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Gamescom: Mais algumas histórias

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Mais notícias vão aparecendo, e por aqui vamos comentando:

1. Trailers, trailers e mais trailers

A Blizzard enfim apresentou novidades para Diablo 3,  e não estou falando da versão dos consoles, mas da primeira expansão da versão de PC. Intitulada Reaper of Souls,  a expansão vai ter foco em Malthael, o Arcanjo da Sabedoria, desaparecido desde a expansão de Diablo 2 e recém surgido como anjo da morte em D3. Além do enredo, RoS trará também como novidade a classe de personagem do cruzador, que tem o foco em equipamentos pesados e magias de suporte. Nos dados técnicos, você poderá elevar seu char até o nível 70, além de acrescentar mais skills e magias para as classes já existentes do jogo, fora outras alterações nos mapas, missões e modos de jogo.

Muita gente reclamou de D3, particularmente eu me diverti muito e joguei feliz até terminar a história. Não sou o tipo de player que fica rejogando por mais milhares de vezes subindo mais o nível e zerando 3, 4 vezes, etc etc etc, pra poder opinar do pós jogo da primeira rodada, mas a mim o jogo diverte como o primeiro e o segundo divertiram.

Um novo (ou não) trailer de Lords of Shadow 2 foi apresentado pela Konami, o vídeo inteiro é praticamente o que já foi visto na E3, com a diferença de um pequeno detalhe: Ao final do trailer tem uma cena extra na qual apresenta um novo Belmont, Victor. Pra quem não conhece, Victor Belmont seria um dos protagonistas de Castlevania Resurrection, jogo que estava sendo produzido pela Konami americana e foi cancelado para Dreamcast por chilique ordem do Iga, que foi  escolhido o responsável oficial pela série no meio da produção na época. O enredo envolvia viagens no tempo, ou ao menos 2 linhas do tempo diferente, e teria além de Victor, Sonia Belmont, a protagonista de Castlevania Legends para Gameboy Color, e “ex-mãe” de Trevor Belmont, de Castlevania 3. Castlevania Legends foi limado da timeline oficial também por chilique ordem do Iga.

Sonia e Victor Belmont, no cancelado Castlevania Resurrection, para Dreamcast

Sonia e Victor Belmont, no cancelado Castlevania Resurrection, para Dreamcast

O que esperar disso? Não sei. No original, a história de Victor se passava em 1666, pelo pouco que mostrou, eu não ousaria dizer se o enredo dele se passa no presente ou no passado. O pior da história é que a Konami adiou Lords of Shadow 2 de 1 de dezembro agora para 27 de fevereiro de 2014. E tome ansiedade para o fanboy de Castlevania aqui…

Eu cheguei a postar a foto e citar ele entre os futuros títulos do Ps4 ontem. Não houveram muitos comentários a respeito do jogo, mas a ambientação me lembrou muito Ico e Shadow of The Colossus, se seguir por essa linha, seria um dos meus must have imediatos no lançamento sem exagero algum. A Tequila Works, produtora do game, é responsável pelo injustiçado Deadlight, um game muito bom que não caiu nas graças de crítica ou público.

A série Arkham foi uma das melhores coisas que joguei nessa geração disparado. Não espero menos de Arkham Origins, muito embora esteja receoso de não ter mais o dedo da Rocksteady Studios na brincadeira. Provavelmente o enredo deve ter uma boa dose de Batman: Ano um como referência, e é uma excelente influência.

Pelo visto a Ubisoft quer entrar na onda dos jogos de peleja, só que o game será para Kinect, ou pelo menos aparenta ser por esse teaser. Fighters Within, apresentado para o XOne promete muito sangue virtual. Para os extremistas do naipe “a culpa é dos jogos violentos” repare na pequena caixa laranja escrito “check the classification”, traduzido para o bom português como CHEQUE A CLASSIFICAÇÃO, antes de vir falar qualquer merda quando aparecer o próximo escândalo de violência no qual o suspeito tenha também o hábito de jogar. Mas antes disso, cheque primeiro a criação e o convívio com família e amigos dessa pessoa. Pronto, acabou o momento sapo, só achei apropriado pela quantidade de sangue no vídeo e por ser da Ubisoft, detentora de Assassin’s Creed.

2. Mais um pouquinho sobre a nova fase do Vita

Só pra mostrar que a Sony não estava só dando uma leve maqueada quando aparentava estar largando o Vita de mão mas dizia que não, esses são os futuros jogos de estúdios independentes que sairão para ele

  • Age of Zombies (BlitWorks/Halfbrick)
  • A-Men 2 (Bloober Team)
  • Assault Android Cactus (Witch Beam)
  • Avoid Droid (Infinite State Games)
  • Broken Sword: the Serpent’s Curse (Revolution Software)
  • Eufloria HD (Omni Systems)
  • Fez (Polytron Corporation)
  • Final Horizon (Eiconic Games)
  • Flame Over (Laughing Jackal)
  • Gravity Crash Ultra (Just Add Water)
  • Gunslugs (Abstraction Games)
  • Hotline Miami 2: Wrong Number (Dennaton Games & Devolver Digital)
  • Joe Danger 1 (Hello Games)
  • Joe Danger 2 (Hello Games)
  • Kick & Fennick (Green Hill Studios)
  • Rogue Legacy (Cellar Door Games)
  • Samurai Gunn (Teknopants)
  • Supermagical (Tama Games)
  • Switch Galaxy Ultra (Atomicom)
  • Table Top Racing (Ripstone)
  • The Binding of Isaac: Rebirth (Nicalis)
  • Volume (Mike Bithell)
  • Wasteland Kings (Vlambeer)

Alguns deles já são conhecidos pela Steam (Rogue Legacy) ou pela Live (FEZ), mas uma boa parte aí será novidade, e no portátil eu espero que dê muito certo, o Vita é uma ótima plataforma pra isso se o público aderir.

Espero ter mais alguns resumos a fazer amanhã, mas se não tiver, ainda tô devendo um pequeno review de Dragon’s Crown, que estou jogando dedicado desde o lançamento 2 semanas atrás, e outros comentários mais do mercado.

Inté!

 

EDIT: Hoje a Konami divulgou algumas imagens mais de Victor Belmont, e juntando isso, mais uma análise com um pouco mais de calma das poucas cenas que ele aparece no trailer, pelas roupas, parece que Victor será um Belmont contemporâneo. Tudo bem que tem uns pedaços de armadura e tal, mas ele tá usando um colete que e camiseta que parecem roupas da era atual. Vejam por vocês mesmos.

Victor Belmont é primo do Desmond, de Assassin's Creed?

Victor Belmont é primo do Desmond, de Assassin’s Creed?

As botas de metal podem até ser clássicas, mas esse colete com a camiseta me parecem bem modernos

As botas de metal podem até ser clássicas, mas esse colete com a camiseta me parecem bem modernos

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Edição de “colecionador”, ou “que porra é essa Deep Silver?”

Se tem uma coisa que eu curto, mas raramente tenho as manhas de investir em uma, são as edições de colecionadores. Assassin’s Creed III pode ter sido fraco como jogo, mas inegável a bacanice da edição de colecionador com bandeira, estatueta do Connor e coisas do tipo. A única vez que gastei dinheiro com uma edição de colecionador foi com Castlevania: Lords of Shadow (eu já disse que sou fanboy da série? Se não, ao menos já devo ter deixado claro em alguns posts pra trás), que não é lá uma edição de colecionador, o livrinho de artwork é até meio simples e pequeno, embora em capa dura com efeitos e mais cd de trilha sonora. Também não era muito cara, 20 dólares a mais que a edição normal, motivo esse que me fez gastar um pouco mais.

O jogo talvez você não curta, mas quão legal é esse tanto de paparicos junto com o game?

O jogo talvez você não curta, mas quão legal é esse tanto de paparicos junto com o game?

Voltando ao tema, estava eu essa semana em mais uma sessão de Borderlands 2 em busca da exploração por conquistas e pequenos cacarecos do jogo com o Player 2 e mais outro brother nosso quando comento com eles se viram a fodástica edição de colecionador de Batman: Arkham Origens. Como a de Cidade Arkham, vem coisa para baralho: Estatueta do Coringa (foda que só uma p%$#@, diga-se de passagem), detalhes do projeto da batwing, coisas pessoais da família Wayne, pôsters, DLC’s (alguns exclusivos para PS3) e tudo que você possa pensar. É pra qualquer fã do Batman ficar doidão (tipo o Suda 51).

Uma edição de colecionador foda. Esse Coringa fica massa em qualquer prateleira

Uma edição de colecionador foda. Esse Coringa fica massa em qualquer prateleira

Mas, sigamos em frente, depois de eu comentar se viram a edição de colecionador do Arkham Origens, os 2 responderam com tom de desdem “que mané Batman, já viu a do Saints Row 4?” Como nunca joguei Saints Row, e particularmente, não sei nem como é o gameplay da série, além de ser mais fã do Batman, respondi “que p5$#@ de Saints Row, f%$@-se eles, o Batman é muito mais foda!”. De novo o desdém do tipo “você chegou a saber o que diabos vem na edição de colecionador dele?”, sem saber nada sobre, mas pensando ser algo HUMANO comparável a qualquer boa edição de colecionador (como a do Batman), respondi que não. Aí que fui ouvir a explicação: trata-se de um jogo único (no sentido de que será apenas uma cópia, essa de colecionador). A edição virá com coisinhas mínimas como uma réplica em tamanho real de uma Dubstep Gun, treinamento para espião (de verdade), uma Lamborghini Gallardo (de verdade), uma cirurgia plástica à escolha do comprador,  uma viagem pro espaço (de verdade), uma viagem de uma semana para Dubai (de verdade), compras com acompanhamento de estilista famoso (ui, de verdade), uma Toyota Prius (já entendeu que é de verdade também né), um ano de associação no E25 Super Car Club e mais outras coisinhas ALÉM de, é claro, o jogo…

Sério, a edição é tão foda que eu não sabia a imagem do que pegar pra representar um dos itens dessa edição

Sério, a edição é tão foda que eu não sabia a imagem do que pegar pra representar um dos itens dessa edição

O que eu poderia dizer depois de ouvir todos esses itens cavalares que foram citados na conversa? O Batman chega ficou minúsculo e mixaria nessa hora, mas enfim, o que eu disse é a única coisa que poderia responder: Porr@ eu estava falando de edição de colecionador HUMANO, não a Eike Batista’s Edition. Cara, pensa que foda todas essas coisas que estão oferecendo, é claro que muitas delas, os ricaços já fazem, mas tenho certeza que nem todos foram para o espaço ou fizeram treinamento de espião.

E aqui a lista completa dos itens da edição de super wub wub

E aqui a lista completa dos itens da edição de super wub wub

Outra empresa que fez algo parecido foi a Codemasters, o game Grid 2 está dando de “brinde” um Bac Mono, junto com o uniforme de piloto e um PS3.

Grid 2 já saiu, mas essa edição continua sem um comprador

Grid 2 já saiu, mas essa edição continua sem um comprador

Eu não sei que tipo de doideira andou passando na cabeça das equipes de marketing da Deep Silver ou da Codemasters, mas acho que foram boas sacadas essas de “edição de colecionador ultra-top-Bruce-Wayne-Tony-Stark especial”.

Infelizmente só a turminha marota mamada na grana mesmo pra poder pagar, o precinho do Saints Row 4 Eike’s Edition é a bagatela de 1 milhão de dólares (parece até chantagem de vilão de filmes e seriados do tempo do seu pai). O grid 2 Bruce Wayne Collection sai por 387 mil reais. Só o próprio Batman pra pagar esse valor, enquanto a gente paga a do jogo dele…

Eu sou cagão demais pra encarar a subida tensa no ônibus espacial, mas adoraria ter a vista tipo desse ângulo

Eu sou cagão demais pra encarar a subida tensa no ônibus espacial, mas adoraria ter a vista  desse ângulo

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Versão brasileira Herbert Richers

Os mais novos talvez não se lembrem, mas houve uma época em que quase tudo que assistíamos era dublado pela Hebert Richers. “Mas por que você tá falando dessa porr@, véi”, você indaga. Porque eu sou tipo o Suda 51, porr@, sou doidão! Brincadeira, eu chego lá já já.

O Brasil sempre teve fama mundo afora de ter uma dublagem exemplar. Até Steven Spielberg já elogiou o serviço por aqui. Boa parte disso talvez seja por termos tantas culturas mixadas, que nos permite ter tudo que é tipo de sotaque, e possibilite brincar com vários tipos de vozes de acordo com o teor do personagem ou do filme/série/desenho/qualquer coisa que seja dublada. Opiniões a parte sobre melhor assistir com áudio original ou a versão dublada, acho que cada caso é um caso, mas houve uma época que você não manjava PN de sotaques em inglês ou coisas do tipo, além do que coisas da infância sempre marcam mais do que as do presente. A voz do Bruce Willis pra mim é o da versão brasileira até hoje, mesmo que eu assista o filme com áudio original, e mesmo depois de o dublador (Newton da Matta) ter falecido.

Em disparidade com a realidade de filmes, séries e coisas do tipo, o mercado dos games demorou e muito pra entrar em cena. Claro que temos alguns casos raros como Warcraft 2 totalmente em português, mas a dublagem dele era tão porca (provavelmente feitos pelo próprio estúdio que traduziu  e distribuiu o jogo no Brasil, ou seja, experiência 0 em dublagem), que nem conta. Brasileiro sempre gostou de videogame, mas embora o gosto pela coisa sempre tenha existido, o mercado aqui nunca foi muito forte. A situação tem mudado de alguns anos pra cá, quando o país hoje ocupa uma posição em que vende mais até do que alguns países europeus. E verdade seja dita, pra mal ou pra bem, a pirataria aliada aos impostos altos sempre foram empecilhos pra que comprássemos jogos distribuídos nacionalmente, nos fazendo demorar a alcançar o ponto em que estamos hoje.

Essa realidade tem mudado aos poucos, e isso tem resultado em grandes estúdios abrindo filiais por aqui e demonstrando maior esmero em lançamentos localizados. Salvo a exceção de Nivaldo Prieto e Paulo Vinícius Coelho, narrador e comentarista esportivo respectivamente, nos Fifas clássicos, 10 anos atrás era até difícil pensar em ver jogos com uma dublagem como as de Diablo 3, The Last of Us ou Injustice nos dias de hoje, e isso se deve a esse crescimento do nosso mercado. Infelizmente ainda acontece apenas com jogos blockbusters, já que os custos de dublagem não são tão baixos para um lançamento nacional, motivo esse que provavelmente foi o que impediu a Bandai de investir na dublagem mais que clássica no jogo dos Cavaleiros do Zodíaco, mas o fato é que a coisa tá acontecendo aos poucos.

Tá ficando tão promissor, que os investimentos ficam até mais ousados. Enquanto lá fora Jack Bauer empresta sua expressão facial e voz para o Snake em MGS 5, por aqui a EA anuncia que o capitão Mathias, de Tropa de Elite, vai colocar sua voz em Battlefield 4. Já é um custo consideravelmente alto contratar dubladores conhecidos para a produção de um jogo, mas a coisa é vertiginosamente maior quando atores consagrados de filmes e novelas entram na parada. E pra mostrar que não é um investimento pequeno, além de André Ramiro (o Mathias), a EA anunciou também a voz de Dan Stulbach, ator das novelas da Globo, na equipe.

Só faltou o Capitão Nascimento

Só faltou o Capitão Nascimento

Essa é uma área da dublagem que merece ressalva. Em geral celebridades e atores de filmes e novelas não mandam muito bem quando o assunto é dublagem (vide Bussunda como Shrek, Luciano Huck como príncipe em Enrolados, Juliana Paes como a mestre Tigresa em Kung Fu Panda, ou a equipe do Pânico dublando o longa animado do Asterix), mas em compensação há também alguns casos excelentes como A Era do Gelo, Up: Altas aventuras, Ratatouille, e A Nova Onda do Imperador, que ficaram muito boas.  Creio que tem que ser analisado caso a caso o game e o ator/celebridade, mas por favor grandes estúdios, façam alguns testes com esse povo antes de contratarem pra trabalhar nos seus jogos, é bom lembrar que o público gamer não é necessariamente o público do caldeirão do huck ou das novelas. E ainda que seja, não quer dizer que é uma boa, afinal não é porque gosto de sorvete que acho que ele vá ficar bem no filé a parmeggiana.

"Ssou gostosa que nem a Angelina Jolie, posso fazer o mesmo papel que ela"

“Sou gostosa que nem a Angelina Jolie, posso fazer o mesmo papel que ela”

Concluindo, reclamem o que quiserem o pessoal do “eu prefiro a voz original, tem mais emoção e bla bla bla”, mas acho que os profissionais brasileiros tão mandando muito bem na coisa, e o jogo tem se tornado mais dinâmico sem precisar ficar ativando legendas pra acompanhar os diálogos junto para não faltar informação quando não entendeu bem o que o personagem falou em inglês. E isso se tratando de pessoas que tem estudo na língua, imagine para as pessoas que nem isso tem.

PS: Já pensou um futuro jogo dos X-Men com a voz nacional do Wolverine?

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Liga da Justiça pra tudo que é lado

O filme de sucesso do ano tem sido os Vingadores, da Marvel, mas a DC é quem parece estar investindo pesado nos games baseados em seus personagens, em especial a Liga da Justiça. Como se já não bastasse o já anunciado na E3 Injustice: Gods Among Us, jogo de luta com os personagens, agora será lançado também Justice League: Earth’s Final Defense, para iOS.

O game será um Beat ‘em Up 3D contando com Super Homem, Batman, Mulher Maravilha, Flash e Lanterna Verde. Você poderá customizar habilidades especiais de acordo com cartas de aliados da Liga que vai recebendo ao longo do jogo, além de uniformes liberáveis também.

Liga da Justiça pra iOS está programado para sair já nesse dia primeiro de Agosto e parece que será divertido.

Fora o game da Liga, o jogo Lego Batman 2: DC Super Heroes, agora vai liberar também o DLC antes exclusivo para pré-vendas de alguns sites com personagens extras. Do lado dos heróis entram Asa Noturna, Shazam, Katana, Zatanna e Damian Wayne, do lado dos vilões surgem Bizzarro, Capitão Frio, Adão Negro, Manta Negra e Gorila Grodd. Agora vai ser uma surra de pau mole pra todo lado.


Batman: Arkham City vai ganhar versão Game of The Year (F%$#ing News 26/04/2012)

Pois é, pra todos aqueles felizardos que não compraram ainda um dos melhores (se não o melhor) jogo lançado no ano passado (como eu), agora vão ter a possibilidade de comprar a edição GOTY de Cidade Arkham. Contando com todos os DLC’s que sairam até o momento, e mais alguns exclusivos, a versão está programada para lançar no dia 29 de Maio.

Como nem tudo são flores nesse caminho, parece que a Warner decidiu que tinha que cagar em algum ponto da história, e cagou no menos ofensivo, mas ainda assim incômodo, vejam a capa nova do jogo:

Santa porcaria Batimão!

E aí, curtiu? Parece mais a capa de uma revista, ou um anúncio no canto de uma loja, do que uma capa né? Quem passa rápido até acha que o nome do jogo é “10 out of 10” ao invés de Arkham City, que aliás, está ali no canto direito, bem pequeno, caso você ainda não tenha achado. Uma porcaria de capa comparada a original que era tão limpinha e expressiva. Felizmente o jogo vale a pena, e você não precisará gastar rios de dinheiro comprando os DLC’s que já sairam.

Só pra termos de comparação, eis a capa original:

Olha que lindeza!

Que diferença hein? Uma pena não venderem essas capas em separado.

PS: Já viu os bonecos baseados nos games que foda? Mermão, grana pra que te quero pra aumentar a prateleira hein?

Batimão pela Play Arts

E esse coringa medonho? Foda!!!

Esses aí estão em pré venda na Limited Edition, mas os preços acabam sendo até bem salgados.


F&%$ing News 24/01/2012

Novo game de Tartarugas Ninja pode estar sendo desenvolvido pela Rocksteady Studios

Boatos, boatos e mais boatos. Ontem recebi por 4 amigos diferentes uma nota sobre um rumor a respeito da Rocksteady Studios (Batman: Arkham City e Asylum) estar desenvolvendo um jogo dos Tartarugas Ninja, que já teria até o título de Teenage Mutant Ninja Turtles: Manhattan Crisis.

Pelo que falaram até agora, o jogo teria a mesma engine de Arkham City, e seguiria o mesmo ritmo sombrio, mas com um toque de humor mais caracterizado nos diálogos. Personagens como Bebop, Rocksteady (sugestivo o nome do vilão e o do estúdio hein), Baxter Stockman, Krang, entre outros estariam no jogo.

Se tiver alguma base em material novo, será provavelmente do novo longa em live action, ou novo desenho da Nick, que comprou os direitos dos personagens, ou mesmo da nova HQ da IDW, que tá uma bosta, mas não tem restrições de violência como as hq’s antigas.

Pelo que li das referências do rumor, isso tem mais cara de “eu queria que isso acontecesse” do que uma base mais sólida, mas se acontecer mesmo, gozarei litros e mais litros em punhet@s!!!!

Fonte do rumor

PS: April O’Neil de notícias anunciando novo jogo de TMNT, sugestivo isso hein?


Os 5 melhores jogos que joguei em 2011

Muitos jogos que joguei, muitos que não joguei, considerem aqui a minha opinião pelo que eu gosto viu, não pela popularidade do título, por exemplo, Skyrim nem entra na minha lista, primeiro porque não joguei e segundo porque não gosto de Elder Scrolls.

Os jogos não estão na ordem de melhores pra piores também não.

Dark Souls (PS360)

Esse título é disparado dos melhores que joguei no ano, e na geração atual. Com um mundo sombrio, onde tudo tá na merda, e você tá no meio dessa merda toda. Um jogo bem introspectivo e difícil, bem aos moldes de muitos jogos clássicos, e diferente dos de hoje, onde tudo é feito pra que você consiga chegar ao final tendo uma dificuldade tranquila. Em Dark Souls, se você não aprende a jogar, você não passa mesmo. O pior e o melhor é a falta de amparo, você não tem pessoas, livros ou qualquer coisa do tipo te dizendo vá ali, venha aqui, você tá solto, vai de sua livre e espontânea exploração, mate um NPC e isso acarretará em consequências pro resto do jogo, sejam elas boas ou ruins.

Gears of War 3 (X360)

Em um ano fraquíssimo de títulos de games tradicionais para o console da Microsoft, a grande cereja do bolo (pra não dizer o bolo todo, dado o fato de que praticamente só saiu game pra Kinect esse ano), é Gears 3. Grupos de personagens diferentes desenvolvendo a história ao mesmo tempo, conclusão de enredo iniciado no primeiro título, inimigos novos f¨*$endo ainda mais os sobreviventes do planeta já f¨*$dos, monstros gigantescos e poucos cartuchos de balas para enfrentá-los, um modo campanha permitindo 4 jogadores, além de continuação do excelentíssimo modo horda fazem de Gears 3 um PUT@ jogo de 2011. Shame on you MICOsoft por não ter desenvolvido mais títulos tradicionais na proporção que fizeram com o Kinect.

FIFA 12 (multi)

Ok, Fifa tem um título novo todo ano mudando um pouquinho de coisa do anterior e bla bla bla. Mas Fifa 12 eu coloco em destaque do ano, como fifa 11 eu não colocaria no ano passado. Esse ano deram uma boa trabalhada na engine, melhorando o contato físico, além do multiplayer tendo divisão por experiência dos jogadores, fazendo com que você procure pessoas que estão mais ou menos do seu nível, e perca jogos pra ver se você não é rebaixado pra divisão anterior.

The Legend of Zelda: Skyward Sword (wii)

Considerado um dos últimos, se não o último fôlego do Wii, Skyward Sword é de longe um dos melhores títulos da série. Alguns amigos comentaram do fato de preferir que o jogo fosse nos moldes de controles tradicionais, e eu concordo, mas o que defendo é que, nos controles de movimento atuais, Skyward Sword é o que de melhor poderia ser feito. E também no visual do jogo, de longe o título mais bonito do Wii, uma pena não ter o desempenho de engine de um ps3 ou x360.

From Dust (X360, PS3, PC)

Disponibilizado como título arcade, From Dust foi uma das melhores surpresas que tive no ano, difícil até explicar a jogabilidade, mas digamos que você é uma energia divina, na qual os membros de uma tribo que você acompanha cultuam, e que precisa ajudá-los na tarefa de sobreviver e cultuar a terra. Ondas gigantescas, vulcões em erupção e outras coisas mais são os impecilhos que um deus tem que enfrentar para ajudar o povo. O título custa por volta de 10 dólares.

Explicações: Como eu disse antes, títulos como Skyrim não entram porque eu não joguei e não gosto da série, assim como outros títulos que não tive a oportunidade de jogar. Não imagino um Batman Arkham City de fora dessa lista, e ele só está de fora porque eu não joguei, o mesmo acontece com Bastion, Uncharted 3 (que também não curti a série) ou Little Big Planet 2. Não tem nada a ver com serem péssimos títulos, mas com gostar ou não do jogo, e ter jogado ou não.

Sendo assim, menções honrosas de jogos de fora da lista, considerados dos melhores por público e/ou críticos:

Batman: Arkham City (Ps3, X360, PC)Bastion (Ps3, X360, PC)Killzone 3 (PS3)Infamous 2 (PS3)Uncharted 3 (PS3)Little Big Planet 2 (PS3)Child of Eden (PS3, X360, mas a versão do Kinect é a melhor), Ultimate Marvel vs Capcom 3 (Ps3, X360, PS Vita), Super Mario Land 3D (Nintendo 3DS)Rayman Origins (X360, Ps3, Wii), The Elder Scrolls 5: Skyrim (Ps3, X360, PC), Star Wars: The Old Republic (PC)Sonic Generations (Ps3, X360, PC), Battlefield 3 (Ps3, X360, PC, mas a versão do pc é a melhor), Forza 4 (X360), Infinity Blade 2 (iPhone/Pad/Pod), Portal 2 (PS3, X360, Mac, PC), Call of Duty: Modern Warfare 3 (Ps3, X360, PC), Outland (Ps3, X360, PC), Mario Kart 7 (Nintendo 3DS), Dissidia Final Fantasy: Duodecim (PSP)


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