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O tracklist de Rock Band 3 que nunca existiu

O site The Cutting Room Floor é especializado em pegar jogos e debulhar suas mídias procurando detalhes que ficaram de fora da versão final dos games. De inimigos excluidos a fases não utilizadas, tem de tudo. Recentemente eles divulgaram um post dedicado a Rock Band 3 no qual tem uma lista de músicas provavelmente usadas  nas primeiras versões de teste e programação do jogo que nunca chegaram a aparecer na versão final. Algumas apareceram como DLC posterior e anteriormente também, mas outras nem isso.

Muito embora não seja um indicativo de possíveis DLC’s a surgirem pela frente, não custa ver a lista e pensar aquele “pooooo, tiraram música x!”

Na lista, o pessoal do Cutting room floor não citou o nome das bandas, e talvez eu até esteja enganado em algumas, mas acredito que o nome dos artistas são esses. As músicas eram:

Talking Heads – Burning Down The House *
Santana – Black Magic Woman *
Bad Company – Can’t Get Enough *
Siouxsie and The Banshees – Cities In Dust *
(Roy Orbison e K.D. Lang?) – Crying
Blink 182 – Dammit – Real Guitar *
Journey – Don’t Stop Believin’ – Keys
Peter Frampton – Do You Feel Like We Do *
Traffic – Feelin Alright
Buffalo Springfield – For What It’s Worth *
38 Special – Hold On Loosely *
AC/DC – Let There Be Rock +
Pat Benatar – Love Is a Battlefield *
Deftones – My Own Summer *
Creedence Clearwater Revival – Proud Mary *
Kiss – Rock And Roll All Nite (Big Rock Ending) *
(?) Shining Stars. (Keys)
Jefferson Airplane ou Queen – Somebody To Love *
Beastie Boys – So Whatcha Want? +
Blood, Sweat & Tears – Spinning Wheel *
Europe – The Final Countdown – Keys
B.B. King – The Thrill is Gone *
(The Band?) – The Weight
DragonForce – Through The Fire and Flames *

As músicas marcadas com * sairam como DLC’s posteriormente, as que tem um + sairam como DLC ainda para RB2.

Poucas foram as músicas que não apareceram nem como DLC, mas pra muitas, seria bacana se tivessem vindo direo no jogo, sem precisar gastar mais uns trocados comprando elas online.


Iron Maiden em RB (de novo) e futuros novos Castlevanias (F%$#ing News 22/05/2012)

Iron Maiden com DLC novo em Rock Band!

Rapaz, não sou de ficar comentado tudo que é DLC de jogo que sai toda semana, nem muito menos de RB, mas mais uma vez não podia deixar essa passar. Depois daquele Pack f#%$roso que saiu em 2009 com músicas do álbum e documentário Flight 666 que contava com 12 músicas, a Harmonix lançou hoje o pack Maiden Epics. Composto por 6 músicas clássicas da banda, desa vez o pack traz até a fase Paul Diano pro jogo, as músicas do pack são: Phantom of The Opera, The Prisoner, Flight of Icarus, Rime of The Ancient Mariner, Infinite Dreams e Seventh Son of a Seventh Son.

Não sou nenhum ultra entusiasta do metal, mas Iron Maiden é uma das bandas que curto pacas no gênero, já vou até encaminhando a Big Boss pra treinar os agudos na hora de cantar.

Alguns poderiam dizer que Bruce Dickinson é um vendido, mas na real, pra mim ele é um dos poucos que se tocou que velho de cabelo grande parece aquelas veia doida que mora numa casa cheia de gatos e implica com as crianças por qualquer bobeira.

Não 1, mas 2 Castlevanias podem ser anunciados na E3 desse ano

Rapaz que coisa boa e saudável pra um fanboy assumido da série Castlevania, vamos lá

  • Castlevania: Mirror of Faith (Nintendo 3DS)

É Castlevania e é 2d e é pra portátil, precisa dizer mais alguma coisa? O site holandês N1ntendo declarou que um novo Castlevania pode ser anunciado na E3 pro portátil da Nintendo. Com o título já citado acima, o jogo estaria sendo produzido pelo estúdio da MercurySteam, ou pelo menos com acompanhamento de David Cox, diretor de Lords of Shadow, que pra mim é a melhor parte dessa notícia! Iga se Deus quiser é passado! Não desconsidero a importância dele pelo que fez em Symphony of The Night, mas, apesar de me divertir muito com todos os títulos portáteis seguintes, e mesmo com os 2 em 3d, acho que Iga subaproveitava demais a série por partir da premissa básica pros fãs de que se está bom não precisa mudar nada, nem mesmo os sprites dos personagens utilizados desde Rondo of Blood de 1993. Sinto falta de um Castlevania de fase nos moldes dos 5 primeiros jogos pra consoles, e muito embora ache que esse novo título não será assim, imagino que a MercurySteam vai ter capacidade o suficiente pra mesclar o que Symphony of The Night e todos os seus ctrl+c ctrl+v e mais os títulos clássicos de fase e fazer um bom jogo.

Mais informações do jogo dizem ainda que o título terá 2 personagens jogáveis e que a tela de baixo será vista como um espelho, sendo usada para a resolução de puzzles no game. Havia ainda uma informação de que o jogo estava sendo produzido para o Wii-U também, mas decidiram deixar essa parte de lado e apenas portar a versão ps360 de Lords of Shadow 2 para o console, mas dentro desses rumores, dizem ainda que a versão Wii-U d jogo terá algum tipo de conexão com Mirror of Faith.

  • Castlevania: The Lords of Shadow 2 (Xbox 360, PS3, Wii-U, Ps Vita)

Eita porr@ que esse eu tô aguardando mesmo. Fiquei muito feliz com o produto final que foi o primeiro jogo. Um ótimo enredo (salvo alguns detalhes que não vou spoilar pra quem AINDA não jogou), jogabilidade tirando o que de melhor tem em jogos do gênero como God of War (que já bebia da ideia de como seria um Castlevania em 3D bom), Shadow of The Colossus e Prince of Persia, trilha sonora impactante e uma dedicação especial da equipe de produção, com direito a muitos detalhes visuais tanto no jogo quanto  bônus a abrir em forma de ilustrações e storyboards de tudo. Quem soltou a nota foi o pessoal do Paul Gale Network, os mesmos responsáveis por dizer que Playstation All-Stars estava em produção antes da Sony fazer o anúncio oficial.

Aguardemos mais notícias dos próximos capítulos!

2 Castlevanias no mesmo ano?? Enfartarei de tantos vampiros a matar!!!


Harmonix anuncia Rock Band Blitz (que bosta hein?)

Com esse anúncio, cê tava esperando “mais um game da série com uma cacetada de músicas e os instrumentos periféricos típicos de sempre”, certo? Errou cara, dessa vez a Harmonix resolveu “inovar” e o jogo será um título lançado na SEN e Live Arcade, mas a jogabilidade será pelo seu joystick normal. Lembra de Rock Band Unplugged no PSP? Pois é, é aquilo ali que você vai jogar, só que com nome novo. Que seja pra manter o nome Rock Band vivo entre os gamers, mas porra, não tem mais graça alguma depois que você já jogou com os instrumentos.

Deviam fazer uma blitz pra multar essa coisa de sair

O game vai poder importar suas músicas dos outros títulos da série, assim como você também vai poder importar a (estonteante e gigantesca) lista de 25 músicas do RB Blitz para seu Rock Band 3.

Acho que levaram a sério demais o vídeo que satirizava Rock Band como carros em uma avenida

Só me resta torcer pra ter 25 boas músicas, porque vou considerar mais como DLC pro meu RB3 do que jogo novo de Rock Band mesmo.

Porr@ Rock Band Blitz, porr@ Harmonix, porr@ Rigopoulos.


Só os fodas conseguem

Não, nem sou eu não, é um vídeo do próprio pessoal da Harmonix apresentando a versão completa da ópera rock 2112 do Rush, lançado como DLC pra Rock Band 3 no último dia de 2011. Não foi perfect, mas foi 5 estrelas com todos os instrumentos, e isso é difícil pacas. O resultado? Primeiro lugar na Leaderboard

PS: só os fortes conseguirão assistir, o vídeo tem 21 minutos, mas pode ir dando uns pulos pra ver que tenso que são alguns solos de guitarra e viradas de bateria pra ter uma noção da fodolecência da coisa.

A obra completa sai por 440 MS Points ou 5,49 dolares na live, psn ou wii shop.


DLC’s Jedis x Sith

Ontem eu comentei sobre algumas vantagens dessa era digital onde você compra jogos virtualmente, hoje pretendo pincelar um pouco sobre outra coisa que essa geração desenvolveu: DLC’s (downloadable Contents), ou conteúdos baixáveis.

Os dlc’s vem como opções pra você poder continuar os jogos que você gosta. Isso pode ser como missões que expandem a história do jogo, ou modos de jogo extra que você não tinha ao lançar o jogo.

Acho que a maioria das pessoas que vem acompanhar aqui provavelmente serão de gente que já conhecem do assunto, mas tive que pincelar essa pequena introdução pros noobs.

Na teoria, o que eu falei acima parece uma coisa bacana, mas o que tem visto, nem sempre é verdade. É fato que nós temos alguns dlc’s como as atualizações de GT5 que vieram pra melhorar o jogo, e principalmente, oferecidos de graça. Esses dlc’s acrescentaram alguns carros novos, modificou algumas coisas que os gamers sentiam falta tem um tempo, incluiram novos modos de jogo. Enfim, o jogo ficou ainda mais bacana.

Mas nessa geração, com oportunidade de crescer o olho em cima dos ganhos, pra cada bom dlc desse tipo do GT5 que aparece, parecem ter mais uns 3000 dlc’s oportunistas. Para alguns jogos, o que tem acontecido é que muitos jogos parecem sair incompletos, para que possa fazer um pezinho de meia extra com a venda de conteúdo baixável que “modifica” a experiência de jogo. Ontem eu citei a Capcom a respeito da put#%$ em relação ao MvC3 e UMvC3, e ela é uma das que tiram bom proveito (dinheiro) nessa geração. Em Resident Evil 5, pouco depois do lançamento do jogo, a Capcom lançou como primeiro conteúdo baixável, o modo versus. O negócio era tão cara de pau que o download tinha apenas 1 mega e meio, ou seja, o modo versus já estava no jogo, você só pagava pra “liberar” pra você.

A Capcom não é exclusivista desse tipo de “manha” pra fazer mais dinheiro. A EA nos últimos anos mudou uma “coisinha de nada” nos seus jogos de esporte. Se você compra o jogo, você tem direito ao modo online no seu aparelho. Se você emprestar o jogo, ou quiser posteriormente vender, o modo online não vai junto. A pessoa que pegar o jogo tem que pagar pra usar o online dele, ou seja, é uma coçadinha de leve no seu toba pra tirar um dinheiro a mais do mercado de usados que “atrapalha” a indústria dos games.

Mas lançar conteúdo pago aos kilos não é necessariamente uma coisa tão oportunista, no sentido negativo da palavra, como parece ser. O pessoal da Harmonix toda terça lança conteúdo novo para seus Rock Bands. Essas músicas são pagas, como tem que ser por conta de direitos autorais das canções e tudo mais, mas é um conteúdo que tá sempre acrescentando na hora de você brincar de músico. Eu mesmo tenho mais conteúdo baixável de Rock Band do que músicas que vem com os jogos.

Os Dlc’s são uma ideia bacana , mas o que nós jogadores estamos tendo que aprender nessa geração é a não ser otário aceitando a todos os oportunismos da indústria, porque de onde eles puderem tirar dinheiro, eles vão. E isso não é necessariamente errado, mas não é bacana também.


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