Arquivo da tag: artwork

Talentosos filhos da p&$% 7

Faz tempo que essa sessão não dá as caras por aqui, bem, esse foi dica do amigo Victor, trata-se da ilustradora canadense Laurie B. que tem estilo variando entre o cartoon e o pinup, fazendo personagens cheias de curvas e “fofinhas”.

Cammy

Miss Marvel

Mulher Maravilha

Alice

Bebês Honda e Blanka

Tiffa

Bundinha

Mas artes podem ser encontradas na galeria dela do Deviantart.

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Exposição de Yoshitaka Amano volta em maio para o Brasil (F%$#ing News 10/04/2012)

É isso mesmo que voocê leu, o pic@ dos pic@s de Final Fantasy terá sua exposição novamente no Brasil a partir de maio, os locais onde a exposição vai passar não foram divulgados ainda, mas pra quem não pôde ou não quis pagar o Game World, já citado no post anterior, vai ter a chance de ver a exposição de novo. Quem sabe dessa vez ela vem até com mais obras, e o principal, que rode o país.

Tomara que rode o país dessa vez

Outras fotos do Game World e da exposição do Amano podem ser vistas na nossa galeria do Flickr

Fonte: Rolling Stone Brasil


Em meio a um Roger Waters, o Game World

Um espetáculo que demonstra a criatividade artística humana elevada a máxima potência

Semana passada viajei para Sampa com a esposa para assistirmos o apoteótico e mitológico espetáculo The Wall, do Roger Waters, e de quebra encontrar com alguns amigos que se fazem de difíceis (mais específico o Lord, ou Player 2). Mas uma coisa eu não esperava, e estava tão aéreo por conta do trampo nas semanas anteriores que nem sabia que ia rolar o Game World.

As surpresas não acabariam apenas em descobrir que o evento estava acontecendo exatamente no mesmo fim de semana que eu estaria em São Paulo. Os convidados do evento nesse ano foram Yoshitaka Amano, o artista conceitual da série Final Fantasy, já citado outras vezes aqui, e Reuben Langdon,  a voz do Ken Masters de Street Fighter, e do Dante, de Devil May Cry. Ver uma exposição do Amano era mais que imperdível.

A exposição do Amano foi uma das atrações imperdíveis do evento

A surpresa ruim ficou por conta do preço da entrada. Antes de mais nada, deixa eu citar algumas coisas que tinham no evento fora essas 2 estrelas do mercado. A exposição contou com estandes da Saraiva, Sony, Microsoft, Nintendo, e mais algumas outras, o que é bem comum em uma exposição de games.  Além disso teve concurso de Cosplay, Just Dance, PES 2012 e outras coisas, também muito normais, e o principal, palestras, que dependendo de quem for reger, pode ser bem meh ou muito boa.

Kilos e mais kilos de pessoas normais e cosplayers doidos, repare no coitado do garoto de refem do Darth Vader à esquerda

Dito isso, eu te digo o preço, 40 antecipado e 50 na hora POR DIA. Se pretendia ir todos os 3 dias, o preço ia de 75 antecipado a 150 na hora. Mas o mais legal? Isso não te dá acesso as palestras, para isso você precisaria desembolsar 100 reais antecipados ou uma bagatela de 200 pila na hora por acesso as palestras dos 3 dias. Um precinho bem camarada pra um evento que visa divulgar o mercado em um país que a situação ainda tá longe de ser de primeiro mundo hein? Nego coloca um estande lá pra por os produtos dele a venda e você ainda paga 50 conto pra ver o que ele tem pra vender.

O de vida eterna estava por lá para garantir preços altos por um passeio na exposição. Devia ter chamado os Thundercats

Do lado da defesa do evento, um amigo, que foi nos 3 dias, disse que as palestras valeram muito o preço pago. Eu não posso dizer que ele tá doidão primeiro porque não tive acesso às palestras, e segundo porque cada um sabe o quanto tem a gastar em algo que quer. No meu caso eu saí no lucro de ainda ter quarentinha pra pagar a entrada pois já estava comprometido pelo resto dos gastos da viagem, a Big Boss é que não gostou nadinha de pagar pra entrar em um evento que ela não faz questão de ver, mas foi pra me acompanhar né.

Não posso entrar na palestra? F$#@-se, tiro foto por entre uma fresta mesmo!

Mas voltando né, tinha estande de tudo que é empresa que tenta um lugar ao sol no mercado de games no país, tinha uma voltada para alguns jogos da Ubisoft, e lançamentos de outras empresas. Nessa parte eu pude testar o tão (mal) falado Ninja Gaiden 3. Só joguei em torno de 10 a 20 minutos, não é o suficiente pra esmiuçar  a jogabilidade e dizer o quanto os inimigos  ficaram idiotas, mas gostei do pouco que joguei. Peguei parte da primeira missão, então os inimigos que encarei eram do mesmo jeito, mas o chefe que saí na porrada precisava de um pouco mais de estratégia, mesmo sendo início do jogo. Apanhei dele pelo menos umas 2 ou 3 vezes até passar. O jogo ainda tem alguns poucos momentos “minigame”, como apertar alternadamente LT e RT (L2 e R2) para escalar a parede, enquanto se esquiva de inimigos que atiram do topo, aperte errado os botões e você cai, tendo que refazer a escalada.

O "minigame" de escalada em Ninja Gaiden 3

Impressionante como o evento priorizava os jogos de dança, em pelo menos 2 estandes diferentes eu vi aparelhos com Just Dance (incluindo Black Eyed Peas e Michael jackson Experience) com bastante gente dançando, fora o concurso, que juntou uma boa turma chacoalhando. A Sony colocou pra teste o Ps Vita, mas não me interessei em chegar perto porque tinha uma certa fila, e eu já testei o aparelho antes, como postado aqui. Eu queria ainda ter testado o Kinect Star Wars, mas não consegui.

Crono é o rei do gingado, imagino o X-Strike se o Frog tivesse dançando junto.

Fora do mundo dos games, a Copag estava com uma estande e área reservada a jogos de cartas. Relaxa o butico, não tô falando de truco, ou pôker. A Copag é a representante nacional do card game de Pokémon, então tinham mesas lá separadas pra galera jogar, além da própria estande vender cartas do jogo, e os demais card games da empresa, como o recém lançado Máfia.

A mulecada delirando pegando nas pokebolas alheiase e outros card games

Mas vamos as atrações principais né, a exposição do Amano é fodelar, digo isso como apreciador da arte, acima do fato de ser fã “do cara que faz ilustras para aquele jogo que eu curto”. Ver pessoalmente um Miró, Kandinsky ou Picasso é uma experiência fantástica, da mesma forma que é com o Amano. Pessoalmente você pode ver alguns apliques de purpurina e outros materiais brilhantes, textura que a obra ganha com determinada tinta, enfim, coisas que se perdem quando você vê apenas a imagem no poster do jogo ou na internet, simplesmente genial. A exposição tinha quadros desde o primeiro FF, passando por Vampire Hunter D e os mais recentes de Dissidia.

Ver esse quadro ao vivo foi muito bacana.

Com o Reuben a coisa foi mais divertida, o ator desafiava visitantes para uma peleja de Street Fighter IV, se o desafiante ganhasse, levava uma camisa escrita “Eu venci o Ken em Street Fighter”. A muvuca que ficava em volta dos duelos demonstra como a galera curtiu o desafio. E a gritaria tomava conta quando acertavam especiais, tive a chance de filmar um round incrível, repare no vídeo abaixo que a Sakura já tava pra perder e conseguiu virar o jogo, a galera delirou.

Repara na tensão e no (_._) travado de perder que o Reuben tá

No fringir dos ovos eu curti visitar o Game World, mas sendo bem sincero, com um preço alto assim pra testar produtos que posteriormente vou gastar comprando, eu não  volto mais. Mesmo com as 2 atrações principais que foram, achei que o valor não valeu o conteúdo que tive acesso. Ainda defendendo o quanto curti ver a exposição do Amano, sendo uma coisa rara, eu posso citar que já vi Rembrandt, Edward Munch, Andy Warhol, Keith Haring ou Pablo Picasso, todos de graça, e todos N vezes mais populares ou influentes na história da arte do que o Amano. Não reclamaria de pagar 10 ou 15 reais, mas 40 foi um abuso, e detalhe, só paguei 40 porque a garota do caixa resolveu me cobrar o preço de antecipada ao invés do valor do dia, de repente porque já era ultimo dia e de tarde.

Olha a cara de feliz desse aí recepcionado pelo Mario, mas nem ele me convence a voltar lá ano que vem se não baratearem a coisa.

Vejam mais fotos na nossa galeria do Flickr, e desculpem a qualidade das fotos, foram batidas com um iPhone.


Talentosos filhos da p&$% 5

Já se chamou de merd@ hoje? Eu te ajudo, só olhar as ilustras da canadense Yue Wang

Ok, já pode ir pro seu cantinho chorar como um bebê desmamado prematuramente.


Talentosos filhos da p&$% 4

Tateando pelo Deviantart um dia, procurando algumas ilustras com temas, me deparei com esse maluco . A galeria do finlandês KurkoBoltsi é recheada de ilustras com temáticas de games.

As empresas tão boas de contratar esse cara pra trabalhar na equipe de artwork dos jogos.


Talentosos filhos da p&$% 3

Porque alguém como esse tal Ijul existe? Só pra te mostrar como você é um bosta! Olha o naipe da arte do cara, o bicho é muito pic@.

Ok, agora que você já viu que você é um bosta, retorne a sua mediocridade


5 artworks pic@s dos games

Uma pequena homenagem a alguns dos “arteiros” que colocam aquilo que fazem melhor no desenvolvimento dos games.

Castlevania Lords of Shadow – Diego Gisbert Llorens e equipe

Eu poderia facilmente colocar as artes da Ayami Kojima, dos demais jogos da série de Symphony of The Night em diante, que seria um substituto perfeito pra estar no lugar de LoS. O motivo da escolha é a importância dele pra com o projeto. Lords of Shadow é riquíssimo na parte artística. Na edição de colecionador, de cara você tem um pequeno livro de artwork, e dentro do jogo, alguns (muitos) extras são os artworks de TODAS as fases de TODOS os capítulos do jogo. Isso sem mencionar as animações explicativas dos comandos aprendidos no menu e do sumário de personagens do jogo que são totalmente ilustrados. E diga-se de passagem, ficaram muito bem ilustrados. Trazer Castlevania novamente para o 3D, pra dessa vez dar certo de verdade, como um Ninja Gaiden conseguiu, e como os títulos anteriores não conseguiram, não seria tarefa fácil. Pra isso seria de extrema importância um ambiente que te deixasse embasbacado com a beleza, sem esquecer da jogabilidade, claro, e nesse ponto, Lords of Shadow foi muito feliz no resultado final.

Final Fantasy ( praticamente a série toda) – Yoshitaka Amano

Não teria como escrever uma sessão dessas sem citar o Amano. Praticamente o mestre no que diz respeito ao conceito visual de Final Fantasy. O estilo influenciado pela arte gótica fica muito distante do visual mangá tradicional de talvez 90% dos artistas japoneses. O poder de pic@ dele é tão grande, que foi convidado a produzir em parceria com Neil Gaiman um volume de Sandman. E ficou perfeito essa parceria. Seu estilo pode até ser pouco  comercial, considerando que não é “bonitinho”, mas pode ter certeza que mesmo com uma versão de divulgação bem diferente, e produzida por outro artista, é muito provável que esse trabalho seja uma releitura do projeto original que ele criou.

Panzer Dragoon – Moebius

Tá, a série Panzer Dragoon não é uma série que mereça tamanho destaque, mas a artwork dela sim. Tudo que o Moebius toca vira ouro, em relação a ilustrar. Cenários amplos, belíssimos, que dão sensação de movimento, mesmo sendo estática a imagem, são apenas detalhes do que o Moebius imprime na arte dele. Ele foi convidado pela Sega a criar o visual do universo, e particularmente, não consigo ver artista melhor para isso. Ele sempre trabalhou com mundos bizarros e criaturas fantásticas,é fácil perceber nas hq’s dele  algumas criaturas muito semelhantes aos de Panzer Dragoon. Uma pena a Sega não ter utilizado isso nas capas dos jogos.

Metal Gear Solid – Yoji Shinkawa

Apesar de na hora da produção dos personagens em 3d serem bem diferentes do estilo visual do Yoji, as artworks são usadas em toda a promoção de marketing do jogo. A popularidade é tão grande, tanto do personagem, quanto do conceito de arte, que isso já rendeu hq’s de MGS, tendo sido publicada aqui no Brasil, inclusive. Yoji usa um estilo visual com traços mantendo o aspecto rabiscado, dando uma aparência  crua ao desenho, e o resultado final acaba ficando muito bom.

Warcraft (a série) – Travis Thammer e uma equipe monster

Se tem uma coisa que os jogos da Blizzard se destacam é na parte visual. Falar da qualidade do jogo, e mesmo das cinematics é chover no molhado, mas a parte de conceito de arte não fica nem um pouco atrás. Difícil é você listar os nomes dos artistas, já que eles tem uma boa equipe, e como falei de Castlevania, aqui eu poderia fazer o mesmo facilmente, trocando Warcraft por Diablo ou Starcraft, que não estaria perdendo nada em conceito ou qualidade artística. É muito fácil entrar no imaginário e no conceito visual de Azeroth com uma equipe fod#&@ dessas fazendo miséria.

É isso gente, existem muitos outros jogos que são dignos de estarem em uma lista assim, é por isso que eu nunca crio como um top5, é mais como uma seleção pessoal de 5 jogos com o tema em questão. Seria injustiça absurda, e motivo pra discussão eterna, sem falar em pretensão nível 10, se fizesse essas listas considerando os “5 melhores comedores de xox#*t@s” ou coisas do tipo.


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