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Excelsior! O que rola em Lego: Marvel Super Heroes

Sério Jean, o jogo é massa!

Sério Jean, o jogo é massa!

Já faz um tempo que a franquia Lego resolveu entrar  no mundo dos games utilizando uma abordagem diferente. Desde Lego Star Wars os jogos vem seguindo pra tudo que é rumo, algumas coisas mudam, outras permanecem, mas uma coisa é certa: franquia da Lego em videogames pra mim só se tornou interessante com essa adição do universo de filmes, animações e quadrinhos.

Reed Richards e Sue Storm dando um rolé por NY e dão de cara com um anúncio de Luke Cage e Punho de Ferro

Reed Richards e Sue Storm dando um rolé por NY e dão de cara com um anúncio de Luke Cage e Punho de Ferro

Não sou profundo conhecedor dos jogos da linha Lego, exceto por todos os 4 Star Wars (Lego Star Wars, Lego SW 2: The Original Trilogy, Lego SW: The Complete Saga e Lego SW3: The Clone Wars), e joguei um pouco aqui e ali de Senhor dos Anéis, Batman 2: DC Super Heroes, Piratas do Caribe e Indiana Jones, e francamente, não aprofundei muito na jogatina desses demais pra perceber muitas mudanças. Realmente nenhuma delas foi a ponto de dizer que são jogos completamente diferentes. Os inimigos ainda são fáceis, não existe aprofundamento na linha de aprendizado do jogo ou nas habilidades dos personagens e seu objetivo principal ainda é mais quebrar o cenário pra pegar pecinhas  e itens escondidos do que necessariamente derrotar seus inimigos, afinal é um jogo pra crianças, mas algumas coisas mudaram de forma positiva, a começar pelo mapa mundi. Em Lego Star Wars você tinha um cenário central (a lanchonete do episódio 2 ou a cantina do episódio 4) e entrava em determinadas áreas separadas por filme e por capítulo. Em MSH o seu mapa é a cidade de Nova York, com direito ao Aero porta-aviões da S.H.I.E.L.D., o edifício Baxter, lar do Quarteto Fantástico, ilha Ryker, a torre Stark, a Mansão X e a Mansão dos Vingadores, etc etc etc, inclusive o próprio edifício da Marvel. É um mapa relativamente grande pra um jogo de Lego, e com direito a esquema GTA onde você pode pegar o carro dos cidadãos emprestado (acredite, eles ficam até felizes de ajudar um super herói com isso!) e também encontrar um monte mini missões de corrida e coisas do tipo. O seu objetivo principal sempre terá um caminho no GPS indicando aonde é, mas qualquer volta no mapa é livre. Você também usa veículos conhecidos dos personagens como o Fantasticarro ou o Quinjet dos Vingadores.

O Sr. Fantástico dando um rolé no Táxi "Emprestado"

O Sr. Fantástico dando um rolé no Táxi “Emprestado”

Outra pequena mudança no jogo são as características dos personagens. Eu estava acostumado com os arquétipos padrão de Star Wars, onde você tinha Jedis, crianças  pequenas, dróides estilo R2, dróides estilo C3-PO, caçadores de recompensa, e atiradores comuns, onde cada um tinha características muito específicas deles mesmos, mas MSH dá uma quebrada nisso. Precisa escalar uma parede? Você pode usar o Wolverine com suas garras ou o Homem-Aranha que gruda na parede, mas se precisar puxar algo grudado na parede ou no teto, Wolverine não vai usar um cabo ou algo do tipo, como o Homem-Aranha ou o Sr. Fantástico podem fazê-lo com teias ou os braços esticados, nem esses 2 vão abrir portas onde são necessárias garras, como o Wolvie ou o Fera tem. Esse esquema de características que se embolam entre vários personagens deu um toque legal no jogo quando você quer usar equipes diferentes de personagens sem se prender aos arquétipos que os games Lego usavam.

Enquanto algumas paredes específicas podem ser escaladas tanto por Wolvie quanto o Maranha...

Enquanto algumas paredes específicas podem ser escaladas tanto por Wolvie quanto o Maranha…

... outras coisas só um ou outro podem fazer, como lhes são específicos.

… outras coisas só um ou outro podem fazer, como lhes são específicos.

Falando em personagens, cara o jogo tem vários deles. De Vingadores a X-Men, passando por Quarteto, Marvel Knights e mais uma rapaziada, sem falar nos vilões, o hall é imenso, e tenho certeza que ainda ficarão gente de fora.

Além dos vários personagens, o game ainda tem esquema de uniformes diferenciados, que contam como o mesmo personagem mas em outra versão. O Homem de Ferro por exemplo tem uma das armaduras que destrói objetos com raio de calor (objetos dourados) e as demais com mísseis que destroem objetos resistentes (indicados pela cor prata), o que te permite variar com o mesmo personagem.

Sério, olha a baralhada de personagens possíveis, e repare que na foto em destaque no topo, ficam ainda as caixas de uniformes diferentes a liberar no jogo

Sério, olha a baralhada de personagens possíveis, e repare que na foto em destaque no topo, ficam ainda as caixas de uniformes diferentes a liberar no jogo

Pra mim o principal ponto que a série Lego perdeu foi a adição de falas aos personagens. Ficou muito comum, embora os diálogos sejam sempre puxando pra comédia. Nunca esqueço de Lego Star Wars 2 quando Darth Vader vai contar pro Luke que é pai dele. Vader puxa um porta retrato do bolso com a foto dele como Anakin, junto da Amidala. Tive crise de risos com isso na época, o jogo tinha que se desdobrar pra desenvolver um diálogo sem usar palavras, e isso era bem legal. Além disso, sinto falta de um sistema de partida online, ou até da possibilidade de jogar em 4 pessoas. É um típico jogo “quanto mais gente bagunçando, melhor”.

Mas verdade seja dita, encontrei um bug extremamente chato. No capítulo 6, onde você invade uma base da Hidra com o Gavião Arqueiro e a Viúva Negra, existe um elevador logo no início da fase que teima em subir só a metade e desce de novo. Pelos fóruns do game na Steam e do gamefaqs que fui descobrir que se você baixar o máximo a resolução e tentar, uma hora ele acaba subindo tudo. Dar um bug que gere problemas em uma sidequest é uma coisa, mas um bug que trava completamente o seu jogo é outra e bem chata aliás. Tive que tentar algumas vezes até ele subir.

Outro erro chato que está acontecendo é que a versão da Steam não está reconhecendo conquistas, os produtores já prometeram uma correção disso o quanto antes, mas até agora nada, depois de TMNT: Out of The Shadows, parece que virou padrão games sairem com erros tão grosseiros assim, quem jogou Star Wars: Jedi Power Battles no psx deve lembrar também de personagens que travavam fora da tela ou morte que comiam 2 vidas antes de te devolver ao jogo.

Casal 20

Casal 20

O enredo é trabalhado em 2 planos até o momento, começa no plano de fundo, com Galactus, o devorador de mundos enviando seu arauto, o Surfista Prateado, pra procurar planetas e segurar sua fome insaciável, em seguida vem o primeiro plano do jogo: O Dr. Destino tem um plano para conseguir dominar o mundo através do cubo cósmico e pra isso conta com o recrutamento de uma gama de vilões conhecidos do universo Marvel para pô-lo em prática. Homem Areia, Dr. Octopus, Magneto, Fanático, Venom, Caveira Vermelha, Arnim Zola, Mandarim, Loki e muitos outros vão aparecer pra dar trabalho aos heróis.

O game saiu pelo preço internacional de 50 dólares, no Brasil estão dando uma de espertinho e cobrando 199 reais, como se ele seguisse o padrão de 60 dólares, mas se você não tem problemas em jogar esse tipo de jogo em um computador, na Steam ele já lançou em promoção de 50 por 45 REAIS. Eu gosto da série Lego (os de franquias famosas), mas é o tipo de jogo que atraso pra poder pegar quando tem uma promoção, e também o tipo de jogo que eu sempre darei preferência pras versões de console, mas por esse preço de lançamento, deixei de lado tanto os meus planos quanto os meus preconceitos e tô me divertindo.

Se a Tempestade usasse a Steam, certamente ficaria feliz com o valor do game cobrado lá

Se a Tempestade e o Groxo usassem a Steam, certamente ficariam felizes com o valor do game cobrado lá

Comentei sobre a versão principal, a dos consoles. Nos portáteis o jogo recebeu um subtítulo, ficando como Lego: Marvel Super Heroes – Universe in Peril, e a julgar pelas fotos do 3DS, a visão de jogo é diferente, o que provavelmente também deixará os comandos do jogo diferentes.

É uma boa ir voando pegar na Steam se você não tiver preconceitos com esse estilo de jogo no computador

É uma boa ir voando pegar na Steam se você não tiver preconceitos com esse estilo de jogo no computador

Pra um jogo de criança, Lego Marvel Super Heroes brinca com vários detalhes perceptíveis apenas por adultos, principalmente conhecedores dos personagens, e vale demais a experiência, mas não queira encontrar nele a complexidade de um X-Men Legends ou a versatilidade de Homem-Aranha Web of Shadows.

assinatura pnmp

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Double Dragon Neon: Não f§$& Wayforward…

Estava aguardando os lançamentos dessa semana com uma certa expectativa. Sou fã de jogos no estilo Beat’ em up, e da velha guarda, então quando a Wayforward anunciou que estava produzindo uma reformulação para Double Dragon fiquei esperando com um misto de alegria e receio. Os vídeos apresentados antes do lançamento indicariam um jogo muito fraco, mas porr@, era a Wayforward produzindo, no mínimo o jogo poderia ser bem divertido, afinal eles já fizeram coisas legais com Contra 4 ou Aliens: Infestation.

É Wayforward, O jogo como um todo é muito fraco, mas hi-five definitivamente foi a gota d’água

O portfólio de apresentação da empresa não foi suficiente pra que fizessem um puta jogo. Tive uma tremenda decepção ao descobrir que não é só nos vídeos, mas na jogabilidade também que a coisa não funcionou bem. O jogo conseguiu ser bem escr+%#, no qual as movimentações ficaram ruins, a resposta aos comandos é um pouquinho lenta e a ambientação do jogo é bizarramente escr0#@. A demo do jogo te deixa participar das 2 primeiras missões, pra você ter uma ideia, na segunda fase você chega em um trecho em que entra em um prédio, e do nada o prédio vira um foguete e decola para o espaço… tipo, c@r@lh0… como se isso ainda não fosse o suficiente, o chefe dessa fase é um esqueleto com chapéu oriental e uma espada grandona.

“Aí mano, quer comprar uma droga da boa? To vendendo uns DOuble Dragon Neon aqui, 10 pau de Obama na minha mão”

Não, eu não estava esperando um enredo sério com o jogo, aliás, a história original e mais o valor nostalgia não permite isso, heheh, mas também não esperava um avacalhado tão grande. Double Dragon Neon tem alguns pontos a favor, eu gostei do sistema de fitas cassete que você pega e que te dão certos powerups estatísticos. Tem umas lojas também que você entra e compra mais fitas cassetes ou dá upgrades nelas, mas o fato do cenário não ser como em River City Ramson, no qual você pode ir e vir como se o jogo fosse um grande mapa conectado, faz as lojas perderem um pouco do sentido.

A trilha sonora do jogo ficou um caso a parte também, pros adeptos as músicas dos anos 80, além de remixes do jogo original, a equipe colocou ainda umas músicas cantadas com um feeling bem de quem acabou de chegar do show da Cindy Lauper, ou do Van Halen. O que parece uma grande zoação, já que a impressão que dá é que se preocuparam mais com a trilha sonora do que com o gameplay em específico.

Ah sim, pra quem geralmente joga sozinho, pelos rumos da vida na qual você trabalha o dia todo e raramente reúne amigos na sua casa pra curtir um game, DDN simplesmente te diz “Se f0#& aí, nerdão”, já que o game não tem multiplayer online.

Pra mim o jogo ficou muito fraco e abaixo do esperado. O que me faz ainda pensar em gastar dinheiro com ele quando tiver em uma promoção é exatamente o valor nostálgico e história da franquia que gosto muito. Isso me faz ignorar muitas das coisas que achei mal desenvolvidas no jogo. O Player 2 já não foi tão bonzinho, pra ele, foi uma das piores coisas já lançadas na Live Arcade, segundo um papo que tivemos ontem.

O game saiu dia 13 na Live por 800MS Points (10 dólares), e para a PSN chega mês que vem já tá disponível como jogo grátis pra quem é assinante da PSN Plus. O fato de ele já sair como jogo brinde pra assinante é um sinal da trasheira que provavelmente mesmo os produtores estavam esperando hein. Só como dado adicional, o jogo tem 2.24 gb, eu me pergunto se tem todas as fases dos 4 jogos e mais os de portáteis refeitas aí.

Esse vídeo acima mostra o gameplay, e essa música que toca, faz parte da trilha do jogo, que a propósito, está sendo disponibilizada para ser ouvida online aqui.

Discorda? Opine, comente, vamos trocar uma ideia!


Tinha tudo pra ser do c@#@&%*… mas é uma b*$%@!

Algumas empresas simplesmente andam abusando da boa vontade dos jogadores…

Tománocu, Activision… custava fazer algo legal pra encerrar com a vida de Tony Hawk nos games? Pra quê lançar um remake de MERDA como foi esse Tony Hawk HD?

Ainda ontem falava com alguns amigos na Live que esse era o jogo que mais me empolgava no Summer of Arcade, mais pela nostalgia de jogar um excelente jogo antigo do que pelo HD em si, e vocês simplesmente fodem com um clássico da minha adolescência? Deuzolivre… recomendo pra ninguém essa tralha que custa 15 dólares (1200 MS Points)…

O jogo é travado… nem de longe lembra a versão antiga. A movimentação não é fluída. Tem um zilhão de bugs dos mais diversos (atravessar parede quando se dá um ollie não pode, né?). E é o HD mais feio que eu já vi na vida… seria melhor lançar e dizer que só colocaram um filtro do que fazer todo esse alarde maldito dizendo que é HD e lançar essa coisa horrenda. Sério… faltou capricho.

“Quer me foder, Activision? Me leva num restaurante japonês e me leva num bom motel depois.” Foi assim que Tony Hawk se sentiu com esse lançamento!

Vocês devem estar se perguntando… “Mas por quê caralhos o Player 2 está escrevendo hoje depois de tanto tempo?” e a resposta é bem simples: indignação.

Estamos vivendo uma safra podre… estamos como a indústria do cinema e dos quadrinhos no momento… as empresas não tem mais criatividade para criar novas franquias e ficam masturbando (ou milkando, como diz um caboclo amigo lá de Curitiba) as franquias antigas com remakes e as atuais com lançamentos a cada ano. Basta ver o que vem por aí… tirando algumas pérolas que prometem, caso de Last of Us, Beyond e alguns jogos indies, o que nos sobra são vários Call of Duty’s, Halo’s, Gears of War’s, God of War’s, FIFA’s e PES’s… e mais uma enormidade sem tamanho de franquias menores que estão em seus segundos, terceiros e em alguns casos décimo sei lá o que jogo… caso de Final Fantasy, que nem é mais Final Fantasy… é uma sequência de jogos aleatórios que levam o nome da franquia apenas por contarem com Chocobos…

Todo mundo gosta de Chocobos… eu também, só que ao contrário! A galinha dos ovos de ouro da Square Enix já deu o que tinha que dar… CHEGA DE FINAL FANTASY, PORRA!

A indústria precisa de mentes criativas… de novas mentes… e talvez até de um novo crash! Do jeito que está não pode ficar… os gamers das antigas precisam de coisas novas!

Isso é o que eu vou fazer com várias franquias de “nome” que estão lançando um jogo atrás do outro em busca do meu dinheiro!

Por sorte a indústria ainda tem alguns lampejos de brilhantismo como Skyrim, Catherine, Walking Dead Game (aliás, tô num vício com os jogos da Telltale que só minha esposa pra me fazer parar), Journey… entre outros. Mas a quantidade de lixos é cada vez maior e as empresas estão empurrando isso para o mercado que reage apenas comprando. A maioria das pessoas joga apenas os mais vendidos… “Esses sim devem ser jogos bons! Vendeu muito! Vou comprar!”… cadê o cérebro, galera? Não se deixem levar por reviews comprados (sim, as empresas fazem isso)… joguem as demos! Aluguem jogos! Não deem seu rico dinheirinho para empresas que produzem apenas porcarias… vamos nos rebelar!

Ah… a trilha sonora de Tony Hawk HD tenta salvar o jogo… mas não consegue! Falta Police Truck, do Dead Kennedys! Não podia deixar passar… é uma pena eu ainda sentir saudades de um jogo de 1999! UMA PENA!


200 mil acessos, um longo hiato, Diablo 3 e um resumão de tudo até hoje

Antes de mais nada, eu queria agradecer a todos pelos 200 mil acessos!  Mesmo em um espaço de ausência como tivemos essas semanas, ainda conseguimos um número baixo, mas razoável pra quem não tá colocando nada novo no blog. Pois bem, caros leitores, o blog deu uma pausa forçada. Tanto eu, quanto meu parceiro de jogatinas, vulgo Player 2, ficamos um tanto enrolados esses dias. Pra ter uma noção eu tava trabalhando em período normal até as 18 e ainda ia até as 2 da manhã com um trabalho extra e emergencial que peguei. Quando conseguia um pouco de tempo livre, se não estava dormindo, ou com a Big Boss, ou ainda vendo outras coisas, estava dedicado no Diablo 3.

Eu estava praticamente assim.

Meu Diablo 3 chegou!!

Aliás, desde que chegou, no dia 6, já estou com 48 horas de jogo, um vício absurdo. O jogo é realmente tudo de bom, na parte de jogar, salvo os problemas tradicionais que todo mundo tem reclamado como PRECISAR estar online pra jogar, ou problemas de queda de conexão e ter que refazer uma dungeon inteira, ou até mesmo amigos que entram aleatório no teu jogo e pulam cutscenes que você QUERIA ver. Essa parte de não poder jogar sem ser online, aliás, é um porre absurdo, a internet no meu trabalho é um lixão, e algumas vezes, na hora do almoço, eu tô de bobeira e sem os amigos pra bater um papo, gostaria de poder jogar um pouco nesses momentos e simplesmente não rola. Faço ideia pessoas que moram em locais onde a internet banda larga não é lá grandes coisas, isso quando tem banda larga.

O caçador de Coisaruins indo atrás do carcará sanguinolento

O enredo do jogo eu curti bastante, meu ponto negativo foi só por alterarem o protagonista do primeiro jogo, e nem citarem o do segundo. Pra Diablo 3, a Blizzard inventou que o herói do primeiro jogo foi Aidan, filho mais velho do rei Leoric. Achei isso desnecessário de um tanto, gostava do fato de o herói ser uma pessoa desconhecida, e não um “predestinado” ou coisa do tipo. Aliás, isso é uma das coisas que também não gostei, você se sente o tempo inteiro como alguém que foi predestinado a destruir os senhores do inferno. O mundo tá acabando? Relaxa, nosso herói tá vindo aí e ele vai atropelar esse bostinha desse Diablo. Mas isso tudo que eu citei não poe Diablo 3 nem perto de ser ruim, o jogo é foda ao quadrado!

O fiasco da E3

Isso é o que merece a E3 como um todo

Essa bosta nem merecia muito espaço por aqui, mas como ficamos devendo comentários durante o evento, não podia deixar passar. Muito se esperava da exposição, pois tinha a possibilidade de anunciarem os novos consoles de Sony e Microsoft, e termos mais detalhes do Wii-U, da Nintendo. Não aconteceu nada disso, e pior, a convenção já perderia força sem o anúncio de novos consoles, mas todas as empresas pareciam se forçar a avacalhar com o evento de vez. Não anunciar os novos consoles ou detalhes é uma coisa, mas não anunciarem jogos é ainda mais grave.

Microsoft se prendeu a apresentar todas as milhares de novidades em aplicativos para o Xbox, alguns títulos novos de Kinect, e MAIS UM Gears… Porra, Deus sabe como adoro Gears of War, mas já passou do ridículo a Microsoft SÓ ter como maiores títulos todo ano revezando um novo Halo e um novo Gears. Nada de franquias novas ou outras paradas a um bom tempo, nem mesmo uma investida em outros exclusivos de 3rd parties. Ah sim, tem mais um Forza também.

Teve quem disse que a Sony destruiu porque anunciou vários jogos, eu tô até agora sem saber quais são os vários. Beyond foi uma ótima novidade, mas God of War já foi anunciado muito antes da E3, e The Last of Us também, e acreditem, são jogos que provavelmente serão must have, mas mesmo ela também pecou na falta de mais títulos. Muito embora a Sony apoie muito projetos alternativos de estúdios menores, vide Journey, ou games como Little Big Planet. Já que o console de mesa não foi tão explorado como todos esperavam que fosse, e o seu novo portátil meio que teve poucos títulos realmente novos no lançamento, era de se esperar que ela fosse se dedicar a ele né? Pois é… não foi o que aconteceu, o coitado do Vita ficou de lado no evento, e salvo algumas poucas coisas, como Gravity Rush, não tinha muito o que apresentar não. Aí ouvi de 2 pessoas, “ah mas o 3DS também foi fraco de lançamentos no início”. Gente, a E3 anuncia os jogos que vão sair até o meio do ano que vem, ou projetos que vão demorar mais, mas que estão em desenvolvimento, o Vita foi lançado em Fevereiro, era de se esperar que final do ano, ou início do ano que vem ele tivesse uma pequena enxurrada de jogos novos, e não esse mês, ou mês que vem.

Aí vem a Nintendo com seu console que já foi anunciado ano passado e que todo esperavam mais detalhes pra esse ano… Só esperavam mesmo, porque apesar de a empresa apresentar alguns dos jogos (muitos ports de jogos que já existem) que vão sair junto com o aparelho, não houve sequer detalhes sobre ficha técnica, preço, desempenho… Nada disso. Ao menos o que aliviou UM POUQUINHO a Nintendo foram os bons títulos anunciados para o 3DS (Castlevania!!!!!), o que fez com que a empresa dividisse a conferência em 2 dias, para dedicar mais tempo aos jogos do portátil.

E o ponto negativo maior da Nintendo: Semana passada como vocês viram no post anterior, e provavelmente em tudo que é site de jogo, ela apresentou o 3DS XL, que era muito aguardado na E3. Com 2 dias de conferência e pouca coisa sobre o Wii-U, por que diabos esperaram um evento aleatório numa data sem expressão pra fazer um anúncio que teria um ótimo impacto em um evento decadente? Porr@ Nintendo!

Jogos apresentados ou anuciados na E3 pra prestar atenção:

  • God of War Ascencion (PS3)
  • The Last of Us (Ps3)
  • Star Wars 1313 (PS360)
  • Castlevania: The Lords of Shadow 2 (PS360)
  • Castlevania: TLoS – Mirror of Fate (3DS)
  • Gravity Rush – já até saiu (Ps Vita)
  • Forza Horizon (X360)
  • Gears of War: Judgement (X360)
  • Watch Dogs (PC PS360)
  • Injustice: Gods Among Us (PS360 Wii-U)
  • P-100 (Wii-U)
  • Halo 4 (X360)
  • New Super Mario Bros 2 (3DS)
  • Zomb-U (Wii-U)
  • Assassins Creed: Liberation (Vita)
  • PS All-Stars Battle Royale (Vita/PS3)
  • Sim City (PC)
  • Kingdom Hearts: Dream Drop Distance (3DS)

Outra pequena novidade Pós E3

Dêem uma olhada no vídeo abaixo, é uma apresentação do Summer of Arcade do X360. Me digam, por que, na falta de títulos a anunciar para o console que não seja Gears ou Halo, a Microsoft não anunciou essa porr@ na E3 também? Esse mundo dos games tá perdido…

Esperem por posts mais frequentes agora pessoal, e convoquem o gordo @rromb@do do Player 2 também.


The Walking Dead é do baralho!

Se você já viu os posts anteriores em que comentei de Walking Dead, perceberá que mudei minha opinião assim que vi como seria o gênero do jogo. O Player 2 chegou a pensar em um review para o jogo, mas não conseguiu chegar em um em que não spoilasse horrores do que acontece, o que não nos impede de ao menos opinarmos sobre ele. Ele terminou o jogo na semana passada, eu joguei ontem.

Embora curto, o jogo te coloca fácil no clima da hq e da série. Dividido em 5 capítulos (nos quais os outros serão distribuidos 1 por mês), o capítulo 1 te apresenta Lee Everett, um professor condenado a prisão por ter matado a mulher e o amante dela, um senador. Lee está sendo levado por um carro da polícia para fora de Atlanta quando começam a acontecer coisas estranhas na cidade. Daí pra frente prefiro não ter que comentar mais nada pra não estragar a sua surpresa ao jogar.

Lee Everett é o protagonista do jogo, um detento sendo levado para a penitenciária que tem seu destino mudado no início do apocalipse zumbi

O game não é difícil, por desatenção apenas eu morri uma vez, mas duvido quem consiga a façanha de morrer nesse game. Isso não quer dizer que você não fique um pouco tenso esperando a hora de agir ou qual botão apertar no meio da bagunça.

Como falei nos posts anteriores, as consequências dos seus atos continuam com você ao longo do jogo, se você diz que é vascaino, os flamenguistas te zuarão pelo vice, se disser que é corinthiano farão referências a Libertadores nunca conquistada. Claro que essas opções são brincadeira, mas é só pra dar a noção de que você sofre mesmo as consequências dos seus atos, inclusive terão momentos em que as suas escolhas serão fatais, te colocando bem no drama que muitas vezes os personagens do romance vivem, como salvar pessoa x ou y.

Como na HQ e na série, a presença de personagens infantis e constante

O jogo é curto, mas também não é caro, cada capítulo está em torno de 5 dólares, não vai matar o seu bolso. O que vai te matar é esperar mais 1 mês pra jogar a continuação, que é a mesma ansiedade que você passa, se acompanha as hq’s ou a série.

“Mim beija gato!”

Deixo em aberto pro Player 2 comentar por aqui se ele quiser complementar algo que não contemplei.


Ia postar sobre uma novidade… mas aí levei uma flechada no joelho!

Nem o Dovahkiin aguenta mais essa p*%%@ dessa piada!

Eu juro! Procurei notícias bombásticas, rumores e… em 5 minutos abandonei tudo para voltar ao mundo de Skyrim! Justo eu, que nunca fui chegado em RPGs, que nunca tinha jogado um Elder Scroll sequer (é sério!), fui pego, amarrado e não jogo outra coisa a exatas 122 horas e 22 minutos, tempo este que tenho de Skyrim até agora. Não, eu não joguei esse tempo todo sem pausas, mas desde que comecei a jogar, uns 2 meses atrás, não joguei NENHUM outro jogo nos meus consoles.

Sinceramente ainda não achei o motivo que me prendeu a esse jogo… abaixo listo possíveis motivos, mas refuto as ideias todas logo na sequência, perceba:

1 – O jogo tem gráficos belíssimos… mas existem muitos melhores.

Belíssimo, mas muito atrás de séries como Uncharted, Gears of War e... muitas outras!

2 – O ambiente do jogo é perfeito… mas não é nenhum Senhor dos Anéis e existem muitos jogos com dragões, elfos, magos e tudo isso que a gente já cansou de ver por aí.

Harry Potter? Eragon? How to train your dragon? Existem muitos mundos onde os dragões habitam. E, normalmente, os elfos e os magos aparecem também... sem esquecer dos b*$!@$ dos orcs.

3 – O áudio do jogo é impressionante… comprei um novo headset (o original da Sony) e pude perceber que o áudio do jogo tem imperfeições e, até mesmo omite alguns sons durante o jogo. O mais comum é esse do vídeo que faz com que o jogo fique com uma interferência bizarra.

4 – O jogo é perfeito… não, nem um jogo é. E nesse ponto Skyrim passa looooooonge! Longe pra c@%@!%* pra dizer a verdade, tem 1124203 bugs absurdos que vão desde esqueletos de dragões que voltam a vida, escalar montanhas usando pulinhos pequenos (já me usei desse defeito algumas vezes para não ter que dar a volta em cadeias de montanhas), inimigos burros que não sabem subir em pedras pequenas, atravessar paredes e animações travadas, que não fluem.

E é nesse momento que você pensa: “Mas que c@%@!#* de jogo é esse que só tem contras? Note que eu falei que refutaria as ideias todas, mas refutar não quer dizer que tudo é uma m&%#@ e sim dizer que existem jogos melhores em cada um desses quesitos que eu mostrei… mas certamente nunca joguei um jogo que reunisse essas qualidades TODAS JUNTAS da forma que Skyrim faz. Os excelentes gráficos, somados à fantástica ambientação e aos sons muito bem estruturados do jogo fazem de Skyrim um dos jogos mais perfeitos que eu já joguei. FATO!

Jormundur, o meu personagem, é um wood elf especializado em arqueria, sneaking e light armor, que tem como outros atributos importantes one handed weapons, pickpocketing e alchemy. Sou um belo de um c^&@* com ele: fico me esgueirando pelos cantos sem ser visto e usando flechas de todos os tipos e, se alguém me ver, consigo me defender e desferir alguns golpes antes de tentar me esconder de novo. Mas você pode jogar do jeito que quiser: pode ser o mago e manjar das put@r!@$ todas de magia, pode ser um orc e mandar ver nas armas de duas mãos e em heavy armor… as possibilidades são praticamente infinitas e mesmo depois de começar o jogo ainda é possível adaptar o seu personagem a novos atributos que você achar importantes durante o jogo, eu fiz isso com lockpicking e isso me ajudou com várias das milhares de fechaduras que você vai encontrar durante o jogo.

A história do jogo é bem linkada, segue realmente um roteiro muito bem feito, mas como sempre a Bethesda nos faz de idiotas mais uma vez e coloca um número praticamente infinito de side-quests (eu não cumpri nem 1/10 delas) e isso dá uma vida mais longa ao jogo… muito longa aliás. Curiosamente um amigo abandonou o jogo por ter dado atenção demais para as sidequests… e olha que ele é fissurado em jogos da empresa.

Se quiser fo%&# com a sua vida social, se esconder em uma caverna e ainda ter a glória de matar dragões e absorver a sua alma… vem pra cá. Skyrim é logo ali… e cuidado com as flechas no joelho.

PS.: Ah, existe um rumor… sim, um rumor bem forte de que na E3 desse ano a Bethesda anuncie o primeiro Elder Scrolls online. Se isso acontecer, VAI SER F*#@ e eu nem vou poder chegar perto dessa belezura.


Novo DMC x Devil May Cry

Desde o primeiro teaser divulgado pela Capcom sobre o tão falado reboot de Devil May Cry, tenho visto fãs torcendo o nariz, reclamando muito do novo visual de Dante, o protagonista da série. Até entendo a raiva deles por mudarem tão drasticamente o protagonista, mas cá entre nós, ficou assim tão ruim? Chamaram de emo e coisas do tipo, mas não consideraram nem um pouco tudo o que o personagem passou no trailer. Nas cenas, Dante é torturado, surrado e mais um pouco, enfim, tudo para dar base para um visual rebelde de quem teve uma juventude difícil, em disparidade com o gaiato surfista que é o Dante original.

Por que de um Dante emo? Simplesmente porque hoje, o visual de um jovem rebelde é esse. Se fosse nos anos 80, iriam dizer que é gótico, ou junkie de rave nos 90 porque são referências visuais de rebeldia da época. Então acho completamente passável e aceitável esse visual. Aliás, até prefiro, porque nunca fui muito com o jeitão surfista “sou foda” do personagem original. Além do que, como a IGN citou defendendo o novo Dante, ele é a versão jovem que passou por muita coisa do original, o que te leva a crer que ele passa por um bocado de coisas pra deixar a rebeldia jovem pra trás e se tornar quem é.

O maior cúmulo que tenho visto até agora são os dos fãs clássicos mais fervorosos, que já sabem até que o jogo é ruim sem nem ter jogado antes. Eu consigo até aceitar a expectativa de um jogo com uma história fraca por não ter gostado do personagem, do que apresentaram do enredo até agora, e coisas do tipo, mas dizer que o jogo é uma bosta sem nem jogar, pra mim não é argumento válido. E aposto que esse povo pra não perder a razão, vai continuar dizendo que é uma merda, mesmo tendo curtido.

Vamos esperar o emozinho frufru sair mesmo pra ver se é  uma bosta de verdade ou se os fãs é que estão comendo bosta.

Agora espero o apedrejamento de vocês, mesmo porque minha opinião, como a de todos, não contempla a tudo, mas põe os pontos que acho positivo e aceitável na nova versão.


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