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Assassin’s Creed IV: O melhor da franquia (depois do II)

Assassinos explorando o mar aberto

Final do ano passado eu gastei até um pouquinho a mais do que pretendia nas promoções de jogos. Dentro dessa leva, 2 vieram pela ocasião de promo. Até o final de novembro não era todo dia que se via AC IV: Black Flag + Dragon’s Dogma: Dark Arisen por um preço em conta (mídia física e nos consoles, claro). O novo jogo da série ainda não estava nos meus planos, já que nem terminado o III eu havia. Não me importava de comprar ele quase saindo o V, ou IV-2, ou sei lá também, mas cara, não tive arrependimento nenhum na compra, ao contrário. Fiz uma pequena maratona pra terminar o III ainda antes de virar o ano e depois de começar a jogar o IV, percebi que entrei 2014 com o pé direito.
Que jogo FODA, é só o que tenho a dizer. O III foi muito criticado por um monte de coisas que deixou o jogo chato, eu particularmente curti bastante, mais até do que o brotherhood ou revelations, mas o IV é outra coisa. Claro que você ainda é um assassino com as mesmas movimentações e habilidades dos outros jogos da série, mas o IV expande ideias como a exploração dos navios, ou as caças a tesouros submarinas, sem falar no upgrade que as guerras marítimas sofreram.

Apresentadas em AC III, as batalhas marítimas foram melhor desenvolvidas.

Apresentadas em AC III, as batalhas marítimas foram melhor desenvolvidas.

O público de Assassin’s Creed já mostrou ter mais apreço pelos personagens cafajestes ou canastrões, vulgo a popularidade do Ezio e agora do Edward sobre as personalidades sérias e obstinadas de Connor e Altair. Particularmente ainda gosto mais do Altair, e gosto bastante do Connor, mas entendo a popularidade de Ezio e Edward. O jogo se torna mais descontraído mesmo com uma temática relativamente séria.
Aliás em quesito temática, AC IV me remeteu diretamente ao que senti jogando o segundo, aquele feeling de “agora acertaram mesmo com o jogo”. Não sou muito fã do universo de piratas, mas o game tem um ritmo tão divertido que você não se incomodaria ainda que odiasse piratas. Talvez AC IV seja o menos desligado no que diz respeito a momento histórico. Não que as coisas ali não façam parte de um período histórico real, mas é que ele foi o menos pretencioso. A história original dava margem pra colocar muita coisa e criada para nem tantos momentos históricos assim de Havana ou Nassau, diferente da independência americana ou o conflito com os Borgia e a igreja católica na era da renascença. E talvez esse fator tenha sido o mais prático para a franquia. Acho um exagero um Assassin’s Creed por ano, a trama geral vai ficando batida e a jogabilidade repetitiva, mas quando você livra um pouco os momentos históricos, você permite que ele seja mais videogame.

Barba Negra e outros piratas famosos dão o ar da graça

Barba Negra e outros piratas famosos dão o ar da graça, só não tem aquele tiozinho da barraca de cd da feirinha

É difícil um jogo de mundo aberto, onde o cenário é enorme, ficar muito bonito, mas devo dizer que as praias paradisíacas do mar caribenho em Black Flag ficaram acima da média de jogos do estilo. Não tem como ficar de cara em algumas paisagens, e imagino que a versão dos consoles da nova geração devam ter ficado ainda mais pi-k.

Chega dá vontade de dar um mergulho em uma praia assim

Chega dá vontade de dar um mergulho em uma praia assim

Em questão da era atual, a seguir, um trecho de spoiler, então se não terminou o III, melhor nem ler:

Como o Desmond morreu no jogo anterior, em Black Flag a Ubisoft teve uma boa sacada: possivelmente afim de evitar críticas ao assassino atual, depois de tantas que o Desmond recebia (acho até injusto porque gostava do personagem, só acho que não teve a possibilidade de ser desenvolvido como os seus antepassados), a Ubi decidiu te deixar a cargo de ser o assassino. Sim você mesmo, a tela na era atual fica em primeira pessoa, não há nada de nomes, imagens sua, nada. Você entra na história como um programador e tester da Ubisoft. E aí vem a segunda grande sacada: A ubi se inseriu no jogo como a empresa responsável por lançar os novos jogos baseados na tecnologia Animus da Abstergo, em outras palavras, a Ubi é uma pau mandada da Abstergo, e você explorando sobre o DNA do Desmond e seus antepassados vai descobrindo a história de Edward e mais informações preciosas dos assassinos e templários. Particularmente achei uma ótima ideia, e um bom intermediário até terem outra ideia que possam colocar para o personagem da era atual.

Uma das grandes sacadas da Ubisoft foi ter se inserido na história do jogo.

Uma das grandes sacadas da Ubisoft foi ter se inserido na história do jogo.

O jogo ainda possui um minigame de batalha naval que pode ser jogado tanto no console quanto no seu smartphone. Você envia sua frota de navios piratas pra liberar rotas marítimas e também fechar negociações com comerciantes em vários cantos do Atlântico. Por esse aplicativo no smartphone, você pode também dispensar o uso do mapa na tela do console, usando o aparelho como uma segunda tela e gps do jogo. Você pode inclusive fazer tudo isso enquanto não estiver jogando, e ir fazendo dinheiro e conseguindo produtos de comércio, controlando suas frotas. A hora que você começar a jogar o jogo original, estará lá na sua “conta bancária” tudo bonitinho.

Funções em pausa como verificar mapas do tesouro, marcar um ponto no mapa ou comandar suas frotas ficaram mais práticas com o Companion App

Funções em pausa como verificar mapas do tesouro, marcar um ponto no mapa ou comandar suas frotas ficaram mais práticas com o Companion App

Enfim, se você gostou do II e tava meio que enjoado da série depois de todos os outros jogos seguintes, dê ao menos ao AC IV: Black Flag uma chance, o jogo é Assassin’s Creed em sua melhor forma, e já devem começar a aparecer boas promoções do jogo em todas as plataformas.

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Assassin’s Creed na Índia, mas em HQ

Assasin's Creed Brahma é a luta de um cervejeiro contra o domínio da Antarctica e ... ops, não, é Brahman, foi mal.

Assasin’s Creed Brahma é a luta de um cervejeiro contra o domínio da Antarctica e… ops, não, é Brahman, foi mal.

Provavelmente não tem franquia hoje que esteja dando mais dinheiro à Ubisoft do que Assassin’s Creed. E infelizmente, isso faz crescer o olho em cima dela. O que era uma série com um enredo trabalhado com calma e com um esmero enorme aos detalhes, ao longo dos anos tem se tornado cada vez mais pasteurizada em prol do tempo de produção anual, e com isso vemos um ritmo caindo desde o primeiro jogo de 2007 até AC 3, lançado no ano passado. É bem verdade que a Ubisoft tem se esforçado em colocar vários estúdios diferentes nos diversos games a fim de não deixar o jogo tão pasteurizado, mas um enredo como o de AC, é difícil de não acontecer isso.

Pois bem, como se não fosse o suficiente, a série tem explorado novas mídias, como as histórias em quadrinhos. Nesse caso, como ainda não li nenhuma, não posso necessariamente dizer se está pasteurizando ou apenas aproveitando excelentemente bem outras mídias pra explorar o universo de AC, a exemplo de hq’s como as de Matrix, que procuraram outras abordagens dentro do mundo apresentado pelos irmãos Wachowski e, na minha opinião, foram muito felizes.

Depois da relativamente bem recebida The Fall, que se passa no período da Revolução Russa, a próxima HQ de Assassin’s Creed se chamará Brahman, e ocorrerá durante o século 19 na Índia, quando o império Britânico exercia forte controle sobre o país.

The Fall teve boa recepção pelo público

The Fall teve boa recepção pelo público

A equipe por parte da criação da hq é a mesma de The Fall, Brenden Flatcher (Wednesday comics, da DC) como roteirista, Cameron Stewart (Mulher Gato, Batman & Robin) e Karl Kerschl (As aventuras do Super-Homem) na arte. Os traços não são ruins, pelo contrário, são muito bons, mas gostaria de artistas com visual mais experimental, como o Bill Sienkiewics, que explora outros detalhes visuais na história.

É um deleite visual o estilo do Bill, queria muito  uma hq de Assassin's Creed com essa abordagem linguística visual

É um deleite visual o estilo do Bill, queria muito uma hq de Assassin’s Creed com essa abordagem linguística visual

Ainda não foi divulgada uma data para o lançamento da hq, nem quando chegará ao Brasil, mas você já pode ler um pequeno PDF (em inglês) de teaser da história.

AC-Brahmanpreview

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Quando Assassin’s Creed encontra o mundo real

Velho, se Assassin’s Creed fosse rolar nos tempos atuais, fatalmente seria algo próximo disso, com um leve toque de Mirror’s Edge.

“Fantárdigo!” Fico imaginando quantas vezes esses caras não quebraram braços, pernas, tomaram pancadas nos bagos e por aí vai, até aprender a fazer essas manobras corretinhas. É o videogame da vida real.

Com os cumprimentos ao brother Victor pelo compartilhamento do vídeo.


Michael Fassbender como protagonista e produtor de Assassin’s Creed: O filme (F%$#ing News 09/07/2012)

Fassbender troca o capacete do mestre do magnetismo pelo capuz do assassino

As negociações pelo filme de Assassin’s Creed andavam bem paradas até pouco tempo atrás, mas hoje foi divulgado que Michael Fassbender será o protagonista, e mais do que isso, participará da produção do filme também. Ano passado os direitos do filme estavam em negociação com a Sony, mas não foram pra frente, agora a negociação voltou e envolve também o nome da DMC Film (alguém sabe se tem alguma referência a  Devil May Cry?), que é uma produtora na qual Fassbender é o dono. Será que o mestre do magnetismo/soldado anti nazi/ robô sem vergonha curte um videogamezinho de vez em quando? Isso eu não sei, mas tenho certeza que a mulherada já deve ter começado a umedecer por aí com a notícia.

Fonte: Rolling Stone


Séries de bonecos (action figures, pros frescos) baseadas em games fodas

Quem coleciona games, dificilmente, em muitos casos se prende apenas apenas aos jogos, muitos gostam muito de ter um pôster, uma estátua, um chaveiro, ou o que for baseado nos seus personagens em pixels ou CG favoritos. No meu caso, e de muitos outros fãs esquisitos desse tipo de entretenimento, os bonecos são dos mais procurados pra enfeitar prateleiras e mesas. Action Figure é o meu p@u voador das galáxias, me recuso a ficar estrangeirizando uma palavra que já tinha nome popular por aqui. Sempre chamei de boneco e sempre será boneco pra mim.

A indústria dos bonecos andou turbinando muito nas últimas décadas, tudo por conta de nós, possuidores da síndrome de Peter Pan, que passaram a colecionar esse tipo de coisa, criando um mercado novo, além das crianças. Fala sério, é legal pacas uma prateleira cheia de miniaturas bem feitas dos personagens que você gosta. Eu trabalho como ilustrador, como não poderia gostar desse tipo de buginganga também? Sendo assim, vamos lá, fiz um apanhado de alguns bonecos que acho fodásticos baseados em games.

Megaman/ X/ Zero

A Kotobukiya é conhecida pacas entre os colecionadores, seus bonecos e estátuas sempre tem muitos detalhes, não poderia ser diferente com os de Megaman, mesmo com os personagens não tendo tantos detalhes visuais.

Megaman

Esse Megaman tá muito foda, e vem com milhares de mãos e detalhes pra trocar e colocar, fazendo tudo que é posição.

X

Suportes sempre são uma boa para ajudar a mudar posições e o escambal, o boneco é estiloso como as artworks originais do game

Zero

O Zero ficou tão estiloso quanto seu parceiro de série, com a vantagem da cabeleira que fica esvoaçante!

Gears of War

A Neca é uma empresa americana que volta e meia surpreende com as escolhas dos temas, como foi com as versões baseadas nas antigas HQ’s dos Tartarugas Ninja. Não é diferente com Gears, os bonecos são brutos e detalhados iguais ao game da Epic. Proibido pra qualquer prateleira com acesso infantil, hehe.

Marcus Phoenix

Bruto que só ele, só faltava pular sangue de uma ferida.

Ticker

Quero ver tu dormir com essa cria das trevas do teu lado

Cole

Cole, o mais bacana de todos os membros dos COG's, engraçado, comediante e boca suja, além dos berros. Ter o Marcus ou um Locust não é nada sem o Cole do lado

Final Fantasy

Falar de bonecos baseados em games não existe sem falar dos baseados em uma das séries de RPG mais famosas do mundo dos games. A cada título novo são milhares de novos produtos baseados nos personagens, isso sem falar de filmes ou desenhos animados que também  geram novos bonecos. Só não fizeram ainda o Phantom Train de Final Fantasy VI pra eu poder dar um Suplex nele.

Gabranth

Falem o que falarem de FFXII, eu curti bastante o jogo. Os juízes são uma figura forte no jogo, e os bonecos ficaram tão estilosos e imponentes quanto

Aeris

Até hoje fico puto e empolgado com a Square por ter matado Aeris ainda no meio de Final Fantasy VII. Marcou a personagem mais do que provavelmente ela marcaria se tivesse vivido o jogo inteiro. Pelo menos com o boneco ela continuará na sua prateleira de buenas

Squall

Quero ver um duelo dessa gunblade com a metralhadora com serra de Gears of War

Assassin’s Creed

Assassinos participantes de conspirações milenares também tem bonecos estilosos. Ezio e mesmo o pobre Altair, que ficou ofuscado tamanho sucesso dos títulos posteriores da série, tem bonecos fodásticos também produzidos pela Neca.

Altair ficou até bacana como boneco, mas parece ter seguido o mesmo passo dos jogos.

Ezio

Parece maldade, mas o Ezio ficou realmente mais fodão que o Altair nos bonecos também

Pretendo mostrar outros modelos em posts futuros mais bonecos baseados em games. Isso anda tendo aos montes, em destaque alguns como os de Street Fighter 4 , God of War ou Halo.


Assassin’s Creed: O Filme!

Porra, a gente esperando Hollywood se resolver, mas a burocracia é tanta que quem chegou lá foi Bollywood!

Filmão!!!

 

Valeu Rafo!!


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