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10 regras sociais sobre videogames que todos deveriam conhecer!

Sabe aquele negócio de desligar o videogame quando você tá jogando que teu irmão menor faz e que você odeia? Sabe aquele amigo que não sabe perder e desconecta sempre que você tá enfiando um 4 a 0 nele no FIFA? Então… eles provavelmente não conhecem as regras sociais que regem o mundo dos videogames! Essas regras não estão escritas em lugar nenhum, não foram escritas na pedra por nenhum Deus do Videogame, mas elas são essenciais para o convívio gamístico nos dias de hoje! Vamos a elas…

1 – Jamais desligue o videogame se alguém estiver jogando!

Isso é… uma put@#!@!

Pode parecer besteira mas isso enfurece até o mais calmo dos jogadores. Se ele está jogando, se esforçando para avançar no jogo, não ouse desligar o videogame por motivo nenhum antes do mesmo aceitar que o videogame seja desligado. Esse é um costume de mães e pais despreparados (ou putos com alguma coisa).

2 – O Player 2 não mexe no menu!

Por mais simples que isso seja, ainda tem gente que acha que qualquer um pode mexer no menu. E aí, o caos é instalado: entra-se em opções erradas e o que era para ser uma diversão começa sendo um problema logo de cara. É simples… quem tem o Controle 1 faz tudo! E ainda escolhe as regras!

3 – Se você está na casa de alguém, contente-se com o pior controle!

Se te deram um controle ruim, contente-se! Imagem meramente ilustrativa!

Você é visita. Está em território hostil. Aceite de bom grado o pior controle e vingue-se ganhando do dono da casa nas piores condições do mundo. Só reclame se conseguir provar que algum botão ou direcional não estiver funcionando.

4 – Uma tela ou uma vida!

Próximoooooo!

Quando muita gente está querendo jogar e são poucas as opções do jogo para multiplayer, vale a antiga regra de “uma tela ou uma vida” e suas variáveis que podem ser, “até o próximo checkpoint ou uma vida”, “3 a 0 acaba a partida automaticamente” e por aí vai. O importante é todo mundo se divertir.

5 – Não desconectarás! JAMAIS!

Se estiver perdendo no Street Fighter após levar um perfect no primeiro round, se estiver tomando uma goleada no FIFA ou naquele outro futebol que já nem sei o nome mais (mas que os jogadores de Preisteichon adoram), ou se já tiver morrido 12 vezes sem matar ninguém no CoD… jamais desconecte. Os jogos precisam de patos e saber perder é uma virtude!

6 – Se alguém estiver jogando, não entre na frente do televisor!

Nem o gatinho será perdoado se entrar na frente da TV!

Videogames dependem de imagem. Pessoas (e gatos) não são transparentes. Uma vida no videogame pode ir embora em um caralhésimo de segundo! Acho que você já entendeu.

7 – Se alguém está jogando com fones ou headsets, não tente qualquer tipo de comunicação!

Você interromperia alguém jogando Candy Crush com fones de ouvido?

É como usar um fone de ouvidos no metrô, se alguém está usando significa que não está afim de interações com outras pessoas… que não está disponível para papinhos à toa. Se você não estiver morrendo, tendo um filho ou o prédio pegando fogo ou caindo, não fale com quem está jogando de fone/headset.

8 – Nunca coloque a culpa da sua derrota no jogo!

Sua falta de habilidade não deve ser motivo para falar que o jogo é ladrão, ou que algo está errado. O outro jogador não é cheater… ele só é melhor que você. Treine e pare de reclamar.

9 – Multiplayer é sempre a melhor opção!

Todo bom jogo (e toda boa briga) começava com um Multitap!

Você está jogando sozinho, de repente um amigo aparece e… VOCÊS DEVEM JOGAR ALGO JUNTOS! É bem simples! Não tem essa de “Ah, estou testando esse novo emulador!” ou “Ah, tô afim de jogar esse jogo e só dá pra um!”. Pare tudo o que estiver fazendo, claro que você deve salvar o seu progresso, e dê um controle para o seu amigo. Faça-o sentir-se parte da sua empreitada… MULTIPLAYER É SEMPRE MELHOR QUE O SINGLE PLAYER! E, como a própria palavra diz, SINGLE é pra quando você está sozinho.

10 – Não abandone a sua vida social para jogar!

Cena impossível! Provavelmente essa mulher não gosta de videogames… e se ela lambesse o seu controle assim, você ficaria bravo!

Em raros casos os videogames trazem mulheres para a sua vida. RAROS! Em todos os outros eles só afastam. Então não deixe de sair com os amigos para a diversão real. Conheça pessoas reais, que tem vidas reais e gaste um pouco do seu dinheiro de verdade para ir a lugares legais na vida real. De que adianta salvar a princesa no último castelo do jogo se na vida real você não tem nenhuma gatinha pra falar no ouvido dela que você passaria o mundo 8-4 para tirá-la das mãos de quem fosse? Interaja com as pessoas!

Claro que todas as regras são mutáveis e você pode fazer delas o que bem entender (desde que seja no seu próprio c* se quiser enfiá-las lá), mas acho que seguindo essas regrinhas o jogo vai ficar bem melhor pra você e pros seus amigos.

assinatura p2


Trent Reznor (N.I.N.) e a trilha sonora de Black Ops 2 (CoD)

A quantidade de dinheiro ganha pela franquia CoD parece permitir certas experiências na produção dos games. Trent Reznor, membro fundador do Nine Inch Nails, é o encarregado da trilha sonora do novo game da série. Não que o artista seja um Paul McCartney que sejam necessários rios de dinheiro para contratar o músico, mas também não estamos falando de artistas de estúdio apenas né, o cara traz um pequeno retorno de popularidade ao jogo. Só pra exemplificar, Reznor já trabalhou na trilha de  A Rede Social, no qual ganhou o oscar de melhor trilha sonora, e também, junto com Karen O, do Yeah Yeah Yeahs, produziram um remix de Immigrant Song, do Led Zeppelin, para a trilha sonora de Millenium: Os Homens Que Não Amavam as Mulheres.

A trilha de B.O. 2 será mais próximo do rock do que os últimos trabalhos do artista no cinema, segundo ele. Isso or si só tem uma leve abordagem diferente, já que suas músicas sempre tiveram muita mescla entre o eletrônico e o rock.

“Há muita frieza e raiva contida por baixo dos panos”, detalhou Reznor. “Não tinha sentido fazer uma música-tema patriótica. Tinha que ser algo pesado”.

Já gostei dessa definição do Reznor, se o jogo deixar de lado aquela baboseira de “o meu país” instaurado  nos filmes e games de guerra, será uma abordagem bem bacana. Podiam ter mais influências de Apocalypse Now ou Platoon, que eram filmes de guerra sem ficar nessa baboseira do “soldado ideal para seu país” e coisas do tipo.

Algumas músicas do artista.

Fonte: UOL Vírgula


Star Wars of Duty: Modern Warfare

Um grupo de fãs entitulados Black Monkeys passou um bom período criando um mod de responsa de Star Wars para o jogo Call of Duty: Modern Warfare, e o resultado ficou excelente.  Curtam um vídeo de apresentação:

Mais informações podem ser encontradas no site deles.


Top 10 das paródias pornô de games

Paródias do mundo da safadagem não são uma exclusividade dos filmes populares de Hollywood apenas. O mundo dos games também recebe alguns filmes “basados” em títulos de sucesso. Eu não poderia fazer essa lista porque não vi absolutamente nenhum desses. Não sabia nem da existência dos filmes, mas o site do TechTudo fez uma pequena lista com 10 paródias baseadas em games.

O texto é do próprio TechTudo

10. Geki Fit

Imagine uma aula de yoga e exercícios físicos em que as instrutoras estão todas seminuas, com a câmera focando a imagem justamente “naqueles” lugares, quando elas estão nas posições mais sugestivas? É exatamente essa a premissa de Geki Fit, uma paródia do jogo de fitness Wii Fit.

09. Princess of Persia

Que tal pegar uma atriz pornô do Irã e colocá-la como protagonista em um filme chamado “Princesa da Pérsia”? Essa foi a ideia que alguns produtores tiveram ao escalar Tonya Summers, no início dos anos 1990.

Tirando o título do vídeo, não há muitas referências ao game Prince of Persia, lançado em 1989. Na história, um importante artefato mágico persa foi roubado pelo governo dos Estados Unidos e cabe à princesa da Pérsia resgatá-lo de volta para seu povo. Como ela faz isso? Seduzindo e fazendo sexo com todo mundo, claro!

08. Chinpo o Kitaeru Otona no Ingenware Training

Até os quebra-cabeças ganharam uma paródia pornô. Brain Age ganhou uma versão erótica no Japão chamada Chinpo o Kitaeru Otona no Ingenware Training (algo como “Autoaprendizado Obsceno de Perfuração com Pênis para Adultos”). Em vez do doutor Kawashima, quem dá as orientações aqui é a atriz sexy Hikaru Wakana.

07. Final Fuck X

Final Fantasy é uma série de games de sucesso que vez ou outra ganha uma paródia pornô.Final Fuck X é uma dessas produções que satiriza mais especificamente o décimo título da franquia. A história? Todos os personagens do game se reúnem e ignoram suas aventuras para ficar fazendo sexo o tempo todo sem abandonar suas fantasias.

06. Call of Booty: Modern Whorefare

Toda a violência e brutalidade das guerras podem até causar um excesso de testosterona, não? Para equilibrar um pouco as coisas é que são feitas paródias como Call of Booty: Modern Whorefare (parodiando Call of Duty 4: Modern Warfare). Estão lá as cenas clichês de guerra, entre uma e outra de sexo.

05. Super Hornio Brothers

Ron Jeremy é gordo, feio e bigodudo. Isso não impediu que ele tivesse uma carreira de sucesso na indústria pornográfica como ator. Sua aparência física até foi uma vantagem na sua escalação em Super Hornio Brothers, uma clara paródia pornô dos games Super Mario Bros. Ele é Squeegie, um programador que fica preso em um computador e precisa salvar uma princesa.

04. Left 4 Head

Um filme pornô com zumbi e monstros pode não ser uma ideia original, mas nem por isso deixa de ser estranha. Left 4 Head é uma paródia do game Left 4 Dead, game de tiro em primeira pessoa lançado em 2009 para PC e Xbox 360. Trata-se de uma série dividida em 12 capítulos, divulgados no YouTube, mas que, por conta de seu conteúdo explícito, só pode ser vista na íntegra por quem baixar os capítulos nos links divulgados pelos criadores. O mais legal? A série utiliza efeitos sonoros retirados do próprio game!

03. Jewel Raider: The Tomb Raper

Lara Croft, um dos principais símbolos sexuais dos videogames, já foi inspiração para muitos filmes pornôs. Um deles é Jewel Raider: The Tomb Raper, da produtora Thrust Films. O vídeo, além apresentar cenas bem eróticas, conta com várias cenas de combate, algo incomum em produções desse tipo. Algumas delas você pode conferir no YouTube, como no vídeo abaixo.

02. World of Whorecrat

World of Whorecrat é uma paródia de, adivinhou, World of Warcraft. São dez episódios baseados no famoso MMORPG para PC. Para evitar processos, as referências óbvias ao jogo da Blizzard foram suprimidas com o tempo, tanto que a série passou a se chamar Whore Lore. Uma das atrizes principais, Mia Rose, chegou a ser banida temporariamente do jogo depois que um fã a reconheceu e mencionou seu website num chat público.

01. Sex Fighter 2

O sucesso da série Street Fighter e seu time de lutadores sarados inspirou o filme Sex Fighter 2. O vídeo mostra lutas entre os personagens como se fosse uma partida do game (com barras de energia e tudo), com a diferença que no final cada casal de lutadores parte para outro tipo de ação, se é que me entendem… Ah, sim: o Blanka também participa.

E aí, curtiu algum?


Skinny e Badger discutem sobre o melhor jogo de zumbis

A cena é tirada do segundo episódio da quarta temporada de Breaking Bad, chamado  Thirty-Eight Snub. Eu concordo com o Skinny, Left 4 Dead é o melhor jogo de zumbis, e quem quer saber de nazistas que viraram zumbis de Call of Duty Black Ops Zombie mode? E Resident Evil meus testículos.

Tenho que dizer que os roteiristas fizeram um bom trabalho, a discussão não é superficial como se vê em geral nessas cenas em filmes e séries, parecem 2 caras chapados que jogam de verdade discutindo a parada.

Pra quem não conhece, eu MAIS do que recomendo o seriado Breaking Bad, uma das séries mais bem elaboradas que tenho assistido nos últimos anos. O tema: Um professor de química brilhante que não deu certo na vida, Walter White, pai de família, com um filho com paralisia cerebral, que ganha pouco, fazendo até um segundo trabalho de caixa em lava jato, e com a esposa grávida de uma bebê, se descobre com câncer no pulmão em fase avançada. Seu concunhado é policial do departamento de narcóticos e chama ele pra acompanhar uma batida policial em um ponto de drogas. No local ele vê uma das pessoas que foge e o reconhece como um ex aluno dele, Jesse Pinkman. White decide então visitá-lo, e chutando o pau da barraca (como o nome “breaking bad” sugere) propõe a Jesse uma sociedade na produção de metanfetamina. Jesse todo cheio de dedos achando que é uma armação acaba por aceitar, já que se não o fizer, Walter o entrega pro cunhado. Daí em diante o gênio químico de Walter é revelado na série e ele produz a metanfetamina mais pura do “mercado”. E esse é o pano de fundo pra muita coisa que acontece.

Eu resumi o máximo possível da sinopse do seriado, mas muita coisa acontece. A série é muito bem elaborada e dificilmente arruma soluções que te faz se sentir um idiota desafiando sua inteligência, tudo é muito bem construido e a personalidade dos 2 protagonistas é de destaque e conflituosa, mas que não conseguem se separar por completo.


5 jogos para jogar em maus momentos

Aproveitando uma fase difícil que estou passando pra transformar em algo produtivo, tive a ideia desse post. O propósito é se entreter com algo que deixe sua mente descansando e concentrado apenas em alguma função, liberando até um pouco de agressividade nos pixels pra não liberar na vida real, então vamos lá.

Samurai Dishwasher (live arcade)

Apesar da dificuldade do jogo, que pode ser pior por te deixar mais puto, fatiar hordas e mais hordas de bichos escro$%& é um prazer inenarrável, te fazendo até rir de algumas ocasiões. Você é um lavador de pratos que aprendeu a arte milenar deles e foi morto sem saber o porque, mas volta dos mortos querendo vingança. Tem algo mais perfeito pro seu “momento fundo do poço”? Como falei, só controle a dificuldade do jogo, porque senão é capaz do jogo te deixar é mais puto por estar mais morrendo do que matando.

Gears of War – Qualquer um da série (1-PC e X360, 2 e 3 – X360)

Quem tem acompanhado meus posts de impressões sobre Gears 3 tem uma noção do tanto que é aliviante destruir hordas e mais hordas de bizarrices que insistem em te encher o saco. Uma metralhadora com uma motossera na ponta, não tem arma mais perfeita pra se criar pra um jogo em que você só quer se divertir eliminando pixels (que no caso nem é pixel, é cg,hehe) xaropes pela frente.

Tartarugas Ninja Arcade (um bocado de plataforma)

Esse jogo é apenas uma representação de um gênero que é bom pra isso, qualquer outro Beat ‘em Up, ou como eu costumo chamar, “andar e bater”, se encaixaria perfeitamente na função. A história: um vilão xarope (no caso, o Destruidor) resolveu se meter na tua vida, seja te desafiando, ou querendo se meter a besta com o mundo, e cabe a você zuar com os planos dele e acabar com uma horda descerebrada de imbecis que aparecem pela tela pra te atrapalhar, receita perfeita, é ou não é?

Call of Duty (vários títulos e pra tudo que é plataforma da geração ps2 pra cá)

Jogos de tiro em primeira pessoa, os mais populares dos títulos descerebrados pra liberar tensão. Acrescente a isso um modo multiplayer pra muitos jogadores, com direito a zoações pelo headset e você tem um jogo aliviador de tensão perfeito. Você vai dormir até um pouco mais leve, e quem sabe até para de acordar mais cedo do que deveria, como estava fazendo, preocupado com mil coisas ao mesmo tempo.

God of War – a série (PS2,PSP,PS3)

O título mais perfeito de todos para o propósito, centenas de criaturas mitológicas e deuses contra você, e você tá puto o tempo todo sendo atormentado por pesadelos de erros passados e de deuses se metendo na sua vida. O que você iria querer mais? Você é tão foda que mata com requintes de tortura os deuses do Olimpo que resolveram ferrar contigo. Sobra até pros titãs que também queriam te usar.

E é isso pessoal, produzindo algo útil com um momento ruim que passo. Lembrando sempre que deixe suas agressividades pra gastar no videogame, e se por acaso perceber que está ficando mais agressivo que o normal, deixe o aparelho um pouco de lado e vá desestressar com outra coisa. Sou a favor de jogos violentos (assim como dos filmes, livros, séries, ou qualquer outro entretenimento) como válvula de escape, nunca como influência negativa pra você cruzar a barreira do real/ficção, e principalmente, sempre levando em consideração a idade adequada pra esse tipo de entretenimento. Pareça brutal o que for os jogos, sou contra violência no mundo real.


A guerra dos comerciais CoD MW3 x Battlefield 3

Só hoje que fui assistir isso.

Devo dizer, que foda isso. Mesmo que não gostasse de jogar fps, com certeza teria curiosidade em testar o jogo por conta do comercial. Malditos colegas de profissão!

A ideia de colocar o Sam Worthington que tá em alta, e ainda brincar com o conceito de veteranos e noobs juntos no jogo ficou muito do car@$§#. Ponto pro pessoal da agência 72andSunny pela produção.

Em time que tá ganhando não é necessário mexer, logo, não tem porque ficar mostrando coisas do jogo, você tá vendendo uma ideia já comprada e muito bem aceita pelo público.

Battlefield 3 não é o mesmo caso…

Todo o trabalho de produção do jogo foi em cima da nova engine e o potencial gráfico do jogo. A campanha deles não podia ser diferente e a ideia é mesclar cenas reais e virtuais colocando o espectador a questionar o que é de verdade ou não. Acho que tem impacto, mas faltou um algo a mais alem do “porr@ que gráfico é esse, maluco?”

De todo caso, eu não estranharia se o vt de CoD ganhasse uns prêmios por aí.

 


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