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Deadpool mandou avisar: Chupa, Wolverine (F&%$ing News 16/07/2012)

Essa última semana esteve acontecendo em San Diego, a San Diego Comic Con, uma das mais, se não a mais, conhecida convenção de quadrinhos do mundo. Já faz algum tempo que a feira tem abrangido outras áreas. Assim como na E3 você vê milhares de empresas anunciando aplicativos de programas pra tv e filme no seu console, a SDCC se tornou um palco pra apresentar jogos de videogame também.

Não podendo ser diferente, esse ano, no meio do salão da Marvel, enquanto esta apresentava os próximos jogos baseados em seus personagens, eis que entra o (anti) herói mais esc&$*$ da editora, bicando a porta e pagando sapo, anunciando o seu futuro jogo baseado no personagem. Em seguida é apresentado o teaser, e Deadpool termina dizendo que informações já podem ser vistas no site do seu jogo (no qual ele garantiu que foi ele mesmo quem fez, com 3 semanas de aula na faculdade).

O trailer não diz muita coisa sobre como vai ser o jogo, mas sério, se conseguirem ser felizes no resultado, pelo personagem e o nível de es%#$tidão e irreverência que as histórias dele tem, Deadpool: The Game tem tudo pra ser um Game of The Year. O medo fica só por conta de que é a Activision quem está desenvolvendo.

O site do game também não diz muita coisa como data ou coisas do tipo, mas já dá pra rir muito do layout cheio das piadinhas imbecis típicas do Dead.

Curte o teaser:

Como ele mesmo diz no teaser, CHUPA, WOLVERINE!


Batman: Arkham City vai ganhar versão Game of The Year (F%$#ing News 26/04/2012)

Pois é, pra todos aqueles felizardos que não compraram ainda um dos melhores (se não o melhor) jogo lançado no ano passado (como eu), agora vão ter a possibilidade de comprar a edição GOTY de Cidade Arkham. Contando com todos os DLC’s que sairam até o momento, e mais alguns exclusivos, a versão está programada para lançar no dia 29 de Maio.

Como nem tudo são flores nesse caminho, parece que a Warner decidiu que tinha que cagar em algum ponto da história, e cagou no menos ofensivo, mas ainda assim incômodo, vejam a capa nova do jogo:

Santa porcaria Batimão!

E aí, curtiu? Parece mais a capa de uma revista, ou um anúncio no canto de uma loja, do que uma capa né? Quem passa rápido até acha que o nome do jogo é “10 out of 10” ao invés de Arkham City, que aliás, está ali no canto direito, bem pequeno, caso você ainda não tenha achado. Uma porcaria de capa comparada a original que era tão limpinha e expressiva. Felizmente o jogo vale a pena, e você não precisará gastar rios de dinheiro comprando os DLC’s que já sairam.

Só pra termos de comparação, eis a capa original:

Olha que lindeza!

Que diferença hein? Uma pena não venderem essas capas em separado.

PS: Já viu os bonecos baseados nos games que foda? Mermão, grana pra que te quero pra aumentar a prateleira hein?

Batimão pela Play Arts

E esse coringa medonho? Foda!!!

Esses aí estão em pré venda na Limited Edition, mas os preços acabam sendo até bem salgados.


Poeteiros gonna Poetar

Acho que essa personagem não tem no jogo não hein, nem na sua vida, hehe

To começando a gostar de Skyrim…


Diário de um jogador de Gears of War 3: Parte 2

Mais 2 horas de partida hoje, dessa vez dividindo com 2 amigos (nessa proporção, amanhã eu consigo realizar minha vontade de jogar o modo campanha em 4 pessoas), e curtindo pacas. Ao que estou percebendo, o jogo tem dividido o foco entre os personagens, você começa a campanha como o protagonista Marcus Phoenix,  logo em seguida te passam pra jogar com Cole e outros membros dos COG’s. Não é só nisso que o foco está dividido, até o ponto em que estou, a história está trabalhando muito com ciclos da origem dos personagens que se fecham, o jogo já começa te pondo atrás do paradeiro do pai do Marcus, que estava supostamente morto até o momento. Com Cole, você começa visitando a cidade natal, onde ele é bem popular por ser o astro do antigo time de futebol americano antes dos Locusts fud#%$ com tudo.

Os Lambents até o momento estão se saindo mais difíceis do que os Locusts eram até Gears 2. Não me lembro de passar tanto problema por falta de balas no mesmo nível que to passando em Gears 3. Os bichos são resistentes pacas, alguns até bem chatos, que ficam teimando em não serem serrados ao meio. Mas até o momento, o pior que enfrentei é o Ursinho Carinhoso. Não estranhe, não tem nada do tipo no jogo, eu que tenho o hábito de nomear os personages de Gears e Left 4 Dead tudo, pra facilitar na identificação jogando em grupo. Esses fila dumas put@ lambedores de testículos alheios são grandes, fortes e resistentes pra car@$#*, e ainda por cima jogam umas bolas de luzes (não é Hadouken) que te derrubam logo de cara, tome 2 e vc tá morto no ato. Pra matá-los, só com muito “carinho” na barriguinha brilhante deles (daí o motivo de ser Ursinho carinhoso).

Outro monstro chato, que não achei um nome pra ele, é uma criatura que depois de vc acertar muito no ponto fraco, o bicho cresce, parecendo uma cobra gigante, com 2 tentáculos no lugar dos braços e fica atirando flechas de luzes que tambem te derrubam de primeira, e o pior dessas porr@s dessas flechas é que como o monstro fica mais alto, elas caem de cima pra baixo, passando por cima da barricada que você tá de proteção, como se não fosse o suficiente, depois de explodirem nessa tranformação, a cabeça sai viva e se arrasta pra perto de você, para implodir e te levar junto, fala se terrorista não economizaria a beça com homens bomba se controlassem uns bichos desses.

Sobre jogabilidade, é o que falei no outro post, Gears é manjado, e não tem muita novidade, mas a ação é frenética, sem nenhum minuto pra descansar, aliado ao bom humor e sarcasmo nível 20000 plus dos personagens. Uma das poucas novidades da vez fica por conta de alguns exoesqueletos em alguns pontos das missões que você usa pra derrubar monstros que parecem recém saídos de combates contra o Daileon e o Titan Flash. Você também usa esses exoesqueletos pra carregar algum objeto grande que faz parte do objetivo da missão.

Eu tinha que dizer isso, mas uma das coisas que mais ri de bobeira no jogo foi um momento “malas de galera batendo num coitado”, ou the warriors: o jogo. Um monstro foi derrubado por um dos amigos jogando, e enquanto ele chegou serrando uma parte do monstro, eu estava do outro lado chutando ele no chão.  Que coisa mais saudável e benéfica a sociedade, hein? Por isso gosto de videogames, boto todos os meus demônios pra fora lá e volto pra sociedade tranquilinho, livre, leve e solto, tendo feito tudo que não tenho vontade, nem coragem na vida real.

Até a próxima. Futuramente, quando eu terminar a campanha, posto sobre modo Horda e coisas do tipo, só devo demorar a postar sobre DLC’s, porque ganhei a versão standard, e o jogo tem DLC tanto quanto tem Lambent pra matar, vai mais uma boa grana se for comprar tudo. A dica atrasada que ganhei, é que em alguns aspectos, era melhor comprar a versão que vinha com o Season Pass, liberando tudo, ou quase tudo desses DLC’s.

PS: O nome oficial do Ursinho Carinhoso é Gunker, e o outro que cresce com tentáculos se chama Drudge.

Tempo Parcial: por volta de 3 horas, no modo difícil | Companheiros de aventura: Butcher (ontem e hoje) e Hunter X (hoje)


Gears of War 3 – impressões

Até agora o que tenho a dizer é: K -rá-lho!!!! A Epic acertou na medida de novo. Embora eu não tenha ficado tão escrot@mente empolgado como fiquei no segundo, ainda assim o jogo continua me fazendo cair o queixo. Em time que tá ganhando não se mexe, e gears é exatamente assim, claro que a fórmula já está um pouco gasta, mas ei, CoD tem 10 mil títulos e sai um novo todo ano, Gears é apenas o terceiro, e o último já tem mais de 3 anos de lançamento, deu tempo de sentir saudade já.

O jogo continua surpreendendo no que diz respeito a gráficos bonitos, o jogo está com um visual limpinho e usando o melhor que o Xbox no talo pode oferecer. Ainda estou bem no início e não tem muito da história desenvolvida até agora, mas o que sabemos é que aparentemente os Locust foram derrotados com a queda da cidade de Jacinto, mas ainda assim os sobreviventes não puderam comemorar muito. Sem um lugar pra morar, se estabeleceram em uma ilha, o que não durou muito tempo, já que surgiram novas criaturas escrot@s, os Lambent, e tão ferrado geral de novo. A ilha acabou por ser perdida e os sobreviventes se dividiram em grupos vivendo em navios e outros tentando a sorte de novo no continente. A partir daí, o resto da história qualquer Wikipedia resolve a tua vida.

Vai por mim, correr em um navio todo fod#%* sendo atacado por monstros é tão foda quanto dirigir um jipe de combate numa caverna escura cheia de Locusts, e nesse ponto Gears ainda não perdeu a linha no que se diz respeito a te manter em um ritmo frenético 100% do seu tempo de jogo.

Só não jogo mais hoje porque dependo dos amigos se juntarem a mim pra jogar em multiplayer, já que não tô afim de jogar Gears sozinho, e nem quero, esse jogo merece ser jogado em multiplayer. Serrar lamberts ou locusts só tem graça se tiver plateia, e isso é uma convocação (e uma imploração) para que os amigos se juntem a mim nessa tarefa de terminar essa porr@.

 


Diário de um jogador de Zelda: Skyward Sword (ou Impressões: Parte 2)

Finalmente terminei a primeira Dungeon de Zelda: Skyward Sword. Ainda não foi revelada muita coisa da história, mas agora já conheço ao menos um se não O rival de Link no jogo. Já pude testar ao menos 2 equipamentos que fazem uso da controlabilidade do Wii remote e gostei de ambas. A primeira é o estilingue, que não faz um uso complexo do controle, apenas mexa o controle para mirar e aperte A para atirar. A segunda o besouro de controle remoto, é ainda mais bacana porque você controla o vôo dele e é bom pra ter uma visibilidade de outros ângulos de certos locais que podem ter itens escondidos.

Me senti um noob na dungeon, puzzles até bem simples, mas demorei mais tempo do que achei que demoraria, ou gostaria de ter demorado, apelando até pro gamefaqs no puzzle do primeiro olho (ridículo, eu sei, mas não tava conseguindo pensar em nada mesmo e prometo não repetir uso dessas coisas). Eu gostei da exploração da dungeon, segue bem a linha dos jogos anteriores, e não é cansativa, apesar de eu ter demorado bastante nela. O que não gostei é a “facilidade” dela. Em tempos de checkpoint em tudo que é jogo, achei que tava até excessivo o tanto de savepoints que tinha na dungeon, e não consegui (e nem quis) morrer pra saber se ainda assim eu voltava pro início da dungeon ou se continuaria do último ponto salvo. Se for a primeira opção, beleza, já que sempre foi assim em Zelda, e você valoriza a dificuldade do jogo, se for a segunda, ponto negativo demais.

Como falei do rival do Link, gostei do duelo com ele no final da dungeon, não achei massante, embora chegue uma hora que você fica chacoalhando o controle horrores pra acertar espadadas. Mas não é em exagero, porque senão cê toma um pau testicular dele, se os outros duelos de espada forem crescendo assim no jogo, ficarei muito feliz.

Considerações finais: Estou cada vez mais colocando Skyward Sword no topo junto com Ocarina of Time, como Zelda mais espetacular, e não estou desconsiderando nem de longe A  Link To The Past e Oracle of Seasons/Ages. Siga nesse ritmo que continua subindo.

Tempo total de jogo até o momento: 7 horas e 30 minutos


Starcraft 2, atrasado, eu sei

Eu sei que já tem mais de ano que saiu Starcraft 2: Wings of Liberty, mas só comecei a jogar na semana passada, quando comprei na promoção de 50% de desconto de black friday. Fora o fato de que o blog nem existia no momento do lançamento do jogo né, mas enfim…

Já fazia muito tempo que eu não me sentia tão empolgado com um jogo de estratégia, parte disso porque fiquei longe dos jogos de computador, pelo menos até comprar um novo. Depois que peguei a máquina nova, eu testei os jogos que estavam acumulando e que sempre quis: Supreme Comander, The Sims 3, Dragon Age Origins (pra começar de novo o meu jogo, já que o do xbox que estava perto do fim eu perdi), e até mesmo o Age of Empires 3, online e o  Rise of Nations: Rise of Legends. Nenhum desses me deixou tão empolgado jogando de novo no pc como Starcraft 2. Volto a dizer sempre, a Blizzard é foda. Os caras passam anos preparando tudo certinho pra que o jogo saia bom em todos os sentidos, e não perdem a maestria.

A começar pela preocupação em te situar no enredo do jogo, no manual, como é de praxe desde warcraft 2, até onde me lembro, você tem uma sinopse completa do universo do jogo, do que aconteceu na edição anterior e o que tem acontecido até o momento do início do jogo. Você só fica completamente perdido se você não quiser acompanhar o enredo.

Não vou perder tempo falando da história do jogo, já que o título não é recente e muita gente já deve saber o que se passa, mas tenho que dizer que, apesar de parecer caça níquel pra baralho ter dividido a obra starcraft 2 em 3 jogos, sendo cada um pra uma  raça específica do jogo, não foi nem um pouco assim. Uma pena não acompanhar um roteiro completo de todos os 3 times, mas isso permitiu fazer um jogo dedicado com um enredo melhor trabalhado, fora a quantidade de missões que no fim serão maiores né, considerando que são 3 jogos ao invés de 1.

Adorei a ideia das sequências de intermissões, onde você pode conversar com outros personagens, customizar os upgrades de suas unidades e estruturas, optar por qual missão pretende fazer e se ambientar melhor do universo do jogo através dos noticiários e objetos pelo cenário.

O jogo está todo em português, e quando digo o jogo todo, não é apenas menus, legendas e o escambal. O jogo foi dublado no Brasil, e dessa vez a Blizzard teve o tato de chamar uma equipe de dubladores profissionais mesmo, ao invés daquelas dublagens de merda de Warcraft 2.

O melhor de tudo, o jogo está bem bonito, mas não necessariamente precisa de uma máquina pic@ grande. Meu laptop é até mediano, e está rodando o jogo em qualidade média. Claro que efeitos de sombra, o nível de shaders, etc, eu tenho que deixar no mínimo, mas textura por exemplo está no alto, e outras coisas como efeito de reflexo estão ligadas. Outra coisa que curti bastante foi a interação da Battle.net. Fiquei muitos anos longe dela, desde a época de diablo 1 e 2, então perdi as modernizações acompanhando a evolução desse tipo de tecnologia. Hoje você usa o sistema como usa a live ou psn, podendo conversar com os amigos, tendo um sistema de conquistas pra comparar com eles, marcando partidas online com seus amigos entre si ou contra outros jogadores aleatórios. Curti bastante.

A variedade de missões diferentes também são um excelente atrativo. Longe do “pretinho básico” (ai santa, virou blog de Gloria Karalil) de “derrotar seu inimigo”, você tem missões em todos os estilos, desde assaltar trens pra roubar carga, até escoltar caminhões transportando civis pra evacuar planetas dominados pelos Zergs. Pra ter uma ideia, ainda não joguei uma missão que fosse parecida com a outra, e olha que já joguei bastante.

Enfim, se você gosta de jogos de estratégia no pc e não jogou Starcraft 2, você tem 2 opções, ou você corre atrás pra conseguir o seu, ou se mata, porque não existe gostar de estratégia e não gostar de Starcraft.


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