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Teaser da 2ª temporada de The Walking Dead: The Game

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Nem bem começamos a desenrolar  a história de “A Wolf Among Us”, baseado na hq Fables (Fábulas no Brasil, pela Panini), e a Telltale já vem deixar todo mundo em alvoroço com os primeiros sinais da segunda temporada de The Walking Dead.

Difícil não spoilar pra quem não jogou ainda (você merece a morte em forma de pênis de titânio com esporas), mas  sem entrar muito no mérito, Clementine teve uma certa segurança (se é que isso é possível em TWD) na primeira temporada, e agora o bicho vai pegar pra ela. E esse é o ponto que o teaser ressalta:

Além do teaser, a Telltale divulgou algumas imagens apresentando novos personagens no caminho de Clem. Expectativas também para como será a entrada dos personagens apresentados no DLC 400 Days.

É Clem, o bicho vai pegar ainda mais pro teu lado, mas estaremos nessa juntos. A segunda temporada tá prevista pra começar ainda esse ano, concluindo em 2014.

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Notas sobre Tartarugas Ninja: Out of The Shadows Pt.1 – Pequeno review

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Semana passada finalmente chegou um dos games que eu aguardava há um tempo com certa ansiedade. Fanboy que sou dos Tartarugas Ninja, daqueles que leu todas as hq’s originais deles, sempre que anunciam algo novo dos personagens eu já fico curioso. Confesso que depois de anunciado que seria a Activision a detentora dos direitos, e ao ver os primeiríssimos vídeos que não mostravam PN do jogo, exceto golpes em zoom e cortes rápidos, e um dubstep chato que só uma p*%%@, eu esperava um jogo muito fraco, e provavelmente em esquema de arena, ou single player como o TMNT de 2007 da Ubisoft. Depois de alguns vídeos na E3, descobri que a coisa não era bem assim, o jogo reservava além de um modo história com fases exploráveis, para 2 pessoas local e 4 pessoas online, um modo arcade com visão lateral e tudo mais. Esse detalhe me fez começar a arrepiar os cabelin do fiofó de alegria.

Não é um jogo de arena, ufa

Não é um jogo de arena, ufa

Quando peguei o jogo semana passada, tudo o que eu pensava era “Deus permita que não tenham cagado com alguns de meus personagens favoritos da infância, porque se a coisa ferrar, dificilmente a Activision produzirá outro jogo deles”. De certa forma minhas esperanças não foram em vão, ou pelo menos não pra mim.

O game me apresentou um brawler com ótimas referências de Batman: Arkham City em um sistema  de passar de nível que libera mais ataques ou melhora o status dos tartarugas. Você sente a diferença ao jogar com cada um. Raphael usa golpes baseados no Muay Thai, Leonardo tem influência do Karatê, Donatello dá uma de Bruce Lee,com o Kung Fu e Michelangelo manja dos paranauê… literalmente, já que a base do personagem foi a capoeira. Além das diferenças entre os tartarugas, o sistema de combate com interação entre eles ficou bem legal também. Mas para você habilitar golpes novos que melhoram essa interação, é preciso passar níveis e ir escolhendo ode gastar os pontos de experiência.

Várias opções para gastar seus pontos de experiência

Várias opções para gastar seus pontos de experiência

Os cenários no jogo também são interativos em muitos pontos, você vai se dependurar em canos, girar em postes, andar pelas paredes pra chutar a cabeça dos féla que vierem tentar zuar contigo, deslizar por corrimão, escalar grades e muros e o baralho a 4.

Como comentei no início, o game tem o modo história, onde você desenvolve o enredo por trás da coisa toda. São 4 capítulos o modo história, mas se engana quem achar pouco, o game vai te levar pelo menos de 3 a 7 horas pra terminar, dependendo de quão bem você pega a jogabilidade ou demora a matar, e também dependendo se tá jogando sozinho ou em equipe. O cpu até comanda os outros 3 tartarugas pra você, mas além de ele ser fraco, nenhum cpu comanda outros personagens como outros jogadores, né. Terminando os capítulos do jogo, você vai liberando fases para o modo arcade, são 7 no total e não são necessariamente pequenas. O modo arcade é praticamente o mesmo do jogo, só que com câmera lateral, como os jogos clássicos. O ponto negativo aí é que o modo arcade só aceita multiplayer local, espero que corrijam isso com um patch de atualização. Ao concluir o jogo, você libera também o modo challenge e o Survival, que são a cereja do bolo se você quer desafio enfrentando hordas e mais hordas de maloqueiros, ninjas e robôs.

Uma das pérolas do jogo é o modo arcade, são 7 fases no total sendo liberadas a cada capítulo concluido

Uma das pérolas do jogo é o modo arcade, são 7 fases no total sendo liberadas a cada capítulo concluido

Infelizmente, ao menos pra mim, o maior problema do jogo são os bugs e glitches. Muitos e alguns em nível básico em que você simplesmente tem que voltar ao último checkpoint. Em uma partida comigo nem isso salvou, pois eu estava na quinta fase do modo arcade e o meu personagem simplesmente sumiu debaixo do teto de um prédio, o modo arcade não tem checkpoint, se você travou, vai ter que ir do início de novo. Isso foi extremamente irritante, mas a única vez que fiquei realmente puto com o jogo. Esse excesso de falhas deu uma sensação de um jogo que passou pouco tempo na mão dos testers. Se por falta de tempo, ou de equipe, ou de orçamento, ou até mesmo de qualidade dos profissionais do estúdio Red Fly, eu não sei, mas a impressão que eu tive é que a equipe pegou as referências certas, montou um esquema certo, tentou atingir o público certo, mas pecou em lançar um jogo em que faltou aparar muitas arestas. Pense em como seria Batman: Arkham City lançado meio ou 1 ano antes da data e você terá o que eu achei do TMNT: out of The Shadows.

A câmera também consegue ser bem irritante para alguns jogadores, se você jogou a nova série do Ninja Gaiden, sabe bem como é chegar as vezes próximo demais da parede e não conseguir enxergar nada além do seu personagem na tela. Se ficasse um pouco mais distante também ajudaria bastante. E ao jogar o modo história com cooperativo local aí que a coisa fede mesmo. Não sei por que p*%%@s os caras fizeram isso, mas o a divisão de tela jogando o modo história de 2 divide a tela verticalmente, como se não bastasse, ele ainda corta partes da tela, parecendo que você tá jogando com duas tv’s letterbox pequenas. Não sei qual a dificuldade em colocar opção de câmera mais distante, e escolher se quer divisão horizontal ou vertical, além de te deixar ver a p*##@ da tela toda.

Ninguém merece esse tanto de tela sobrando pra cima e pra baixo, além desse corte na vertical

Quem inventou esse negócio de cortar a tela na vertical merecia dormir com 4 salames socados no rêgo. E esse tanto de tela faltando pra cima e pra baixo também só termina de f%$&# com tudo.

De qualquer forma, um jogo mal aparado não é um jogo totalmente ruim, tem uma diferença entre pegar um jogo em que vocêidentifica as qualidades que faltaram terminar de lapidar (TMNT OoTS) e um jogo que é malfeito desde o princípio (Double Dragon 2: Wander of The Dragon). Então pra mim, mesmo com as falhas, tartarugas ninja ainda atinge um 7 sendo fanboy, e 6 deixando a fanboyce de lado.

Activision, lance logo o patch de atualização corrigindo algumas dessas falhas mais toscas e por favor, não vete uma continuação do pessoal da Red Fly, esse estilo de jogo se produzido com mais esmero fica ótimo para os personagens.

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Uma tirinha sobre o novo “Mega Man”

Vi essa em um fórum que participo e achei fantástica, resolvi fazer a tradução e trazer pra cá.

Way to go Inafune e Mighty No. 9!

Mighty No. 9 tirinha

Tá aqui o perfil do autor da tirinha original.

Já foi no Kickstarter dar o seu apoio? Não? Tá esperando o que, po$%@? Não sabe do que se trata? Olha o post anterior!

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Mestre Inafune está precisando de apoio no Kickstarter pra criação do sucessor espiritual de Mega Man

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Inafune

Desde que saiu da Capcom, o mestre Keiji Inafune (só o mísero criador de Mega Man e produtor de jogos como Dead Rising e Onimusha entre outros clássicos), tem estado ocupado na produção intensa de novos jogos.  Já saiu dele, para o Vita, Soul Sacrifice, J.J. Rockets, para android, Bugs vs Tanks, jogo da e-shop para 3DS e ainda estão a caminho Yaiba: Ninja Gaiden Z e Kaio: King of Pirates, mas a onda da vez do mestre é o sucessor espiritual de Mega Man.

Mighty No. 9 é o nome do game e tenho que dizer, a belezinha está realmente com cara de Mega Man. Segundo a descrição, o jogo é um side scroll pegando os melhores elementos das gerações 8 e 16 bits. Na tradução livre descrita no kickstarter: você joga como Beck, o nono em uma linha de poderosos robôs, e o único não infectado por um misterioso vírus de computador que deixou as criaturas mecânicas do mundo loucas. Corra, pule, atire e transforme seu caminho por seis fases (ou mais, via objetivos alcançados) que você passa na ordem que quiser, usando armas e habilidades roubadas de seus inimigos para derrubar seus companheiros robôs Mighty Numbers e confronta o mal definitivo que ameaça o planeta!

Escolher fases na ordem que quiser, usar armas e habilidades roubadas dos seus inimigos… isso te lembra algum outro jogo? Sem dúvida será um Mega Man com as novidades que nós fãs gostaríamos que a Capcom é quem tivesse apresentando com o seu mascote oficial.

mighty n9

Olha essa foto e diz que não é o Mega Man com a beleza visual que você esperava na geração atual?

Way to go, mestre Inafune, eu já fiz a minha contribuição e espero que você também faça, porque o jogo está previsto inicialmente para a Steam, e será portado conforme alcance maior apoio no kickstarter, para os consoles. Caso você tenha apoiado e esses objetivos sejam alcançados, você terá a opção de escolher qual plataforma quer jogar. Pela velocidade que estão subindo os fundos de apoio, não vai demorar a atingir as metas pedidas não.

Cópia de si mesmo pode ser considerado plágio? Se é o Inafune e Mega Man, quem se importa?

Cópia de si mesmo pode ser considerado plágio? Se é o Inafune e Mega Man, quem se importa?

Vai lá no Kickstarter dar o seu apoio, o mestre Inafune, sem falar no mercado dos games, merece!

Atualizando: Em menos de 48 horas o projeto já ultrapassou a meta pretendida pra produção do jogo, vamos esperar e ver em quantos dias ele ultrapassa os 2 milhões e meio necessários para garantir a produção das versões para os consoles. O apoio tá tão grande que até outros estúdios estão entrando na onda, o estúdio Renegade Kid ofereceu apoio para levar Mighty No. 9 para o 3DS.

twitter mighty no 9

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É Hora de Aventura

Hora de aventura

Pra animar um fim de semana não muito legal

Em um final de semana cinza por motivos pessoais, nada adicionou um pouco mais de cor do que o game bobo de Hora de Aventura: Ei Rei Gelado! Por que você roubou nosso lixo?!! (Adventure Time: Hey Ice King! Why’d you steal our garbage?!!) , para 3DS.

O nome do jogo já dá o tom do que esperar quando ligar o portátil

O nome do jogo já dá o tom do que esperar quando ligar o portátil

O jogo é de fato muito bobinho e cheio de piadinhas de duplo sentido, como o desenho, pegando referência nos clássicos de rpg e aventura. A história não poderia ser mais doida: o Rei Gelado resolveu roubar a lixeira do Jake e do Finn e propõe uma aventura para os 2 em busca da lixeira, no qual ele vai utilizando o lixo pra tentar fazer uma princesa de Lixo. Pra quem assiste o desenho e sabe que tem princesa cachorros, retalhos e doces e até nuvens rosas com vozes de homem, nada muito diferente, né?

O jogo é no estilo sidescroll durante as fases, mas a escolha dos cenários a explorar é no esquema mapa ao maior estilo Zelda 2. Ao longo dos cenários você vai visitando cidades e dungeons, cumprindo pequenos objetivos dos personagens e da história principal para avançar a outros trechos do mapa. Jake e Finn vão ganhando novas habilidades e ataques, assim como melhorando o status de hp, força ou velocidade também, com direito a jingle quando pega item de Level Up.

O jogo lembra muito Zelda 2, com exploração de mapas, mas com fases em ação lateral

O jogo lembra muito Zelda 2, com exploração de mapas, mas com fases em ação lateral

Uma pu$@ merda o jogo ser tão curto, em cerca de umas 5 ou 6 horas já estou com mais de 75% completo, embora eu não saiba o que habilita terminar o jogo, mas to me divertindo bastante. Infelizmente não tem opção de legendas ou áudio em português, mas se você sabe inglês, vai rir só de ler os diálogos e imaginar as vozes nacionais interpretando-as.

O jogo não é tão barato, 20 dólares na E-Shop da Nintendo, um tanto caro para os padrões comuns, mas considerando os preços exagerados que são cobrados nos jogos do 3DS, foi até um preço bom. Se quiser testar, tem a demo também pra baixar, depois você decide se arrisca pagar esse valor em um jogo relativamente curto e caro, mas divertido. Sei que eu curti.

Para os que não tem um 3DS, Hora de Aventura saiu também para o DS.

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Double Dragon Neon: Não f§$& Wayforward…

Estava aguardando os lançamentos dessa semana com uma certa expectativa. Sou fã de jogos no estilo Beat’ em up, e da velha guarda, então quando a Wayforward anunciou que estava produzindo uma reformulação para Double Dragon fiquei esperando com um misto de alegria e receio. Os vídeos apresentados antes do lançamento indicariam um jogo muito fraco, mas porr@, era a Wayforward produzindo, no mínimo o jogo poderia ser bem divertido, afinal eles já fizeram coisas legais com Contra 4 ou Aliens: Infestation.

É Wayforward, O jogo como um todo é muito fraco, mas hi-five definitivamente foi a gota d’água

O portfólio de apresentação da empresa não foi suficiente pra que fizessem um puta jogo. Tive uma tremenda decepção ao descobrir que não é só nos vídeos, mas na jogabilidade também que a coisa não funcionou bem. O jogo conseguiu ser bem escr+%#, no qual as movimentações ficaram ruins, a resposta aos comandos é um pouquinho lenta e a ambientação do jogo é bizarramente escr0#@. A demo do jogo te deixa participar das 2 primeiras missões, pra você ter uma ideia, na segunda fase você chega em um trecho em que entra em um prédio, e do nada o prédio vira um foguete e decola para o espaço… tipo, c@r@lh0… como se isso ainda não fosse o suficiente, o chefe dessa fase é um esqueleto com chapéu oriental e uma espada grandona.

“Aí mano, quer comprar uma droga da boa? To vendendo uns DOuble Dragon Neon aqui, 10 pau de Obama na minha mão”

Não, eu não estava esperando um enredo sério com o jogo, aliás, a história original e mais o valor nostalgia não permite isso, heheh, mas também não esperava um avacalhado tão grande. Double Dragon Neon tem alguns pontos a favor, eu gostei do sistema de fitas cassete que você pega e que te dão certos powerups estatísticos. Tem umas lojas também que você entra e compra mais fitas cassetes ou dá upgrades nelas, mas o fato do cenário não ser como em River City Ramson, no qual você pode ir e vir como se o jogo fosse um grande mapa conectado, faz as lojas perderem um pouco do sentido.

A trilha sonora do jogo ficou um caso a parte também, pros adeptos as músicas dos anos 80, além de remixes do jogo original, a equipe colocou ainda umas músicas cantadas com um feeling bem de quem acabou de chegar do show da Cindy Lauper, ou do Van Halen. O que parece uma grande zoação, já que a impressão que dá é que se preocuparam mais com a trilha sonora do que com o gameplay em específico.

Ah sim, pra quem geralmente joga sozinho, pelos rumos da vida na qual você trabalha o dia todo e raramente reúne amigos na sua casa pra curtir um game, DDN simplesmente te diz “Se f0#& aí, nerdão”, já que o game não tem multiplayer online.

Pra mim o jogo ficou muito fraco e abaixo do esperado. O que me faz ainda pensar em gastar dinheiro com ele quando tiver em uma promoção é exatamente o valor nostálgico e história da franquia que gosto muito. Isso me faz ignorar muitas das coisas que achei mal desenvolvidas no jogo. O Player 2 já não foi tão bonzinho, pra ele, foi uma das piores coisas já lançadas na Live Arcade, segundo um papo que tivemos ontem.

O game saiu dia 13 na Live por 800MS Points (10 dólares), e para a PSN chega mês que vem já tá disponível como jogo grátis pra quem é assinante da PSN Plus. O fato de ele já sair como jogo brinde pra assinante é um sinal da trasheira que provavelmente mesmo os produtores estavam esperando hein. Só como dado adicional, o jogo tem 2.24 gb, eu me pergunto se tem todas as fases dos 4 jogos e mais os de portáteis refeitas aí.

Esse vídeo acima mostra o gameplay, e essa música que toca, faz parte da trilha do jogo, que a propósito, está sendo disponibilizada para ser ouvida online aqui.

Discorda? Opine, comente, vamos trocar uma ideia!


Curte a Hora da Aventura? O jogo parece que vai ser legal, e a edição de colecionador mais ainda

Hoje foi divulgada imagem listando o conteúdo da edição de colecionador do game baseado no desenho A Hora da Aventura, para 3DS. “Adventure Time: Hey Ice King! Why’d you steal our garbage?!! “, como foi intitulado, virá com design customizado do Enchiridion em um formado de livro metalizado, edição limitada de uma stylus como réplica da espada dourada de Finn, bestiário exclusivo e mapa pôster da Terra de Ooo.

Bem bacana hein? E o melhor, essa versão custará 39,99 dólares, só 10 dólares a mais do que a edição normal. Quanto ao game eu não posso dizer muito, curti o trailerzinho de gameplay, e alguns comentários que vi, diziam que o game tem suas influências de Legend of Zelda, o que é uma boa.


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