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Afasta de mim esse The Old Republic que isso é magia negra!

Depois de finalmente pegar um mmo que eu fique realmente empolgado, agora entendo o vício que os amigos que curtem ficam ao jogar. Meu Deus, você passa 5, 6 horas seguidas jogando isso fácil. E o pior? você acha que não fez PN no jogo, e ainda fica com peso na consciência de não ter feito PN na sua vida também. Tô com medo dessa porr@, sério!

Sobre o jogo

Agora que consegui me dedicar “um pouco” mais, posso dar uma opinião melhor. Como postei antes, estou jogando com uma sith warrior, com especialização em Marauder, isso me permite ser mais ágil e usar 2 sabres, mas não usa poderes da força a distância, como choques ou estrangulamentos. O gameplay é bem bacana, podendo ser comparado a qualquer outro rpg de ponta (sim, eu to falando de wow). Se ele não se destaca como melhor, ao menos não fica pra trás. Mas o que mais me agradou nisso foi o fator single player. Com os esquemas de opção de resposta que alteram sua afetividade com seu companheiro (NPC que te acompanha), e/ou sua afinidade com o lado da luz ou sombrio da força, o feeling de estar jogando uma continuação de KOTOR single player, mas com outros jogadores participando é grande. E isso é muito bacana, dedique-se a se socializar se quiser, mas você não tá afim de papo e quer só avaçar na história do jogo? De buenas também porque isso você pode.

Existem missões que só podem ser cumpridas em grupo, óbvio, mas elas nunca são centrais à história do jogo, e geralmente os níveis de dificuldade delas vem com os títulos [Heroic 2], [Heroic 2+] ou [Heroic 4], onde o número é a indicação de jogadores adequados pra avançar na missão. Pode ter certeza, a menos que você esteja uns 8, 10 níveis acima da faixa da missão, cê não passa sozinho nem fud$&%§.

A respeito das habilidades, conforme eu disse das classes e especializações, você começando como um sith warrior, ou qualquer outra classe do jogo, terá habilidades primárias que vai ganhando ou evoluindo conforme passa de nível. Depois do nível 10 você escolhe uma das especializações da sua classe, e aí ganha outras habilidades específicas, mas também continua evoluindo as primárias.  Mas não é só você que tem especialidades, lembra daquelas habilidades específicas de KOTOR de hackear computadores, criar equipamentos ou garimpar por artefatos raros? Pois é, essas habilidades no jogo são dedicadas aos seus companheiros, e é com elas que você vai poder garimpar por cristais brutos, e usá-los pra lapidar em cristais utilizáveis para o seu sabre, produzir itens para curar ou turbinar seu personagem, criar armaduras e outros equipamentos e outras coisas mais. É uma boa forma de dividir a dedicação do seu personagem, já que você não perde pontos de skill do seu sith com isso.

Mas e aí, o jogo tem ligação com os Kotor’s originais? Eu te respondo, sim, ele se passa 300 anos depois, e a referência não é apenas essa. Desde o primeiro jogo, a Bioware sempre se preocupou em encaixar a história deles no meio do enredo já produzido do universo expandido de Star Wars. Personagens das hq’s e livros do universo como Naga Sadow, Freedon Nadd, Exar Kun ou Ulic Quel-Droma são citados e permanecem como referência para o universo do jogo estar da forma como está. Sendo assim, eles não fariam diferente com o próprio título deles. (Spoiler pra quem não terminou KOTOR aqui) Há um culto dentro dos sith chamados de Revanitas, que cultuam a Darth Revan, protagonista do primeiro KOTOR. No jogo eles dizem que Revan iniciou jedi, se tornou sith, e depois se elevou acima das duas classes, sumindo no universo afim de se preparar para um inimigo maior do que esperavam. Isso todo mundo que terminou KOTOR já sabia, mas o jogo diz que Revan voltou de sua missão, embora não revelem o que foi que ele enfrentou, e decidiu treinar iniciados da força no planeta Dromund Kaas, capital do império, e lá morreu fazendo isso. Eu estranhei o fato desse culto ser do lado dos sith, e não conheço o lado dos jedi, mas imagino que eles devam ter uma facção de culto a Revan também, e to esperando também que mais desse passado desconhecido de Revan se desenvolva no jogo. (acaba aqui o Spoiler)

O jogo possui também os tradicionais modos de guildas e coisas do tipo, embora eu ainda não tenha testado essa parte, mas fiquei de cara com a quantidade de brasileiros jogando, volta e meia vejo alguem comentando algo em português. É uma boa pra quem não consegue conversar em inglês, e pra quem pretende procurar guildas BR.

Esse jogo tá tão bizarro de consumindo meu tempo que até pra postar o que tenho achado dele até agora foi um post grande, que medo, mas joguem!


5 Finais broxantes de games

Você passou horas e horas, durante vários dias, lutando contra hordas e mais hordas de inimigos, aprendendo as melhores formas de avançar um nível, de passar aquela fase complicada, esperando no fim receber uma merecida recompensa (além da satisfação pessoal de ter derrotado seus inimigos). Você destrói aquele otário do chefe final e espera ver a conclusão da odisseia que o levou até aquele momento, e então o final te decepciona, e você fica broxado como se aquela gostosa que você pegou tivesse um put@ mal hálito, ou trepasse pior do que sua punh&#@ mais sem graça. Meninas, invertam esse exemplo para a sua situação como quiserem.

Star Wars: Knights of The Old Republic 2 -The Sith Lords (Xbox, PC)

Esse título não merecia nem estar aqui, o jogo inteiro é fantástico, o que tinha de legal no primeiro foi mantido e ainda acrescentado no segundo. Só esqueceram de melhorar a história também. Não há como comparar o esmero da Bioware ao criar o enredo do primeiro jogo com o da Obsidian em manter no segundo, e não me entenda mal, o jogo não é ruim nem chato, é o contrário, legal pra cara%$#. Mas o final do jogo foi o ponto baixo. Você chega ao final, depois de um leve duelo com Kreia, ela te diz que você está preparado, e ainda tem visões claras de tudo que vai ser no futuro, inclusive o que seus atuais aliados vão fazer, e então você segue rumo ao desconhecido. O jogo termina sem dar uma única pista de pra onde Revan foi, ou o que é o perigo maior que ele foi enfrentar nos confins do universo. Parecia abrir para uma história maior, mas o que deixou mais claro é que a Obsidian não parecia fazer ideia do que iria fazer em seguida, uma pena.

Tartarugas Ninja 3: Radical Rescue (Gameboy)

Tá, tudo bem, jogos antigos nem sempre tinham o trabalho completo, ou desempenho de máquina, pra produzir um final foda. Mas isso não necessariamente quer dizer que precisava ser um final tão pífio. Depois de você derrotar o Destruidor (novidade),  e conseguir a chave para libertar a April, o máximo que você recebe é uma fotinha dela, como a de todos os outros personagens que você salva no jogo, dizendo que agora que você derrotou o Destruidor, o mundo finalmente estará em paz. Pronto, créditos logo em seguida. Fim. Que bela bosta.

Battletoads (Nes, Mega Drive)

Nunca joguei nenhum game tatooiniano pra comparar, mas da Terra, certamente Battletoads é um dos jogos mais difíceis da galáxia. Você se fud$# andando a pé, de jet ski voador, surfando, se atracando com uma cobrona gigante (que pornô), em um monociclo fugindo de uma bola serradora e tudo mais, pra no fim ter apenas uma mensagem da Dark Queen não acreditando que foi derrotada e que é melhor sair fora enquanto ainda tá de boa. Depois disso aparecem Pimple e a princesa e pronto, vamo todo mundo embora na nave com uma mensagenzinha na tela dizendo que os battletoads conseguiram e bla bla bla. Uma pena que os videogames na época não tinham o potencial pra fazer um final absurdo e compensador pra um dos jogos mais picões de todos os times.

Alex Kidd In Miracle World (Master System)

Sofre do mesmo mal de Battletoads e Tartarugas Ninja 3, falta de um pouco mais de potencial da máquina pra desenvolver um bom final. Você derrota o chefe final, salva a princesa e o povo radaxiano e aparece apenas uma mensagem de que você foi bem sucedido,e  o jogo era quase tão foda quanto Battletoads.

Rise of the Argonauts (X360, PS3 e PC)

Esse sim teve o pior final que consigo me lembrar no momento dos que já joguei. O game inteiro é cheio de cutscenes, um monte de coisas que vão complementando o enredo, que é bem mediano mas bacana, pra você chegar ao final apenas pra ver sua mulher voltando a vida, te dar um beijo e corta pra cena do casamento com todo mundo batendo palma. O final é tão súbito e apressado que parece que os produtores levaram muito a sério o lance de seguir um enredo de filme, inclusive a parte em que o filme tem que ter especificamente 2 horas e não deu tempo de desenvolver melhor um final. Com a diferença de que o jogo tem muito mais do que 2 horas.


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