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Simpsons fod&$#¢ com os servidores da EA

Parece que alguém não estava preparado pra tamanha adesão de público ao lançamento de um jogo, a EA andou fazendo pouco caso do próprio jogo. É o caso de The Simpsons: Tapped Out, jogo social (estilo city ville, smurfs…) recém lançado para a plataforma iOS. O jogo é gratuito e a adesão foi tão grande que muitas pessoas estavam tendo problemas pra conectar, outras acabaram simplesmente perdendo tudo o que fizeram no game.

A EA já começou a agir e por enquanto tirou o jogo da iTunes Store enquanto soluciona esse problema dos servidores, quem já baixou o jogo pode jogar ainda, já que segundo eles o que vai acontecer é que “você vai sentir a experiência do jogo melhorando com o tempo”, enquanto eles arrumam os servidores.

Go Homer Go, mostra pra EA quem é que manda.

Fonte: IGN


Os Reinos de Amalur

Sou um cara que posso dizer que não vi, nem procurei saber sobre NADA do que viria a ser esse Kingdoms of Amalur: Reckoning. Pra ter uma ideia, em um site eu devo ter visto comentado sobre outro jogo, mas como  o título que estava no topo dele era sobre esse jogo, eu achava que ele seria um MMO (burro pra car@&%$, pode dizer).

Esses dias vi que saiu a demo na Live/PSN, e até estranhei. MMO nos consoles não é muito comum, mas visto que existe Final Fantasy XI,XIV, DC Universe Online, Phantasy Star Universe e o futuro The Secret World, que está em fase beta, não foi lá tão estranho ver mais um.

Enfim, liguei a demo, começa explicando das terras de Faeland, onde o povo de Winter Fae, os imortais e agressivos Thuatas resolveram acabar com o povo de Summer Fae, mortais e sociaveis. A guerra está pendendo para o lado dos Thuatas, já que quando morrem, eles renascem em suas próprias terras, mas um fator pode alterar esse destino.  Em meio a terras pacíficas, longe dos frontes de guerra em Summer Fae, gnomos fazem experiências com o poço das almas (well of souls), afim de tentar trazer mortais de volta a vida. Seu personagem foi uma dessas experiências falhas, ou pelo menos é o que acharam, você “acorda” no meio de uma pilha de corpos de outras experiências que falharam, sem se lembrar de nada, enquanto o poço está sendo atacado. Você precisa fugir, sem muitas explicações de quem era, ou para que faziam essas experiências.

O seu personagem é completamente customizável, você escolhe rosto, raça, gênero, tipo de cabelo e todo essas  coisas que muitos rpg’s te dão opção hoje em dia. A jogabilidade de KoA é bem simples, com um botão você usa arma primária, com outro a secundária, segure RT (ou R2) e aperte um dos outros botões e use magias, etc. Equipamentos como armaduras e armas também não faltam. Me senti jogando um misto de Fable com Dragon Age e um leve toque de Tenchu também, e isso foi bem do car@$%&. A parte do Tenchu, é porque você apertando RB (R1), entra em modo stealth, andando devagar, podendo se aproximar de inimigos desatentos e matá-los com estilo.

O jogo utiliza um esquema de cartas de destino para você seguir especializações. Aliás, essa parte do destino parece fazer mais sentido ao longo do jogo, vi muito pouco sobre isso na demo, mas há leitores de cartas que conseguem ver o destino das pessoas, e curiosamente, o do seu personagem eles não conseguem ver.

O jogo possui um sistema de níveis de experiência e também quests que você vai pegando ao longo das cidades que visita. Pelo que pesquisei um pouco depois de jogar a demo, existem ainda facções dentro do game, e cada uma com quests específicas, sendo essas facções responsáveis pelo destino que seu personagem ou o ritmo que o jogo levará. Uma premissa bem bacana, e pelo que vi, até agora o jogo tem sido bem recebido por críticos e público.

Sendo um game distribuído pela EA, eu teria um certo pé atrás, eles acertam bastante, mas de vez em quando soltam umas bombas com cara de jogão que vou te contar viu. Mas a demo me pegou, tendo grana e tempo, por enquanto, os Reinos da Amarula eu compraria.


Um apêndice sobre Star Wars The Old Republic

Li essa no blog “Muito Supremo” e achei uma ótima opinião em relação a compra do jogo sendo brasileiro, imagino que quem tá metendo as caras a comprar o jogo deve estar se deparando com o fato de não conseguir acessar o Origin americano, e o jogo não ter sido lançado no Brasil, então:

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Escrito por: fmeister em 20/12/2011.
Last revised by: fmeister

Depois de evitar comprar keys de terceiros, perder o early access e aguardar, finalmente chegou a data de lançamento de SWTOR. Já atualizei meu client e está tudo pronto. Agora é só entrar no site da Origin store brasileira e clicar em compr…. opa! Cade o jogo? Tento mudar pra Origin americana, vejo o jogo, clico nele e… “produto restrito”. Ou em outras palavras: “seu país fede e não queremos vender nosso jogo pra você”.

Agora eu realmente vi que ter esperado o jogo ficar disponível aqui no Brasil foi uma atitude cabeça dura. Parece que eu não aprendi com todas as palhaçadas que aconteceram comigo quando comprei DarkSpore, antes mesmo da loja da EA se transformar em Origin. Os que compraram SWTOR em sites como a G2Playou na Machinegames estão jogando desde o dia 13/12 e continuam agora com o lançamento. Mas quem esperou pra comprar oficialmente (como eu) está sentado e desapontado, trucidando a tecla F5 pra ver se alguma mágica acontece.

Mas até essa hora nada de disponibilidade do jogo aqui para o Brasil. Posso postar nos fórums oficiais perguntando? Não. Minha conta da Origin não tem permissão pra postar, mesmo com outros jogos da EA incluídos. Estou pensando em falar com o serviço de consumidor, mas imagino que ele já deva estar bastante congestionado com outras reclamações. E o que fazer então? Ficar sem fazer nada e se sentir totalmente excluído. Obrigado EA.


A guerra dos comerciais CoD MW3 x Battlefield 3

Só hoje que fui assistir isso.

Devo dizer, que foda isso. Mesmo que não gostasse de jogar fps, com certeza teria curiosidade em testar o jogo por conta do comercial. Malditos colegas de profissão!

A ideia de colocar o Sam Worthington que tá em alta, e ainda brincar com o conceito de veteranos e noobs juntos no jogo ficou muito do car@$§#. Ponto pro pessoal da agência 72andSunny pela produção.

Em time que tá ganhando não é necessário mexer, logo, não tem porque ficar mostrando coisas do jogo, você tá vendendo uma ideia já comprada e muito bem aceita pelo público.

Battlefield 3 não é o mesmo caso…

Todo o trabalho de produção do jogo foi em cima da nova engine e o potencial gráfico do jogo. A campanha deles não podia ser diferente e a ideia é mesclar cenas reais e virtuais colocando o espectador a questionar o que é de verdade ou não. Acho que tem impacto, mas faltou um algo a mais alem do “porr@ que gráfico é esse, maluco?”

De todo caso, eu não estranharia se o vt de CoD ganhasse uns prêmios por aí.

 


Amanhã é dia de alistamento

A semana começou pra fu#&@. Já comentei sobre Rabbids Alive & Kicking, e agora o outro lançamento da semana é o  Call of Duty 2012 Call of Duty: Modern Warfare 3. Estou curioso pra saber o que os remanescentes da Infinity Ward prepararam sem os mentores da série que saíram pouco depois de MW2.

O jogo continua de onde Modern Warfare 2 parou: seguimos com a invasão russa aos territórios americanos e a fuga dos remanescentes da equipe 141, que mataram o general Sheperd, que tinha armado pra eles. Como é de praxe, o jogo tem que ter um world tour de missões em diversos locais ao redor do globo. Dessa vez cê vai encarar uns malucos “terroristas” em lugares como a Somália ou Serra Leoa, tudo para sobreviver, e continuar protegendo os “ideais americanos”.

Independente de qualquer baboseira militarística e idealizada americana, CoD até hoje cumpriu bem seu papel principal, o de ser um bom jogo. E isso, pra mim, é o que supera essa parte de baboseiras americanóides. Antes de ser um jogo com boa trama, ele tem que ser um bom jogo. E embora a história seja clichê, a forma como a trama se desenvolve é que é boa. A narrativa sempre foi um ponto forte no jogo, deixe um pouco de lado a baboseira americanóide. Eu perdi a conta de quantas vezes eu dizia “car@#$” ao ver as sequências da história do jogo. Quem invadiu um aeroporto em Moscou e matou civis como um infiltrado investigando um grupo de “terroristas”, pra no fim da ação ser descoberto, e te matarem, deixando a culpa para o exército americano, sabe do que eu estou falando. Isso foi uma das sequência mais pic@ das galáxias em MW2. E sem falar dos trechos na favela do Rio de Janeiro.

Black Ops no ano passado bateu tudo que é  recorde de venda, eu não espero diferente desse título. Principalmente porque eu sempre curti mais MW. A série é um dos jogos que recebeu um certo status de como tem que ser o padrão de um fps . Acho isso uma bobagem sem tamanho, mas acontece mesmo, e muitas vezes até atrapalha jogos com propostas diferentes que não são muito bem recebidos pelo público (leia-se vendas, não qualidade). Mas esse ano a disputa é boa, Battlefield 3, que saiu faz algumas semanas veio pra bater de frente, e acho que disso sai uma boa disputa. Vejamos o que acontece pós lançamento de MW3.

A expectativa em cima de MW3 é tão grande, que acontecem até algumas esquisitices. Na França, um caminhão cheio de unidades do jogo foi roubado por um grupo armado. Parece até um viral do jogo isso, sei lá né, tem doido pra tudo nesse mundo mesmo…

 


DLC’s Jedis x Sith

Ontem eu comentei sobre algumas vantagens dessa era digital onde você compra jogos virtualmente, hoje pretendo pincelar um pouco sobre outra coisa que essa geração desenvolveu: DLC’s (downloadable Contents), ou conteúdos baixáveis.

Os dlc’s vem como opções pra você poder continuar os jogos que você gosta. Isso pode ser como missões que expandem a história do jogo, ou modos de jogo extra que você não tinha ao lançar o jogo.

Acho que a maioria das pessoas que vem acompanhar aqui provavelmente serão de gente que já conhecem do assunto, mas tive que pincelar essa pequena introdução pros noobs.

Na teoria, o que eu falei acima parece uma coisa bacana, mas o que tem visto, nem sempre é verdade. É fato que nós temos alguns dlc’s como as atualizações de GT5 que vieram pra melhorar o jogo, e principalmente, oferecidos de graça. Esses dlc’s acrescentaram alguns carros novos, modificou algumas coisas que os gamers sentiam falta tem um tempo, incluiram novos modos de jogo. Enfim, o jogo ficou ainda mais bacana.

Mas nessa geração, com oportunidade de crescer o olho em cima dos ganhos, pra cada bom dlc desse tipo do GT5 que aparece, parecem ter mais uns 3000 dlc’s oportunistas. Para alguns jogos, o que tem acontecido é que muitos jogos parecem sair incompletos, para que possa fazer um pezinho de meia extra com a venda de conteúdo baixável que “modifica” a experiência de jogo. Ontem eu citei a Capcom a respeito da put#%$ em relação ao MvC3 e UMvC3, e ela é uma das que tiram bom proveito (dinheiro) nessa geração. Em Resident Evil 5, pouco depois do lançamento do jogo, a Capcom lançou como primeiro conteúdo baixável, o modo versus. O negócio era tão cara de pau que o download tinha apenas 1 mega e meio, ou seja, o modo versus já estava no jogo, você só pagava pra “liberar” pra você.

A Capcom não é exclusivista desse tipo de “manha” pra fazer mais dinheiro. A EA nos últimos anos mudou uma “coisinha de nada” nos seus jogos de esporte. Se você compra o jogo, você tem direito ao modo online no seu aparelho. Se você emprestar o jogo, ou quiser posteriormente vender, o modo online não vai junto. A pessoa que pegar o jogo tem que pagar pra usar o online dele, ou seja, é uma coçadinha de leve no seu toba pra tirar um dinheiro a mais do mercado de usados que “atrapalha” a indústria dos games.

Mas lançar conteúdo pago aos kilos não é necessariamente uma coisa tão oportunista, no sentido negativo da palavra, como parece ser. O pessoal da Harmonix toda terça lança conteúdo novo para seus Rock Bands. Essas músicas são pagas, como tem que ser por conta de direitos autorais das canções e tudo mais, mas é um conteúdo que tá sempre acrescentando na hora de você brincar de músico. Eu mesmo tenho mais conteúdo baixável de Rock Band do que músicas que vem com os jogos.

Os Dlc’s são uma ideia bacana , mas o que nós jogadores estamos tendo que aprender nessa geração é a não ser otário aceitando a todos os oportunismos da indústria, porque de onde eles puderem tirar dinheiro, eles vão. E isso não é necessariamente errado, mas não é bacana também.


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