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Esse é o pedido de casamento mais foda – Parte 2

Adoro a criatividade nerd/gamer nessas horas, sempre surge alguma coisa bacana disso.

Um figura chamado Quinn, resolveu pedir a mina dele em casamento. Só que seria muito comum só sair pra jantar, ou preparar algo em casa e apresentar a aliança. Fãs da era 8 bits, o cara resolveu comprar um cartucho antigo de contra, retirou o chip, dumpeou e editou em cima dele algumas alterações, colocou em um novo chip, e botou a mina pra jogar. Curta as fotos

A coitada fatiada e o anel de noivado. "Foi por um boa causa" Quinn disse. Eu concordo

A coitada fatiada e o anel de noivado. “Foi por um boa causa” Quinn disse. Eu concordo

Alguns chips que serviram de teste antes do produto final

Alguns chips que serviram de teste antes do produto final

O código hexadecimal está nessa tela. Eu não entendo lhufas, deixo isso para vocês programadores

O código hexadecimal está nessa tela. Eu não entendo lhufas, deixo isso para vocês programadores

O aparelho usado para gravar a alteração no chip

O aparelho usado para gravar a alteração no chip

A tela inicial já personalizada para o casal

A tela inicial já personalizada para o casal

O jogo em si permanece o mesmo

O jogo em si permanece o mesmo

E finalmente o pedido, na tela do encerramento do jogo: "Parabéns Amy!! Você zerou o jogo, salvou o universo e conquistou o meu coração. Quer se casar comigo..."

E finalmente o pedido, na tela do encerramento do jogo: “Parabéns Amy!! Você zerou o jogo, salvou o universo e conquistou o meu coração. Quer se casar comigo…”

Foi ou não do baralho? A gente vê essas coisas e tem até inveja de nem sempre rolar umas ideias malucas assim.

Quem quiser ver o depoimento e o procedimento completo que ele fez, segue o link da história dele.

assinatura pnmp

 

 


Antes do Game Boy, os minigames

Certa vez fuçando no ebay vendo alguns produtos me deparei com esse aqui:
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Eu fiquei doido, isso me trouxe um monte de recordações de minha pré-adolescência. Eu ganhei um desses logo após passar umas boas na praia do futuro, de férias em Fortaleza. Depois de quase morrer no mar, passamos em um estúdio fotográfico pra revelar umas fotos, e vi o minigame do Pit Fighter. Safado como todo moleque é, imaginei que meu pai e minha mãe não me negariam isso tendo passado por uma perrengue de vida e morte. Pedi, e eles disseram “depois”. Acabei ganhando dias depois no natal o Double Dragon 2, meu irmão ganhou o Ninja Gaiden. Eu lembro que adorava esses minigames porque eles eram feitos baseados em jogos de videogame conhecidos, diferente daqueles vôleis e corridas que acostumamos ver em minigames. Na época eu vi anunciando tambem o de Megaman 3 e  Castlevania 2.

Nesse dia que achei esse no Ebay, acabei vendo que tinha muito mais lá nos EUA. Eles foram originalmente produzidos pela Tiger Electronics, e como é de praxe, muitos deles não vieram pra, como Megaman 2, Double Dragon 1, Ninja Gaiden 2 e 3, Battletoads e por aí vai.

Minha pergunta é: Quem mais teve desses jogos?
Aqui vão algumas fotos de uns títulos. Mais deles podem ser vistos no Handheld Museum, tem uma parte lá só da Tiger. Os caras lançaram minigame até do Symphony of The Night! Mas a lista deles não tá completa, já vi outros jogos no Ebay que nem estão listados ali.
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Fã de “Handheld games”

No mesmo dia, descobri um cara no Youtube com o login de handheldgamefan, ou algo assim, que faz alguns reviews e demonstra um pouco dos jogos. Acho que o cara tem paralisia cerebral porque ele fala um pouco enrolado, e pelo fato de estar em uma cadeira de rodas. Não entendo muito o que ele diz, mas dá pra ver um pouco dos jogos, apesar da imagem não ser tão boa. Achei bacana a dedicação dele comentando de algo assim tão esquecido em tempos de portátil com tecnologia 3d e visual de playstation 3. Tem um gosto de nostalgia muito bacana esses minigames.

Emulando minigames

Tem um maluco que se auto entitula Hipopotam que decidiu criar um site com versões em flash de emulações desses minigames antigos. Infelizmente dos clássicos da série Master, ou Tiger, só tem o Exterminador do Futuro 2, mas existem uns Game & Watch muito clássicos da Nintendo como Donkey Kong, ou Legend of Zelda. Entrem no Pica-Pic e joguem.


Super heróis versão 8 bits

o artista Jesus (uuuuuh) Castaneda fez umas versões modificadas de heróis redesenhados sobre sprites de mario 3, e ficaram muito bacanas.

O cara faz umas coisas bacanas com ilustração tradicional também, então dêem uma olhada no tumblr dele.


Liberaram os heróis

Ontem parece ter sido o dia de testar jogos gratuitos. Depois de jogar Stealth Bastard, fui dedicar um pouco de tempo a testar o MMO DC Universe Online, o título com os famosos heróis da DC. Desde o início do mês liberaram geral o jogo. Na temática de heróis, antes dele, eu já tinha jogado Champions Online, que já estava me divertindo, mas nada perto do que curti ontem com DCU. Um tempo atrás eu disse que o único MMO que conseguiu me prender por sentir evolução na história conforme ia jogando foi Age of Conan. DC Universe tem grandes chances de fazer melhor que AoC pra mim, porque a temática de super heróis me agrada mais.

Eu não havia parado muito pra ler mais do que “DC Universe foi lançado” ou “o jogo é isso, isso e aquilo” nas notícias sobre o título, até porque MMO não são o meu forte. Mas uma coisa que sempre me perguntei é: como eles vão conseguir colocar a gente pra jogar com Batman, Super Homem ou Mulher Maravilha? A resposta é simples, e uma ótima solução, você não joga com esse tipo de heróis. Você cria um herói novo com origens baseadas nos heróis, e principalmente, escolhe um deles como seu “tutor”. Achei uma ideia bacana.

E isso leva a segunda pergunta: Por quê diabos surgiu de repente esse montão de heróis além dos já conhecidos no universo DC? A resposta está no enredo do jogo. Em um futuro alternativo, os vilões conseguiram derrotar a Liga da Justiça (diga-se de passagem, ficou um cinematic fodástico de abertura com esse combate), e logo após o combate, surge o Brainiac e domina tudo na Terra. Lex Luthor volta então ao passado pra avisar os heróis, e com uma tecnologia roubada de Brainiac, lança ela sobre a Terra, no qual a população começa a manifestar poderes. Isso gera novos heróis, mas tambem novos vilões, e a partir daí, Lex diz que cabe aos heróis da Liga da Justiça treinarem esses novos superseres para se defender contra Brainiac e proteger o futuro. Achei um ótimo enredo, e fiquei imaginando como seria se fosse com os personagens Marvel. Questão de gosto pessoal, eu prefiro os personagens do titio Stan Lee.

Instalei ele em um laptop Positivo Sim+6240 já imaginando que fosse talvez rodar muito ruim e feio, mas pelo contrário, o jogo estava configurado de médio pra bom nas qualidades gráficas. De fato, só ficou travando um pouco nas cenas com muitas pessoas na tela. O jogo tem suporte a joystick, melhor coisa do mundo, porque pude jogar com controle com fio de X360. E o melhor é que ele já vem todo configurado certinho pro controle, todos os atalhos básicos e tudo mais, não precisei fazer nada, a não ser digitar pra mandar mensagem, pelo teclado.

Na versão di grátis o jogo não te permite tantas regalias como na versão paga, mas entre receber um bolagato (ou se for mulher, uma lambidinha) grátis, uma trepada paga completa, e ficar na mão só imaginando como deve ser, o ballcat certamente é mais agradável. Dentro das características da versão free você pode: Criar até 2 personagens, comprar DLC’s, tem 28 espaços no inventário podendo comprar mais, pode comprar espaços para leilão, tem 12 espaços no banco do jogo para guardar itens, podendo comprar mais. Também não tem troca de equipamentos com outros players e pode ter no máximo 1500 de grana além de outras coisinhas mais. Na versão trepada completa existem ainda 2  pacotes diferentes que vão aumentando as regalias permitidas.

Se você curte um bom MMO, e está querendo sair um pouco da linha guerreiro medieval fantasioso, DC Universe é legal pacarai!


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