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F%$#ing News – 06/12/2011

 World of Warcraft sabor feijoada já no mercado

Relaxa o c*zinho aí, não é nenhuma inserção culinária nova com pedaços de orcs no mercado não. É que hoje foi o lançamento oficial da versão brasileira de World of Warcraft. Com direito a festa de lançamento e tudo mais em São Paulo, a versão nacional vem com todos os nomes de locais traduzidos e dublados em português, e por mais que pareça estranho a princípio, ficou bem dublado com uma equipe profissional.

A versão nacional vem com o jogo original e mais a expansão Burning Crusade, e mais 1 mês de acesso grátis por 29,99 reaus. Outros modelos de pagamento trimestral e semestral também estão disponíveis, além da assinatura anual, que também dá direito a receber Diablo 3 de graça quando lançar. Considerando quanto tempo eles demoram em produção de cada jogo, cê vai ter muito tempo pra enrabar os delicados da aliança.

Blizzard demonstra interesse em plataformas iOS

Falando em Blizzard,Greg Street, membro da empresa e conhecido nos forums da mesma por Ghostcrawler, deixou 2 comentários indicando um certo interesse da empresa por lançar versões de seus jogos nos aparelhos da Apple.

Todo mundo que conheço tem um iPhone e/ou um iPad, então nós somos grandes fãs dos aparelhos. Se conseguíssemos fazer as mudanças certas nos jogos para isso funcionar, certamente é algo que estaríamos interessados. Não é algo que vocês verão dentro de uma ou duas semanas, mas é o tipo de coisa que estamos sempre de olho.

Já espero ansioso pelo título que me fará mudar Infinity Blade como meu jogo favorito na plataforma.

Fonte: Starcraft 2 Brasil

Nintendo pode fechar o ano pela primeira vez no vermelho

É, não tem Zelda ou Mario Land 3D que segure o ano da Nintendo, pelo visto. É a primeira vez na história da empresa em que fecha o ano no vermelho. Os motivos apontados para o possível prejuízo da empresa são o aumento histórico do yen no mercado econômico, que forçou o governo japonês a intervir na economia, e a fraca recepção do 3DS no lançamento. Também foi sugerido que outro fator seria a popularização das plataformas iOS e android como aparelhos para jogos aumentando a concorrência. Francamente, com o valor de laçamento que foi o do 3DS, e mais o Wii-U, que é um aparelho futuro correndo sério risco de ficar na frente dos concorrentes atuais, mas atrás dos concorrentes posteriores e que não devem estar longe de lançar, acho que a Nintendo vai ter que triplicar seus títulos de Mario, Metroid ou Zelda pra segurar as pontas.

Fonte: Folha.com

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Impressões: parte 1

A) Infinity Blade 2 (iOS)

Tive o prazer de jogar ao menos meia hora durante o fim de semana. Gostei da ideia de expandirem a história, não gostei da forma que escolheram pra isso. Achava a ideia simples, direta, sem muitos diálogos do primeiro jogo muito boa, e no segundo parece que resolveram mudar tudo, a começar por um diálogo entre o protagonista da série e uma mulher esquisita que sai dando pulões ninjas por telhados que de repente viraram melhores amigos. Po, Infinity Blade não tem que ter muito diálogo não, e pelo menos não de forma direta e rasa como foi, sem falar nos pulos exagerados da mulher.

Outro ponto negativo, a “tradução” do jogo. Quem jogou o primeiro, sabe que eles falam uma língua bem esquisita, de repente você chega no segundo jogo e estão falando em inglês? WTF? Tirou outro brilho de IB.

Em questão de jogabilidade, não joguei o suficiente pra testar ainda armas de 2 mãos ou usar 2 armas ao mesmo tempo. O que joguei ainda é no modo tradicional, mas gostei que agora os inimigos estão mesmo imprevisíveis, alguns ataques você não sabe que diabo ele fará até ser bem próximo da hora, quando você acha que virá uma espadada pela esquerda, o cara te acerta com um chute pela direita.

Gostei também de agora você precisar de chaves para abrir alguns baús, não é só chegar e ir abrindo logo de cara não. Tem também gemas que você vai imbuindo nas armas pra poder dar fatores elementais e mudar o tipo de dano que ela causa. Até o momento a diversão é muito positiva, apesar dos pontos que não gostei.

B) The Legend of Zelda: Skyward Sword (Wii)

Um amigo me deixou emprestado essa semana o wii dele e aproveitei para começar os testes de um dos jogos mais aguardados na história do Wii. Só consegui até agora terminar o pedaço de introdução da história e comecei a primeira dungeon do jogo (acredite, isso me levou umas 2 ou 3 horas). Devo dizer, estou impressionado com a ambientação que a Nintendo criou. Sem deixar a fábula e o valor universal para qualquer idade da série de lado, eu concordo com o que a IGN disse de ser o Zelda mais maduro que fizeram. Ainda existem as piadas, o fod#/não fod# da Zelda e o Link, mas no fundo a história assume uma postura mais séria, e isso é reforçado pela trilha sonora. Não joguei nada de Twilight Princess para comparar, mas a trilha sonora mais com cara de épico da série que joguei é o de Skyward Sword. Joguei por 3 horas sem me cansar, nem me queixar da controlabilidade através do wiimote. Como eu disse, não joguei muita  coisa, então não pude ainda testar os equipamentos secundários pra opinar sobre a flexibilidade com o controle.

Senti uma certa influência de Shadow of the Colossus no jogo. Nada que você dissesse “que descarado”, mas a barra de resistência do Link pra escalar, correr, saltar etc, aliado a algumas figuras sombrias do jogo me deram uma sensação de referência a SotC, e isso é muito bom, porque não perdeu a característica de que é Zelda mesmo assim.

C) Starcraft 2: Wings of Liberty (PC)

Lembram que eu disse que você não jogava no modo campanha como zergs ou protoss? Pois é, esqueçam isso, pelo menos com os protoss. Cheguei em um ponto da história em que você passa por algumas missões com os protoss que afetam nas ações que a campanha principal dos terranos tomará em seguida. Não sei se o mesmo acontecerá com os zergs, mas espero que sim. To gostando bastante do enredo que tudo está tomando, e principalmente das atualizações de unidades que vão abrindo a cada missão. Difícil é escolher qual produzir que seja mais efetivo na hora das missões, já que quase nenhuma delas é “destrua a frota de zergs/protoss/terrans da supremacia inteira”. Missões de tempo no qual você precisa erguer uma equipe pra se defender rápido e posteriormente atacar é bem complicado de ficar testando unidades, ainda mais se elas não tiverem ataque aéreo pra se defender de naves inimigas.

Conforme for jogando mais dos 3, vou acrescentando comentários posteriores.


É amanhã! Infinity Blade 2

A Epic Games é uma das empresas, junto com Bioware e Blizzard, mais fodas do mercado. Os caras surpreendem e agradam, não interessa a plataforma. Pensado a princípio para ser um jogo no Kinect, Infinity Blade é de longe o melhor jogo que tive o prazer de testar no iPhone, e não espero nada diferente de  IB2. Costumo pensar que a proposta do mundo de IB é um pouco parecida com a de Demons/Dark Souls, da From Software. Claro que os jogos são bem diferentes e tudo mais, mas ambos tem aquele “Q” de “esse mundo é uma merda, tu ta no meio dela e se vire pra sobreviver no meio disso tudo”, sem muito nhem nhem nhem nem c* doce (proibido pros diabéticos de frescura).

Infinity Blade 1 era um jogo direto, você avista um castelo ao horizonte e resolve acabar com o Deus Rei (God King), ou ditador local que mora por lá e pegar pra você a Infinity Blade. Os inimigos vão surgindo para duelos e não tem nem conversa, só a troca de olhares e já começam a se ajeitar pra peleja de facas (ou espadas, ou machados, ou marretas…). No fim, você enfrenta o chefe do castelo pra tentar tomar a Infinty Blade, uma espada com poderes. Se você derrotar o chefe, você vê uma cena em que o chefão diz que você ferrou tudo e os invasores vão acabar com esse mundo. Se você perde, sua alma é sugada, e o chefão diz para seu lacaio que manipule a situação de forma que o herdeiro do seu personagem se sinta desafiado a vingar a morte do pai, e ai o jogo recomeça 17,18,19 anos depois do último personagem, só que você já começa com o nível, os equipamentos e o dinheiro que seu pai tinha quando morreu, e por aí vai.

Pelo que li, Infinity Blade 2 pega tudo isso que o primeiro tinha de bom e amplia, a começar pelo fato de que agora resolveram desenvolver uma narrativa  ao longo do jogo todo. Por conta disso, agora sabemos que o protagonista se chama Syris e que ao longo do jogo, vamos conhecendo um pouco do passado do personagem e porque ele e seus antecedentes estavam fadados a enfrentar o Deus Rei. Caminhos alternativos também ganharam seu espaço, em oposição ao ritmo quase linear, com poucas variações de caminho que o primeiro jogo tinha.

O esquema de combate do primeiro jogo era fantástico, você tem uma espada na mão direita e um escudo na esquerda, risque a tela no sentido que quiser, e esse será o rumo do seu golpe. Mas pra se dar bem, você tem que defender os ataques do seu inimigo, sempre na direção oposta a que o golpe está vindo. Você pode apertar o botão de escudo para se defender também, mas isso vai acabando com a resistência dele, até quebrar. IB2 agora te permite usar armas de duas mãos, ou segurar armas em cada mão, e isso muda bastante a jogabilidade, porque você passa a ser mais agressivo, mas ao mesmo tempo, mais vulnerável aos ataques inimigos.

Guarde uns trocados para amanhã quando sair IB2, se você curte alguns jogos diferentes no iPhone/pad/pod, esse é o que mais vale pela jogabilidade, e pela beleza. Jogar no aparelho dos conhecidos eu irei!


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