, isso sem contar nos inúmeros filmes que estamos revendo e nos filmes clássicos que ainda não havíamos assistido.

Tudo o que você precisa é uma boa conexão, um console de última geração (isso inclui o Wii, embora eu pense que… melhor deixar pra lá) e uma televisão. Claro que quanto melhor a aparelhagem, melhor a imagem. Se a conexão for de 1 mega pra cima já dá pra assistir filmes em HD. Ah, e dá pra ver no PC também. E no iPad… e no iPhone… e no Android… e nas internet tvs da LG e da Samsung.

Recomendo fortemente!


Só os fodas conseguem

Não, nem sou eu não, é um vídeo do próprio pessoal da Harmonix apresentando a versão completa da ópera rock 2112 do Rush, lançado como DLC pra Rock Band 3 no último dia de 2011. Não foi perfect, mas foi 5 estrelas com todos os instrumentos, e isso é difícil pacas. O resultado? Primeiro lugar na Leaderboard

PS: só os fortes conseguirão assistir, o vídeo tem 21 minutos, mas pode ir dando uns pulos pra ver que tenso que são alguns solos de guitarra e viradas de bateria pra ter uma noção da fodolecência da coisa.

A obra completa sai por 440 MS Points ou 5,49 dolares na live, psn ou wii shop.


F%$#ing News – 06/12/2011

 World of Warcraft sabor feijoada já no mercado

Relaxa o c*zinho aí, não é nenhuma inserção culinária nova com pedaços de orcs no mercado não. É que hoje foi o lançamento oficial da versão brasileira de World of Warcraft. Com direito a festa de lançamento e tudo mais em São Paulo, a versão nacional vem com todos os nomes de locais traduzidos e dublados em português, e por mais que pareça estranho a princípio, ficou bem dublado com uma equipe profissional.

A versão nacional vem com o jogo original e mais a expansão Burning Crusade, e mais 1 mês de acesso grátis por 29,99 reaus. Outros modelos de pagamento trimestral e semestral também estão disponíveis, além da assinatura anual, que também dá direito a receber Diablo 3 de graça quando lançar. Considerando quanto tempo eles demoram em produção de cada jogo, cê vai ter muito tempo pra enrabar os delicados da aliança.

Blizzard demonstra interesse em plataformas iOS

Falando em Blizzard,Greg Street, membro da empresa e conhecido nos forums da mesma por Ghostcrawler, deixou 2 comentários indicando um certo interesse da empresa por lançar versões de seus jogos nos aparelhos da Apple.

Todo mundo que conheço tem um iPhone e/ou um iPad, então nós somos grandes fãs dos aparelhos. Se conseguíssemos fazer as mudanças certas nos jogos para isso funcionar, certamente é algo que estaríamos interessados. Não é algo que vocês verão dentro de uma ou duas semanas, mas é o tipo de coisa que estamos sempre de olho.

Já espero ansioso pelo título que me fará mudar Infinity Blade como meu jogo favorito na plataforma.

Fonte: Starcraft 2 Brasil

Nintendo pode fechar o ano pela primeira vez no vermelho

É, não tem Zelda ou Mario Land 3D que segure o ano da Nintendo, pelo visto. É a primeira vez na história da empresa em que fecha o ano no vermelho. Os motivos apontados para o possível prejuízo da empresa são o aumento histórico do yen no mercado econômico, que forçou o governo japonês a intervir na economia, e a fraca recepção do 3DS no lançamento. Também foi sugerido que outro fator seria a popularização das plataformas iOS e android como aparelhos para jogos aumentando a concorrência. Francamente, com o valor de laçamento que foi o do 3DS, e mais o Wii-U, que é um aparelho futuro correndo sério risco de ficar na frente dos concorrentes atuais, mas atrás dos concorrentes posteriores e que não devem estar longe de lançar, acho que a Nintendo vai ter que triplicar seus títulos de Mario, Metroid ou Zelda pra segurar as pontas.

Fonte: Folha.com


Impressões: parte 1

A) Infinity Blade 2 (iOS)

Tive o prazer de jogar ao menos meia hora durante o fim de semana. Gostei da ideia de expandirem a história, não gostei da forma que escolheram pra isso. Achava a ideia simples, direta, sem muitos diálogos do primeiro jogo muito boa, e no segundo parece que resolveram mudar tudo, a começar por um diálogo entre o protagonista da série e uma mulher esquisita que sai dando pulões ninjas por telhados que de repente viraram melhores amigos. Po, Infinity Blade não tem que ter muito diálogo não, e pelo menos não de forma direta e rasa como foi, sem falar nos pulos exagerados da mulher.

Outro ponto negativo, a “tradução” do jogo. Quem jogou o primeiro, sabe que eles falam uma língua bem esquisita, de repente você chega no segundo jogo e estão falando em inglês? WTF? Tirou outro brilho de IB.

Em questão de jogabilidade, não joguei o suficiente pra testar ainda armas de 2 mãos ou usar 2 armas ao mesmo tempo. O que joguei ainda é no modo tradicional, mas gostei que agora os inimigos estão mesmo imprevisíveis, alguns ataques você não sabe que diabo ele fará até ser bem próximo da hora, quando você acha que virá uma espadada pela esquerda, o cara te acerta com um chute pela direita.

Gostei também de agora você precisar de chaves para abrir alguns baús, não é só chegar e ir abrindo logo de cara não. Tem também gemas que você vai imbuindo nas armas pra poder dar fatores elementais e mudar o tipo de dano que ela causa. Até o momento a diversão é muito positiva, apesar dos pontos que não gostei.

B) The Legend of Zelda: Skyward Sword (Wii)

Um amigo me deixou emprestado essa semana o wii dele e aproveitei para começar os testes de um dos jogos mais aguardados na história do Wii. Só consegui até agora terminar o pedaço de introdução da história e comecei a primeira dungeon do jogo (acredite, isso me levou umas 2 ou 3 horas). Devo dizer, estou impressionado com a ambientação que a Nintendo criou. Sem deixar a fábula e o valor universal para qualquer idade da série de lado, eu concordo com o que a IGN disse de ser o Zelda mais maduro que fizeram. Ainda existem as piadas, o fod#/não fod# da Zelda e o Link, mas no fundo a história assume uma postura mais séria, e isso é reforçado pela trilha sonora. Não joguei nada de Twilight Princess para comparar, mas a trilha sonora mais com cara de épico da série que joguei é o de Skyward Sword. Joguei por 3 horas sem me cansar, nem me queixar da controlabilidade através do wiimote. Como eu disse, não joguei muita  coisa, então não pude ainda testar os equipamentos secundários pra opinar sobre a flexibilidade com o controle.

Senti uma certa influência de Shadow of the Colossus no jogo. Nada que você dissesse “que descarado”, mas a barra de resistência do Link pra escalar, correr, saltar etc, aliado a algumas figuras sombrias do jogo me deram uma sensação de referência a SotC, e isso é muito bom, porque não perdeu a característica de que é Zelda mesmo assim.

C) Starcraft 2: Wings of Liberty (PC)

Lembram que eu disse que você não jogava no modo campanha como zergs ou protoss? Pois é, esqueçam isso, pelo menos com os protoss. Cheguei em um ponto da história em que você passa por algumas missões com os protoss que afetam nas ações que a campanha principal dos terranos tomará em seguida. Não sei se o mesmo acontecerá com os zergs, mas espero que sim. To gostando bastante do enredo que tudo está tomando, e principalmente das atualizações de unidades que vão abrindo a cada missão. Difícil é escolher qual produzir que seja mais efetivo na hora das missões, já que quase nenhuma delas é “destrua a frota de zergs/protoss/terrans da supremacia inteira”. Missões de tempo no qual você precisa erguer uma equipe pra se defender rápido e posteriormente atacar é bem complicado de ficar testando unidades, ainda mais se elas não tiverem ataque aéreo pra se defender de naves inimigas.

Conforme for jogando mais dos 3, vou acrescentando comentários posteriores.


Portáteis da nova geração: Parte 1 – 3DS Apêndice

Só pra constatar aquilo que falei das tendências a melhorar as coisas pro 3DS, publicado hoje no wiiclube

Nintendo registra prejuízo no 1° semestre fiscal, mas 3DS mostra sinais de recuperação

A Nintendo divulgou seus resultados do 1° semestre fiscal (Abril-Setembro) e as perdas ficaram quase alinhadas com o que analistas previam, mas com um prejuízo um pouco menor.

  • Receita -  US$ 2.84 bilhões
  • Lucro operacional (prejuízo) – US$ 755.64 milhões
  • Lucro líquido (prejuízo) – US$ 925.98 milhões

Com isso a Nintendo reviu suas previsões para o ano fiscal completo (que termina em 31 de Março de 2012). Agora a empresa prevê ter receita de US$ 10.41 bilhões e prejúizo de US$ 263.54 milhões.

Grande parte dessa perda foi atribuída aos ativos que a empresa possui em moeda estrangeira, já que 79.2% das vendas no período vieram de fora do Japão. A queda de preço de hardware também ajudou a manter o resultado em baixa.

Do lado positivo, o 3DS teve um aumento nas vendas mundiais. No 1° trimestre as vendas foram de 710,000, enquanto no 2° atingiram 2.36 milhões. Vejam os totais por plataforma entre Abril e Setembro:

  • DS – 2.58 milhões / 28.99 milhões de jogos
  • 3DS – 3.07 million / 8.13 milhões de jogos
  • Wii 3.35 milhões / 36.45 milhões de jogos

Totais desde o lançamento:

  • DS – 149 milhões
  • Wii – 89.36
  • 3DS – 6.68 milhões

Para o ano fiscal a Nintendo reduziu a previsão de vendas do DS, mas manteve os números de Wii e 3DS (veja abaixo):

Em breve Iwata falará com investidores e teremos mais detalhes sobre vendas e, principalmente, planos da empresa para o futuro – o que pode incluir algumas pistas relacionadas ao Wii U.

Via Nintendo


Games on Demand e derivados

Quem não gostaria de ter uma coleção de games na prateleira bem longa e cheia de capinhas bacanas pra “tirar onda” com os parceiros de jogatina? Eu sou um dos entusiastas que gostam disso. Mas em tempos de internet banda larga, facilidades virtuais, e principalmente falta de grana (tá foda) aliada ao “não quero esperar xx dias pra isso chegar”, os serviços de venda virtual de alguns jogos vem bem a calhar.

De vez em quando, até o preço ajuda um pouco nessa parte. Eu sempre quis jogar Bayonetta (essa palavra parece sinônimo pra buc$#*), mas não tava nunca nas minhas prioridades de compras, até o dia que vi ele à venda no serviço do Games on Demand na Xbox Live. O jogo estava por 1600 MS Points, cerca de 20 Dólares. Não rolou nem dúvida, peguei na hora. Claro que não tenho manual, caixinha bonitinha, mas a vantagem de poder jogar o jogo no mesmo dia e por um preço bacana me fizeram levar o jogo na hora.

Recentemente minha compra foi o Star Wars Force Unleashed 2, que baixou de 39 dólares para 19. Esse era um jogo que eu vinha namorando de muito tempo pegar mais barato por ebay, ou outro site de venda de usados. Quando saiu mês passado a redução de preço dele, eu tive que levar, sem a pun#*& de esperar 3, 4 semanas, em média, se comprar do exterior.

Mas a melhor compra que aconteceu nos últimos dias foi a do Fifa 12. A PSN europeia está vendendo o jogo de forma virtual. Podendo ser dividido em até 5 pessoas cada download, meu irmão comprou na hora. Um jogo novo, que eu provavelmente só iria colocar nos orçamentos de compras provavelmente lá pra fevereiro do ano que vem e eu já estou jogando, e aliás, diga-se de passagem, curtindo pra caramba a nova versão. Se alguém perder pro vasco na psn online, saiba que tem chances de ter sido eu quem ganhou.

A coisa melhora ainda mais pra quem joga no PC. É bem verdade que no PC não saem vários títulos consagrados dos consoles, e principalmente, muitos deles você precisa ter uma pu%@ máquina pra rodar bonito.  Mas o pessoal que usa o serviço do Steam provavelmente são os que mais gastam com jogos. Eu digo isso não porque os jogos são mais caros, mas pelo contrário, tem muitas promoções. Os Deal of The Week na Live ou as promos da PSN não chegam nunca na quantidade de promoções que acontecem na Steam. E isso acontece com jogos novos e principalmente com velhos, você vê um Fallout, ou Fallout 2 a 10 dólares cada e pensa, “tá, preço normal pra um jogo muito antigo”, aí olha no dia seguinte e a Steam coloca em promoção relâmpago por 2,3 dólares. Com um preço tão baixo, você acaba comprando porque não vai pesar no seu orçamento, mas se não toma cuidado, compra demais e acaba pesando de verdade.

Resumindo, seja na plataforma que você utilizar pra jogos que for, se você quer aumentar sua gameoteca (existe isso?), considere também abdicar de caixinhas e manuais bacanas na sua prateleira em prol da praticidade e rapidez de comprar e baixar um jogo no serviço online que seu console/computador usa.


Games + Boca suja = Pega no Meu Pixel

Já faz um tempo que estava querendo começar um projeto paralelo, só não sabia do que seria. Como publicitário de formação e designer gráfico de coração, estava mais propenso a algo voltado pra área, muito embora não sabia o que eu poderia aproveitar nesse espaço. Freelas? Um site discutindo sobre o mercado e sobre profissionais? Uma revista virtual? Nah.

Essa é a minha área, mas não é o que geralmente gosto de conversar em meu horário de lazer, então passei pras categorias principais do meu dia a dia de lazer: Quadrinhos? Música? Filmes? Desenhos animados? “P#&&@ nenhuma” me veio logo a mente. Todos esses assuntos eu gostaria de abordar, mas pra primeiro projeto paralelo como um blog, preferi me focar em um assunto só, então foi aí que cheguei a ideia: Um blog sobre games.

Aí eu parti pros detalhes da primeira divisão: “Sobre o que eu vou falar? Como vou abordar?” E depois de uma simples conversa com a esposa pensando sobre nomes pro blog (gostaria de algo que remetesse a games, mas com um “Q” de clássico, porque sou das velhas gerações”) saiu um “Pega no meu pixel, um blog desbocado sobre games”. A resposta dela de imediato foi “perfeito!” Por garantia, perguntei a mais um amigo o que ele achava e ele me responde: “você encontrou um nicho!” E foi exatamente o que pensei, a ideia é perfeita, sou desbocado e gosto de games pra c#%#&*$.

Então cá estou, desbravando esse espaço de comentar sobre games novos, antigos, notícias do mercado e o que mais dessas b*$%#@ tiver pra falar sobre essa área que agrada a tanta gente.

Espero ser do agrado de todos, mas se não for tambem f$*#-se. E um grande abraço a todos.


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