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A paixão de jogar com a “brodagem”

Wii, Ps3 e X360, opções pra todos os gostos e perfis

Wii, Ps3 e X360, opções pra todos os gostos e perfis

Não me lembro de nenhuma época em que os vários perfis de jogadores tenham sido tão bem servidos. Jogadores com perfil solo tem muito mais a cara da Sony, do mesmo jeito que o pessoal que prefere a presença dos amigos (ou inimigos) tem muito a cara da Microsoft. Rolou até pra quem prefira games mais casuais e pró zoação com os amigos, ou até velhas ideias reapresentadas, como o público da Nintendo, muito embora todos os 3 consoles tenham um pouco de cada. Joguei dos 3 consoles na geração, tive o prazer de pegar um Wii emprestado e me satisfazer com os velhos clássicos Nintendo, além de experimentar girar o pirocóptero em games de zuação como Just Dance ou Raving Rabbids. Cheguei a ter de tabela um PS3 que era do meu irmão, e me fartei de alguns exclusivos como Heavy Rain, Heavenly Sword, God of War 3 ou Journey, mas nenhum deles me deixou tão empolgado nessa geração como o X360.

PS3, um prato cheio de exclusivos classe AAA

PS3, um prato cheio de exclusivos classe AAA

Me desculpem se esse depoimento soar “ista”, não é nesse sentido que quero tratar, deixa eu explicar.

O X360 foi voltado a explorar as funcionalidades online desde o princípio, a começar pelos chats que eram permitidos já do lançamento do console, e que foram melhorados quando deram o upgrade para os cross chats. Você pode até dizer que é frescura, que quando entra no jogo no PS3 o chat tá lá, ou mesmo que se fosse pra ficar batendo papo, ia pro MSN ou o que for. No caso do último exemplo, isso bate com o lance dos perfis de gamers, não é a sua cara jogar com a galera e pronto, mas nos exemplos anteriores, você tá defendendo coisas pequenas. O que foi que desenvolveu-se muito nesses últimos anos com a internet? O crescimento de comunidades online, a comunicação e socialização entre as pessoas. O que foi que um cross chat do X360 proporcionou quando lançado? Comunicação e socialização entre as pessoas, facilitando o desenvolvimento de comunidades gamers online.

Conversar enquanto joga ou fazendo qualquer coisa, só pela vontade de conversar.

Conversar enquanto joga ou fazendo qualquer coisa, só pela vontade de conversar.

Praticamente a totalidade das pessoas que jogo online são amigos meus, e são amigos que conheci através da própria internet de fóruns e outras comunidades. Se a coisa foi pegando afinidade através dos fóruns, o desenvolvimento da amizade veio com a convivência frequente na Live, seja jogando juntos, ou cada um no seu próprio jogo, mas papeando pelo cross chat. Debates sobre diversos assuntos, acompanhamentos de conferências nas E3, além da exploração simultânea de um mesmo jogo single player e comentado entre nós (Mega Man 9 fase a fase conversando e explorando com um brother eu não esqueço), é o que estou querendo dizer. Até na zoação coletiva a coisa era divertida, chat com 5 pessoas onde 3 estão revezando pelejas em Super Street Fighter IV, mas todos os 4 zoando um que perde de forma vexatória é o que mais alavanca a galera a se empenhar em melhorar, ou o que dita a piada por horas e dias.

É legal zoar quando dá essa tela né? E quando tem mais uma galera junto só pela zoação?

É legal zoar quando dá essa tela né? E quando tem mais uma galera junto só pela zoação?

Enfim, deixando de lado todas as facilidades que o X360 me proporcionou em relação a socialização e comunicação, vamos a parte principal: os jogos. Minhas melhores experiências online nessa geração foram com Gears of War (2 e 3), Left 4 Dead (disparado meu predileto multiplayer da geração) e atualmente Borderlands 2. A série Gears of War tá no meu top 5 (se eu tiver um) dos melhores que joguei nessa geração, ele é bom sozinho, mas é perfeito entre amigos. Left 4 Dead é de longe o mais legal pra multiplayer. É o jogo que melhor utilizou pra mim a função cooperativa, mesmo quando você joga em modo competitivo, ele é cooperativo. E Borderlands… bem, eu joguei o primeiro quando ainda tinha o PS3, mas somente single player, achei até esquisito porque as pessoas pagavam tanto pau pra um shooter que achei pouco menos do que razoável. Por causa das promoções de verão da Live, e por influência dos amigos que jogam no Xbox, resolvi pegar o 2, tava barato, não custava tanto arriscar… Tenho que dizer, a experiência cooperativa dele melhora e MUITO a diversão do jogo. Os DLC’s são pouco pra vontade de continuar jogando com a brodagem.

Cooperativo até jogando contra, as equipes revezam entre sobreviventes e zumbis no vs

Cooperativo até jogando contra, em Left 4 Dead as equipes revezam entre sobreviventes e zumbis no vs.

E é disso que tô falando, se você ainda é criança ou adolescente, você provavelmente tem todo o tempo do mundo (como eu tinha na época) pra jogar na casa dos amigos, ou chamá-los pra jogar na sua casa, mas se você trabalha o dia todo, e seus amigos consequentemente também, a maioria das vezes que você conseguirá encontrar com eles, será através das sessões de jogatina. Participar de longas sessões de Left 4 Dead, Borderlands, Castle Crashers, ou qualquer outro jogo com foco no multiplayer, pra mim é tão prazeroso e nostálgico quanto na época que juntávamos na casa de um dos amigos pra tirar longas pelejas de Street Fighter 2, ou na cooperatividade com Streets of Rage ou Final Fight.

Em tempos de trabalho, as facilidades online tentam te relembrar desse período aí (PS:Sei lá que foto é essa, peguei só pra exemplificar)

Em tempos de trabalho, as facilidades online tentam te relembrar desse período aí (PS:Sei lá que foto é essa, peguei só pra exemplificar)

Tenho certeza que vocês devem ter ótimas histórias e experiências online no PS3. Joguei bastante Modern Warfare 2 e Fifa 12 nele, no entanto, pouquíssimas vezes eu joguei com amigos (salvo o Player 2 em algumas sessões de Modern Warfare 2), mas ainda assim, precisávamos marcar pra jogar, e as conversas só aconteciam durante as sessões de jogo e apenas com quem tivesse no jogo, enquanto na live eu tenho a opção de estar jogando Borderlands 2 com ele e mais outro amigo, e ainda mais outros amigos jogando fable 3 e todos interagindo na mesma conversa e rindo das piadas de todos. E ainda assim, foram partidas cujas amizades eu já tinha, e não que foram desenvolvidas pelo convívio.

No PS4 essas diferenças vão sumir, e a Microsoft vai penar pra inventar qualquer diferencial e chamar mais a atenção que a Sony

No PS4 essas diferenças vão sumir, e a Microsoft vai penar pra inventar qualquer diferencial e chamar mais a atenção que a Sony

De novo, peço desculpas se o texto soou “ista”, mas tenho certeza que na próxima geração, vocês que tiverem esse tipo de experiência no PS4 (com a gente do PnMP, de preferência), podem até não admitir ou não curtir, mas vão entender do que eu estou falando.

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E não é que alguem estava feliz? O curioso caso da petição online para que o XOne volte a ser como planejado

“Eu cometi um grande erro.” Será?

Era uma E3 promissora e ao mesmo tempo digna de cautela, Microsoft havia anunciado que seu próximo console viria com uma série de controles e/ou liberdades em relação ao aparelho e os jogos que você comprasse para o futuro console deles. Por outro lado havia uma certa aura de que “isso é o futuro, e é provável que a Sony siga da mesma forma, ainda que o faça depois do caminho ter sido desbravado (e o filme queimado) pela Microsoft.

Chega a E3 e a Microsoft apresenta uma conferência considerada por muita gente como a melhor da história, e não da história da MS, mas da história da E3. Dezenas de jogos divididos entre novas e velhas franquias, sem tempo algum pra respirar entre cada apresentação, quase nada para o kinect (música para os ouvidos dos gamers tradicionais largados de mão nos últimos anos do X360). O que a Sony poderia fazer pra conseguir quebrar uma apresentação tão foda como essa? A resposta foi simples e dada em questão de 3 ou 4 slides e aplaudido de pé por público e crítica: Atacar o ponto fraco da rival, ou seja, nada de meter o bedelho em algo que você já comprou e precisar passar pelo crivo deles para emprestar ou passar adiante, nem te tratar como um ladrão que precisa ser checado todo santo dia pela internet, caso contrário seu console não te deixa jogar.

O primeiro videocassete produzido em 10 anos, a Microsoft só não especificou quantas cabeças ele terá

O que qualquer ser que quer te impor alguma coisa que aparentemente não é bom faz pra conseguir o que quer? Te oferece o melhor banquete do mundo. Seu console será verificado online? Mas você pode jogar online com qualquer conta no seu console tendo apenas uma pagando a Live. Pra vender seus jogos vai ter que ser em uma loja autorizada nossa, ou que ao menos a pessoa esteja na sua lista de amigos a mais de 30 dias? Cada jogo que você comprar poderá compartilhar com 10 pessoas, imagine um grupo de compras de 10 pessoas pra cada jogo. Em resumo: um peixe se pesca pela boca, e foi isso que a Microsoft ofereceu pra fazer com que você considerasse ao menos legal tanto controle e supervisão em cima do seu entretenimento.

Mal ou bem, o que foi oferecido era sem dúvida alguma muito bacana e tentador, mas o que ocorreu é que a reação contrária a isso foi tão negativa que AO MEU VER (e digo isso porque apesar de gente escrevendo sobre o assunto em geral colocarem como sua opinião, óbvio, ao mesmo tempo colocam embutidos como se fosse uma afirmação, e não opinião, sendo assim, uma verdade), a resposta que todos deram é que “não interessa o quanto de presentes e benefícios você me ofereça, se no fim o seu aparelho controlará a liberdade que tenho com o meu console, eu não quero”. Mas peraí, eu disse todos? Eita porr@, eu estou fazendo o mesmo, colocando como uma afirmação ao invés de opinião, me desculpa gente.

E todo esse floreio resumido da E3 e sua reação pós evento foi pra chegar aonde o texto realmente começa. O que aconteceu depois é que a Microsoft precisou fazer uma mudança drástica: esquece todo esse lance de verificação, drm e bla bla bla, tudo voltou a ser como já é no x360, ps3 e futuro ps4 e todo mundo ficou feliz com a resposta e… ops, peraí, p#*@ merda eu usei um termo afirmativo de novo, foi mal mais uma vez. Um grupo aparentemente imensamente maior (eu acredito ser imensamente a ponto de ter feito a MS voltar atrás, mas não ouso afirmar porque não vi dados) acabou  forçando essa mudança e fez o mercado caminhar de uma forma amistosa equilibrando o bacana do compartilhamento e a liberdade contra drm’s ou verificações online como já temos hoje. Mas não é que não tem mesmo como agradar a gregos e troianos? Esses últimos dias apareceu na internet uma petição online para que o XOne voltasse ao seu formato anteriormente planejado.

Como assim querer voltar aos DRM’s e verificações online? Esse povo é doido é?

Essa resposta eu não tenho, somente algumas suposições, mas pelo que vejo, as vantagens que a microsoft ofereceu inicialmente de compartilhamento dos jogos realmente agradou esse pessoal a ponto de se sentirem lesados de não terem mais essa possibilidade. Até quinta, alguns sites diziam ter 2 mil assinaturas, o IGN disse 12 mil, sei lá se digitaram um número a mais no início do post deles noFacebook, sei que isso não importa, o que interessa é que mostrou que um grupo achou que saiu perdendo com essa mudança de planos da Microsoft.

“Igualin igualin” a Steam…

No texto da petição diz que os consumidores que foram contra o que a MS ofereceu estavam mal informados e a Live seria uma Steam para o XBox basicamente. Steam para o Xbox? Andei conversando com uns amigos sobre o porque de tanta diferença na realidade dos preços da Steam para a Live ou PSN já de longa data e, segundo a opinião de um deles que trabalha como tradutor e já teve que ler alguns textos sobre o assunto, o preço dos consoles quando chega nas lojas, em geral é abaixo do preço que deveria ser cobrado, as lojas só assim o aceitam porque as vendas dos jogos compensam as do console, sendo assim, se a Microsoft (ou qualquer outra concorrente dela) resolver vender jogos digitais em promoção estilo Steam, depois da Amazon, Bestbuy etc etc etc terem comprado os jogos pagando o preço normal para vender no preço normal, ela será uma grande filha da p$%@ com essas empresas, porque é óbvio que os consumidores iriam preferir comprar digitalmente ao invés de nas lojas físicas. E o que aconteceria? Quebra-se o acordo formal sobre o preço dos consoles, coloca o preço deles lá pra cima como deveria ser e as fabricantes deles se ferram. Infelizmente eu não consegui com o texto que aponta isso, detesto deixar o post com cara de achismo e fail, mas assim que conseguir dados melhores sobre isso, posto por aqui. Só sei que segundo ele, isso acontece em vários mercados, como o de impressoras, por exemplo. Dessa forma não seria bem assim que teríamos uma realidade da Steam no Xbox. Acho que teríamos promoções melhores que as atuais sim, mas nada próximo a Steam, afinal, vale lembrar que nos computadores a briga com a pirataria é absurdamente maior do que nos consoles. Mas principalmente, dizer que os especialistas em games do mercado editorial estão desinformados é um tanto quanto presunção né?

Do ponto que vejo essa situação, as pessoas na petição são o perfil comum que a Microsoft visou no console: Pessoas que não tem problemas com internet, não se importam se o console fizer uma checagem diária e talvez até acatem qualquer reclamação que o Bleszinski, da Epic faça sobre vendas de jogos usados, afinal eles só jogam com o videogame ligado na internet mesmo e não tem problemas com queda da conexão e coisas do tipo. Acho que essas pessoas tem que ter um console que atenda essa realidade deles? É claro que sim, o que não acho é que a Microsoft ou qualquer outra empresa do mercado vá querer bancar o alto custo de um aparelho de ponta pra vender a um grupo que se mostrou ser pequeno. Em geral achamos que todo americano tem internet rápida e boa, sem quedas e coisas do tipo, mas quando li as centenas de comentários de leitores no blog do Major Nelson, no dia que a Microsoft divulgou a nota oficial de como seria seu sistema online, o que eu vi foi uma imensa maioria desses comentários serem de americanos que TEM sim problemas com conexão. E aí você pensa, “poxa mas uma conexão de um smartphone já resolve pra checagem online do console”. A questão pra mim não é o fato de ter problemas com internet pra que o console seja checado, o problema pra mim é o console ser checado. Se paguei pelo produto, não quero que ele fique me dizendo se posso ou não jogar, quero ter a possibilidade de um dia ter a chance de ir pra casa de um parente no interior, uma fazenda que for e que não tenha acesso a conexão nem através do smartphone, e não ser impedido de poder jogar com os amigos. Aí você pode até se perguntar “mas quando que você faz uma coisa dessas?” Eu te digo, sei lá, poucas vezes, mas quando o fizer, não quero que esse tipo de merda seja um empecilho, paguei um mundo pelo aparelho, não quero que ainda fiquem metendo o bedelho se vou jogar ou não.

Apesar de tudo isso, infelizmente acho que a tendência no futuro encaminha para o que a Microsoft tentou antecipar forçadamente com o XOne, mas torço com todas as minhas forças para que siga para outro lado. Nós temos seguido cada dia mais para o rumo das facilidades através da internet, mas ao mesmo tempo do rumo de ser supervisionado através da mesma. Acho inevitável, tem suas vantagens (como o XOne teria) mas não acho saudável esse rumo.

EDIT: Que burrice a minha, esqueci do link para a petição né, aqui está.

PS: A Edge Magazine colocou uma capa pra lá de matéria comprada na edição desse mês, mas recomendo fortemente que vocês leiam a edição. O texto, ao contrário do que se esperaria ao ver a capa, não tem nada de comprado e faz uma análise de pontos que levaram a essa situação da MS, fazendo um comparativo até as lambanças que fizeram do PS3 uma bomba no lançamento e todas as mudanças que tiveram que tomar pro PS4.

“Esse é o seu próximo console”

Opinem, discordem, concordem, critiquem, mas façam do blog e do assunto algo positivo com discussões saudáveis! Obrigado

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Séries de bonecos (action figures, pros frescos) baseadas em games fodas

Quem coleciona games, dificilmente, em muitos casos se prende apenas apenas aos jogos, muitos gostam muito de ter um pôster, uma estátua, um chaveiro, ou o que for baseado nos seus personagens em pixels ou CG favoritos. No meu caso, e de muitos outros fãs esquisitos desse tipo de entretenimento, os bonecos são dos mais procurados pra enfeitar prateleiras e mesas. Action Figure é o meu p@u voador das galáxias, me recuso a ficar estrangeirizando uma palavra que já tinha nome popular por aqui. Sempre chamei de boneco e sempre será boneco pra mim.

A indústria dos bonecos andou turbinando muito nas últimas décadas, tudo por conta de nós, possuidores da síndrome de Peter Pan, que passaram a colecionar esse tipo de coisa, criando um mercado novo, além das crianças. Fala sério, é legal pacas uma prateleira cheia de miniaturas bem feitas dos personagens que você gosta. Eu trabalho como ilustrador, como não poderia gostar desse tipo de buginganga também? Sendo assim, vamos lá, fiz um apanhado de alguns bonecos que acho fodásticos baseados em games.

Megaman/ X/ Zero

A Kotobukiya é conhecida pacas entre os colecionadores, seus bonecos e estátuas sempre tem muitos detalhes, não poderia ser diferente com os de Megaman, mesmo com os personagens não tendo tantos detalhes visuais.

Megaman

Esse Megaman tá muito foda, e vem com milhares de mãos e detalhes pra trocar e colocar, fazendo tudo que é posição.

X

Suportes sempre são uma boa para ajudar a mudar posições e o escambal, o boneco é estiloso como as artworks originais do game

Zero

O Zero ficou tão estiloso quanto seu parceiro de série, com a vantagem da cabeleira que fica esvoaçante!

Gears of War

A Neca é uma empresa americana que volta e meia surpreende com as escolhas dos temas, como foi com as versões baseadas nas antigas HQ’s dos Tartarugas Ninja. Não é diferente com Gears, os bonecos são brutos e detalhados iguais ao game da Epic. Proibido pra qualquer prateleira com acesso infantil, hehe.

Marcus Phoenix

Bruto que só ele, só faltava pular sangue de uma ferida.

Ticker

Quero ver tu dormir com essa cria das trevas do teu lado

Cole

Cole, o mais bacana de todos os membros dos COG's, engraçado, comediante e boca suja, além dos berros. Ter o Marcus ou um Locust não é nada sem o Cole do lado

Final Fantasy

Falar de bonecos baseados em games não existe sem falar dos baseados em uma das séries de RPG mais famosas do mundo dos games. A cada título novo são milhares de novos produtos baseados nos personagens, isso sem falar de filmes ou desenhos animados que também  geram novos bonecos. Só não fizeram ainda o Phantom Train de Final Fantasy VI pra eu poder dar um Suplex nele.

Gabranth

Falem o que falarem de FFXII, eu curti bastante o jogo. Os juízes são uma figura forte no jogo, e os bonecos ficaram tão estilosos e imponentes quanto

Aeris

Até hoje fico puto e empolgado com a Square por ter matado Aeris ainda no meio de Final Fantasy VII. Marcou a personagem mais do que provavelmente ela marcaria se tivesse vivido o jogo inteiro. Pelo menos com o boneco ela continuará na sua prateleira de buenas

Squall

Quero ver um duelo dessa gunblade com a metralhadora com serra de Gears of War

Assassin’s Creed

Assassinos participantes de conspirações milenares também tem bonecos estilosos. Ezio e mesmo o pobre Altair, que ficou ofuscado tamanho sucesso dos títulos posteriores da série, tem bonecos fodásticos também produzidos pela Neca.

Altair ficou até bacana como boneco, mas parece ter seguido o mesmo passo dos jogos.

Ezio

Parece maldade, mas o Ezio ficou realmente mais fodão que o Altair nos bonecos também

Pretendo mostrar outros modelos em posts futuros mais bonecos baseados em games. Isso anda tendo aos montes, em destaque alguns como os de Street Fighter 4 , God of War ou Halo.


5 jogos para jogar em maus momentos

Aproveitando uma fase difícil que estou passando pra transformar em algo produtivo, tive a ideia desse post. O propósito é se entreter com algo que deixe sua mente descansando e concentrado apenas em alguma função, liberando até um pouco de agressividade nos pixels pra não liberar na vida real, então vamos lá.

Samurai Dishwasher (live arcade)

Apesar da dificuldade do jogo, que pode ser pior por te deixar mais puto, fatiar hordas e mais hordas de bichos escro$%& é um prazer inenarrável, te fazendo até rir de algumas ocasiões. Você é um lavador de pratos que aprendeu a arte milenar deles e foi morto sem saber o porque, mas volta dos mortos querendo vingança. Tem algo mais perfeito pro seu “momento fundo do poço”? Como falei, só controle a dificuldade do jogo, porque senão é capaz do jogo te deixar é mais puto por estar mais morrendo do que matando.

Gears of War – Qualquer um da série (1-PC e X360, 2 e 3 – X360)

Quem tem acompanhado meus posts de impressões sobre Gears 3 tem uma noção do tanto que é aliviante destruir hordas e mais hordas de bizarrices que insistem em te encher o saco. Uma metralhadora com uma motossera na ponta, não tem arma mais perfeita pra se criar pra um jogo em que você só quer se divertir eliminando pixels (que no caso nem é pixel, é cg,hehe) xaropes pela frente.

Tartarugas Ninja Arcade (um bocado de plataforma)

Esse jogo é apenas uma representação de um gênero que é bom pra isso, qualquer outro Beat ‘em Up, ou como eu costumo chamar, “andar e bater”, se encaixaria perfeitamente na função. A história: um vilão xarope (no caso, o Destruidor) resolveu se meter na tua vida, seja te desafiando, ou querendo se meter a besta com o mundo, e cabe a você zuar com os planos dele e acabar com uma horda descerebrada de imbecis que aparecem pela tela pra te atrapalhar, receita perfeita, é ou não é?

Call of Duty (vários títulos e pra tudo que é plataforma da geração ps2 pra cá)

Jogos de tiro em primeira pessoa, os mais populares dos títulos descerebrados pra liberar tensão. Acrescente a isso um modo multiplayer pra muitos jogadores, com direito a zoações pelo headset e você tem um jogo aliviador de tensão perfeito. Você vai dormir até um pouco mais leve, e quem sabe até para de acordar mais cedo do que deveria, como estava fazendo, preocupado com mil coisas ao mesmo tempo.

God of War – a série (PS2,PSP,PS3)

O título mais perfeito de todos para o propósito, centenas de criaturas mitológicas e deuses contra você, e você tá puto o tempo todo sendo atormentado por pesadelos de erros passados e de deuses se metendo na sua vida. O que você iria querer mais? Você é tão foda que mata com requintes de tortura os deuses do Olimpo que resolveram ferrar contigo. Sobra até pros titãs que também queriam te usar.

E é isso pessoal, produzindo algo útil com um momento ruim que passo. Lembrando sempre que deixe suas agressividades pra gastar no videogame, e se por acaso perceber que está ficando mais agressivo que o normal, deixe o aparelho um pouco de lado e vá desestressar com outra coisa. Sou a favor de jogos violentos (assim como dos filmes, livros, séries, ou qualquer outro entretenimento) como válvula de escape, nunca como influência negativa pra você cruzar a barreira do real/ficção, e principalmente, sempre levando em consideração a idade adequada pra esse tipo de entretenimento. Pareça brutal o que for os jogos, sou contra violência no mundo real.


Gears of War 3 – impressões

Até agora o que tenho a dizer é: K -rá-lho!!!! A Epic acertou na medida de novo. Embora eu não tenha ficado tão escrot@mente empolgado como fiquei no segundo, ainda assim o jogo continua me fazendo cair o queixo. Em time que tá ganhando não se mexe, e gears é exatamente assim, claro que a fórmula já está um pouco gasta, mas ei, CoD tem 10 mil títulos e sai um novo todo ano, Gears é apenas o terceiro, e o último já tem mais de 3 anos de lançamento, deu tempo de sentir saudade já.

O jogo continua surpreendendo no que diz respeito a gráficos bonitos, o jogo está com um visual limpinho e usando o melhor que o Xbox no talo pode oferecer. Ainda estou bem no início e não tem muito da história desenvolvida até agora, mas o que sabemos é que aparentemente os Locust foram derrotados com a queda da cidade de Jacinto, mas ainda assim os sobreviventes não puderam comemorar muito. Sem um lugar pra morar, se estabeleceram em uma ilha, o que não durou muito tempo, já que surgiram novas criaturas escrot@s, os Lambent, e tão ferrado geral de novo. A ilha acabou por ser perdida e os sobreviventes se dividiram em grupos vivendo em navios e outros tentando a sorte de novo no continente. A partir daí, o resto da história qualquer Wikipedia resolve a tua vida.

Vai por mim, correr em um navio todo fod#%* sendo atacado por monstros é tão foda quanto dirigir um jipe de combate numa caverna escura cheia de Locusts, e nesse ponto Gears ainda não perdeu a linha no que se diz respeito a te manter em um ritmo frenético 100% do seu tempo de jogo.

Só não jogo mais hoje porque dependo dos amigos se juntarem a mim pra jogar em multiplayer, já que não tô afim de jogar Gears sozinho, e nem quero, esse jogo merece ser jogado em multiplayer. Serrar lamberts ou locusts só tem graça se tiver plateia, e isso é uma convocação (e uma imploração) para que os amigos se juntem a mim nessa tarefa de terminar essa porr@.

 


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