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Livro homenageia os clássicos do GameBoy

Tá pra nascer livro mais específico do que esse, trata-se de uma obra dedicada aos clássicos do Gameboy. Longe de ser um livro de dicas, ou apenas histórico, Pixel Galaxy, como é intitulado, traz milhares de sprites retirados dos diversos clássicos do famoso aparelho verde e preto, e aproveita um pouco do espaço para contar sobre curiosidades dos jogos  que fizeram do portátil, o terceiro videogame mais vendido da história.

O livro é produzido pelo designer alemão Sergio Ingravalle, mas como nem tudo são flores, ele procura por uma editora pra publicar o livro em grande quantidade, se alguem conseguisse uma editora pra patrocinar a publicação seria bem bacana. O autor pode ser contatado em Fremddesign@web.de

Fonte: Geek

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5 Finais broxantes de games

Você passou horas e horas, durante vários dias, lutando contra hordas e mais hordas de inimigos, aprendendo as melhores formas de avançar um nível, de passar aquela fase complicada, esperando no fim receber uma merecida recompensa (além da satisfação pessoal de ter derrotado seus inimigos). Você destrói aquele otário do chefe final e espera ver a conclusão da odisseia que o levou até aquele momento, e então o final te decepciona, e você fica broxado como se aquela gostosa que você pegou tivesse um put@ mal hálito, ou trepasse pior do que sua punh&#@ mais sem graça. Meninas, invertam esse exemplo para a sua situação como quiserem.

Star Wars: Knights of The Old Republic 2 -The Sith Lords (Xbox, PC)

Esse título não merecia nem estar aqui, o jogo inteiro é fantástico, o que tinha de legal no primeiro foi mantido e ainda acrescentado no segundo. Só esqueceram de melhorar a história também. Não há como comparar o esmero da Bioware ao criar o enredo do primeiro jogo com o da Obsidian em manter no segundo, e não me entenda mal, o jogo não é ruim nem chato, é o contrário, legal pra cara%$#. Mas o final do jogo foi o ponto baixo. Você chega ao final, depois de um leve duelo com Kreia, ela te diz que você está preparado, e ainda tem visões claras de tudo que vai ser no futuro, inclusive o que seus atuais aliados vão fazer, e então você segue rumo ao desconhecido. O jogo termina sem dar uma única pista de pra onde Revan foi, ou o que é o perigo maior que ele foi enfrentar nos confins do universo. Parecia abrir para uma história maior, mas o que deixou mais claro é que a Obsidian não parecia fazer ideia do que iria fazer em seguida, uma pena.

Tartarugas Ninja 3: Radical Rescue (Gameboy)

Tá, tudo bem, jogos antigos nem sempre tinham o trabalho completo, ou desempenho de máquina, pra produzir um final foda. Mas isso não necessariamente quer dizer que precisava ser um final tão pífio. Depois de você derrotar o Destruidor (novidade),  e conseguir a chave para libertar a April, o máximo que você recebe é uma fotinha dela, como a de todos os outros personagens que você salva no jogo, dizendo que agora que você derrotou o Destruidor, o mundo finalmente estará em paz. Pronto, créditos logo em seguida. Fim. Que bela bosta.

Battletoads (Nes, Mega Drive)

Nunca joguei nenhum game tatooiniano pra comparar, mas da Terra, certamente Battletoads é um dos jogos mais difíceis da galáxia. Você se fud$# andando a pé, de jet ski voador, surfando, se atracando com uma cobrona gigante (que pornô), em um monociclo fugindo de uma bola serradora e tudo mais, pra no fim ter apenas uma mensagem da Dark Queen não acreditando que foi derrotada e que é melhor sair fora enquanto ainda tá de boa. Depois disso aparecem Pimple e a princesa e pronto, vamo todo mundo embora na nave com uma mensagenzinha na tela dizendo que os battletoads conseguiram e bla bla bla. Uma pena que os videogames na época não tinham o potencial pra fazer um final absurdo e compensador pra um dos jogos mais picões de todos os times.

Alex Kidd In Miracle World (Master System)

Sofre do mesmo mal de Battletoads e Tartarugas Ninja 3, falta de um pouco mais de potencial da máquina pra desenvolver um bom final. Você derrota o chefe final, salva a princesa e o povo radaxiano e aparece apenas uma mensagem de que você foi bem sucedido,e  o jogo era quase tão foda quanto Battletoads.

Rise of the Argonauts (X360, PS3 e PC)

Esse sim teve o pior final que consigo me lembrar no momento dos que já joguei. O game inteiro é cheio de cutscenes, um monte de coisas que vão complementando o enredo, que é bem mediano mas bacana, pra você chegar ao final apenas pra ver sua mulher voltando a vida, te dar um beijo e corta pra cena do casamento com todo mundo batendo palma. O final é tão súbito e apressado que parece que os produtores levaram muito a sério o lance de seguir um enredo de filme, inclusive a parte em que o filme tem que ter especificamente 2 horas e não deu tempo de desenvolver melhor um final. Com a diferença de que o jogo tem muito mais do que 2 horas.


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