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Roteirista de Mass Effect 2 e Star Wars: The Old Republic deixa a Bioware

Bom para nós que jogamos, provavelmente não será, mas a notícia é que  Drew Karpyshyn, que fez parte da equipe de roteiristas de alguns dos títulos mais fod@s da Bioware deixou a equipe e o mercado de games. A ideia dele agora é se dedicar a outros projetos que nada tem a ver com jogos. Esperamos que ele esteja certo, porque o depoimento dele diz que os roteiros da Bioware são possíveis apenas porque eles tem uma boa equipe, e que a saída dele não influenciará na qualidade dos roteiros.

Eu te digo se influenciou ou não quando lançarem umas expansões de SWTOR ou quando anunciarem um Mass Effect 4…

Fonte: UOL Jogos


Novo trailer de Mass Effect 3 foca no multiplayer

Será que isso pega? Um jogo caracterizadamente single player como Mass Effect tentar inserir um modo multiplayer? Tô pagando pra ver, assim como a “bacanice” de usar o Kinect em determinados momentos…


Tirinha: Queimando a língua SWTOR

Fiz com muito amor e carinho procêis, seus corno!


Um apêndice sobre Star Wars The Old Republic

Li essa no blog “Muito Supremo” e achei uma ótima opinião em relação a compra do jogo sendo brasileiro, imagino que quem tá metendo as caras a comprar o jogo deve estar se deparando com o fato de não conseguir acessar o Origin americano, e o jogo não ter sido lançado no Brasil, então:

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Escrito por: fmeister em 20/12/2011.
Last revised by: fmeister

Depois de evitar comprar keys de terceiros, perder o early access e aguardar, finalmente chegou a data de lançamento de SWTOR. Já atualizei meu client e está tudo pronto. Agora é só entrar no site da Origin store brasileira e clicar em compr…. opa! Cade o jogo? Tento mudar pra Origin americana, vejo o jogo, clico nele e… “produto restrito”. Ou em outras palavras: “seu país fede e não queremos vender nosso jogo pra você”.

Agora eu realmente vi que ter esperado o jogo ficar disponível aqui no Brasil foi uma atitude cabeça dura. Parece que eu não aprendi com todas as palhaçadas que aconteceram comigo quando comprei DarkSpore, antes mesmo da loja da EA se transformar em Origin. Os que compraram SWTOR em sites como a G2Playou na Machinegames estão jogando desde o dia 13/12 e continuam agora com o lançamento. Mas quem esperou pra comprar oficialmente (como eu) está sentado e desapontado, trucidando a tecla F5 pra ver se alguma mágica acontece.

Mas até essa hora nada de disponibilidade do jogo aqui para o Brasil. Posso postar nos fórums oficiais perguntando? Não. Minha conta da Origin não tem permissão pra postar, mesmo com outros jogos da EA incluídos. Estou pensando em falar com o serviço de consumidor, mas imagino que ele já deva estar bastante congestionado com outras reclamações. E o que fazer então? Ficar sem fazer nada e se sentir totalmente excluído. Obrigado EA.


Jedis e Siths em Nova York

Uma ação promocional de Star Wars The Old Republic tomou cena em Times Square para divulgar o lançamento do jogo. Eu queria estar lá.

Fala se eu não ia tirar foto abraçado com uns siths.


Star Wars The Old Republic, me coçando

As pessoas que me conhecem sabem que não sou um adepto a MMO’s. Em todas as minhas investidas no estilo, nenhuma me prendeu demais. Adoro jogos multiplayer, mas MMO é meu fraco. De uns tempos pra cá, com máquina nova, cheguei a testar Dungeons & Dragons Online, Age of Conan, Champions Online e DC Universe Online, sendo que destes, curti mesmo DCU e Age of Conan. Mas um jogo que está me deixando tentado a investir mais uma vez no gênero, primeiro porque é Star Wars e segundo porque é Bioware, é o The Old Republic.

Uma coisa que me deixa ausente dos MMO’s é a falta de sensação que tenho de estar desenvolvendo um roteiro, mesmo com esses jogos todos que eu citei tendo um. Mas pelas coisas que li de SWTOR, boa parte do foco deles é pra esse lado, tentando te proporcionar as duas sensações ao mesmo tempo, tanto é que, assim como nos 2 KoTOR, você tem opções de falas ao conversar com NPC’s e coisas do tipo, suas decisões acarretam em caminhos diferentes.

O que li até agora de alguns poucos comentários tem variado muito de excelente, a uma grande bosta, mas como são poucos, prefiro esperar mais até aparecer uma certa coerência entre muitas opiniões. Pessoas que reclamam falam que o jogo ficou uma cópia espacial de WOW, enquanto pessoas que defendem dizem que o jogo teve o esmero já conhecido da Bioware, e que realmente é divertido o avanço do seu personagem através do enredo do jogo.

Como sou fã de Guerra nas Estrelas, certamente pegarei o jogo em um determinado momento da minha vida, mas por enquanto não dá, até porque tenho outros gastos de jogos a fazer, ao invés de pagar mensalidades. Mas essa edição de colecionador tá um piteuzinho viu, pena ser tão cara, olha os itens inclusos:

  • Estátua exclusiva de Darth Malgus
  • Caixa de metal para guardar os jogos
  • O diário do Mestre Gnost-Dural, por Satele Shan
  • Mapa galático da velha república
  • Aparelho autenticador de chave customizado
  • CD de trilha sonora
  • Caixa de colecionador de alta qualidade

Fora isso, a edição de colecionador tem ainda mais 7 itens digitais:

  • Flare Gun
  • Training Droid
  • HoloDancer: para projetar sua(seu) própria(o) dançarina(o)
  • HoloCam: pra guardar videos de suas missões no jogo
  • STAP: um veículo único pro seu personagem no jogo
  • Mouse Droid Exclusivo: droid Spun-ky pra ir com você nas aventuras
  • Loja exclusiva de edição de colecionador: Vendedor único no jogo com uma lista variada de itens


É amanhã! Infinity Blade 2

A Epic Games é uma das empresas, junto com Bioware e Blizzard, mais fodas do mercado. Os caras surpreendem e agradam, não interessa a plataforma. Pensado a princípio para ser um jogo no Kinect, Infinity Blade é de longe o melhor jogo que tive o prazer de testar no iPhone, e não espero nada diferente de  IB2. Costumo pensar que a proposta do mundo de IB é um pouco parecida com a de Demons/Dark Souls, da From Software. Claro que os jogos são bem diferentes e tudo mais, mas ambos tem aquele “Q” de “esse mundo é uma merda, tu ta no meio dela e se vire pra sobreviver no meio disso tudo”, sem muito nhem nhem nhem nem c* doce (proibido pros diabéticos de frescura).

Infinity Blade 1 era um jogo direto, você avista um castelo ao horizonte e resolve acabar com o Deus Rei (God King), ou ditador local que mora por lá e pegar pra você a Infinity Blade. Os inimigos vão surgindo para duelos e não tem nem conversa, só a troca de olhares e já começam a se ajeitar pra peleja de facas (ou espadas, ou machados, ou marretas…). No fim, você enfrenta o chefe do castelo pra tentar tomar a Infinty Blade, uma espada com poderes. Se você derrotar o chefe, você vê uma cena em que o chefão diz que você ferrou tudo e os invasores vão acabar com esse mundo. Se você perde, sua alma é sugada, e o chefão diz para seu lacaio que manipule a situação de forma que o herdeiro do seu personagem se sinta desafiado a vingar a morte do pai, e ai o jogo recomeça 17,18,19 anos depois do último personagem, só que você já começa com o nível, os equipamentos e o dinheiro que seu pai tinha quando morreu, e por aí vai.

Pelo que li, Infinity Blade 2 pega tudo isso que o primeiro tinha de bom e amplia, a começar pelo fato de que agora resolveram desenvolver uma narrativa  ao longo do jogo todo. Por conta disso, agora sabemos que o protagonista se chama Syris e que ao longo do jogo, vamos conhecendo um pouco do passado do personagem e porque ele e seus antecedentes estavam fadados a enfrentar o Deus Rei. Caminhos alternativos também ganharam seu espaço, em oposição ao ritmo quase linear, com poucas variações de caminho que o primeiro jogo tinha.

O esquema de combate do primeiro jogo era fantástico, você tem uma espada na mão direita e um escudo na esquerda, risque a tela no sentido que quiser, e esse será o rumo do seu golpe. Mas pra se dar bem, você tem que defender os ataques do seu inimigo, sempre na direção oposta a que o golpe está vindo. Você pode apertar o botão de escudo para se defender também, mas isso vai acabando com a resistência dele, até quebrar. IB2 agora te permite usar armas de duas mãos, ou segurar armas em cada mão, e isso muda bastante a jogabilidade, porque você passa a ser mais agressivo, mas ao mesmo tempo, mais vulnerável aos ataques inimigos.

Guarde uns trocados para amanhã quando sair IB2, se você curte alguns jogos diferentes no iPhone/pad/pod, esse é o que mais vale pela jogabilidade, e pela beleza. Jogar no aparelho dos conhecidos eu irei!


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