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Gamescom: Mais algumas histórias

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Mais notícias vão aparecendo, e por aqui vamos comentando:

1. Trailers, trailers e mais trailers

A Blizzard enfim apresentou novidades para Diablo 3,  e não estou falando da versão dos consoles, mas da primeira expansão da versão de PC. Intitulada Reaper of Souls,  a expansão vai ter foco em Malthael, o Arcanjo da Sabedoria, desaparecido desde a expansão de Diablo 2 e recém surgido como anjo da morte em D3. Além do enredo, RoS trará também como novidade a classe de personagem do cruzador, que tem o foco em equipamentos pesados e magias de suporte. Nos dados técnicos, você poderá elevar seu char até o nível 70, além de acrescentar mais skills e magias para as classes já existentes do jogo, fora outras alterações nos mapas, missões e modos de jogo.

Muita gente reclamou de D3, particularmente eu me diverti muito e joguei feliz até terminar a história. Não sou o tipo de player que fica rejogando por mais milhares de vezes subindo mais o nível e zerando 3, 4 vezes, etc etc etc, pra poder opinar do pós jogo da primeira rodada, mas a mim o jogo diverte como o primeiro e o segundo divertiram.

Um novo (ou não) trailer de Lords of Shadow 2 foi apresentado pela Konami, o vídeo inteiro é praticamente o que já foi visto na E3, com a diferença de um pequeno detalhe: Ao final do trailer tem uma cena extra na qual apresenta um novo Belmont, Victor. Pra quem não conhece, Victor Belmont seria um dos protagonistas de Castlevania Resurrection, jogo que estava sendo produzido pela Konami americana e foi cancelado para Dreamcast por chilique ordem do Iga, que foi  escolhido o responsável oficial pela série no meio da produção na época. O enredo envolvia viagens no tempo, ou ao menos 2 linhas do tempo diferente, e teria além de Victor, Sonia Belmont, a protagonista de Castlevania Legends para Gameboy Color, e “ex-mãe” de Trevor Belmont, de Castlevania 3. Castlevania Legends foi limado da timeline oficial também por chilique ordem do Iga.

Sonia e Victor Belmont, no cancelado Castlevania Resurrection, para Dreamcast

Sonia e Victor Belmont, no cancelado Castlevania Resurrection, para Dreamcast

O que esperar disso? Não sei. No original, a história de Victor se passava em 1666, pelo pouco que mostrou, eu não ousaria dizer se o enredo dele se passa no presente ou no passado. O pior da história é que a Konami adiou Lords of Shadow 2 de 1 de dezembro agora para 27 de fevereiro de 2014. E tome ansiedade para o fanboy de Castlevania aqui…

Eu cheguei a postar a foto e citar ele entre os futuros títulos do Ps4 ontem. Não houveram muitos comentários a respeito do jogo, mas a ambientação me lembrou muito Ico e Shadow of The Colossus, se seguir por essa linha, seria um dos meus must have imediatos no lançamento sem exagero algum. A Tequila Works, produtora do game, é responsável pelo injustiçado Deadlight, um game muito bom que não caiu nas graças de crítica ou público.

A série Arkham foi uma das melhores coisas que joguei nessa geração disparado. Não espero menos de Arkham Origins, muito embora esteja receoso de não ter mais o dedo da Rocksteady Studios na brincadeira. Provavelmente o enredo deve ter uma boa dose de Batman: Ano um como referência, e é uma excelente influência.

Pelo visto a Ubisoft quer entrar na onda dos jogos de peleja, só que o game será para Kinect, ou pelo menos aparenta ser por esse teaser. Fighters Within, apresentado para o XOne promete muito sangue virtual. Para os extremistas do naipe “a culpa é dos jogos violentos” repare na pequena caixa laranja escrito “check the classification”, traduzido para o bom português como CHEQUE A CLASSIFICAÇÃO, antes de vir falar qualquer merda quando aparecer o próximo escândalo de violência no qual o suspeito tenha também o hábito de jogar. Mas antes disso, cheque primeiro a criação e o convívio com família e amigos dessa pessoa. Pronto, acabou o momento sapo, só achei apropriado pela quantidade de sangue no vídeo e por ser da Ubisoft, detentora de Assassin’s Creed.

2. Mais um pouquinho sobre a nova fase do Vita

Só pra mostrar que a Sony não estava só dando uma leve maqueada quando aparentava estar largando o Vita de mão mas dizia que não, esses são os futuros jogos de estúdios independentes que sairão para ele

  • Age of Zombies (BlitWorks/Halfbrick)
  • A-Men 2 (Bloober Team)
  • Assault Android Cactus (Witch Beam)
  • Avoid Droid (Infinite State Games)
  • Broken Sword: the Serpent’s Curse (Revolution Software)
  • Eufloria HD (Omni Systems)
  • Fez (Polytron Corporation)
  • Final Horizon (Eiconic Games)
  • Flame Over (Laughing Jackal)
  • Gravity Crash Ultra (Just Add Water)
  • Gunslugs (Abstraction Games)
  • Hotline Miami 2: Wrong Number (Dennaton Games & Devolver Digital)
  • Joe Danger 1 (Hello Games)
  • Joe Danger 2 (Hello Games)
  • Kick & Fennick (Green Hill Studios)
  • Rogue Legacy (Cellar Door Games)
  • Samurai Gunn (Teknopants)
  • Supermagical (Tama Games)
  • Switch Galaxy Ultra (Atomicom)
  • Table Top Racing (Ripstone)
  • The Binding of Isaac: Rebirth (Nicalis)
  • Volume (Mike Bithell)
  • Wasteland Kings (Vlambeer)

Alguns deles já são conhecidos pela Steam (Rogue Legacy) ou pela Live (FEZ), mas uma boa parte aí será novidade, e no portátil eu espero que dê muito certo, o Vita é uma ótima plataforma pra isso se o público aderir.

Espero ter mais alguns resumos a fazer amanhã, mas se não tiver, ainda tô devendo um pequeno review de Dragon’s Crown, que estou jogando dedicado desde o lançamento 2 semanas atrás, e outros comentários mais do mercado.

Inté!

 

EDIT: Hoje a Konami divulgou algumas imagens mais de Victor Belmont, e juntando isso, mais uma análise com um pouco mais de calma das poucas cenas que ele aparece no trailer, pelas roupas, parece que Victor será um Belmont contemporâneo. Tudo bem que tem uns pedaços de armadura e tal, mas ele tá usando um colete que e camiseta que parecem roupas da era atual. Vejam por vocês mesmos.

Victor Belmont é primo do Desmond, de Assassin's Creed?

Victor Belmont é primo do Desmond, de Assassin’s Creed?

As botas de metal podem até ser clássicas, mas esse colete com a camiseta me parecem bem modernos

As botas de metal podem até ser clássicas, mas esse colete com a camiseta me parecem bem modernos

assinatura pnmp


Diablo 3 chegou, até para os desprovidos de verba (pobres)

Se você não é ryco o suficiente (ainda) pra comprar o game como esses malucos aí, ao menos você pode aproveitar parte da diversão

Os malucos que querem dar uma descidinha pro inferno já podem ficar felizes. A espera pelo lançamento de Diablo 3 acabou e já vivemos em um mundo pós-lançamento do game. A notícia da vez agora é que os desprovidos de verba, como eu, podem aproveitar (ao menos um pouquinho) do jogo também. A Blizzard anunciou a versão Starter Edition do game, que pelos primeiros 30 dias será conseguida através de convite que vem junto da versão física do jogo (ou seja, pra nós brazucas sem amigos gringos, só no dia 7 de junho que é o lançamento da versão em disco do jogo por aqui).

Esse Starter Edition não vai te permitir muita coisa não, de fato, só o que você provavelmente já viu no Beta Free do jogo vai estar liberado. É só parte do capítulo 1 e  até o nível 13, você não terá acesso aos leilões de equipamento e só poderá jogar com pessoas que também estão usando o S.E.. Depois dos 30 dias de lançamento o S.E. se torna liberado pra todos os jogadores. Pense em servidores lotados como provavelmente vão ficar nesse período hein?

Fonte: G1

Jogou o Beta e quer a versão final?

Segundo o que li em um fórum, se você jogou a versão Beta do game, é preciso desinstalá-la antes de baixar a versão final. E inclusive você precisa se certificar de que a pasta Battle.Net em C: Arquivos de Programas > Battle.net tem que ser deletada também. Particularmente não sei se isso é necessário, quando desinstalei o beta, a pasta não estava lá, se é que esteve, eu não vi antes pra saber se tinha alguma, mas se por acaso tiver, acho bom se informar em outros sites também, porque sei lá se algum outro dos seus jogos da Blizzard utiliza da pasta né.

Boas jogatinas a todos vocês matadores de criaturas das trevas e eu me junto assim que estiver em condições!


Diablo 3 tem animação dirigida por criador de Aeon Flux

O jogo nem saiu e as novidades sobre Diablo 3 não param. Peter Chung, criador da animação Aeon Flux, que passava na MTV, é o diretor do curta animado intitulado Diablo 3: Wrath. A ideia do curta é contar histórias que não teriam a possibilidade de serem trabahadas dentro do jogo. O curta contará eventos da série narradas a partir do ponto de vista dos anjos.

Xoxot@stico!

Assista, tem opção de 720p

Abaixo veja o vídeo de comentários de produção disponibilizado pela própria Blizzard

PS: Além de Aeon Flux, Peter Chung foi diretor e roteirista do episódio “O Robô Sensível” (Matriculated) de Animatrix. E não considere Aeon Flux pelo filme, aconselho muito assistir a série animada.

Fonte: Omelete


Beta de Diablo 3 aberto a todos no fds! (F%$#ing News 20/04/2012)

Corre negada, a Blizzard liberou pra esse final de semana o uso aberto do Beta de Diablo 3, se você tem uma conta Battle.Net, é só baixar o jogo, se não, crie uma conta, segue aqui os passos necessários:

  • Conecte-se ao jogo ou crie uma conta Battle.net em http://us.battle.net/pt/
  • Crie uma BattleTag™, necessário para jogar Diablo III (O que é uma BattleTag?)
  • Efetue o download do jogo, percorra o processo de instalação e jogue entre às 12:01 p.m. PDT (16 horas, horário de Brasília) do dia 20 de abril até 10:00 a.m. PDT (14 horas, horário de Brasília) do dia 23 de abril.

Pense se já não estou baixando!

Fonte: Blizzard


Remake de Rock And Roll Racing em 3D

Oh God, isso é muito bom pra ser verdade. Infelizmente, não é da Blizzard, é de um grupo de fãs, mas ela bem que podia contratar esse povo e oficializar esse projeto!

Vejam o trailer:

Pelo vídeo, percebe-se que colocaram corridas com a visão tradicional, e outra de simulador de corrida mesmo, só não sei se existem corridas pra cada modo, ou se é opcional essa escolha. Espero que seja opcional, quero jogar é no modo tradicional de RRC!

GRINDER IS ABOUT TO BLOW!


F&%$ing News 11/01/2012

Sony acabou com a put@%$@

Nem durou muito a “boataria forte” sobre o PS4 ser apresentado na E3 desse ano. A Sony já divulgou uma nota de que não vai rolar porr@ nenhuma de apresetação disso. Sinceramente eu queria que isso fosse apenas uma estratégia pra “causar surpresa” apresentando escondido o aparelho na E3.

Falando em Sony, e o Vita no Brasil hein?

A Sony divulgou hoje também que no Brasil o Vita terá uma edição especial, vindo com um cartão de 4gb e mais o jogo ModNation Racers totalmente em português. Eu tava querendo uma edição especial era de preço, já que não falaram PN sobre isso ainda. O aparelho acompanha o lançamento americano, marcado também pro dia 22 de fevereiro.

Diablo III nos consoles

Esse é uma boa (ou não) notícia. Aparentemente um profissional da Blizzard teria soltado no twitter que existe um responsável pela versão de consoles do jogo. Minha dúvida é: PS3 e X360 suportam rodar o bicho? Diferente do pessoal que joga em PC’s fracos em que desligam tudo que é opção gráfica pra rodar, nos consoles ninguém quer jogar versões meia boca dos jogos. De qualquer forma, Diablo combina mais com pc do que com videogame.


F%$#ing News – 06/12/2011

 World of Warcraft sabor feijoada já no mercado

Relaxa o c*zinho aí, não é nenhuma inserção culinária nova com pedaços de orcs no mercado não. É que hoje foi o lançamento oficial da versão brasileira de World of Warcraft. Com direito a festa de lançamento e tudo mais em São Paulo, a versão nacional vem com todos os nomes de locais traduzidos e dublados em português, e por mais que pareça estranho a princípio, ficou bem dublado com uma equipe profissional.

A versão nacional vem com o jogo original e mais a expansão Burning Crusade, e mais 1 mês de acesso grátis por 29,99 reaus. Outros modelos de pagamento trimestral e semestral também estão disponíveis, além da assinatura anual, que também dá direito a receber Diablo 3 de graça quando lançar. Considerando quanto tempo eles demoram em produção de cada jogo, cê vai ter muito tempo pra enrabar os delicados da aliança.

Blizzard demonstra interesse em plataformas iOS

Falando em Blizzard,Greg Street, membro da empresa e conhecido nos forums da mesma por Ghostcrawler, deixou 2 comentários indicando um certo interesse da empresa por lançar versões de seus jogos nos aparelhos da Apple.

Todo mundo que conheço tem um iPhone e/ou um iPad, então nós somos grandes fãs dos aparelhos. Se conseguíssemos fazer as mudanças certas nos jogos para isso funcionar, certamente é algo que estaríamos interessados. Não é algo que vocês verão dentro de uma ou duas semanas, mas é o tipo de coisa que estamos sempre de olho.

Já espero ansioso pelo título que me fará mudar Infinity Blade como meu jogo favorito na plataforma.

Fonte: Starcraft 2 Brasil

Nintendo pode fechar o ano pela primeira vez no vermelho

É, não tem Zelda ou Mario Land 3D que segure o ano da Nintendo, pelo visto. É a primeira vez na história da empresa em que fecha o ano no vermelho. Os motivos apontados para o possível prejuízo da empresa são o aumento histórico do yen no mercado econômico, que forçou o governo japonês a intervir na economia, e a fraca recepção do 3DS no lançamento. Também foi sugerido que outro fator seria a popularização das plataformas iOS e android como aparelhos para jogos aumentando a concorrência. Francamente, com o valor de laçamento que foi o do 3DS, e mais o Wii-U, que é um aparelho futuro correndo sério risco de ficar na frente dos concorrentes atuais, mas atrás dos concorrentes posteriores e que não devem estar longe de lançar, acho que a Nintendo vai ter que triplicar seus títulos de Mario, Metroid ou Zelda pra segurar as pontas.

Fonte: Folha.com


Impressões: parte 1

A) Infinity Blade 2 (iOS)

Tive o prazer de jogar ao menos meia hora durante o fim de semana. Gostei da ideia de expandirem a história, não gostei da forma que escolheram pra isso. Achava a ideia simples, direta, sem muitos diálogos do primeiro jogo muito boa, e no segundo parece que resolveram mudar tudo, a começar por um diálogo entre o protagonista da série e uma mulher esquisita que sai dando pulões ninjas por telhados que de repente viraram melhores amigos. Po, Infinity Blade não tem que ter muito diálogo não, e pelo menos não de forma direta e rasa como foi, sem falar nos pulos exagerados da mulher.

Outro ponto negativo, a “tradução” do jogo. Quem jogou o primeiro, sabe que eles falam uma língua bem esquisita, de repente você chega no segundo jogo e estão falando em inglês? WTF? Tirou outro brilho de IB.

Em questão de jogabilidade, não joguei o suficiente pra testar ainda armas de 2 mãos ou usar 2 armas ao mesmo tempo. O que joguei ainda é no modo tradicional, mas gostei que agora os inimigos estão mesmo imprevisíveis, alguns ataques você não sabe que diabo ele fará até ser bem próximo da hora, quando você acha que virá uma espadada pela esquerda, o cara te acerta com um chute pela direita.

Gostei também de agora você precisar de chaves para abrir alguns baús, não é só chegar e ir abrindo logo de cara não. Tem também gemas que você vai imbuindo nas armas pra poder dar fatores elementais e mudar o tipo de dano que ela causa. Até o momento a diversão é muito positiva, apesar dos pontos que não gostei.

B) The Legend of Zelda: Skyward Sword (Wii)

Um amigo me deixou emprestado essa semana o wii dele e aproveitei para começar os testes de um dos jogos mais aguardados na história do Wii. Só consegui até agora terminar o pedaço de introdução da história e comecei a primeira dungeon do jogo (acredite, isso me levou umas 2 ou 3 horas). Devo dizer, estou impressionado com a ambientação que a Nintendo criou. Sem deixar a fábula e o valor universal para qualquer idade da série de lado, eu concordo com o que a IGN disse de ser o Zelda mais maduro que fizeram. Ainda existem as piadas, o fod#/não fod# da Zelda e o Link, mas no fundo a história assume uma postura mais séria, e isso é reforçado pela trilha sonora. Não joguei nada de Twilight Princess para comparar, mas a trilha sonora mais com cara de épico da série que joguei é o de Skyward Sword. Joguei por 3 horas sem me cansar, nem me queixar da controlabilidade através do wiimote. Como eu disse, não joguei muita  coisa, então não pude ainda testar os equipamentos secundários pra opinar sobre a flexibilidade com o controle.

Senti uma certa influência de Shadow of the Colossus no jogo. Nada que você dissesse “que descarado”, mas a barra de resistência do Link pra escalar, correr, saltar etc, aliado a algumas figuras sombrias do jogo me deram uma sensação de referência a SotC, e isso é muito bom, porque não perdeu a característica de que é Zelda mesmo assim.

C) Starcraft 2: Wings of Liberty (PC)

Lembram que eu disse que você não jogava no modo campanha como zergs ou protoss? Pois é, esqueçam isso, pelo menos com os protoss. Cheguei em um ponto da história em que você passa por algumas missões com os protoss que afetam nas ações que a campanha principal dos terranos tomará em seguida. Não sei se o mesmo acontecerá com os zergs, mas espero que sim. To gostando bastante do enredo que tudo está tomando, e principalmente das atualizações de unidades que vão abrindo a cada missão. Difícil é escolher qual produzir que seja mais efetivo na hora das missões, já que quase nenhuma delas é “destrua a frota de zergs/protoss/terrans da supremacia inteira”. Missões de tempo no qual você precisa erguer uma equipe pra se defender rápido e posteriormente atacar é bem complicado de ficar testando unidades, ainda mais se elas não tiverem ataque aéreo pra se defender de naves inimigas.

Conforme for jogando mais dos 3, vou acrescentando comentários posteriores.


É amanhã! Infinity Blade 2

A Epic Games é uma das empresas, junto com Bioware e Blizzard, mais fodas do mercado. Os caras surpreendem e agradam, não interessa a plataforma. Pensado a princípio para ser um jogo no Kinect, Infinity Blade é de longe o melhor jogo que tive o prazer de testar no iPhone, e não espero nada diferente de  IB2. Costumo pensar que a proposta do mundo de IB é um pouco parecida com a de Demons/Dark Souls, da From Software. Claro que os jogos são bem diferentes e tudo mais, mas ambos tem aquele “Q” de “esse mundo é uma merda, tu ta no meio dela e se vire pra sobreviver no meio disso tudo”, sem muito nhem nhem nhem nem c* doce (proibido pros diabéticos de frescura).

Infinity Blade 1 era um jogo direto, você avista um castelo ao horizonte e resolve acabar com o Deus Rei (God King), ou ditador local que mora por lá e pegar pra você a Infinity Blade. Os inimigos vão surgindo para duelos e não tem nem conversa, só a troca de olhares e já começam a se ajeitar pra peleja de facas (ou espadas, ou machados, ou marretas…). No fim, você enfrenta o chefe do castelo pra tentar tomar a Infinty Blade, uma espada com poderes. Se você derrotar o chefe, você vê uma cena em que o chefão diz que você ferrou tudo e os invasores vão acabar com esse mundo. Se você perde, sua alma é sugada, e o chefão diz para seu lacaio que manipule a situação de forma que o herdeiro do seu personagem se sinta desafiado a vingar a morte do pai, e ai o jogo recomeça 17,18,19 anos depois do último personagem, só que você já começa com o nível, os equipamentos e o dinheiro que seu pai tinha quando morreu, e por aí vai.

Pelo que li, Infinity Blade 2 pega tudo isso que o primeiro tinha de bom e amplia, a começar pelo fato de que agora resolveram desenvolver uma narrativa  ao longo do jogo todo. Por conta disso, agora sabemos que o protagonista se chama Syris e que ao longo do jogo, vamos conhecendo um pouco do passado do personagem e porque ele e seus antecedentes estavam fadados a enfrentar o Deus Rei. Caminhos alternativos também ganharam seu espaço, em oposição ao ritmo quase linear, com poucas variações de caminho que o primeiro jogo tinha.

O esquema de combate do primeiro jogo era fantástico, você tem uma espada na mão direita e um escudo na esquerda, risque a tela no sentido que quiser, e esse será o rumo do seu golpe. Mas pra se dar bem, você tem que defender os ataques do seu inimigo, sempre na direção oposta a que o golpe está vindo. Você pode apertar o botão de escudo para se defender também, mas isso vai acabando com a resistência dele, até quebrar. IB2 agora te permite usar armas de duas mãos, ou segurar armas em cada mão, e isso muda bastante a jogabilidade, porque você passa a ser mais agressivo, mas ao mesmo tempo, mais vulnerável aos ataques inimigos.

Guarde uns trocados para amanhã quando sair IB2, se você curte alguns jogos diferentes no iPhone/pad/pod, esse é o que mais vale pela jogabilidade, e pela beleza. Jogar no aparelho dos conhecidos eu irei!


Starcraft 2, atrasado, eu sei

Eu sei que já tem mais de ano que saiu Starcraft 2: Wings of Liberty, mas só comecei a jogar na semana passada, quando comprei na promoção de 50% de desconto de black friday. Fora o fato de que o blog nem existia no momento do lançamento do jogo né, mas enfim…

Já fazia muito tempo que eu não me sentia tão empolgado com um jogo de estratégia, parte disso porque fiquei longe dos jogos de computador, pelo menos até comprar um novo. Depois que peguei a máquina nova, eu testei os jogos que estavam acumulando e que sempre quis: Supreme Comander, The Sims 3, Dragon Age Origins (pra começar de novo o meu jogo, já que o do xbox que estava perto do fim eu perdi), e até mesmo o Age of Empires 3, online e o  Rise of Nations: Rise of Legends. Nenhum desses me deixou tão empolgado jogando de novo no pc como Starcraft 2. Volto a dizer sempre, a Blizzard é foda. Os caras passam anos preparando tudo certinho pra que o jogo saia bom em todos os sentidos, e não perdem a maestria.

A começar pela preocupação em te situar no enredo do jogo, no manual, como é de praxe desde warcraft 2, até onde me lembro, você tem uma sinopse completa do universo do jogo, do que aconteceu na edição anterior e o que tem acontecido até o momento do início do jogo. Você só fica completamente perdido se você não quiser acompanhar o enredo.

Não vou perder tempo falando da história do jogo, já que o título não é recente e muita gente já deve saber o que se passa, mas tenho que dizer que, apesar de parecer caça níquel pra baralho ter dividido a obra starcraft 2 em 3 jogos, sendo cada um pra uma  raça específica do jogo, não foi nem um pouco assim. Uma pena não acompanhar um roteiro completo de todos os 3 times, mas isso permitiu fazer um jogo dedicado com um enredo melhor trabalhado, fora a quantidade de missões que no fim serão maiores né, considerando que são 3 jogos ao invés de 1.

Adorei a ideia das sequências de intermissões, onde você pode conversar com outros personagens, customizar os upgrades de suas unidades e estruturas, optar por qual missão pretende fazer e se ambientar melhor do universo do jogo através dos noticiários e objetos pelo cenário.

O jogo está todo em português, e quando digo o jogo todo, não é apenas menus, legendas e o escambal. O jogo foi dublado no Brasil, e dessa vez a Blizzard teve o tato de chamar uma equipe de dubladores profissionais mesmo, ao invés daquelas dublagens de merda de Warcraft 2.

O melhor de tudo, o jogo está bem bonito, mas não necessariamente precisa de uma máquina pic@ grande. Meu laptop é até mediano, e está rodando o jogo em qualidade média. Claro que efeitos de sombra, o nível de shaders, etc, eu tenho que deixar no mínimo, mas textura por exemplo está no alto, e outras coisas como efeito de reflexo estão ligadas. Outra coisa que curti bastante foi a interação da Battle.net. Fiquei muitos anos longe dela, desde a época de diablo 1 e 2, então perdi as modernizações acompanhando a evolução desse tipo de tecnologia. Hoje você usa o sistema como usa a live ou psn, podendo conversar com os amigos, tendo um sistema de conquistas pra comparar com eles, marcando partidas online com seus amigos entre si ou contra outros jogadores aleatórios. Curti bastante.

A variedade de missões diferentes também são um excelente atrativo. Longe do “pretinho básico” (ai santa, virou blog de Gloria Karalil) de “derrotar seu inimigo”, você tem missões em todos os estilos, desde assaltar trens pra roubar carga, até escoltar caminhões transportando civis pra evacuar planetas dominados pelos Zergs. Pra ter uma ideia, ainda não joguei uma missão que fosse parecida com a outra, e olha que já joguei bastante.

Enfim, se você gosta de jogos de estratégia no pc e não jogou Starcraft 2, você tem 2 opções, ou você corre atrás pra conseguir o seu, ou se mata, porque não existe gostar de estratégia e não gostar de Starcraft.


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