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Strider voltou!!!

strider abertura

Ontem saiu um dos jogos que mais aguardava desde que foi anunciado. Em geral eu fico bem feliz com velhos clássicos voltando renovados, mas Strider é um dos meus games prediletos da era 8/16 bits. P$##a, só papai do céu sabe como eu tô feliz dessa franquia estar de volta.

Querendo me cercar é? Sem problema, o pau vai comer pra vocês também

Querendo me cercar é? Sem problema, o pau vai comer pra vocês também

E o game não me decepcionou até o momento. Movimentos rápidos, comandos simples, visual bonitão, trilha sonora remixada. Tudo bem, os inimigos são um tanto repetitivos e o jogo está aparentando ser relativamente curto, mas o game é um Metroidvania, e isso já dá uma boa renovada no modelo antigo do game. Quer dizer, renovada entre aspas. No NES, o game de Strider seguia num esquema um pouco essa linha, mas ao invés de ser um mapa único interligado, era por fases, um pouco parecido com a lógica de Demon’s Soul. Se travasse em uma fase, você saía pra procurar um item específico de outra e abrir o resto da fase anterior.

No nintendinho o personagem não tinha muitos movimentos, mas o jogo seguia um padrão "explore aquele lugar pra descobrir como prosseguir nesse aqui"

No nintendinho o personagem não tinha muitos movimentos, mas o jogo seguia um padrão “explore aquele lugar pra descobrir como prosseguir nesse aqui”

A história parece ser um reboot da série, muito embora isso não tenha sido um problema, já que nunca houve muita profundidade nessa parte. Apesar disso, achei um tanto esquisito o jogo não ter uma abertura contando um pouco do enredo até você entrar em cena. Aperte start, veja Hiryu chegando na sua asa delta futurista e pronto, começa o quebra-pau.

ô cara, esse salto em estrela é uma dos saltos mais legais que um personagem de videogame já deu

ô cara, esse salto em estrela é uma dos saltos mais legais que um personagem de videogame já deu

Cenários conhecidos como a cidade de Kazakh estão de volta, com direito a torres baseadas em estruturas russas ou o cenário de neve da Sibéria. O sabre que corta o ar como uma luz e os pulos em estrela estão lá também, tudo muito bem feito como deveria ser. A trilha sonora também é revisitada dos clássicos anteriores, e ficaram muito bacanas, curtam esse vídeo comparativo que um fã fez.

Infelizmente a pior coisa pra mim é a sensação do jogo ser curto. Claro que onde estou, estão aumentando um pouco os trechos que não consigo acessar ainda, mas a impressão que me deu, pelo que explorei dos mapas, é que eles não darão muito fator replay uma vez que estiver com todas as habilidades. Eu espero demais estar enganado, afinal um Metroidvania sem muito fator replay perde um pouco da graça.

Olha o Edson Celulari na capa do Mega Drive!! lol

Olha o Edson Celulari na capa da versão do Mega Drive!! lol

O game tá disponível pra X1, X360, PS3, PS4, PC, Bicicleta do seu Zé, ping pong e o baralho a 4. O preço é que tá variando um pouquinho. Na Live e na Psn custa 15 dólares (ou 30 reais se sua conta for da Live BR), na Steam tá saindo por 26 reais. Pra quem comprou na pré-venda deles, ganhava a trilha sonora em formato digital e o artbook do jogo, um brinde bem bacana, que inveja.

assinatura pnmp


Não estranha o nome, mas Jojo’s Bizarre Adventure será lançado em HD

A Capcom anunciou na SDCC (San Diego Comic Con) que seu jogo de luta baseado no mangá Jojo’s Bizarre Adventure, será relançado em HD via Live/PSN. Se você não conhece, não tenha vergonha, só saiba que, se você curte um bom mangá de ação, Jojo merece ser lido. Consequentemente, o game também é bem bacana.

Senta que lá vem a história

O game é baseado na terceira e mais popular fase do mangá. Jojo’s Bizarre Adventure teve várias fases, se não me engano, está sendo produzido desde 89 até hoje, mas em períodos diferentes. Se você jogar o game, e por um acaso tiver interesse em ler o mangá desde a primeira fase, não estranhe de forma alguma como o foco muda nos “poderes” dos personagens. Mas basicamente, o enredo se passa com o legado da família Joestar, que começa no século 19, com Jonathan Joestar, segue com seu neto, Joseph Joestar durante o período da segunda guerra, chegando ao neto de Joseph, Jotaro Kujo, na década de 80/90. A história do mangá segue adiante com mais outros protagonistas, mas o game se passa apenas com a saga de Jotaro, a mais popular.

O enredo se desenvolve de vampiros superpoderosos contra artistas marciais que usam técnicas de “marola” (tradução escr$%@ pra ripple, mas é tipo isso mesmo), na qual o artista utiliza a energia corporal aplicada ao seu alvo, através da respiração adequada, na primeira e segunda saga. Seguindo ao desenvolvimento dos stands, manifestações de poderes psíquicos, que segue daí até as sagas mais recentes. O inimigo principal na primeira e terceira (a do jogo) temporada é Dio Brando.

Se quer saber um pouco mais das sagas, eu te aconselho a dar uma lida rápida no Wikipedia, mas se quiser realmente ler um bom mangá, eu digo pra que você nem chegue perto disso, procure os mangás mesmo. Se por acaso achar o início bem chato, e diferente do que esperava, eu só te digo pra ter calma, porque se você começar pelas sagas onde a coisa já funciona legal, você vai perder muita coisa do enredo e da história que levou até aquele ponto.

Jotaro Kujo, protagonista da terceira saga, intitulada Stardust Crusaders

Não entendo como tanto mangá mediano as vezes ganha animação, e projetos como Jojo’s Bizarre Adventure, ou mesmo Berserk ganham apenas uns poucos OVA’s, onde não abrangem metade das boas coisas que gostariamos de ver desses mangás.

Voltando ao assunto, o game foi lançado originalmente para PSX em 99 e para o Dreamcast em 00, e foi produzido pela mesma equipe do lindamente fantástico Street Fighter 3, a versão HD do jogo será relançada já no mês que vem, dia 21 de agosto.

PS: Procurado por esse vídeo, acabei achando um outro game que a Namco Bandai está produzindo, chamado Jojo’s Bizarre Adventure:  All Star Battle, pelo trailer, o game envolverá personagens das 6 primeiras sagas. O jogo será de luta também, mas em 3d, espero que façam um bom jogo.


Yeah, um novo Double Dragon e … oh wait! (ou F%$#ing News 05/04/2012)

U-hu! vamos bater nos caras malvados maninho!

Olha pra essa imagem acima e pense se você espera algo de bom nisso para um novo Double Dragon. Pois é, fiquei um tanto broxado com as imagens de divulgação prévia. Intitulado Double Dragon: Neon, o jogo está sendo produzido pela Wayforward em parceria com a Majesco e devo dizer, somente por conta do nome da Wayforward no meio eu ainda tenho esperança de que apesar do visual, e desse Hi Five tosco, o jogo pode ser muito bacana.

Não sou um fervoroso defensor de conceitos como “isso tem que ser 2D, aquilo tem que ser 3D”, mas acho que sei mais ou menos o que esperar dependendo de cada projeto. Diga-me bons beat’ em ups em 3D com orçamento de um jogo live arcade/PSN que seja fodasso e eu te digo pelo menos 10 em 2D no mesmo nível ou melhor, a começar por Castle Crashers e Scott Pilgrim.

Em resumo, não estou dizendo que o jogo vai ser uma bosta, mas eu já espero que seja assim pelas imagens, e espero muito que eu esteja enganado, só papai do céu sabe o tanto que curto Double Dragon e espero por títulos novos da série.

Double Dragon: Neon tá programado pra julho na Live Arcade e na PSN

Fonte: IGN

PS: Alguem sabe que diabos aconteceu com aquele Double Dragon 2: Wander of The Dragons, que tava sendo produzido pela Barunson Interactive e sairia em setembro do ano passado?


Um clássico revisitado: Choplifter HD

Essa semana temos como bom lançamento um título que provavelmente participou da infância de muita gente que nasceu do início pro meio da década de 80, variando entre o importante e o apenas mais um título legalzinho. Choplifter HD chega aos serviços de venda direta online da Xbox Live Arcade, PSN Store e Games for Windows.

Meu Deus, como eu joguei o original na casa dos amigos na era do Master System! Basicamente o jogo consistia em você pilotar um helicóptero de resgate em meio a guerra tendo que salvar prisioneiros, você encarava tanques, baterias anti-aéreas,  e o baralho a quatro pra salvar refugiados. No Snes também teve o Choplifter 3 que joguei horrores, e ele turbinou a experiência com missões em florestas, morros e mais morros, tiros de tudo que é lado.

Pelo que vi dos comentários e vídeos que divulgaram Choplifter HD, esse título não está diferente, colocando até alguns modos que acho desnecessário, mas talvez mude de opinião jogando, como o modo Zumbi. Já se perguntou em algum momento como deve ser a rotina do cara do helicóptero que aparece resgatando a turma de L4D? Imagino que deve ser tipo isso esse modo zumbi.


5 jogos para jogar em maus momentos

Aproveitando uma fase difícil que estou passando pra transformar em algo produtivo, tive a ideia desse post. O propósito é se entreter com algo que deixe sua mente descansando e concentrado apenas em alguma função, liberando até um pouco de agressividade nos pixels pra não liberar na vida real, então vamos lá.

Samurai Dishwasher (live arcade)

Apesar da dificuldade do jogo, que pode ser pior por te deixar mais puto, fatiar hordas e mais hordas de bichos escro$%& é um prazer inenarrável, te fazendo até rir de algumas ocasiões. Você é um lavador de pratos que aprendeu a arte milenar deles e foi morto sem saber o porque, mas volta dos mortos querendo vingança. Tem algo mais perfeito pro seu “momento fundo do poço”? Como falei, só controle a dificuldade do jogo, porque senão é capaz do jogo te deixar é mais puto por estar mais morrendo do que matando.

Gears of War – Qualquer um da série (1-PC e X360, 2 e 3 – X360)

Quem tem acompanhado meus posts de impressões sobre Gears 3 tem uma noção do tanto que é aliviante destruir hordas e mais hordas de bizarrices que insistem em te encher o saco. Uma metralhadora com uma motossera na ponta, não tem arma mais perfeita pra se criar pra um jogo em que você só quer se divertir eliminando pixels (que no caso nem é pixel, é cg,hehe) xaropes pela frente.

Tartarugas Ninja Arcade (um bocado de plataforma)

Esse jogo é apenas uma representação de um gênero que é bom pra isso, qualquer outro Beat ‘em Up, ou como eu costumo chamar, “andar e bater”, se encaixaria perfeitamente na função. A história: um vilão xarope (no caso, o Destruidor) resolveu se meter na tua vida, seja te desafiando, ou querendo se meter a besta com o mundo, e cabe a você zuar com os planos dele e acabar com uma horda descerebrada de imbecis que aparecem pela tela pra te atrapalhar, receita perfeita, é ou não é?

Call of Duty (vários títulos e pra tudo que é plataforma da geração ps2 pra cá)

Jogos de tiro em primeira pessoa, os mais populares dos títulos descerebrados pra liberar tensão. Acrescente a isso um modo multiplayer pra muitos jogadores, com direito a zoações pelo headset e você tem um jogo aliviador de tensão perfeito. Você vai dormir até um pouco mais leve, e quem sabe até para de acordar mais cedo do que deveria, como estava fazendo, preocupado com mil coisas ao mesmo tempo.

God of War – a série (PS2,PSP,PS3)

O título mais perfeito de todos para o propósito, centenas de criaturas mitológicas e deuses contra você, e você tá puto o tempo todo sendo atormentado por pesadelos de erros passados e de deuses se metendo na sua vida. O que você iria querer mais? Você é tão foda que mata com requintes de tortura os deuses do Olimpo que resolveram ferrar contigo. Sobra até pros titãs que também queriam te usar.

E é isso pessoal, produzindo algo útil com um momento ruim que passo. Lembrando sempre que deixe suas agressividades pra gastar no videogame, e se por acaso perceber que está ficando mais agressivo que o normal, deixe o aparelho um pouco de lado e vá desestressar com outra coisa. Sou a favor de jogos violentos (assim como dos filmes, livros, séries, ou qualquer outro entretenimento) como válvula de escape, nunca como influência negativa pra você cruzar a barreira do real/ficção, e principalmente, sempre levando em consideração a idade adequada pra esse tipo de entretenimento. Pareça brutal o que for os jogos, sou contra violência no mundo real.


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