Arquivo da tag: epic games

5 jogos para jogar em maus momentos

Aproveitando uma fase difícil que estou passando pra transformar em algo produtivo, tive a ideia desse post. O propósito é se entreter com algo que deixe sua mente descansando e concentrado apenas em alguma função, liberando até um pouco de agressividade nos pixels pra não liberar na vida real, então vamos lá.

Samurai Dishwasher (live arcade)

Apesar da dificuldade do jogo, que pode ser pior por te deixar mais puto, fatiar hordas e mais hordas de bichos escro$%& é um prazer inenarrável, te fazendo até rir de algumas ocasiões. Você é um lavador de pratos que aprendeu a arte milenar deles e foi morto sem saber o porque, mas volta dos mortos querendo vingança. Tem algo mais perfeito pro seu “momento fundo do poço”? Como falei, só controle a dificuldade do jogo, porque senão é capaz do jogo te deixar é mais puto por estar mais morrendo do que matando.

Gears of War – Qualquer um da série (1-PC e X360, 2 e 3 – X360)

Quem tem acompanhado meus posts de impressões sobre Gears 3 tem uma noção do tanto que é aliviante destruir hordas e mais hordas de bizarrices que insistem em te encher o saco. Uma metralhadora com uma motossera na ponta, não tem arma mais perfeita pra se criar pra um jogo em que você só quer se divertir eliminando pixels (que no caso nem é pixel, é cg,hehe) xaropes pela frente.

Tartarugas Ninja Arcade (um bocado de plataforma)

Esse jogo é apenas uma representação de um gênero que é bom pra isso, qualquer outro Beat ‘em Up, ou como eu costumo chamar, “andar e bater”, se encaixaria perfeitamente na função. A história: um vilão xarope (no caso, o Destruidor) resolveu se meter na tua vida, seja te desafiando, ou querendo se meter a besta com o mundo, e cabe a você zuar com os planos dele e acabar com uma horda descerebrada de imbecis que aparecem pela tela pra te atrapalhar, receita perfeita, é ou não é?

Call of Duty (vários títulos e pra tudo que é plataforma da geração ps2 pra cá)

Jogos de tiro em primeira pessoa, os mais populares dos títulos descerebrados pra liberar tensão. Acrescente a isso um modo multiplayer pra muitos jogadores, com direito a zoações pelo headset e você tem um jogo aliviador de tensão perfeito. Você vai dormir até um pouco mais leve, e quem sabe até para de acordar mais cedo do que deveria, como estava fazendo, preocupado com mil coisas ao mesmo tempo.

God of War – a série (PS2,PSP,PS3)

O título mais perfeito de todos para o propósito, centenas de criaturas mitológicas e deuses contra você, e você tá puto o tempo todo sendo atormentado por pesadelos de erros passados e de deuses se metendo na sua vida. O que você iria querer mais? Você é tão foda que mata com requintes de tortura os deuses do Olimpo que resolveram ferrar contigo. Sobra até pros titãs que também queriam te usar.

E é isso pessoal, produzindo algo útil com um momento ruim que passo. Lembrando sempre que deixe suas agressividades pra gastar no videogame, e se por acaso perceber que está ficando mais agressivo que o normal, deixe o aparelho um pouco de lado e vá desestressar com outra coisa. Sou a favor de jogos violentos (assim como dos filmes, livros, séries, ou qualquer outro entretenimento) como válvula de escape, nunca como influência negativa pra você cruzar a barreira do real/ficção, e principalmente, sempre levando em consideração a idade adequada pra esse tipo de entretenimento. Pareça brutal o que for os jogos, sou contra violência no mundo real.


Diário de um jogador de Gears of War 3: Parte 2

Mais 2 horas de partida hoje, dessa vez dividindo com 2 amigos (nessa proporção, amanhã eu consigo realizar minha vontade de jogar o modo campanha em 4 pessoas), e curtindo pacas. Ao que estou percebendo, o jogo tem dividido o foco entre os personagens, você começa a campanha como o protagonista Marcus Phoenix,  logo em seguida te passam pra jogar com Cole e outros membros dos COG’s. Não é só nisso que o foco está dividido, até o ponto em que estou, a história está trabalhando muito com ciclos da origem dos personagens que se fecham, o jogo já começa te pondo atrás do paradeiro do pai do Marcus, que estava supostamente morto até o momento. Com Cole, você começa visitando a cidade natal, onde ele é bem popular por ser o astro do antigo time de futebol americano antes dos Locusts fud#%$ com tudo.

Os Lambents até o momento estão se saindo mais difíceis do que os Locusts eram até Gears 2. Não me lembro de passar tanto problema por falta de balas no mesmo nível que to passando em Gears 3. Os bichos são resistentes pacas, alguns até bem chatos, que ficam teimando em não serem serrados ao meio. Mas até o momento, o pior que enfrentei é o Ursinho Carinhoso. Não estranhe, não tem nada do tipo no jogo, eu que tenho o hábito de nomear os personages de Gears e Left 4 Dead tudo, pra facilitar na identificação jogando em grupo. Esses fila dumas put@ lambedores de testículos alheios são grandes, fortes e resistentes pra car@$#*, e ainda por cima jogam umas bolas de luzes (não é Hadouken) que te derrubam logo de cara, tome 2 e vc tá morto no ato. Pra matá-los, só com muito “carinho” na barriguinha brilhante deles (daí o motivo de ser Ursinho carinhoso).

Outro monstro chato, que não achei um nome pra ele, é uma criatura que depois de vc acertar muito no ponto fraco, o bicho cresce, parecendo uma cobra gigante, com 2 tentáculos no lugar dos braços e fica atirando flechas de luzes que tambem te derrubam de primeira, e o pior dessas porr@s dessas flechas é que como o monstro fica mais alto, elas caem de cima pra baixo, passando por cima da barricada que você tá de proteção, como se não fosse o suficiente, depois de explodirem nessa tranformação, a cabeça sai viva e se arrasta pra perto de você, para implodir e te levar junto, fala se terrorista não economizaria a beça com homens bomba se controlassem uns bichos desses.

Sobre jogabilidade, é o que falei no outro post, Gears é manjado, e não tem muita novidade, mas a ação é frenética, sem nenhum minuto pra descansar, aliado ao bom humor e sarcasmo nível 20000 plus dos personagens. Uma das poucas novidades da vez fica por conta de alguns exoesqueletos em alguns pontos das missões que você usa pra derrubar monstros que parecem recém saídos de combates contra o Daileon e o Titan Flash. Você também usa esses exoesqueletos pra carregar algum objeto grande que faz parte do objetivo da missão.

Eu tinha que dizer isso, mas uma das coisas que mais ri de bobeira no jogo foi um momento “malas de galera batendo num coitado”, ou the warriors: o jogo. Um monstro foi derrubado por um dos amigos jogando, e enquanto ele chegou serrando uma parte do monstro, eu estava do outro lado chutando ele no chão.  Que coisa mais saudável e benéfica a sociedade, hein? Por isso gosto de videogames, boto todos os meus demônios pra fora lá e volto pra sociedade tranquilinho, livre, leve e solto, tendo feito tudo que não tenho vontade, nem coragem na vida real.

Até a próxima. Futuramente, quando eu terminar a campanha, posto sobre modo Horda e coisas do tipo, só devo demorar a postar sobre DLC’s, porque ganhei a versão standard, e o jogo tem DLC tanto quanto tem Lambent pra matar, vai mais uma boa grana se for comprar tudo. A dica atrasada que ganhei, é que em alguns aspectos, era melhor comprar a versão que vinha com o Season Pass, liberando tudo, ou quase tudo desses DLC’s.

PS: O nome oficial do Ursinho Carinhoso é Gunker, e o outro que cresce com tentáculos se chama Drudge.

Tempo Parcial: por volta de 3 horas, no modo difícil | Companheiros de aventura: Butcher (ontem e hoje) e Hunter X (hoje)


Gears of War 3 – impressões

Até agora o que tenho a dizer é: K -rá-lho!!!! A Epic acertou na medida de novo. Embora eu não tenha ficado tão escrot@mente empolgado como fiquei no segundo, ainda assim o jogo continua me fazendo cair o queixo. Em time que tá ganhando não se mexe, e gears é exatamente assim, claro que a fórmula já está um pouco gasta, mas ei, CoD tem 10 mil títulos e sai um novo todo ano, Gears é apenas o terceiro, e o último já tem mais de 3 anos de lançamento, deu tempo de sentir saudade já.

O jogo continua surpreendendo no que diz respeito a gráficos bonitos, o jogo está com um visual limpinho e usando o melhor que o Xbox no talo pode oferecer. Ainda estou bem no início e não tem muito da história desenvolvida até agora, mas o que sabemos é que aparentemente os Locust foram derrotados com a queda da cidade de Jacinto, mas ainda assim os sobreviventes não puderam comemorar muito. Sem um lugar pra morar, se estabeleceram em uma ilha, o que não durou muito tempo, já que surgiram novas criaturas escrot@s, os Lambent, e tão ferrado geral de novo. A ilha acabou por ser perdida e os sobreviventes se dividiram em grupos vivendo em navios e outros tentando a sorte de novo no continente. A partir daí, o resto da história qualquer Wikipedia resolve a tua vida.

Vai por mim, correr em um navio todo fod#%* sendo atacado por monstros é tão foda quanto dirigir um jipe de combate numa caverna escura cheia de Locusts, e nesse ponto Gears ainda não perdeu a linha no que se diz respeito a te manter em um ritmo frenético 100% do seu tempo de jogo.

Só não jogo mais hoje porque dependo dos amigos se juntarem a mim pra jogar em multiplayer, já que não tô afim de jogar Gears sozinho, e nem quero, esse jogo merece ser jogado em multiplayer. Serrar lamberts ou locusts só tem graça se tiver plateia, e isso é uma convocação (e uma imploração) para que os amigos se juntem a mim nessa tarefa de terminar essa porr@.

 


Impressões: parte 1

A) Infinity Blade 2 (iOS)

Tive o prazer de jogar ao menos meia hora durante o fim de semana. Gostei da ideia de expandirem a história, não gostei da forma que escolheram pra isso. Achava a ideia simples, direta, sem muitos diálogos do primeiro jogo muito boa, e no segundo parece que resolveram mudar tudo, a começar por um diálogo entre o protagonista da série e uma mulher esquisita que sai dando pulões ninjas por telhados que de repente viraram melhores amigos. Po, Infinity Blade não tem que ter muito diálogo não, e pelo menos não de forma direta e rasa como foi, sem falar nos pulos exagerados da mulher.

Outro ponto negativo, a “tradução” do jogo. Quem jogou o primeiro, sabe que eles falam uma língua bem esquisita, de repente você chega no segundo jogo e estão falando em inglês? WTF? Tirou outro brilho de IB.

Em questão de jogabilidade, não joguei o suficiente pra testar ainda armas de 2 mãos ou usar 2 armas ao mesmo tempo. O que joguei ainda é no modo tradicional, mas gostei que agora os inimigos estão mesmo imprevisíveis, alguns ataques você não sabe que diabo ele fará até ser bem próximo da hora, quando você acha que virá uma espadada pela esquerda, o cara te acerta com um chute pela direita.

Gostei também de agora você precisar de chaves para abrir alguns baús, não é só chegar e ir abrindo logo de cara não. Tem também gemas que você vai imbuindo nas armas pra poder dar fatores elementais e mudar o tipo de dano que ela causa. Até o momento a diversão é muito positiva, apesar dos pontos que não gostei.

B) The Legend of Zelda: Skyward Sword (Wii)

Um amigo me deixou emprestado essa semana o wii dele e aproveitei para começar os testes de um dos jogos mais aguardados na história do Wii. Só consegui até agora terminar o pedaço de introdução da história e comecei a primeira dungeon do jogo (acredite, isso me levou umas 2 ou 3 horas). Devo dizer, estou impressionado com a ambientação que a Nintendo criou. Sem deixar a fábula e o valor universal para qualquer idade da série de lado, eu concordo com o que a IGN disse de ser o Zelda mais maduro que fizeram. Ainda existem as piadas, o fod#/não fod# da Zelda e o Link, mas no fundo a história assume uma postura mais séria, e isso é reforçado pela trilha sonora. Não joguei nada de Twilight Princess para comparar, mas a trilha sonora mais com cara de épico da série que joguei é o de Skyward Sword. Joguei por 3 horas sem me cansar, nem me queixar da controlabilidade através do wiimote. Como eu disse, não joguei muita  coisa, então não pude ainda testar os equipamentos secundários pra opinar sobre a flexibilidade com o controle.

Senti uma certa influência de Shadow of the Colossus no jogo. Nada que você dissesse “que descarado”, mas a barra de resistência do Link pra escalar, correr, saltar etc, aliado a algumas figuras sombrias do jogo me deram uma sensação de referência a SotC, e isso é muito bom, porque não perdeu a característica de que é Zelda mesmo assim.

C) Starcraft 2: Wings of Liberty (PC)

Lembram que eu disse que você não jogava no modo campanha como zergs ou protoss? Pois é, esqueçam isso, pelo menos com os protoss. Cheguei em um ponto da história em que você passa por algumas missões com os protoss que afetam nas ações que a campanha principal dos terranos tomará em seguida. Não sei se o mesmo acontecerá com os zergs, mas espero que sim. To gostando bastante do enredo que tudo está tomando, e principalmente das atualizações de unidades que vão abrindo a cada missão. Difícil é escolher qual produzir que seja mais efetivo na hora das missões, já que quase nenhuma delas é “destrua a frota de zergs/protoss/terrans da supremacia inteira”. Missões de tempo no qual você precisa erguer uma equipe pra se defender rápido e posteriormente atacar é bem complicado de ficar testando unidades, ainda mais se elas não tiverem ataque aéreo pra se defender de naves inimigas.

Conforme for jogando mais dos 3, vou acrescentando comentários posteriores.


É amanhã! Infinity Blade 2

A Epic Games é uma das empresas, junto com Bioware e Blizzard, mais fodas do mercado. Os caras surpreendem e agradam, não interessa a plataforma. Pensado a princípio para ser um jogo no Kinect, Infinity Blade é de longe o melhor jogo que tive o prazer de testar no iPhone, e não espero nada diferente de  IB2. Costumo pensar que a proposta do mundo de IB é um pouco parecida com a de Demons/Dark Souls, da From Software. Claro que os jogos são bem diferentes e tudo mais, mas ambos tem aquele “Q” de “esse mundo é uma merda, tu ta no meio dela e se vire pra sobreviver no meio disso tudo”, sem muito nhem nhem nhem nem c* doce (proibido pros diabéticos de frescura).

Infinity Blade 1 era um jogo direto, você avista um castelo ao horizonte e resolve acabar com o Deus Rei (God King), ou ditador local que mora por lá e pegar pra você a Infinity Blade. Os inimigos vão surgindo para duelos e não tem nem conversa, só a troca de olhares e já começam a se ajeitar pra peleja de facas (ou espadas, ou machados, ou marretas…). No fim, você enfrenta o chefe do castelo pra tentar tomar a Infinty Blade, uma espada com poderes. Se você derrotar o chefe, você vê uma cena em que o chefão diz que você ferrou tudo e os invasores vão acabar com esse mundo. Se você perde, sua alma é sugada, e o chefão diz para seu lacaio que manipule a situação de forma que o herdeiro do seu personagem se sinta desafiado a vingar a morte do pai, e ai o jogo recomeça 17,18,19 anos depois do último personagem, só que você já começa com o nível, os equipamentos e o dinheiro que seu pai tinha quando morreu, e por aí vai.

Pelo que li, Infinity Blade 2 pega tudo isso que o primeiro tinha de bom e amplia, a começar pelo fato de que agora resolveram desenvolver uma narrativa  ao longo do jogo todo. Por conta disso, agora sabemos que o protagonista se chama Syris e que ao longo do jogo, vamos conhecendo um pouco do passado do personagem e porque ele e seus antecedentes estavam fadados a enfrentar o Deus Rei. Caminhos alternativos também ganharam seu espaço, em oposição ao ritmo quase linear, com poucas variações de caminho que o primeiro jogo tinha.

O esquema de combate do primeiro jogo era fantástico, você tem uma espada na mão direita e um escudo na esquerda, risque a tela no sentido que quiser, e esse será o rumo do seu golpe. Mas pra se dar bem, você tem que defender os ataques do seu inimigo, sempre na direção oposta a que o golpe está vindo. Você pode apertar o botão de escudo para se defender também, mas isso vai acabando com a resistência dele, até quebrar. IB2 agora te permite usar armas de duas mãos, ou segurar armas em cada mão, e isso muda bastante a jogabilidade, porque você passa a ser mais agressivo, mas ao mesmo tempo, mais vulnerável aos ataques inimigos.

Guarde uns trocados para amanhã quando sair IB2, se você curte alguns jogos diferentes no iPhone/pad/pod, esse é o que mais vale pela jogabilidade, e pela beleza. Jogar no aparelho dos conhecidos eu irei!


%d blogueiros gostam disto: