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Mark of The Ninja – Ninjas aprontando o que fazem melhor

Lembra da época em que saíam ótimos jogos de ninja em 2D fazendo o que sabiam melhor? Não? F#%@-se. Ninja Gaiden explorava o uso de espadas e itens especiais, enquanto Shinobi se focava mais no uso de shurikens e kunais. Não sabe o que é uma shuriken ou uma kunai também? F#%@-se! Bom, são basicamente aquelas “estrelinhas” e “faquinhas” ninjas que eles usavam pra jogar nos outros.

Uma kunai e uma shuriken, respectivamente. Aquela fundação dos índios lá é FUNAI. #nadaver

A geração 3D chegou, e a série Tenchu fez um ótimo trabalho focando em outra característica dos ninjas: A furtividade. Suas missões basicamente eram invadir fortalezas, residências, vilarejos para fatiar uma rapaziada, recuperar ou entregar alguma coisa importante. As pontuações aumentavam conforme você fosse visto por menos gente.

Porque da pequena inútil aula de história de jogos de ninjas? É simples, no dia da nossa independência esse ano, a Klei Entertainment e a Microsoft Studios lançaram para Xbox Live (chupa pra quem joga no Super Nintendo ou Mega Drive) o game Mark of The Ninja. A Klei é conhecida pelos 2 recentes e divertidos games do Shank, de ação sidescroller com elementos de Beat’em up ambientados no México e sudoeste americanos.

Com Mark of The Ninja, o esquema 2D sidescroll permaneceu, mas diferente de Shank, sua meta é passar de fase sem ser visto. Aliás, se você for visto, você pode até atacar os inimigos e derrubá-los, mas só para ganhar tempo e sumir nas sombras de novo, o jogo não te permite matar tendo sido visto. Pra fazer um estrago nessa rapaziada, você conta com uma espada – para os golpes furtivos, kunais – para atrair a atenção dos inimigos em determinada direção, uma corrente com gancho – para se puxar e dependurar em lugares mais altos, ao maior estilo “Maranha”, e o cenário – pra se esconder, procurar dutos de ventilação, esconder corpos e o escambal.

Eu joguei apenas a demo, mas me diverti por pouco mais de uma hora com ela tendo conhecido as ações básicas do jogo. Na versão completa, você será apresentado ao desenvolvimento de habilidades dependendo de determinado estilo que você usar mais. Dividido entre o silencioso e furtivo – que só passa usando as sombras, o matador – que não precisa de explicações, e o aterrorizador – que mata com requintes de terror pra assustar aos demais inimigos vivos restantes no ambiente.

Se despede da vida, xará, porque tu já rodou e só não sabe ainda.

O game tá saindo por 1200 MS Points (15 dólares) e, pelo que me foi apresentado na demo, e acho que pelo que os críticos estão falando bem, ele vale a pena pra car@|#0. Principalmente considerando o quão porca a Microsoft tem sido nos últimos anos com os donos de X360, se focando apenas em jogos para Kinect e esquecendo de produzir exclusivos tradicionais.

PS: Viu alguma conexão com o fato de ter saído no dia da nossa independência? F#%@-se! Não tem nada a ver, só foi coincidência


Festival de cosplay

Já que acabou o carnaval, vamos mostrar alguns dos figuras fantasiados baseados em games que aparecem pela net. Esses não são necessariamente de carnaval, pelo menos não o carnaval tradicional.

 

Agora podemos começar o ano de verdade, sendo isso bom ou não.


A putereza de Asura

Sei que já tem um tempinho que saiu, mas só hoje testei a demo de Asura’s Wrath. Título de ação a ser lançado pela Capcom. De longa data eu venho esperando com uma certa ansiedade por esse jogo. Diferente e ao mesmo tempo semelhante a muita coisa que você provavelmente já jogou, A putereza de Asura tem seu charme especial.

Na demo não se sabe detalhes da história, só é possível identificar que alguém armou pra cima do Asura, que se ferrou bonito, e de quebra ainda levaram a filha dele. Isso é motivo pra deixar o bicho mais puto que o travesti do profissão repórter e, pelo menos pros inimigos, isso não é muito saudável. Batalhas descomunais ao nível de divino mitológico, de tão desproporcional que são as porradas, é o que te aguarda.

A demo tem 2 capítulos, no primeiro deles você encara uma entidade gigante, que após determinado ponto do combate fica ainda maior. Imagine-se encarando Galactus, o devorador de mundos da Marvel, segurando o dedo gigantesco dele apenas com as suas mãos. É disso que eu tô falando. No segundo capítulo você encara o mestre de Asura na Lua, mas a luta só começa lá. Novamente depois de determinado período da batalha, o mestre de Asura saca a espada crescente dele, te perfurando e te empurrando para a Terra. Os 2 vêm de lá argumentando e brigando caindo no planeta com Asura perfurado. A espada continua crescendo até vermos a ponta dela saindo do outro lado do planeta. Sim, tudo é descomunalmente ridículo e de um nível absurdo, para demonstrar poderes além dos humanos.

Os combates são onde entra a parte do “igual mas diferente” que citei no início. Boa parte do jogo se passa através daquelas sequências a la God of War e derivados de “aperte X no tempo certo”, ou “gire o analógico direito” e coisas do tipo, mas isso não ocorre como em God of War sempre. Você muitas vezes não sabe quando surgirá o comando, e o jogo se baseia muito mais nessas sequências do que nos combates tradicionais. Em outros trechos você está de longe e vai guiando uma mira com o analógico esquerdo, enquanto atira pedras e outras coisas com Y nos inimigos enquanto revida mísseis atirados contra você. Já na sequência contra o seu mestre, é o momento mais próximo de jogos de ação em terceira pessoa da demo, você controla o seu personagem  normalmente e parte pra cima, mas mesmo nessas horas, a qualquer hora pode aparecer um “Y” no topo da tela porque o inimigo atirou algo contra você, e o seu reflexo tem que ser rápido pra deixar de lado o comando de bater que tava fazendo pra apertar logo o botão.

Visualmente o jogo não deixa a desejar também, sendo uma demo, muita coisa pode mudar, e geralmente pra melhor. Ela é bem bonita com acabamento visual dos personagens lembrando ilustrações bem estilizadas.

Não posso dizer se o jogo será todo fantástico, mas devo dizer que gostei da demo. Só não o suficiente pra comprar o jogo logo de cara, talvez uma versão usada no Ebay depois de alguns meses. A não ser que alguém me mostre o contrário e que o jogo melhora ainda mais, lógico.


Super Mario Crossover 2.0 é lançado

O dia parece estar bom para fan made games mesmo, ontem o pessoal do Exploding Rabbit finalmente disponibilizou a versão 2.0 do seu crossover do Mario. Fiz um teste rápido, e a princípio o que mudou foi só a opção de “skins” diferentes.

Não limitando-se apenas a Super Nes ou Game Boy, você tem outras opções de Skins como super mario 2 e 3 também, além de outras mais. A princípio vi apenas o Bass (Forte) e o Luigi como personagens extras. Imagino que os outros personagens apresentados no trailer vão sendo liberados ao longo da partida.

Um pequeno detalhe mudou também na jogabilidade, anteriormente, quando você ia jogar com um personagem que não seja o Mario, você tinha a jogabilidade do seu game original como diferencial, mas a jogabilidade mario, no caso, pular em cima dos inimigos, também era liberada. Agora não, pulou em cima com Simon Belmont, apanhou.

Vai lá jogar

PS: Ainda sonho com o dia em que eles lançarão um executável podendo usar joystick sem precisar de Joy2Key.

 

EDIT: Enfim, depois de testado melhor o jogo percebi que os personagens extras estão sim no jogo, basta que você aperte o botão de pulo em cima do personagem para ele trocar, no megaman, por exemplo, para o protoman. O jogo possui ainda um demonio no lugar do mario,  dark link e dark samus, Samus sem armadura, Trevor Belmont, Haggle Man, dr. Wily, Sophia J7, Lance Beam, Probotector. Para conseguir ver todos, basta mudar as skins do jogo, já que alguns só são permitidos em determinada skin visual.


Poeteiros gonna Poetar

Acho que essa personagem não tem no jogo não hein, nem na sua vida, hehe

To começando a gostar de Skyrim…


Lançado o jogo mais foda do ano!

Um novo Call of Duty? Castlevania: Lords of Shadow 2? Halo 4? God of War 4?

Porr@ nenhuma, o título mais bengala all the times desde a criação do universo é Abobo’s Big Adventure!!!!

Eu já havia comentado em outro post sobre ele, e agora venho avisar a todo mundo que suas vidas já podem sair do marasmo porque já lançaram o game!

Divertido e gaiato pacas o jogo faz sátira a uma porrada de outros títulos clássicos da era NES. Algumas homenagens até por fora. Na primeira fase, um dos inimigos, tem o nome de Bubba Hanks, e o sprite usado foi o do Roper, do próprio Double Dragon, fiquei horas rindo da referência besta a Forrest Gump, já que o sprite lembra muito o melhor amigo do personagem do Tom. Encontrar uma sereia no mar e decidir “cruzar” com ela tambem foi bacana, me gerou três merbobos (mistura de mermaid – sereia –  com Abobo)

O ponto fraco do jogo? É em flash, o que significa que pra usa joystick você tem que pegar aqueles programas como o Joy 2 Key que faz os botões do controle simularem botões do teclado. Acho isso uma bosta, e espero que lancem um dia uma versão instalável do jogo.

Abobo’s Big Adventure é de longe a maior homenagem que poderiam fazer a geração NES de jogos, e você será uma mula se não perder horas de sua vida com ele!

Vai lá jogar, Bitch


Os 5 melhores jogos que joguei em 2011

Muitos jogos que joguei, muitos que não joguei, considerem aqui a minha opinião pelo que eu gosto viu, não pela popularidade do título, por exemplo, Skyrim nem entra na minha lista, primeiro porque não joguei e segundo porque não gosto de Elder Scrolls.

Os jogos não estão na ordem de melhores pra piores também não.

Dark Souls (PS360)

Esse título é disparado dos melhores que joguei no ano, e na geração atual. Com um mundo sombrio, onde tudo tá na merda, e você tá no meio dessa merda toda. Um jogo bem introspectivo e difícil, bem aos moldes de muitos jogos clássicos, e diferente dos de hoje, onde tudo é feito pra que você consiga chegar ao final tendo uma dificuldade tranquila. Em Dark Souls, se você não aprende a jogar, você não passa mesmo. O pior e o melhor é a falta de amparo, você não tem pessoas, livros ou qualquer coisa do tipo te dizendo vá ali, venha aqui, você tá solto, vai de sua livre e espontânea exploração, mate um NPC e isso acarretará em consequências pro resto do jogo, sejam elas boas ou ruins.

Gears of War 3 (X360)

Em um ano fraquíssimo de títulos de games tradicionais para o console da Microsoft, a grande cereja do bolo (pra não dizer o bolo todo, dado o fato de que praticamente só saiu game pra Kinect esse ano), é Gears 3. Grupos de personagens diferentes desenvolvendo a história ao mesmo tempo, conclusão de enredo iniciado no primeiro título, inimigos novos f¨*$endo ainda mais os sobreviventes do planeta já f¨*$dos, monstros gigantescos e poucos cartuchos de balas para enfrentá-los, um modo campanha permitindo 4 jogadores, além de continuação do excelentíssimo modo horda fazem de Gears 3 um PUT@ jogo de 2011. Shame on you MICOsoft por não ter desenvolvido mais títulos tradicionais na proporção que fizeram com o Kinect.

FIFA 12 (multi)

Ok, Fifa tem um título novo todo ano mudando um pouquinho de coisa do anterior e bla bla bla. Mas Fifa 12 eu coloco em destaque do ano, como fifa 11 eu não colocaria no ano passado. Esse ano deram uma boa trabalhada na engine, melhorando o contato físico, além do multiplayer tendo divisão por experiência dos jogadores, fazendo com que você procure pessoas que estão mais ou menos do seu nível, e perca jogos pra ver se você não é rebaixado pra divisão anterior.

The Legend of Zelda: Skyward Sword (wii)

Considerado um dos últimos, se não o último fôlego do Wii, Skyward Sword é de longe um dos melhores títulos da série. Alguns amigos comentaram do fato de preferir que o jogo fosse nos moldes de controles tradicionais, e eu concordo, mas o que defendo é que, nos controles de movimento atuais, Skyward Sword é o que de melhor poderia ser feito. E também no visual do jogo, de longe o título mais bonito do Wii, uma pena não ter o desempenho de engine de um ps3 ou x360.

From Dust (X360, PS3, PC)

Disponibilizado como título arcade, From Dust foi uma das melhores surpresas que tive no ano, difícil até explicar a jogabilidade, mas digamos que você é uma energia divina, na qual os membros de uma tribo que você acompanha cultuam, e que precisa ajudá-los na tarefa de sobreviver e cultuar a terra. Ondas gigantescas, vulcões em erupção e outras coisas mais são os impecilhos que um deus tem que enfrentar para ajudar o povo. O título custa por volta de 10 dólares.

Explicações: Como eu disse antes, títulos como Skyrim não entram porque eu não joguei e não gosto da série, assim como outros títulos que não tive a oportunidade de jogar. Não imagino um Batman Arkham City de fora dessa lista, e ele só está de fora porque eu não joguei, o mesmo acontece com Bastion, Uncharted 3 (que também não curti a série) ou Little Big Planet 2. Não tem nada a ver com serem péssimos títulos, mas com gostar ou não do jogo, e ter jogado ou não.

Sendo assim, menções honrosas de jogos de fora da lista, considerados dos melhores por público e/ou críticos:

Batman: Arkham City (Ps3, X360, PC)Bastion (Ps3, X360, PC)Killzone 3 (PS3)Infamous 2 (PS3)Uncharted 3 (PS3)Little Big Planet 2 (PS3)Child of Eden (PS3, X360, mas a versão do Kinect é a melhor), Ultimate Marvel vs Capcom 3 (Ps3, X360, PS Vita), Super Mario Land 3D (Nintendo 3DS)Rayman Origins (X360, Ps3, Wii), The Elder Scrolls 5: Skyrim (Ps3, X360, PC), Star Wars: The Old Republic (PC)Sonic Generations (Ps3, X360, PC), Battlefield 3 (Ps3, X360, PC, mas a versão do pc é a melhor), Forza 4 (X360), Infinity Blade 2 (iPhone/Pad/Pod), Portal 2 (PS3, X360, Mac, PC), Call of Duty: Modern Warfare 3 (Ps3, X360, PC), Outland (Ps3, X360, PC), Mario Kart 7 (Nintendo 3DS), Dissidia Final Fantasy: Duodecim (PSP)


5 jogos para jogar em maus momentos

Aproveitando uma fase difícil que estou passando pra transformar em algo produtivo, tive a ideia desse post. O propósito é se entreter com algo que deixe sua mente descansando e concentrado apenas em alguma função, liberando até um pouco de agressividade nos pixels pra não liberar na vida real, então vamos lá.

Samurai Dishwasher (live arcade)

Apesar da dificuldade do jogo, que pode ser pior por te deixar mais puto, fatiar hordas e mais hordas de bichos escro$%& é um prazer inenarrável, te fazendo até rir de algumas ocasiões. Você é um lavador de pratos que aprendeu a arte milenar deles e foi morto sem saber o porque, mas volta dos mortos querendo vingança. Tem algo mais perfeito pro seu “momento fundo do poço”? Como falei, só controle a dificuldade do jogo, porque senão é capaz do jogo te deixar é mais puto por estar mais morrendo do que matando.

Gears of War – Qualquer um da série (1-PC e X360, 2 e 3 – X360)

Quem tem acompanhado meus posts de impressões sobre Gears 3 tem uma noção do tanto que é aliviante destruir hordas e mais hordas de bizarrices que insistem em te encher o saco. Uma metralhadora com uma motossera na ponta, não tem arma mais perfeita pra se criar pra um jogo em que você só quer se divertir eliminando pixels (que no caso nem é pixel, é cg,hehe) xaropes pela frente.

Tartarugas Ninja Arcade (um bocado de plataforma)

Esse jogo é apenas uma representação de um gênero que é bom pra isso, qualquer outro Beat ‘em Up, ou como eu costumo chamar, “andar e bater”, se encaixaria perfeitamente na função. A história: um vilão xarope (no caso, o Destruidor) resolveu se meter na tua vida, seja te desafiando, ou querendo se meter a besta com o mundo, e cabe a você zuar com os planos dele e acabar com uma horda descerebrada de imbecis que aparecem pela tela pra te atrapalhar, receita perfeita, é ou não é?

Call of Duty (vários títulos e pra tudo que é plataforma da geração ps2 pra cá)

Jogos de tiro em primeira pessoa, os mais populares dos títulos descerebrados pra liberar tensão. Acrescente a isso um modo multiplayer pra muitos jogadores, com direito a zoações pelo headset e você tem um jogo aliviador de tensão perfeito. Você vai dormir até um pouco mais leve, e quem sabe até para de acordar mais cedo do que deveria, como estava fazendo, preocupado com mil coisas ao mesmo tempo.

God of War – a série (PS2,PSP,PS3)

O título mais perfeito de todos para o propósito, centenas de criaturas mitológicas e deuses contra você, e você tá puto o tempo todo sendo atormentado por pesadelos de erros passados e de deuses se metendo na sua vida. O que você iria querer mais? Você é tão foda que mata com requintes de tortura os deuses do Olimpo que resolveram ferrar contigo. Sobra até pros titãs que também queriam te usar.

E é isso pessoal, produzindo algo útil com um momento ruim que passo. Lembrando sempre que deixe suas agressividades pra gastar no videogame, e se por acaso perceber que está ficando mais agressivo que o normal, deixe o aparelho um pouco de lado e vá desestressar com outra coisa. Sou a favor de jogos violentos (assim como dos filmes, livros, séries, ou qualquer outro entretenimento) como válvula de escape, nunca como influência negativa pra você cruzar a barreira do real/ficção, e principalmente, sempre levando em consideração a idade adequada pra esse tipo de entretenimento. Pareça brutal o que for os jogos, sou contra violência no mundo real.


5 artworks pic@s dos games

Uma pequena homenagem a alguns dos “arteiros” que colocam aquilo que fazem melhor no desenvolvimento dos games.

Castlevania Lords of Shadow – Diego Gisbert Llorens e equipe

Eu poderia facilmente colocar as artes da Ayami Kojima, dos demais jogos da série de Symphony of The Night em diante, que seria um substituto perfeito pra estar no lugar de LoS. O motivo da escolha é a importância dele pra com o projeto. Lords of Shadow é riquíssimo na parte artística. Na edição de colecionador, de cara você tem um pequeno livro de artwork, e dentro do jogo, alguns (muitos) extras são os artworks de TODAS as fases de TODOS os capítulos do jogo. Isso sem mencionar as animações explicativas dos comandos aprendidos no menu e do sumário de personagens do jogo que são totalmente ilustrados. E diga-se de passagem, ficaram muito bem ilustrados. Trazer Castlevania novamente para o 3D, pra dessa vez dar certo de verdade, como um Ninja Gaiden conseguiu, e como os títulos anteriores não conseguiram, não seria tarefa fácil. Pra isso seria de extrema importância um ambiente que te deixasse embasbacado com a beleza, sem esquecer da jogabilidade, claro, e nesse ponto, Lords of Shadow foi muito feliz no resultado final.

Final Fantasy ( praticamente a série toda) – Yoshitaka Amano

Não teria como escrever uma sessão dessas sem citar o Amano. Praticamente o mestre no que diz respeito ao conceito visual de Final Fantasy. O estilo influenciado pela arte gótica fica muito distante do visual mangá tradicional de talvez 90% dos artistas japoneses. O poder de pic@ dele é tão grande, que foi convidado a produzir em parceria com Neil Gaiman um volume de Sandman. E ficou perfeito essa parceria. Seu estilo pode até ser pouco  comercial, considerando que não é “bonitinho”, mas pode ter certeza que mesmo com uma versão de divulgação bem diferente, e produzida por outro artista, é muito provável que esse trabalho seja uma releitura do projeto original que ele criou.

Panzer Dragoon – Moebius

Tá, a série Panzer Dragoon não é uma série que mereça tamanho destaque, mas a artwork dela sim. Tudo que o Moebius toca vira ouro, em relação a ilustrar. Cenários amplos, belíssimos, que dão sensação de movimento, mesmo sendo estática a imagem, são apenas detalhes do que o Moebius imprime na arte dele. Ele foi convidado pela Sega a criar o visual do universo, e particularmente, não consigo ver artista melhor para isso. Ele sempre trabalhou com mundos bizarros e criaturas fantásticas,é fácil perceber nas hq’s dele  algumas criaturas muito semelhantes aos de Panzer Dragoon. Uma pena a Sega não ter utilizado isso nas capas dos jogos.

Metal Gear Solid – Yoji Shinkawa

Apesar de na hora da produção dos personagens em 3d serem bem diferentes do estilo visual do Yoji, as artworks são usadas em toda a promoção de marketing do jogo. A popularidade é tão grande, tanto do personagem, quanto do conceito de arte, que isso já rendeu hq’s de MGS, tendo sido publicada aqui no Brasil, inclusive. Yoji usa um estilo visual com traços mantendo o aspecto rabiscado, dando uma aparência  crua ao desenho, e o resultado final acaba ficando muito bom.

Warcraft (a série) – Travis Thammer e uma equipe monster

Se tem uma coisa que os jogos da Blizzard se destacam é na parte visual. Falar da qualidade do jogo, e mesmo das cinematics é chover no molhado, mas a parte de conceito de arte não fica nem um pouco atrás. Difícil é você listar os nomes dos artistas, já que eles tem uma boa equipe, e como falei de Castlevania, aqui eu poderia fazer o mesmo facilmente, trocando Warcraft por Diablo ou Starcraft, que não estaria perdendo nada em conceito ou qualidade artística. É muito fácil entrar no imaginário e no conceito visual de Azeroth com uma equipe fod#&@ dessas fazendo miséria.

É isso gente, existem muitos outros jogos que são dignos de estarem em uma lista assim, é por isso que eu nunca crio como um top5, é mais como uma seleção pessoal de 5 jogos com o tema em questão. Seria injustiça absurda, e motivo pra discussão eterna, sem falar em pretensão nível 10, se fizesse essas listas considerando os “5 melhores comedores de xox#*t@s” ou coisas do tipo.


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