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Em dia de Halloween, Konami divulga novo trailer de Castlevania: Lords of Shadow 2

LoS 2

Eu não preciso ressaltar o quanto sou fanboy da franquia desde o NES e o quanto tenho gostado dessa repaginação em 3D né? Pois é, então dá pra imaginar que eu tô ansioso pra baralho pra jogar  Lords of Shadow 2 e saber como conclui a jornada de Gabriel Belmont e sua prole.

A Konami divulgou mais um trailer hoje, e pelo andar da carruagem (os diálogos), o enredo se inclinará para uma possível busca de redenção por parte dos envolvidos na vida do auto intitulado Drácula.

Não imaginei que Maria fosse reaparecer na história, ao menos se for ela mesmo né, sabe-se lá o que o Zobek ou o Lulu podem aprontar… Mas a presença de Alucard deve influenciar na mudança de ideia de Gabriel e talvez decidir buscar a redenção.

Ainda sobre o game, há uma possível chance de a Konami Brasil trazer pra cá uma versão dublada do game. Eu adoraria, desde que a dublagem não seja fuleira como a de Assassin’s Creed 3.

O negócio é aguardar e ver no que vai dar, o game foi adiado de 31 de dezembro pra fevereiro do ano que vem.

assinatura pnmp

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Trailer de Lords of Shadow 2

Oh my fucking heavenly god!

Gabriel tá de volta!


Os velhos tempos: Castlevania 3: Dracula’s Curse (NES)

<Fanboy assumido Castlevania detected mode on>

Wallachia, 1476, a região da Romênia e outros territórios próximos sofrem de um terrível mal providenciado por criaturas demoníacas. A razão dessa manifestação incomum se chama Drácula, vampiro senhor das trevas que pretende jogar o mundo no caos.  Dentre os povos assolados diz uma história que sempre que Drácula aparece, a família Belmont surge para impedir o vampiro, mas os Belmonts foram expulsos da região por medo de seus poderes incomuns pelos próprios moradores. Ainda que atrasado e quando a put@ri@ já tá instaurada, Trevor Belmont se predispõe a salvar o povo que botou ele pra correr em busca do bem maior, e do dever do sangue Belmont.

Assim é a prévia do enredo de Castlevania 3: Dracula’s Curse, título que tem história anterior aos 2 jogos protagonizados por Simon Belmont. A Konami parecia estar inspirada quando começou o desenvolvimento desse jogo, depois de muito criticada com o (pré metroidvania?) incomum Castlevania 2: Simon’s Quest. Cv3 utilizou o máximo que o nintendinho podia oferecer, e ainda colocou um ritmo frenético, caminhos alternativos, e o melhor, personagens jogáveis secundários que você salvaria ao longo do jogo.

A trilha sonora do jogo era tão foda que cantarolo boa parte das músicas do jogo até hoje sem precisar reouvir de tanto que joguei na época. A mecânica do jogo seguindo o ritmo que o primeiro tinha era muito boa. A sacada dos caminhos alternativos então foi uma ideia fodona, você escolhe logo na segunda fase ir pela torre do relógio, chegando ao topo enfrenta um chefe que, ao derrotá-lo, te libera o primeiro personagem extra do jogo, Grant Danasty, um pirata cuja família inteira foi morta por Drácula. Terminando a fase, a torre começa a entrar em colapso, e o caminho mais curto para o castelo acaba de se tornar impossível, o que fazer então? Volta a fase toda pra seguir pelo outro caminho.

Escolhendo Grant, de cara você percebe a diferença para Trevor. O pirata usa uma faca como arma, mais curta que o chicote, mas mais rápido, além de usar machados como sub arma, e o principal: Grant gruda pelas paredes ao melhor estilo Homem-Aranha. Além do ajudante de Barba-Ruiva, CV3 tem ainda Sypha Belnades, uma feiticeira que usa o poder dos elementos, e Alucard, o filhotinho do coisa ruim que se revoltou contra o papai do mau, o vampirinho camarada se tornou bem mais conhecido pelo bem sucedido e bem produzido Symphony of The Night anos depois. A grande parte ruim de você ir atrás dos outros personagens é que para adicionar um, você precisa perder o outro, não era possível ficar com os 4 personagens juntos, uma pena.

Castlevania 3 tinha uma dificuldade absurda com monstros que tiravam um grande naco de energia ao apenas encostar, além de uns trechos estilo Ninja Gaiden, que você pula para a plataforma seguinte e só no meio do pulo surge o inimigo que te acerta, fazendo com que você caia no buraco e morra. Felizmente, o jogo tinha também um sistema de password, o que te ajuda (um pouco) a avançar nas 9 fases do jogo.

Eu perdi as contas de quantas vezes eu o peguei  na locadora. Joguei ele muito mais do que o primeiro ou o segundo, inclusive,  joguei ele antes ddos anteriores, então até estranhei a primeira vez que joguei como Simon. Até hoje tenho CV3 como meu Castlevania favorito, sei que Dracula X (Rondo of Blood) tem tudo que ele tem e mais o visual mais refinado, mas não tive o mesmo feeling com ele. Adoro Lords of Shadow assim como todos os Metroidvanias também, mas sinto muita falta de um Castlevania com o feeling dos primeiros títulos em esquema de passar de fase.

<Fanboy assumido de Castlevania detected mode off>


Os Belmonts sempre alerta

Pelo visto o negócio de casa aos vampiros é bem rentável. E você aí trabalhando nesse escritório ou estudando para trabalhar em um.

Sexta, zanzando pelo mercado com a big boss, fazendo as compras para a grande festa de virada de ano, me deparo com esse produto aí. Tinha que tirar uma foto. Valeu Belmonts por nos protegerem em sigilo até hoje contra o Drácula e seus demoniozinhos amestrados.


F%$#ing News 03/01/2012

Boatos por toda parte!

A Nintendo planeja implementar uma loja de aplicativos de verdade e dedicada para o Wii-U. Algo mais turbinado que 3ds ou wii shop ainda não fazem. Quem comentou o assunto que deu a entender isso foi o The Daily.

Se fizerem um serviço mais próximo de uma app store da apple, ou os serviços da Live e PSN, já é um bom começo, ainda mais pelas funções touch do controle/videogame portátil do Wii-U

Texto em referência à notícia divulgada pela IGN

Castlevania Lords of Shadow 2? E em 2012? Talvez. O produtor de Lords of Shadow, Dave Cox, soltou uma pista essa semana sobre a possibilidade de uma sequência estar em produção. A Computer and Videogames listou Lords of Shadow 2 como um dos títulos mais aguardados para 2012, e quando perguntado sobre o assunto, Dave respondeu apenas um “sem comentários” pelo Twitter.

Muleque como eu quero essa sequência, faço parte do grupo de pessoas que acham que Castlevania pode coexistir com uma linha de jogos em 3D e outra tradicional em 2D tranquilamente. Lords of Shadow pode não ser O título de ação, tendo absorvido muitas coisas de outros jogos de ação hack and slash, como God of War, mas ele não deixa de ter suas características próprias, e acho que uma sequência já pode trabalhar melhor a própria identidade do que apenas absorver o que deu certo em outros títulos.

Texto em referência à notícia divulgada pelo site Attack of The Fanboys

Anunciada sequência de Epic Mickey

Esse não é um título que causa muito estardalhaço, mas acho uma ótima investida nos personagens da Disney. Epic Mickey foi um jogo de aventura lançado pro wii que fazia uso do wiimote em muitos momentos como um pincel, mais ou menos como Okami. O jogo é todo estiloso, e a proposta dos criadores era um Mickey com visual retrô dos primeiros desenhos e tiras, e não o personagem com o visual já conhecido dos tempos atuais. Dessa vez, além do Wii, o título também será lançado para X360 e PS3. O jogo ainda terá um modo Co-op, e isso me deixou curioso, quero ver como farão pra não ficar bagunçado com 2 pincéis na tela.

Fonte: IGN


Presença 6

Crianças não bebam, isso é coisa pra quem já paga suas próprias contas. Eu teria um blood label desse na adega fácil.


5 artworks pic@s dos games

Uma pequena homenagem a alguns dos “arteiros” que colocam aquilo que fazem melhor no desenvolvimento dos games.

Castlevania Lords of Shadow – Diego Gisbert Llorens e equipe

Eu poderia facilmente colocar as artes da Ayami Kojima, dos demais jogos da série de Symphony of The Night em diante, que seria um substituto perfeito pra estar no lugar de LoS. O motivo da escolha é a importância dele pra com o projeto. Lords of Shadow é riquíssimo na parte artística. Na edição de colecionador, de cara você tem um pequeno livro de artwork, e dentro do jogo, alguns (muitos) extras são os artworks de TODAS as fases de TODOS os capítulos do jogo. Isso sem mencionar as animações explicativas dos comandos aprendidos no menu e do sumário de personagens do jogo que são totalmente ilustrados. E diga-se de passagem, ficaram muito bem ilustrados. Trazer Castlevania novamente para o 3D, pra dessa vez dar certo de verdade, como um Ninja Gaiden conseguiu, e como os títulos anteriores não conseguiram, não seria tarefa fácil. Pra isso seria de extrema importância um ambiente que te deixasse embasbacado com a beleza, sem esquecer da jogabilidade, claro, e nesse ponto, Lords of Shadow foi muito feliz no resultado final.

Final Fantasy ( praticamente a série toda) – Yoshitaka Amano

Não teria como escrever uma sessão dessas sem citar o Amano. Praticamente o mestre no que diz respeito ao conceito visual de Final Fantasy. O estilo influenciado pela arte gótica fica muito distante do visual mangá tradicional de talvez 90% dos artistas japoneses. O poder de pic@ dele é tão grande, que foi convidado a produzir em parceria com Neil Gaiman um volume de Sandman. E ficou perfeito essa parceria. Seu estilo pode até ser pouco  comercial, considerando que não é “bonitinho”, mas pode ter certeza que mesmo com uma versão de divulgação bem diferente, e produzida por outro artista, é muito provável que esse trabalho seja uma releitura do projeto original que ele criou.

Panzer Dragoon – Moebius

Tá, a série Panzer Dragoon não é uma série que mereça tamanho destaque, mas a artwork dela sim. Tudo que o Moebius toca vira ouro, em relação a ilustrar. Cenários amplos, belíssimos, que dão sensação de movimento, mesmo sendo estática a imagem, são apenas detalhes do que o Moebius imprime na arte dele. Ele foi convidado pela Sega a criar o visual do universo, e particularmente, não consigo ver artista melhor para isso. Ele sempre trabalhou com mundos bizarros e criaturas fantásticas,é fácil perceber nas hq’s dele  algumas criaturas muito semelhantes aos de Panzer Dragoon. Uma pena a Sega não ter utilizado isso nas capas dos jogos.

Metal Gear Solid – Yoji Shinkawa

Apesar de na hora da produção dos personagens em 3d serem bem diferentes do estilo visual do Yoji, as artworks são usadas em toda a promoção de marketing do jogo. A popularidade é tão grande, tanto do personagem, quanto do conceito de arte, que isso já rendeu hq’s de MGS, tendo sido publicada aqui no Brasil, inclusive. Yoji usa um estilo visual com traços mantendo o aspecto rabiscado, dando uma aparência  crua ao desenho, e o resultado final acaba ficando muito bom.

Warcraft (a série) – Travis Thammer e uma equipe monster

Se tem uma coisa que os jogos da Blizzard se destacam é na parte visual. Falar da qualidade do jogo, e mesmo das cinematics é chover no molhado, mas a parte de conceito de arte não fica nem um pouco atrás. Difícil é você listar os nomes dos artistas, já que eles tem uma boa equipe, e como falei de Castlevania, aqui eu poderia fazer o mesmo facilmente, trocando Warcraft por Diablo ou Starcraft, que não estaria perdendo nada em conceito ou qualidade artística. É muito fácil entrar no imaginário e no conceito visual de Azeroth com uma equipe fod#&@ dessas fazendo miséria.

É isso gente, existem muitos outros jogos que são dignos de estarem em uma lista assim, é por isso que eu nunca crio como um top5, é mais como uma seleção pessoal de 5 jogos com o tema em questão. Seria injustiça absurda, e motivo pra discussão eterna, sem falar em pretensão nível 10, se fizesse essas listas considerando os “5 melhores comedores de xox#*t@s” ou coisas do tipo.


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