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Uma tirinha sobre o novo “Mega Man”

Vi essa em um fórum que participo e achei fantástica, resolvi fazer a tradução e trazer pra cá.

Way to go Inafune e Mighty No. 9!

Mighty No. 9 tirinha

Tá aqui o perfil do autor da tirinha original.

Já foi no Kickstarter dar o seu apoio? Não? Tá esperando o que, po$%@? Não sabe do que se trata? Olha o post anterior!

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Mestre Inafune está precisando de apoio no Kickstarter pra criação do sucessor espiritual de Mega Man

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Inafune

Desde que saiu da Capcom, o mestre Keiji Inafune (só o mísero criador de Mega Man e produtor de jogos como Dead Rising e Onimusha entre outros clássicos), tem estado ocupado na produção intensa de novos jogos.  Já saiu dele, para o Vita, Soul Sacrifice, J.J. Rockets, para android, Bugs vs Tanks, jogo da e-shop para 3DS e ainda estão a caminho Yaiba: Ninja Gaiden Z e Kaio: King of Pirates, mas a onda da vez do mestre é o sucessor espiritual de Mega Man.

Mighty No. 9 é o nome do game e tenho que dizer, a belezinha está realmente com cara de Mega Man. Segundo a descrição, o jogo é um side scroll pegando os melhores elementos das gerações 8 e 16 bits. Na tradução livre descrita no kickstarter: você joga como Beck, o nono em uma linha de poderosos robôs, e o único não infectado por um misterioso vírus de computador que deixou as criaturas mecânicas do mundo loucas. Corra, pule, atire e transforme seu caminho por seis fases (ou mais, via objetivos alcançados) que você passa na ordem que quiser, usando armas e habilidades roubadas de seus inimigos para derrubar seus companheiros robôs Mighty Numbers e confronta o mal definitivo que ameaça o planeta!

Escolher fases na ordem que quiser, usar armas e habilidades roubadas dos seus inimigos… isso te lembra algum outro jogo? Sem dúvida será um Mega Man com as novidades que nós fãs gostaríamos que a Capcom é quem tivesse apresentando com o seu mascote oficial.

mighty n9

Olha essa foto e diz que não é o Mega Man com a beleza visual que você esperava na geração atual?

Way to go, mestre Inafune, eu já fiz a minha contribuição e espero que você também faça, porque o jogo está previsto inicialmente para a Steam, e será portado conforme alcance maior apoio no kickstarter, para os consoles. Caso você tenha apoiado e esses objetivos sejam alcançados, você terá a opção de escolher qual plataforma quer jogar. Pela velocidade que estão subindo os fundos de apoio, não vai demorar a atingir as metas pedidas não.

Cópia de si mesmo pode ser considerado plágio? Se é o Inafune e Mega Man, quem se importa?

Cópia de si mesmo pode ser considerado plágio? Se é o Inafune e Mega Man, quem se importa?

Vai lá no Kickstarter dar o seu apoio, o mestre Inafune, sem falar no mercado dos games, merece!

Atualizando: Em menos de 48 horas o projeto já ultrapassou a meta pretendida pra produção do jogo, vamos esperar e ver em quantos dias ele ultrapassa os 2 milhões e meio necessários para garantir a produção das versões para os consoles. O apoio tá tão grande que até outros estúdios estão entrando na onda, o estúdio Renegade Kid ofereceu apoio para levar Mighty No. 9 para o 3DS.

twitter mighty no 9

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Saudosismo para Xbox 360, PS3, iOS, Android, Vita e 3DS!

Atenção saudosistas de plantão… NOSSA HORA CHEGOU!

Acaba de ser lançado o melhor clássico do ano: The Pinball Arcade!

Depois de quase 4 anos de espera, afinal Pinball Hall of Fame é de 2008, troca de softhouse, atrasos infinitos, rumores de que a série iria acabar, rumores de que sairiam apenas máquinas da Gottlieb ou da Stern, a Farsight (substituindo a Crate) finalmente lançou na Live Arcade e na SEN (na App Store e no Google Play o jogo já havia sido lançado) a redenção dos amantes de pinball.

Sucessor espiritual de Pinball Hall of Fame, veio pra ficar?

Pinball FX que me desculpe, mas realidade é fundamental. TODAS as mesas de Pinball Arcade são cópias fiéis, inclusive a física e os bugs, de máquinas reais das quatro grandes empresas do ramo de Pinball no mundo: Williams, Gottlieb, Bally e Stern. No pacote lançado a 10 dólares em todas as bases, estão a disposição a mesa preferida de todos os tempos desse “puto que vos escreve”, Tales of the Arabian Nights, Ripley’s Believe or Not, Black Hole e Theatre of Magic.

A melhor notícia é que a Farsight prometeu atualizar as mesas todos os meses na forma de DLCs (sim, eu sei… vai chover DLC, mas se forem a um preço justo como o jogo, quem se importa?).

E, como não poderia deixar de ser, um breve comentário sobre as mesas já disponíveis:

Tales of the Arabian Nights é um clássico da Williams Pinball. Talvez o playfield (é assim que chama a mesa de pinball, seu asno) mais lindo de todos os tempos… tem uma jogabilidade muito fluída e conta histórias como a de Shehrazade, Os 40 ladrões e a Grande Corrida de Camelos, clássicos das histórias populares das árabias. Seu objetivo é destruir o gênio malévolo que sequestrou a princesa e a aprisionou dentro de uma garrafa. ESPETACULAR!

Talvez seja o playfield mais bonito de todos os tempos. Eu não tenho dúvidas!

Ripley’s Believe or Not é baseada naquele programa famoso nos anos 80 “Acredite… se quiser!” e fala de viagens pelos continentes desbravando as histórias mais absurdas e mostrando o fundo de realidade das mesmas. Segue o padrão clássico de ter 4 ou 5 entradas para loopings e buracos, comum nos anos 80 e 90, a máquina é muito bem desenhada e diverte infinitamente.

Máquina original da Stern... e de verdade!

Black Hole, da Gottlieb, é a mais antiga da série. Usava sintetizadores para produzir voz, tem um playfield muito amplo e com poucas opções, mas essa mesa conta com um efeito espetacular que se dá através de um vidro que permite acesso a um nível inferior e ao contrário do campo normal, e para o número de flippers que a máquina tinha. É surpreendente o que existia de criatividade quando a tecnologia ainda era fraca.

Máquina chamava a atenção pelo vidro e pela forma de jogar com 4 flippers!

E por último, mas não menos f*#@, Theatre of Magic, da Bally. Também baseada nos 4 ou 5 objetivos, Theatre of Magic é um show de mágica de verdade, utilizando-se de espelhos, bolas desaparecem de um lugar e reaparecem em outro lugar do playfield e ainda conta com uma caixa de mágico que faz diversos “truques” para entreter enquanto se joga. Extremamente linda, mas tem um playfield um pouco confuso.

Detalhe dos espelhos, ao fundo na direita, e da caixa de mágica na esquerda da mesa. Mágica para os olhos!

Agora é só esperar pra ver se essa empresa aí não é só mais uma empresa de m&$#@ e cumpre com a palavra ao lançar as próximas mesas.


Harmonix anuncia Rock Band Blitz (que bosta hein?)

Com esse anúncio, cê tava esperando “mais um game da série com uma cacetada de músicas e os instrumentos periféricos típicos de sempre”, certo? Errou cara, dessa vez a Harmonix resolveu “inovar” e o jogo será um título lançado na SEN e Live Arcade, mas a jogabilidade será pelo seu joystick normal. Lembra de Rock Band Unplugged no PSP? Pois é, é aquilo ali que você vai jogar, só que com nome novo. Que seja pra manter o nome Rock Band vivo entre os gamers, mas porra, não tem mais graça alguma depois que você já jogou com os instrumentos.

Deviam fazer uma blitz pra multar essa coisa de sair

O game vai poder importar suas músicas dos outros títulos da série, assim como você também vai poder importar a (estonteante e gigantesca) lista de 25 músicas do RB Blitz para seu Rock Band 3.

Acho que levaram a sério demais o vídeo que satirizava Rock Band como carros em uma avenida

Só me resta torcer pra ter 25 boas músicas, porque vou considerar mais como DLC pro meu RB3 do que jogo novo de Rock Band mesmo.

Porr@ Rock Band Blitz, porr@ Harmonix, porr@ Rigopoulos.


Rapidinhas do período tenso

Pois bem, um apanhado geral do que andei jogando nessa última semana:

NBA Jam On Fire Edition

Os cabeções estão de volta e muito bem renovados, divertido pacas.

Tudo pra ser um dos melhores jogos estilo arcade lançados pra Live/PSN no ano passado. Divertido como o clássico, lembrei das boas tardes que tive jogando com os amigos da rua e do colégio. Só faltou mesmo juntar todo mundo pra uma peleja, dessa vez, sem a necessidade de um multi tap para jogar em quatro.

Dungeon Hunter 3

Transformado em um caça níqueis filha da mãe, Dungeon Hunter 3 não tem metade da diversão de seus predecessores

Tive acesso esses dias a um iPad e pude ver a diferença que é jogar com uma telona gigante daquela. Que coisa bacana. Já a série Dungeon Hunter em si, pra mim, perdeu muito. O 1 e o 2 tinham jogabilidade semelhante a Diablo e outros títulos do gênero, um tanto bacana, mas o terceiro resolveu dar uma de espertinho. Se por um lado ele é grátis (o 1 e o 2 custam 6 dólares, cada), por outro, o jogo praticamente te obriga a gastar dinheiro pra comprar equipamentos, armas e o escambal. Isso por si só já é ruim, mas o pior é que agora o jogo é um modo horda, no qual você está em um cenário fechado e pilhas e mais pilhas de inimigos vem ao seu encontro, fator exploração não existe mais. Achei isso uma bosta e muito chato.

Star Wars: The Old Republic

Dá frio só de olhar essas imagens gélidas de Hoth

Curti muito o cenário vasto e desolado de Hoth (aquele planeta gelado do início de “O Império Contra Ataca), até uma trilha “perdido no gelo” eles colocaram pra tocar por lá. Já até finalizei, entretanto eu tô ralando que nem um porco pra terminar a  segunda parte de Quesh. Um NPC de classe elite tá me dando mais trabalho por lá do que bosses anteriores, vou ter que ir a outro planeta ganhar mais nível porque o jogo na reta final tá foda!

Journey

A jornada continua firme e forte

Segunda rodada e continuo achando espetacular a experiência da jornada. Dessa vez descobri que depois de terminado, ele parece abrir uns warps. Fui todo inocente explorar melhor o mapa do primeiro cenário, entrei em uma estrutura com um brilho no chão, quando pisei no brilho, fui teleportado para a última fase, tomei um susto.

Tactics Ogre: Let Us Cling Together

Um tactics é bom na hora do almoço pra fazer a digestão

Meu jogo de cabeceira para o pouco tempo livre das horas de almoço no trabalho. Não ando com um espírito muito tactics nos últimos anos, mas por algum motivo nem consegui parar de jogar ele ainda. O jogo é um remake do original para Super Nintendo, com visual renovado e trilha sonora reformulada. A equipe do jogo produziu posteriormente o Final Fantasy Tactics na época, e se você jogou ele, vai perceber fácil que ambos tem várias semelhanças no sistema de batalha, é fácil de se aclimatar se você tiver jogado muito bem um, e não conhece o outro.

É isso aí gente, espero normalizar meu tempo nesses dias pra não deixar um hiato tão grande entre posts.

Abraço cambada de féla duma pixel


Máquina de lavar Arcade

Antes de mais nada, minhas desculpas pela falta de posts aqui no #PnMP, estou com uma semana bem atarefada, quando muito me sobra um tempinho pra jogar, mas vamo que vamo!

Taí uma ideia que não vemos todos os dias, o designer  Lee Wei Chen resolveu unir o tempo ocioso esperando a roupa lavar com o passatempo ideal desse tipo de situação, os games. Sendo assim, ele lançou uma máquina de lavar com arcade por fichas. Você tem que colocar fichas pra começar a máquina, e se você não passar de todas as fases com as vidas recebidas, a máquina para o ciclo e você vai ter que gastar mais umas fichinhas nela pra continuar.

Acho que eu gastaria rios de dinheiro em uma lavanderia com uma dessas, mas certamente sairia bem mais feliz do que com uma máquina de lavar tradicional, hein?

Postada originalmente no Koi Koi Koi


Clássicos Sega voltando?

1 Jet Set Radio relançado na live arcade/PSN

Deus é pai! A Sega soltou alguns teasers essa semana para divulgar que Jet Set Radio, de Dreamcast, será relançado na Live/PSN. Rapaz acho que esse é um dos jogos mais pedidos pelos seguistas, e não é a toa. Um dos jogos que eu mais curti jogar no Dreamcast. JSR é um jogo ambientado em um futuro próximo, onde gangues de jovens de patins turbinados tocam o terror nas cidades com disputas territoriais, regado a muito som e grafites em tudo que é parede da cidade de Tokyo-to. Você acompanha a formação e o crescimento da gangue GG, formada inicialmente por Beat, Gum e Tab.

A trilha sonora de Jet Set Radio sempre foi de destaque, tanto que na versão americana (entitulada Jet Grind Radio) teve a participação de artistas como Rob Zombie.

A Sega não divulgou nenhuma data ainda, só que será no verão norte americano (junho, julho…), mas pra mim é compra certa NA HORA! curte a trilha:

Fonte: Gamespot

2 Crimson Dragon, sucessor espiritual de Panzer Dragoon

Ok, esse jogo não é da Sega, e sim da Capcom, mas ele é o sucessor espiritual de Panzer Dragoon,e esse sim é da Sega. Apelidado antes de Project Draco, ele tem sido desenvolvido por Yukio Futatsugi, um dos criadores de Panzer Dragoon. Ambientado em um futurístico planeta onde humanos conseguem domar dragões, estes dominam os céus atacando outras criaturas aéreas. Você pode escolher entre 6 tipos de dragões diferentes com diversas habilidades. Sendo produzido para o Kinect, Crimson Dragon pode ainda ser jogado multiplayer.

Sendo para Kinect, imagino que deva ser algo parecido com Child of Eden, e bem que podiam colocar o Moebius para fazer a direção de arte do jogo também. Crimson Dragon ainda nao tem data para sair, só foi divulgado que será esse ano.

Fonte: IGN


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