Game On, eu queria morar lá – Parte 1

Já faz um tempo que eu prometi postar sobre o Game On, mas me faltou oportunidade (de ir visitar a exposição pra poder ter o que falar), e isso aconteceu ontem, exatamente no último dia da exposição em Brasília.

Alguns talvez estejam perdidos, mas para situar a todos, o Game On é uma exposição sobre games, mostrando, e deixando ao contato com o público, aparelhos de diversas gerações desde os pré videogames até os modelos atuais. Teve em São Paulo e veio para Brasília no final de Janeiro. Não sei se terá em mais cidades pelo país, mas pelo que sei, a exposição é originária da Inglaterra e roda o mundo já faz alguns anos.

O evento foi um total sucesso aqui no DF, fui no último dia parte por deixar de ir em outras datas por ouvir que estava lotando. Sem muito espaço pra andar, e com um bizarro cheiro de suvaco da porr@. Enfim, até nisso lembrava história dos games, em épocas de juntar galera nas locadoras pra locar ou jogar na própria loja. Chegou último dia eu não poderia deixar de ir por causa de lotação né, ou caga, ou sai da moita, e acabou cagando mesmo.

A exposição era dividida em 2 espaços, um mais voltado a história dos games, e outro um pouco mais dedicado a cultura dos games, embora ambos tivessem espaço para jogar. Visitei a área da cultura dos games primeiramente, e logo de cara você se depara com uma mesa cheia de portáteis de várias gerações para serem jogados. De minigames a Nintendos 3DS, a mesa estava abarrotada (de crianças pequenas) degladiando por uma pequena oportunidade de jogar. Elas não eram mal educadas, esperavam tranquilamente sua vez de pegar o “brinquedinho” em mãos para jogar, mas tinha bastante gente. Aliás, isso foi um fenômeno, tinham crianças em todos os setores da exposição, mas a parte de portáteis em específico parecia ser a parte favorita, não sei se pela facilidade em manusearem um aparelho pequeno como eles, ou se pelo fato de não precisarem olhar pra cima pra jogar nos consoles, sei que a molecada se amarrou.

Dentro dessa parte de cultura dos games você via pelas paredes muitas informações dos setores,  jogos multiplayers, os games na Europa, América do Norte, Japão, a rivalidade Mario x Sonic, os produtos gerados pela franquia de sucesso Pokémon, etc. Uma das minhas maiores satisfações nessa sessão foi poder ver e jogar pela primeira vez na vida os clássicos de Dragon’s Lair. Tudo bem, foi no Dragon’s Lair Trilogy para Wii, mas ainda assim, eu só tinha visto por fotos na antiga revista Videogame sobre o jogo. Devo dizer, é divertido pacas, mas você não consegue jogar e ver o desenho ao mesmo tempo, senão cê se ferra bonito.

 Outra parte bem abordada nessa área foi a de jogos com experiências diferentes, lá haviam Kinect, Wii, Beatles Rock Band, dos mais novos, mas também haviam alguns jogos um pouco mais antigos, como um simulador de trem (sim isso mesmo, chato pra car@%$*, mas tinha) com um controle que simulava o de um trem indo pra frente, pra trás, etc. Tinha também Katamari, que é bem peculiar para os que conhecem, mas um dos que mais chamaram a atenção do pessoal foi Steel Battalion. Particularmente eu nunca havia ouvido falar sobre o game até ontem, nem sobre seu gigantesco controle. É um game de simulação de Mechs (aqueles robôs gigantes), com um controle enorme com 2 manches, uma alavanca, uma car@&%@#@ de botões e uma pedaleira com 3 pedais diferentes. Segundo um amigo que encontrei por acaso lá, ele estava se preparando para liberar o rêgo ao menos 3 vezes na semana pra juntar dinheiro e comprar um desses.

Dois destaques que vi nessa mesma sessão: Uma tela passando trechos do programa de Game Center CX, um programa japonês no qual o apresentador joga games antigos e coisas do tipo, com direito a uma estante com alguns dvd’s do programa. O outro era uma pequena área voltada aos fangames. Lá tinham jogos feitos por fãs para PC, Dreamcast e Playstation. Joguei um tal Warning Forever para PC, gratuito o download. É um game SHMUP (Shoot ‘em Up), aqueles games de nave em que geralmente você enfrenta uma horda de outras coisas que aparecem na tela atirando. No caso desse jogo, você enfrenta apenas uma nave grande, conforme vai passando, ela vai ganhando evoluções e ficando gigantesca, até você ter dificuldade mesmo pra se mover de tanto que o inimigo ocupa espaço da tela.

E por aqui acaba a parte 1.

Mais fotos podem ser vistas na galeria do Flickr do Pega no Meu Pixel

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2 respostas para “Game On, eu queria morar lá – Parte 1

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