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Gamescom: Um pequeno (?) resumo

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Trabalhando o dia todo e com internet bloqueando conteúdos com temática de games ou de redes sociais, fica difícil conseguir acompanhar os grandes eventos ao longo do dia. Falta tempo mesmo pra conseguir assistir de noite e assimilar as informações dadas, mas vamos lá…

1. Datas de lançamentos de PS4 e o que virão de jogos de início para ele e XOne

Sony finalmente confirmou a data de lançamento para o seu novo console, dia 15 de novembro nos Estados Unidos e 29 de novembro na Europa e também no Brasil, mudando os planos de lançamento conjunto nosso com o americano.

Rime, exclusivo para PS4... Uma das lindezas anunciadas dos pequenos estúdios para a próxima geração

Rime, exclusivo para PS4, uma das lindezas anunciadas dos pequenos estúdios para a próxima geração.

Junto do console serão lançados uma boa lista de jogos, tais como Drive Club, Knack ou War Thunder.

Já para o XOne data de lançamento ainda não tem, mas dos lançamentos, algumas novidades como Crimson Dragon, Killer Instinct ou Ryse estarão lá na mesma data do console. O XOne será lançado na Europa com Fifa 14, me pergunto se o farão no resto do mundo.

2. A Sony enfim resolveu dar mais atenção ao Vita

Parece que a estratégia de abraçar os pequenos estúdios vem tomando um rumo. Diversos dos jogos indies a sair terão exclusividade entre os consoles, para os aparelhos da Sony. Alguns sendo multi (Ps Vita/Ps4) e outros exclusivos do portátil, é o caso de Murasaki Baby, joguinho bizarro que parece fazer bom uso das funções touch e giroscópicas do aparelho e Big Fest, jogo no qual você é um produtor de eventos musicais.

Além disso foi anunciado um corte no preço, o Vita passará a custar 199 dólares. Memory cards também terão preços reduzidos.

3. Demais anúncios da feira

Videozinho de gameplay de Titanfall só pra babar no ritmo frenético desse shooter futurista com mechas

E mais um Fable, agora permitindo jogar co-op com 4 jogadores, e ainda poder escolher o caminho do vilão, utilizando do smartglass pra ajudar a controlar lacaios e atrapalhar os heróis

E lá vem The Sims 4 com um teaser…

… e com um vídeo apresentando as novidades

Borderlands 2 será lançado também para o Vita…

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4. Opinião

Gostei bastante do lineup das 2 empresas para o lançamento. Se os erros do laçamento do PS3 fizeram a Sony aprender o suficiente pra recuperar a hegemonia da marca Playstation, a dedicação quase que exclusiva ao kinect nos últimos 3 anos e o planejamento furado da Microsoft para o XOne também fizeram ela correr atrás do prejuízo pra agradar aos fãs. Quem sai ganhando com essa história? Nós! A Sony tá dando toda a atenção possível a grandes e pequenos estúdios, evoluindo o tratamento com estúdios independentes, e trazendo milhares de novidades para os gamers.

A coisa melhorou tanto que resolveram dar a atenção em um rumo que acho muito bom para o Vita. Se o planejamento usando gráficos ultra avançados não deu certo, mesmo tirando o diferencial de interatividade para o concorrente da Nintendo, ao menos os novos jogos indies serão uma ótima (e barata) opção para jogar no portátil, e isso muito me interessa. Fiquei muito curioso para jogar Murasaki Baby, e acho até que seria hora de voltarem com os jogos diferenciais do predecessor, o psp. Games como Patapon ou Loco Roco seriam excelentes no Vita. Isso sem falar na queda de preço né, o que já estou vendo a Nintendo sendo obrigada a baixar o preço do 3ds caso o console da Sony passe a vender mais com essa redução e os novos títulos independentes. Finalmente vão baixar o preço dos cartões de memória também, não tem nada mais babaca do que inventar uma mídia exclusiva pro seu aparelho e colocar o preço dela lá em cima, te fazendo ficar em dúvida se compra um cartão ou um ou 2 jogos novos.

Por outro lado a Microsoft vai ter que correr atrás do prejuízo depois de tanta lambança. Tudo que foi planejado inicialmente pro XOne foi retirado aos poucos, inclusive a recente desobrigação em usar o Kinect sempre. Só espero que agora lancem uma edição sem ele, pra baratear o preço do console, se é que isso faz diferença, tendo uma máquina virtualmente mais fraca que o PS4. Mas no quesito jogos, a Microsoft ainda tem uns trunfos, não faz parte dos títulos de lançamento, mas se tem um jogo que vai me fazer sentir falta de ter o XOne até eu ser rico pra sustentar os 2 aparelhos, ou uma alma caridosa resolver me presentear, ou os 2, é Titanfall. Esse vídeo apresentado acima me deixou empolgado. Gosto de shooters, não é meu gênero favorito, mas quando o jogo chama a atenção, f&#@-se se é mais um no gênero. Correria frenética, pulos pelas paredes, utilização ou não de mechas, matar pilotos inimigos que ejetam de mechas, matar soldados inimigo quando você ejetar do seu mecha, e por aí vai… Me parece que será uma correria louca!

Killer Instinct parece que será ainda mais roubada do que se esperava. Serão lançados 6 personagens extras na primeira leva, cada um por 5 dólares (Jago é o único liberado com o jogo “gratuito”), pra levar um pacote com os 6 você pode pagar 20 dólares. Mais personagens serão lançados posteriormente com mais packs… Sério, to sem entender essa estratégia da Microsoft com Killer Instinct, isso tem um cheiro de cagada pesada com uma franquia que não merecia isso em sua volta.

O medo do futuro controle de conteúdo e drm’s que parecia começar a entrar no mercado nessa geração tem dado espaço a ansiedade e expectativa. Sei que não comprarei um console da nova geração tão cedo (ylods e 3rls me ensinaram nessa a não entrar em barco furado sem antes esperar um tempo hábil para testes), mas vou ficar passando uma vontade feroz vendo o novo desempenho dos futuros consoles. Agora tá um momento com cara de véspera de próxima geração de verdade.

Que venha a nova geração!

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Oniken, jogo brasileiro retrô

O mercado nacional de independentes parece estar fluindo razoavelmente bem nos últimos anos. Depois de Out There Somewhere, já divulgado aqui antes, já está em fase final de produção o game Oniken, projeto de Danilo Dias e Rodrigo Paiva.

Oniken vai fundo na releitura da geração 8bits com um jogo sidescroll que lembra muito Ninja Gaiden, Power Blade, Shatterhand e Shadow of The Ninja. Em um futuro não muito distante, uma organização é responsável por uma devastação em massa, e os poucos humanos que restaram, são dominados por ela. Somente um homem se põe a frente pra enfrentar a situação, Zaku. A premissa tá bem parecida com alguns desses jogos citados hein?

Zaku, o protagonista em sua luta pelo fim da opressão

A dificuldade parece estar sendo um dos carros chefes do jogo, sendo o principal fator que aproxima Oniken dos games que serviram de influência. Prevejo crianças (grandes e pequenas) chorando muito porque não conseguem passar de determinada fase. Quem quiser jogar com o controle, não tem problema algum, ele tem suporte, e se você tiver problemas com o seu, ou de qualquer outro tipo de pepino, entre em contato com eles, que provavelmente corrigirão.

Já viu fase parecida antes? Eu já, e várias vezes

Oniken está previsto para essa primavera, como o jogo e todo o site deles estão em inglês, não sei se pra primavera americana (nosso outono, que já estamos), ou a nossa. De qualquer forma, já tem uma demo beta do jogo disponível com 3 fases para teste, podendo ser baixada aqui.

Mais informações, leia no site deles.


Exposição de Yoshitaka Amano volta em maio para o Brasil (F%$#ing News 10/04/2012)

É isso mesmo que voocê leu, o pic@ dos pic@s de Final Fantasy terá sua exposição novamente no Brasil a partir de maio, os locais onde a exposição vai passar não foram divulgados ainda, mas pra quem não pôde ou não quis pagar o Game World, já citado no post anterior, vai ter a chance de ver a exposição de novo. Quem sabe dessa vez ela vem até com mais obras, e o principal, que rode o país.

Tomara que rode o país dessa vez

Outras fotos do Game World e da exposição do Amano podem ser vistas na nossa galeria do Flickr

Fonte: Rolling Stone Brasil


Em meio a um Roger Waters, o Game World

Um espetáculo que demonstra a criatividade artística humana elevada a máxima potência

Semana passada viajei para Sampa com a esposa para assistirmos o apoteótico e mitológico espetáculo The Wall, do Roger Waters, e de quebra encontrar com alguns amigos que se fazem de difíceis (mais específico o Lord, ou Player 2). Mas uma coisa eu não esperava, e estava tão aéreo por conta do trampo nas semanas anteriores que nem sabia que ia rolar o Game World.

As surpresas não acabariam apenas em descobrir que o evento estava acontecendo exatamente no mesmo fim de semana que eu estaria em São Paulo. Os convidados do evento nesse ano foram Yoshitaka Amano, o artista conceitual da série Final Fantasy, já citado outras vezes aqui, e Reuben Langdon,  a voz do Ken Masters de Street Fighter, e do Dante, de Devil May Cry. Ver uma exposição do Amano era mais que imperdível.

A exposição do Amano foi uma das atrações imperdíveis do evento

A surpresa ruim ficou por conta do preço da entrada. Antes de mais nada, deixa eu citar algumas coisas que tinham no evento fora essas 2 estrelas do mercado. A exposição contou com estandes da Saraiva, Sony, Microsoft, Nintendo, e mais algumas outras, o que é bem comum em uma exposição de games.  Além disso teve concurso de Cosplay, Just Dance, PES 2012 e outras coisas, também muito normais, e o principal, palestras, que dependendo de quem for reger, pode ser bem meh ou muito boa.

Kilos e mais kilos de pessoas normais e cosplayers doidos, repare no coitado do garoto de refem do Darth Vader à esquerda

Dito isso, eu te digo o preço, 40 antecipado e 50 na hora POR DIA. Se pretendia ir todos os 3 dias, o preço ia de 75 antecipado a 150 na hora. Mas o mais legal? Isso não te dá acesso as palestras, para isso você precisaria desembolsar 100 reais antecipados ou uma bagatela de 200 pila na hora por acesso as palestras dos 3 dias. Um precinho bem camarada pra um evento que visa divulgar o mercado em um país que a situação ainda tá longe de ser de primeiro mundo hein? Nego coloca um estande lá pra por os produtos dele a venda e você ainda paga 50 conto pra ver o que ele tem pra vender.

O de vida eterna estava por lá para garantir preços altos por um passeio na exposição. Devia ter chamado os Thundercats

Do lado da defesa do evento, um amigo, que foi nos 3 dias, disse que as palestras valeram muito o preço pago. Eu não posso dizer que ele tá doidão primeiro porque não tive acesso às palestras, e segundo porque cada um sabe o quanto tem a gastar em algo que quer. No meu caso eu saí no lucro de ainda ter quarentinha pra pagar a entrada pois já estava comprometido pelo resto dos gastos da viagem, a Big Boss é que não gostou nadinha de pagar pra entrar em um evento que ela não faz questão de ver, mas foi pra me acompanhar né.

Não posso entrar na palestra? F$#@-se, tiro foto por entre uma fresta mesmo!

Mas voltando né, tinha estande de tudo que é empresa que tenta um lugar ao sol no mercado de games no país, tinha uma voltada para alguns jogos da Ubisoft, e lançamentos de outras empresas. Nessa parte eu pude testar o tão (mal) falado Ninja Gaiden 3. Só joguei em torno de 10 a 20 minutos, não é o suficiente pra esmiuçar  a jogabilidade e dizer o quanto os inimigos  ficaram idiotas, mas gostei do pouco que joguei. Peguei parte da primeira missão, então os inimigos que encarei eram do mesmo jeito, mas o chefe que saí na porrada precisava de um pouco mais de estratégia, mesmo sendo início do jogo. Apanhei dele pelo menos umas 2 ou 3 vezes até passar. O jogo ainda tem alguns poucos momentos “minigame”, como apertar alternadamente LT e RT (L2 e R2) para escalar a parede, enquanto se esquiva de inimigos que atiram do topo, aperte errado os botões e você cai, tendo que refazer a escalada.

O "minigame" de escalada em Ninja Gaiden 3

Impressionante como o evento priorizava os jogos de dança, em pelo menos 2 estandes diferentes eu vi aparelhos com Just Dance (incluindo Black Eyed Peas e Michael jackson Experience) com bastante gente dançando, fora o concurso, que juntou uma boa turma chacoalhando. A Sony colocou pra teste o Ps Vita, mas não me interessei em chegar perto porque tinha uma certa fila, e eu já testei o aparelho antes, como postado aqui. Eu queria ainda ter testado o Kinect Star Wars, mas não consegui.

Crono é o rei do gingado, imagino o X-Strike se o Frog tivesse dançando junto.

Fora do mundo dos games, a Copag estava com uma estande e área reservada a jogos de cartas. Relaxa o butico, não tô falando de truco, ou pôker. A Copag é a representante nacional do card game de Pokémon, então tinham mesas lá separadas pra galera jogar, além da própria estande vender cartas do jogo, e os demais card games da empresa, como o recém lançado Máfia.

A mulecada delirando pegando nas pokebolas alheiase e outros card games

Mas vamos as atrações principais né, a exposição do Amano é fodelar, digo isso como apreciador da arte, acima do fato de ser fã “do cara que faz ilustras para aquele jogo que eu curto”. Ver pessoalmente um Miró, Kandinsky ou Picasso é uma experiência fantástica, da mesma forma que é com o Amano. Pessoalmente você pode ver alguns apliques de purpurina e outros materiais brilhantes, textura que a obra ganha com determinada tinta, enfim, coisas que se perdem quando você vê apenas a imagem no poster do jogo ou na internet, simplesmente genial. A exposição tinha quadros desde o primeiro FF, passando por Vampire Hunter D e os mais recentes de Dissidia.

Ver esse quadro ao vivo foi muito bacana.

Com o Reuben a coisa foi mais divertida, o ator desafiava visitantes para uma peleja de Street Fighter IV, se o desafiante ganhasse, levava uma camisa escrita “Eu venci o Ken em Street Fighter”. A muvuca que ficava em volta dos duelos demonstra como a galera curtiu o desafio. E a gritaria tomava conta quando acertavam especiais, tive a chance de filmar um round incrível, repare no vídeo abaixo que a Sakura já tava pra perder e conseguiu virar o jogo, a galera delirou.

Repara na tensão e no (_._) travado de perder que o Reuben tá

No fringir dos ovos eu curti visitar o Game World, mas sendo bem sincero, com um preço alto assim pra testar produtos que posteriormente vou gastar comprando, eu não  volto mais. Mesmo com as 2 atrações principais que foram, achei que o valor não valeu o conteúdo que tive acesso. Ainda defendendo o quanto curti ver a exposição do Amano, sendo uma coisa rara, eu posso citar que já vi Rembrandt, Edward Munch, Andy Warhol, Keith Haring ou Pablo Picasso, todos de graça, e todos N vezes mais populares ou influentes na história da arte do que o Amano. Não reclamaria de pagar 10 ou 15 reais, mas 40 foi um abuso, e detalhe, só paguei 40 porque a garota do caixa resolveu me cobrar o preço de antecipada ao invés do valor do dia, de repente porque já era ultimo dia e de tarde.

Olha a cara de feliz desse aí recepcionado pelo Mario, mas nem ele me convence a voltar lá ano que vem se não baratearem a coisa.

Vejam mais fotos na nossa galeria do Flickr, e desculpem a qualidade das fotos, foram batidas com um iPhone.


Parte 2 de livro que conta a história dos Games no Brasil em pré-venda

Ano passado foi lançado no Brasil o livro ‘1983: O ano dos videogames no Brasil”, que contou a história da chegada ao país de Odissey, Atari, Intelivision entre outros. Esse ano, já está em pré venda o segundo livro de  Marcus Vinicius Garret Chiado, entitulado “1984: A febre dos videogames continua”, onde o autor continua os relatos dos primeiros anos dos videogames no Brasil. Dessa vez o livro conta com quase 50 páginas a mais e papel de melhor qualidade. Abaixo um texto do próprio autor com informações para compra:

Amigos, bom dia.

Está começando hoje a pré-venda de meu novo livro “1984: A Febre dos Videogames Continua”. Devido a algumas mudanças que julgo positivas, infelizmente, não consegui segurar o preço. O valor ficou em R$ 55,00 com envio incluso para qualquer parte do país – contra os R$ 45,00 originais do primeiro. No caso de retirada pessoalmente, o valor fica em R$ 50,00 redondos.

Porém, “1984” tem praticamente 50 páginas a mais (tem 156 páginas) e virá em papel couché com maior gramatura, isto é, as páginas serão “brilhantes” e mais encorpadas, o que dará mais destaque para as fotos. Aliás, o livro está RECHEADO de fotos muito bacanas. Estou certo de que vocês vão adorar. Além disso, como exemplo do primeiro, todos os livros seguem assinados.

Faço uma promoção de lançamento em que venderei ambos os livros por R$ 80,00 já com envio, sendo que o valor normal seria de R$ 90,00 mais o correio; promoção está que vale até que acabem os estoques, he he he. O preço normal do primeiro livro continua sendo R$ 45,00 com envio.

Caso queiram encomendar o de vocês, agradeço. Só enviar e-mail para o mesmo endereço do primeiro: euquero1983@gmail.com. Peço, por favor, que coloquem a palavra 1984 no título.

Repetindo:

– 1983: O Ano dos Videogames no Brasil (108 páginas) = R$ 45,00 (envio incluso).

– 1984: A Febre dos Videogames Continua (156 páginas) = R$ 55,00 (envio incluso).
– Ambos os livros na promoção de lançamento = R$ 80,00 (envio incluso).

O novo livro deve ficar pronto na segunda quinzena de março e será despachado para os compradores da pré-venda imediatamente.

Obrigado por prestigiarem!


Amanhã é dia de Vita (alguem se habilita a comprar?)

Dia 2 de março finalmente chega ao mercado nacional o sucessor do PSP, da Sony, o PS Vita. Não preciso nem falar de todas as traquitanas e parafernálias que ele pode fazer né? Quer saber melhor, leia meu post (já antiiiigo) sobre os portáteis da atual geração. O preço dele como vocês devem ter acompanhado na mídia, parece um filme do Mel Brooks, uma grande comédia. A Sony acha realmente que o aparelho terá boas vendas no Brasil custando a miséria de 1600 reaus? O aparelho na versão americana custa 250 dólares, cerca de 427 reais. Considerando os impostos e a facada que nego já coloca em cima, ele saindo por 900 reais já começaria a ficar caro, mas não é nem de perto o valor ridículo cobrado pela Sony Brasil. Essa porr@ tem mais é que se ferrar vendo que os brasileiros preferem pagar em importadores do que comprar por aqui mesmo pra aprender.

Segundo a Sony, o preço é porque ele vem com o jogo Modnation Racers, um cartão de 4gb e uma capa de couro. A versão “capada” sem jogos sai por 1400 reais. Eu não tô nem perto de  estar relativamente bem financeiramente para comprar um Vita tão cedo, mas tenha certeza de que quando o fizer, será importando, se o preço não mudar.

Sobre os jogos que vão acompanhar a data de lançamento, há uma expectativa em torno de 25 títulos, entre eles: Hot Shots Golf: World Invitational, UNCHARTED: Golden Abyss, Little Deviants e Ultimate Marvel vs Capcom 3. O valor dos jogos, assim como o do aparelho, não são nada camaradas, custando 200 reais.

Definitivamente precisamos dos cortes nos impostos sobre games, e  corte na malandragem de fabricantes e lojas em cobrar preços bem acima do que deveriam valer. Mas mais do que isso, precisamos de cortes no modo de consumir do brasileiro, o iPhone mais caro do mundo é o nosso, e também o mais vendido…

 


Tem jogo brasileiro no mercado

Os tempos estão mudando mesmo, cada dia você vê mais e mais projetos independentes de games desenvolvidos por grupos brasileiros. Pelo visto estamos correndo atrás do mercado desperdiçado em todos esses anos de trevas, onde games eram considerados para crianças, ou os incentivos para meter as caras em um projeto assim eram nulos.

Out There Somewhere, um jogo independente e 100% nacional foi lançado no último dia 21, e devo dizer, é divertido até. Um misto de Metroid com Portal e outros grandes títulos clássicos de referências, foi bem executado pelo pessoal do Miniboss. O jogo mistura elementos de puzzle com ação em side scroll.

Infelizmente eles não conseguiram espaço no Steam para vender, mas o jogo pode ser encontrado no próprio site do Miniboss ou pelo Desura. Ele custa só 5 dólares,  cerca de 8 reais, então deixe de ser um mão de vaca murrinha e apoie o projeto.


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