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Batman: Arkham City vai ganhar versão Game of The Year (F%$#ing News 26/04/2012)

Pois é, pra todos aqueles felizardos que não compraram ainda um dos melhores (se não o melhor) jogo lançado no ano passado (como eu), agora vão ter a possibilidade de comprar a edição GOTY de Cidade Arkham. Contando com todos os DLC’s que sairam até o momento, e mais alguns exclusivos, a versão está programada para lançar no dia 29 de Maio.

Como nem tudo são flores nesse caminho, parece que a Warner decidiu que tinha que cagar em algum ponto da história, e cagou no menos ofensivo, mas ainda assim incômodo, vejam a capa nova do jogo:

Santa porcaria Batimão!

E aí, curtiu? Parece mais a capa de uma revista, ou um anúncio no canto de uma loja, do que uma capa né? Quem passa rápido até acha que o nome do jogo é “10 out of 10” ao invés de Arkham City, que aliás, está ali no canto direito, bem pequeno, caso você ainda não tenha achado. Uma porcaria de capa comparada a original que era tão limpinha e expressiva. Felizmente o jogo vale a pena, e você não precisará gastar rios de dinheiro comprando os DLC’s que já sairam.

Só pra termos de comparação, eis a capa original:

Olha que lindeza!

Que diferença hein? Uma pena não venderem essas capas em separado.

PS: Já viu os bonecos baseados nos games que foda? Mermão, grana pra que te quero pra aumentar a prateleira hein?

Batimão pela Play Arts

E esse coringa medonho? Foda!!!

Esses aí estão em pré venda na Limited Edition, mas os preços acabam sendo até bem salgados.


Ia postar sobre uma novidade… mas aí levei uma flechada no joelho!

Nem o Dovahkiin aguenta mais essa p*%%@ dessa piada!

Eu juro! Procurei notícias bombásticas, rumores e… em 5 minutos abandonei tudo para voltar ao mundo de Skyrim! Justo eu, que nunca fui chegado em RPGs, que nunca tinha jogado um Elder Scroll sequer (é sério!), fui pego, amarrado e não jogo outra coisa a exatas 122 horas e 22 minutos, tempo este que tenho de Skyrim até agora. Não, eu não joguei esse tempo todo sem pausas, mas desde que comecei a jogar, uns 2 meses atrás, não joguei NENHUM outro jogo nos meus consoles.

Sinceramente ainda não achei o motivo que me prendeu a esse jogo… abaixo listo possíveis motivos, mas refuto as ideias todas logo na sequência, perceba:

1 – O jogo tem gráficos belíssimos… mas existem muitos melhores.

Belíssimo, mas muito atrás de séries como Uncharted, Gears of War e... muitas outras!

2 – O ambiente do jogo é perfeito… mas não é nenhum Senhor dos Anéis e existem muitos jogos com dragões, elfos, magos e tudo isso que a gente já cansou de ver por aí.

Harry Potter? Eragon? How to train your dragon? Existem muitos mundos onde os dragões habitam. E, normalmente, os elfos e os magos aparecem também... sem esquecer dos b*$!@$ dos orcs.

3 – O áudio do jogo é impressionante… comprei um novo headset (o original da Sony) e pude perceber que o áudio do jogo tem imperfeições e, até mesmo omite alguns sons durante o jogo. O mais comum é esse do vídeo que faz com que o jogo fique com uma interferência bizarra.

4 – O jogo é perfeito… não, nem um jogo é. E nesse ponto Skyrim passa looooooonge! Longe pra c@%@!%* pra dizer a verdade, tem 1124203 bugs absurdos que vão desde esqueletos de dragões que voltam a vida, escalar montanhas usando pulinhos pequenos (já me usei desse defeito algumas vezes para não ter que dar a volta em cadeias de montanhas), inimigos burros que não sabem subir em pedras pequenas, atravessar paredes e animações travadas, que não fluem.

E é nesse momento que você pensa: “Mas que c@%@!#* de jogo é esse que só tem contras? Note que eu falei que refutaria as ideias todas, mas refutar não quer dizer que tudo é uma m&%#@ e sim dizer que existem jogos melhores em cada um desses quesitos que eu mostrei… mas certamente nunca joguei um jogo que reunisse essas qualidades TODAS JUNTAS da forma que Skyrim faz. Os excelentes gráficos, somados à fantástica ambientação e aos sons muito bem estruturados do jogo fazem de Skyrim um dos jogos mais perfeitos que eu já joguei. FATO!

Jormundur, o meu personagem, é um wood elf especializado em arqueria, sneaking e light armor, que tem como outros atributos importantes one handed weapons, pickpocketing e alchemy. Sou um belo de um c^&@* com ele: fico me esgueirando pelos cantos sem ser visto e usando flechas de todos os tipos e, se alguém me ver, consigo me defender e desferir alguns golpes antes de tentar me esconder de novo. Mas você pode jogar do jeito que quiser: pode ser o mago e manjar das put@r!@$ todas de magia, pode ser um orc e mandar ver nas armas de duas mãos e em heavy armor… as possibilidades são praticamente infinitas e mesmo depois de começar o jogo ainda é possível adaptar o seu personagem a novos atributos que você achar importantes durante o jogo, eu fiz isso com lockpicking e isso me ajudou com várias das milhares de fechaduras que você vai encontrar durante o jogo.

A história do jogo é bem linkada, segue realmente um roteiro muito bem feito, mas como sempre a Bethesda nos faz de idiotas mais uma vez e coloca um número praticamente infinito de side-quests (eu não cumpri nem 1/10 delas) e isso dá uma vida mais longa ao jogo… muito longa aliás. Curiosamente um amigo abandonou o jogo por ter dado atenção demais para as sidequests… e olha que ele é fissurado em jogos da empresa.

Se quiser fo%&# com a sua vida social, se esconder em uma caverna e ainda ter a glória de matar dragões e absorver a sua alma… vem pra cá. Skyrim é logo ali… e cuidado com as flechas no joelho.

PS.: Ah, existe um rumor… sim, um rumor bem forte de que na E3 desse ano a Bethesda anuncie o primeiro Elder Scrolls online. Se isso acontecer, VAI SER F*#@ e eu nem vou poder chegar perto dessa belezura.


Afasta de mim esse The Old Republic que isso é magia negra!

Depois de finalmente pegar um mmo que eu fique realmente empolgado, agora entendo o vício que os amigos que curtem ficam ao jogar. Meu Deus, você passa 5, 6 horas seguidas jogando isso fácil. E o pior? você acha que não fez PN no jogo, e ainda fica com peso na consciência de não ter feito PN na sua vida também. Tô com medo dessa porr@, sério!

Sobre o jogo

Agora que consegui me dedicar “um pouco” mais, posso dar uma opinião melhor. Como postei antes, estou jogando com uma sith warrior, com especialização em Marauder, isso me permite ser mais ágil e usar 2 sabres, mas não usa poderes da força a distância, como choques ou estrangulamentos. O gameplay é bem bacana, podendo ser comparado a qualquer outro rpg de ponta (sim, eu to falando de wow). Se ele não se destaca como melhor, ao menos não fica pra trás. Mas o que mais me agradou nisso foi o fator single player. Com os esquemas de opção de resposta que alteram sua afetividade com seu companheiro (NPC que te acompanha), e/ou sua afinidade com o lado da luz ou sombrio da força, o feeling de estar jogando uma continuação de KOTOR single player, mas com outros jogadores participando é grande. E isso é muito bacana, dedique-se a se socializar se quiser, mas você não tá afim de papo e quer só avaçar na história do jogo? De buenas também porque isso você pode.

Existem missões que só podem ser cumpridas em grupo, óbvio, mas elas nunca são centrais à história do jogo, e geralmente os níveis de dificuldade delas vem com os títulos [Heroic 2], [Heroic 2+] ou [Heroic 4], onde o número é a indicação de jogadores adequados pra avançar na missão. Pode ter certeza, a menos que você esteja uns 8, 10 níveis acima da faixa da missão, cê não passa sozinho nem fud$&%§.

A respeito das habilidades, conforme eu disse das classes e especializações, você começando como um sith warrior, ou qualquer outra classe do jogo, terá habilidades primárias que vai ganhando ou evoluindo conforme passa de nível. Depois do nível 10 você escolhe uma das especializações da sua classe, e aí ganha outras habilidades específicas, mas também continua evoluindo as primárias.  Mas não é só você que tem especialidades, lembra daquelas habilidades específicas de KOTOR de hackear computadores, criar equipamentos ou garimpar por artefatos raros? Pois é, essas habilidades no jogo são dedicadas aos seus companheiros, e é com elas que você vai poder garimpar por cristais brutos, e usá-los pra lapidar em cristais utilizáveis para o seu sabre, produzir itens para curar ou turbinar seu personagem, criar armaduras e outros equipamentos e outras coisas mais. É uma boa forma de dividir a dedicação do seu personagem, já que você não perde pontos de skill do seu sith com isso.

Mas e aí, o jogo tem ligação com os Kotor’s originais? Eu te respondo, sim, ele se passa 300 anos depois, e a referência não é apenas essa. Desde o primeiro jogo, a Bioware sempre se preocupou em encaixar a história deles no meio do enredo já produzido do universo expandido de Star Wars. Personagens das hq’s e livros do universo como Naga Sadow, Freedon Nadd, Exar Kun ou Ulic Quel-Droma são citados e permanecem como referência para o universo do jogo estar da forma como está. Sendo assim, eles não fariam diferente com o próprio título deles. (Spoiler pra quem não terminou KOTOR aqui) Há um culto dentro dos sith chamados de Revanitas, que cultuam a Darth Revan, protagonista do primeiro KOTOR. No jogo eles dizem que Revan iniciou jedi, se tornou sith, e depois se elevou acima das duas classes, sumindo no universo afim de se preparar para um inimigo maior do que esperavam. Isso todo mundo que terminou KOTOR já sabia, mas o jogo diz que Revan voltou de sua missão, embora não revelem o que foi que ele enfrentou, e decidiu treinar iniciados da força no planeta Dromund Kaas, capital do império, e lá morreu fazendo isso. Eu estranhei o fato desse culto ser do lado dos sith, e não conheço o lado dos jedi, mas imagino que eles devam ter uma facção de culto a Revan também, e to esperando também que mais desse passado desconhecido de Revan se desenvolva no jogo. (acaba aqui o Spoiler)

O jogo possui também os tradicionais modos de guildas e coisas do tipo, embora eu ainda não tenha testado essa parte, mas fiquei de cara com a quantidade de brasileiros jogando, volta e meia vejo alguem comentando algo em português. É uma boa pra quem não consegue conversar em inglês, e pra quem pretende procurar guildas BR.

Esse jogo tá tão bizarro de consumindo meu tempo que até pra postar o que tenho achado dele até agora foi um post grande, que medo, mas joguem!


Promoção na Steam

“Put@ que p@riu!” Foi só o que consegui dizer ao abrir o Steam hoje. Mermão, não tem pra ninguem. Nem Live nem PSN conseguem competir com as promoções da Steam. São vários packs POR EMPRESA em promoção. Você pode comprar o título individualmente também, mas pra quem quer jogar mais coisas, vale a pena um packzão da 2k, por exemplo.

Só pra ter uma noção, esses são os itens no pack da 2k:

Sid Meier’s Civilization® IV, Civilization IV®: Warlords, X-COM: Terror From the Deep, X-COM: Apocalypse, BioShock™, X-COM: Interceptor, X-COM: UFO Defense, Civilization IV: Beyond the Sword, BioShock® 2, Freedom Force, Freedom Force vs. the Third Reich, Sid Meier’s Civilization® V, Axel & Pixel, Borderlands, Borderlands: The Zombie Island of Dr. Ned, Sid Meier’s Civilization IV: Colonization, Civilization V: Cradle of Civilization – Mediterranean, Civilization V: Cradle of Civilization – Asia, Civilization V: Cradle of Civilization – Americas, Civilization V: Cradle of Civilization – Mesopotamia, Civilization V: Explorer’s Map Pack, Double Civilization and Scenario Pack: Spain and Inca , Sid Meier’s Civilization® V: Babylon (Nebuchadnezzar II), NBA 2K10, The Misadventures of P.B. Winterbottom, Borderlands: Mad Moxxi’s Underdome Riot, Mafia, Borderlands: The Secret Armory of General Knoxx, Mafia II, Mafia II DLC: Jimmy’s Vendetta, Mafia II DLC: Joe’s Adventure, MLB 2K11, Duke Nukem Forever: Hail to the Icons Parody Pack, Duke Nukem Forever: The Doctor Who Cloned Me, Borderlands: Claptrap’s Robot Revolution, NBA 2K11, Civilization and Scenario Pack: Polynesia, Civilization and Scenario Pack: Denmark – The Vikings, Civilization V – Civilization and Scenario Pack: Korea, NBA 2K12

Coisa pra c@r@lho né? E tá saindo de 449,10 por 74,99 dólares. Tem muitos outros packs como a ubisoft, a lucas arts, uns packs de títulos independentes, ID Software, Bethesda…

Enfim, vai na Steam compr@r velho, vale a pena. A promoção vai até o dia 2 de janeiro.

 


Diário de um jogador de Gears of War 3: Parte 2

Mais 2 horas de partida hoje, dessa vez dividindo com 2 amigos (nessa proporção, amanhã eu consigo realizar minha vontade de jogar o modo campanha em 4 pessoas), e curtindo pacas. Ao que estou percebendo, o jogo tem dividido o foco entre os personagens, você começa a campanha como o protagonista Marcus Phoenix,  logo em seguida te passam pra jogar com Cole e outros membros dos COG’s. Não é só nisso que o foco está dividido, até o ponto em que estou, a história está trabalhando muito com ciclos da origem dos personagens que se fecham, o jogo já começa te pondo atrás do paradeiro do pai do Marcus, que estava supostamente morto até o momento. Com Cole, você começa visitando a cidade natal, onde ele é bem popular por ser o astro do antigo time de futebol americano antes dos Locusts fud#%$ com tudo.

Os Lambents até o momento estão se saindo mais difíceis do que os Locusts eram até Gears 2. Não me lembro de passar tanto problema por falta de balas no mesmo nível que to passando em Gears 3. Os bichos são resistentes pacas, alguns até bem chatos, que ficam teimando em não serem serrados ao meio. Mas até o momento, o pior que enfrentei é o Ursinho Carinhoso. Não estranhe, não tem nada do tipo no jogo, eu que tenho o hábito de nomear os personages de Gears e Left 4 Dead tudo, pra facilitar na identificação jogando em grupo. Esses fila dumas put@ lambedores de testículos alheios são grandes, fortes e resistentes pra car@$#*, e ainda por cima jogam umas bolas de luzes (não é Hadouken) que te derrubam logo de cara, tome 2 e vc tá morto no ato. Pra matá-los, só com muito “carinho” na barriguinha brilhante deles (daí o motivo de ser Ursinho carinhoso).

Outro monstro chato, que não achei um nome pra ele, é uma criatura que depois de vc acertar muito no ponto fraco, o bicho cresce, parecendo uma cobra gigante, com 2 tentáculos no lugar dos braços e fica atirando flechas de luzes que tambem te derrubam de primeira, e o pior dessas porr@s dessas flechas é que como o monstro fica mais alto, elas caem de cima pra baixo, passando por cima da barricada que você tá de proteção, como se não fosse o suficiente, depois de explodirem nessa tranformação, a cabeça sai viva e se arrasta pra perto de você, para implodir e te levar junto, fala se terrorista não economizaria a beça com homens bomba se controlassem uns bichos desses.

Sobre jogabilidade, é o que falei no outro post, Gears é manjado, e não tem muita novidade, mas a ação é frenética, sem nenhum minuto pra descansar, aliado ao bom humor e sarcasmo nível 20000 plus dos personagens. Uma das poucas novidades da vez fica por conta de alguns exoesqueletos em alguns pontos das missões que você usa pra derrubar monstros que parecem recém saídos de combates contra o Daileon e o Titan Flash. Você também usa esses exoesqueletos pra carregar algum objeto grande que faz parte do objetivo da missão.

Eu tinha que dizer isso, mas uma das coisas que mais ri de bobeira no jogo foi um momento “malas de galera batendo num coitado”, ou the warriors: o jogo. Um monstro foi derrubado por um dos amigos jogando, e enquanto ele chegou serrando uma parte do monstro, eu estava do outro lado chutando ele no chão.  Que coisa mais saudável e benéfica a sociedade, hein? Por isso gosto de videogames, boto todos os meus demônios pra fora lá e volto pra sociedade tranquilinho, livre, leve e solto, tendo feito tudo que não tenho vontade, nem coragem na vida real.

Até a próxima. Futuramente, quando eu terminar a campanha, posto sobre modo Horda e coisas do tipo, só devo demorar a postar sobre DLC’s, porque ganhei a versão standard, e o jogo tem DLC tanto quanto tem Lambent pra matar, vai mais uma boa grana se for comprar tudo. A dica atrasada que ganhei, é que em alguns aspectos, era melhor comprar a versão que vinha com o Season Pass, liberando tudo, ou quase tudo desses DLC’s.

PS: O nome oficial do Ursinho Carinhoso é Gunker, e o outro que cresce com tentáculos se chama Drudge.

Tempo Parcial: por volta de 3 horas, no modo difícil | Companheiros de aventura: Butcher (ontem e hoje) e Hunter X (hoje)


Gears of War 3 – impressões

Até agora o que tenho a dizer é: K -rá-lho!!!! A Epic acertou na medida de novo. Embora eu não tenha ficado tão escrot@mente empolgado como fiquei no segundo, ainda assim o jogo continua me fazendo cair o queixo. Em time que tá ganhando não se mexe, e gears é exatamente assim, claro que a fórmula já está um pouco gasta, mas ei, CoD tem 10 mil títulos e sai um novo todo ano, Gears é apenas o terceiro, e o último já tem mais de 3 anos de lançamento, deu tempo de sentir saudade já.

O jogo continua surpreendendo no que diz respeito a gráficos bonitos, o jogo está com um visual limpinho e usando o melhor que o Xbox no talo pode oferecer. Ainda estou bem no início e não tem muito da história desenvolvida até agora, mas o que sabemos é que aparentemente os Locust foram derrotados com a queda da cidade de Jacinto, mas ainda assim os sobreviventes não puderam comemorar muito. Sem um lugar pra morar, se estabeleceram em uma ilha, o que não durou muito tempo, já que surgiram novas criaturas escrot@s, os Lambent, e tão ferrado geral de novo. A ilha acabou por ser perdida e os sobreviventes se dividiram em grupos vivendo em navios e outros tentando a sorte de novo no continente. A partir daí, o resto da história qualquer Wikipedia resolve a tua vida.

Vai por mim, correr em um navio todo fod#%* sendo atacado por monstros é tão foda quanto dirigir um jipe de combate numa caverna escura cheia de Locusts, e nesse ponto Gears ainda não perdeu a linha no que se diz respeito a te manter em um ritmo frenético 100% do seu tempo de jogo.

Só não jogo mais hoje porque dependo dos amigos se juntarem a mim pra jogar em multiplayer, já que não tô afim de jogar Gears sozinho, e nem quero, esse jogo merece ser jogado em multiplayer. Serrar lamberts ou locusts só tem graça se tiver plateia, e isso é uma convocação (e uma imploração) para que os amigos se juntem a mim nessa tarefa de terminar essa porr@.

 


Diário de um jogador de Zelda: Skyward Sword (ou Impressões: Parte 2)

Finalmente terminei a primeira Dungeon de Zelda: Skyward Sword. Ainda não foi revelada muita coisa da história, mas agora já conheço ao menos um se não O rival de Link no jogo. Já pude testar ao menos 2 equipamentos que fazem uso da controlabilidade do Wii remote e gostei de ambas. A primeira é o estilingue, que não faz um uso complexo do controle, apenas mexa o controle para mirar e aperte A para atirar. A segunda o besouro de controle remoto, é ainda mais bacana porque você controla o vôo dele e é bom pra ter uma visibilidade de outros ângulos de certos locais que podem ter itens escondidos.

Me senti um noob na dungeon, puzzles até bem simples, mas demorei mais tempo do que achei que demoraria, ou gostaria de ter demorado, apelando até pro gamefaqs no puzzle do primeiro olho (ridículo, eu sei, mas não tava conseguindo pensar em nada mesmo e prometo não repetir uso dessas coisas). Eu gostei da exploração da dungeon, segue bem a linha dos jogos anteriores, e não é cansativa, apesar de eu ter demorado bastante nela. O que não gostei é a “facilidade” dela. Em tempos de checkpoint em tudo que é jogo, achei que tava até excessivo o tanto de savepoints que tinha na dungeon, e não consegui (e nem quis) morrer pra saber se ainda assim eu voltava pro início da dungeon ou se continuaria do último ponto salvo. Se for a primeira opção, beleza, já que sempre foi assim em Zelda, e você valoriza a dificuldade do jogo, se for a segunda, ponto negativo demais.

Como falei do rival do Link, gostei do duelo com ele no final da dungeon, não achei massante, embora chegue uma hora que você fica chacoalhando o controle horrores pra acertar espadadas. Mas não é em exagero, porque senão cê toma um pau testicular dele, se os outros duelos de espada forem crescendo assim no jogo, ficarei muito feliz.

Considerações finais: Estou cada vez mais colocando Skyward Sword no topo junto com Ocarina of Time, como Zelda mais espetacular, e não estou desconsiderando nem de longe A  Link To The Past e Oracle of Seasons/Ages. Siga nesse ritmo que continua subindo.

Tempo total de jogo até o momento: 7 horas e 30 minutos


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