Arquivo da tag: melhores games 2011

Dando uma chance a Skyrim

Já comentei aqui antes que não sou chegado da série Elder Scrolls, logo, mesmo com todo o estardalhaço de fãs e crítica em cima de Skyrim, não fiquei animado a ponto de comprar o jogo. Mas isso não quer dizer que não jogaria pegando emprestado quando a oportunidade surgisse.

Finalmente isso aconteceu, meu irmão pegou emprestado o jogo com um amigo que já terminou. Comecei ontem e curti bastante a introdução do jogo. A visão em primeira pessoa é uma característica comum de Elder Scrolls (uma das coisas que me incomoda na série), então você já inicia o jogo amarrado em uma carroça com a visão voltada para 3 outros “prisioneiros”, sendo levados para uma execução por rebelião ao império de Skyrim. Você foi pego por engano pois era apenas um estrangeiro que estava perto da zona do confronto.  Adorei essa narrativa introdutória, você está tão perdido quanto seu personagem e vai descobrindo, conforme os outros presos dialogam, sobre o que está acontecendo.

Chegando ao destino onde você será executado, os prisioneiros são identificados e quando chegam a você, finalmente aparece a opção de criar seu personagem, escolha entre diversas raças ou origens. No meu caso, quis fazer o personagem mais diferente, então fiquei entre o cara de gato e o cara de lagarto. Khajit e Argoniano, mais especificamente. Optei pelo segundo, e para ser mais bizarro, a raça me lembrava muito um personagem do antigo filme de ficção científica Inimigo Meu, então criei uma fêmea da espécie com o nome de Jeriba. Embora eu tenha escolhido essa, cada classe/raça tem características diferentes, então escolha o seu com bastante calma e com o que melhor te agradar.

Voltando a história, os guardas não identificam quem ou de onde você é e porque foi apanhado, mas por segurança, resolvem te executar também. O líder da rebelião é o primeiro a rodar e você é o próximo, mas justo quando você ia perder a cabeça (e não é de enlouquecer), um dragão resolve bagunçar a put@ri@ toda atacando o local, o que te dá então uma chance de escapar.

A partir daí o jogo começa a deslanchar e não tem porque eu entrar em muitos detalhes da história, mesmo porque eu joguei por volta de 1 a 2 horas apenas. Então vamos a parte técnica:

Felizmente o jogo te dá a opção de jogar em terceira pessoa, e embora a movimentação e os ataques fiquem um pouco esquisitos, prefiro jogar nesse modo. Um ponto negativo que eu senti é que você não sente as pancadas que está dando no seu oponente, em muitos momentos eu me vi apertando alucinadamente o botão de ataque mas sem saber se o cara tá tomando dano ou não, até finalmente aparecer uma das cenas de finishing blow, aí eu sei que matei.

O jogo tem opções mil do que fazer, fiquei muito de cara, você é livre realmente pra fazer o que quiser. Quer roubar alguem? Mete a mão no bolso dele e tenta a sorte. Prefere fazer e melhorar seu próprio equipamento? Encontre uma casa de ferreiro e faça você mesmo. Quer se tornar o mestre sorrateiro? Utilize mais da técnica nas missões para passar escondido e ganhe experiência com isso. Tá sem flecha e atiraram algumas em você? Procure por elas grudadas no chão e paredes e use-as. É simplesmente fantástico as possibilidades do que se pode fazer no jogo.

Gostei da screen limpa que é o jogo, você tem informações básicas de hp e coisas do tipo e somente em combate. Se precisa do menu, com Start você entra no menu de quests, configurações, etc. Com Bola (ou B, no X360) você acessa menus ingame de equipamentos, outros itens, técnicas, mapa, etc. Gosto quando jogos quase não colocam menus na tela, deixando sua atenção totalmente voltada para o que acontece no jogo.

Na parte de missões, você tem as principais e as sidequests, e por esse ângulo, o jogo pode se tornar infinito já que ele tá sempre criando novas sidequests aleatórias. Cuidado com isso, tenho um amigo que de tanto jogar alucinadamente fazendo sidequests, ele cansou do jogo sem nem ter ao menos terminado a principal.

Concluindo minhas impressões iniciais: Gostei do que joguei, mas foi pouco. Apesar de ter sido divertido, não entrei (ainda) no hype de Skyrim que contagiou todo o mundo gamer. São concorrentes distantes, mas só pra termos de gosto, Dragon Age me deixou bem mais ligado e empolgado jogando nas 2 horas iniciais do que Skyrim, mas isso também pode ser por conta de minha resistência a Elder Scrolls, né, vejamos com mais horas de jogo.


Poeteiros gonna Poetar

Acho que essa personagem não tem no jogo não hein, nem na sua vida, hehe

To começando a gostar de Skyrim…


Os 5 melhores jogos que joguei em 2011

Muitos jogos que joguei, muitos que não joguei, considerem aqui a minha opinião pelo que eu gosto viu, não pela popularidade do título, por exemplo, Skyrim nem entra na minha lista, primeiro porque não joguei e segundo porque não gosto de Elder Scrolls.

Os jogos não estão na ordem de melhores pra piores também não.

Dark Souls (PS360)

Esse título é disparado dos melhores que joguei no ano, e na geração atual. Com um mundo sombrio, onde tudo tá na merda, e você tá no meio dessa merda toda. Um jogo bem introspectivo e difícil, bem aos moldes de muitos jogos clássicos, e diferente dos de hoje, onde tudo é feito pra que você consiga chegar ao final tendo uma dificuldade tranquila. Em Dark Souls, se você não aprende a jogar, você não passa mesmo. O pior e o melhor é a falta de amparo, você não tem pessoas, livros ou qualquer coisa do tipo te dizendo vá ali, venha aqui, você tá solto, vai de sua livre e espontânea exploração, mate um NPC e isso acarretará em consequências pro resto do jogo, sejam elas boas ou ruins.

Gears of War 3 (X360)

Em um ano fraquíssimo de títulos de games tradicionais para o console da Microsoft, a grande cereja do bolo (pra não dizer o bolo todo, dado o fato de que praticamente só saiu game pra Kinect esse ano), é Gears 3. Grupos de personagens diferentes desenvolvendo a história ao mesmo tempo, conclusão de enredo iniciado no primeiro título, inimigos novos f¨*$endo ainda mais os sobreviventes do planeta já f¨*$dos, monstros gigantescos e poucos cartuchos de balas para enfrentá-los, um modo campanha permitindo 4 jogadores, além de continuação do excelentíssimo modo horda fazem de Gears 3 um PUT@ jogo de 2011. Shame on you MICOsoft por não ter desenvolvido mais títulos tradicionais na proporção que fizeram com o Kinect.

FIFA 12 (multi)

Ok, Fifa tem um título novo todo ano mudando um pouquinho de coisa do anterior e bla bla bla. Mas Fifa 12 eu coloco em destaque do ano, como fifa 11 eu não colocaria no ano passado. Esse ano deram uma boa trabalhada na engine, melhorando o contato físico, além do multiplayer tendo divisão por experiência dos jogadores, fazendo com que você procure pessoas que estão mais ou menos do seu nível, e perca jogos pra ver se você não é rebaixado pra divisão anterior.

The Legend of Zelda: Skyward Sword (wii)

Considerado um dos últimos, se não o último fôlego do Wii, Skyward Sword é de longe um dos melhores títulos da série. Alguns amigos comentaram do fato de preferir que o jogo fosse nos moldes de controles tradicionais, e eu concordo, mas o que defendo é que, nos controles de movimento atuais, Skyward Sword é o que de melhor poderia ser feito. E também no visual do jogo, de longe o título mais bonito do Wii, uma pena não ter o desempenho de engine de um ps3 ou x360.

From Dust (X360, PS3, PC)

Disponibilizado como título arcade, From Dust foi uma das melhores surpresas que tive no ano, difícil até explicar a jogabilidade, mas digamos que você é uma energia divina, na qual os membros de uma tribo que você acompanha cultuam, e que precisa ajudá-los na tarefa de sobreviver e cultuar a terra. Ondas gigantescas, vulcões em erupção e outras coisas mais são os impecilhos que um deus tem que enfrentar para ajudar o povo. O título custa por volta de 10 dólares.

Explicações: Como eu disse antes, títulos como Skyrim não entram porque eu não joguei e não gosto da série, assim como outros títulos que não tive a oportunidade de jogar. Não imagino um Batman Arkham City de fora dessa lista, e ele só está de fora porque eu não joguei, o mesmo acontece com Bastion, Uncharted 3 (que também não curti a série) ou Little Big Planet 2. Não tem nada a ver com serem péssimos títulos, mas com gostar ou não do jogo, e ter jogado ou não.

Sendo assim, menções honrosas de jogos de fora da lista, considerados dos melhores por público e/ou críticos:

Batman: Arkham City (Ps3, X360, PC)Bastion (Ps3, X360, PC)Killzone 3 (PS3)Infamous 2 (PS3)Uncharted 3 (PS3)Little Big Planet 2 (PS3)Child of Eden (PS3, X360, mas a versão do Kinect é a melhor), Ultimate Marvel vs Capcom 3 (Ps3, X360, PS Vita), Super Mario Land 3D (Nintendo 3DS)Rayman Origins (X360, Ps3, Wii), The Elder Scrolls 5: Skyrim (Ps3, X360, PC), Star Wars: The Old Republic (PC)Sonic Generations (Ps3, X360, PC), Battlefield 3 (Ps3, X360, PC, mas a versão do pc é a melhor), Forza 4 (X360), Infinity Blade 2 (iPhone/Pad/Pod), Portal 2 (PS3, X360, Mac, PC), Call of Duty: Modern Warfare 3 (Ps3, X360, PC), Outland (Ps3, X360, PC), Mario Kart 7 (Nintendo 3DS), Dissidia Final Fantasy: Duodecim (PSP)


Star Wars The Old Republic, me coçando

As pessoas que me conhecem sabem que não sou um adepto a MMO’s. Em todas as minhas investidas no estilo, nenhuma me prendeu demais. Adoro jogos multiplayer, mas MMO é meu fraco. De uns tempos pra cá, com máquina nova, cheguei a testar Dungeons & Dragons Online, Age of Conan, Champions Online e DC Universe Online, sendo que destes, curti mesmo DCU e Age of Conan. Mas um jogo que está me deixando tentado a investir mais uma vez no gênero, primeiro porque é Star Wars e segundo porque é Bioware, é o The Old Republic.

Uma coisa que me deixa ausente dos MMO’s é a falta de sensação que tenho de estar desenvolvendo um roteiro, mesmo com esses jogos todos que eu citei tendo um. Mas pelas coisas que li de SWTOR, boa parte do foco deles é pra esse lado, tentando te proporcionar as duas sensações ao mesmo tempo, tanto é que, assim como nos 2 KoTOR, você tem opções de falas ao conversar com NPC’s e coisas do tipo, suas decisões acarretam em caminhos diferentes.

O que li até agora de alguns poucos comentários tem variado muito de excelente, a uma grande bosta, mas como são poucos, prefiro esperar mais até aparecer uma certa coerência entre muitas opiniões. Pessoas que reclamam falam que o jogo ficou uma cópia espacial de WOW, enquanto pessoas que defendem dizem que o jogo teve o esmero já conhecido da Bioware, e que realmente é divertido o avanço do seu personagem através do enredo do jogo.

Como sou fã de Guerra nas Estrelas, certamente pegarei o jogo em um determinado momento da minha vida, mas por enquanto não dá, até porque tenho outros gastos de jogos a fazer, ao invés de pagar mensalidades. Mas essa edição de colecionador tá um piteuzinho viu, pena ser tão cara, olha os itens inclusos:

  • Estátua exclusiva de Darth Malgus
  • Caixa de metal para guardar os jogos
  • O diário do Mestre Gnost-Dural, por Satele Shan
  • Mapa galático da velha república
  • Aparelho autenticador de chave customizado
  • CD de trilha sonora
  • Caixa de colecionador de alta qualidade

Fora isso, a edição de colecionador tem ainda mais 7 itens digitais:

  • Flare Gun
  • Training Droid
  • HoloDancer: para projetar sua(seu) própria(o) dançarina(o)
  • HoloCam: pra guardar videos de suas missões no jogo
  • STAP: um veículo único pro seu personagem no jogo
  • Mouse Droid Exclusivo: droid Spun-ky pra ir com você nas aventuras
  • Loja exclusiva de edição de colecionador: Vendedor único no jogo com uma lista variada de itens


F%$#ing News – 06/12/2011

 World of Warcraft sabor feijoada já no mercado

Relaxa o c*zinho aí, não é nenhuma inserção culinária nova com pedaços de orcs no mercado não. É que hoje foi o lançamento oficial da versão brasileira de World of Warcraft. Com direito a festa de lançamento e tudo mais em São Paulo, a versão nacional vem com todos os nomes de locais traduzidos e dublados em português, e por mais que pareça estranho a princípio, ficou bem dublado com uma equipe profissional.

A versão nacional vem com o jogo original e mais a expansão Burning Crusade, e mais 1 mês de acesso grátis por 29,99 reaus. Outros modelos de pagamento trimestral e semestral também estão disponíveis, além da assinatura anual, que também dá direito a receber Diablo 3 de graça quando lançar. Considerando quanto tempo eles demoram em produção de cada jogo, cê vai ter muito tempo pra enrabar os delicados da aliança.

Blizzard demonstra interesse em plataformas iOS

Falando em Blizzard,Greg Street, membro da empresa e conhecido nos forums da mesma por Ghostcrawler, deixou 2 comentários indicando um certo interesse da empresa por lançar versões de seus jogos nos aparelhos da Apple.

Todo mundo que conheço tem um iPhone e/ou um iPad, então nós somos grandes fãs dos aparelhos. Se conseguíssemos fazer as mudanças certas nos jogos para isso funcionar, certamente é algo que estaríamos interessados. Não é algo que vocês verão dentro de uma ou duas semanas, mas é o tipo de coisa que estamos sempre de olho.

Já espero ansioso pelo título que me fará mudar Infinity Blade como meu jogo favorito na plataforma.

Fonte: Starcraft 2 Brasil

Nintendo pode fechar o ano pela primeira vez no vermelho

É, não tem Zelda ou Mario Land 3D que segure o ano da Nintendo, pelo visto. É a primeira vez na história da empresa em que fecha o ano no vermelho. Os motivos apontados para o possível prejuízo da empresa são o aumento histórico do yen no mercado econômico, que forçou o governo japonês a intervir na economia, e a fraca recepção do 3DS no lançamento. Também foi sugerido que outro fator seria a popularização das plataformas iOS e android como aparelhos para jogos aumentando a concorrência. Francamente, com o valor de laçamento que foi o do 3DS, e mais o Wii-U, que é um aparelho futuro correndo sério risco de ficar na frente dos concorrentes atuais, mas atrás dos concorrentes posteriores e que não devem estar longe de lançar, acho que a Nintendo vai ter que triplicar seus títulos de Mario, Metroid ou Zelda pra segurar as pontas.

Fonte: Folha.com


É amanhã! Infinity Blade 2

A Epic Games é uma das empresas, junto com Bioware e Blizzard, mais fodas do mercado. Os caras surpreendem e agradam, não interessa a plataforma. Pensado a princípio para ser um jogo no Kinect, Infinity Blade é de longe o melhor jogo que tive o prazer de testar no iPhone, e não espero nada diferente de  IB2. Costumo pensar que a proposta do mundo de IB é um pouco parecida com a de Demons/Dark Souls, da From Software. Claro que os jogos são bem diferentes e tudo mais, mas ambos tem aquele “Q” de “esse mundo é uma merda, tu ta no meio dela e se vire pra sobreviver no meio disso tudo”, sem muito nhem nhem nhem nem c* doce (proibido pros diabéticos de frescura).

Infinity Blade 1 era um jogo direto, você avista um castelo ao horizonte e resolve acabar com o Deus Rei (God King), ou ditador local que mora por lá e pegar pra você a Infinity Blade. Os inimigos vão surgindo para duelos e não tem nem conversa, só a troca de olhares e já começam a se ajeitar pra peleja de facas (ou espadas, ou machados, ou marretas…). No fim, você enfrenta o chefe do castelo pra tentar tomar a Infinty Blade, uma espada com poderes. Se você derrotar o chefe, você vê uma cena em que o chefão diz que você ferrou tudo e os invasores vão acabar com esse mundo. Se você perde, sua alma é sugada, e o chefão diz para seu lacaio que manipule a situação de forma que o herdeiro do seu personagem se sinta desafiado a vingar a morte do pai, e ai o jogo recomeça 17,18,19 anos depois do último personagem, só que você já começa com o nível, os equipamentos e o dinheiro que seu pai tinha quando morreu, e por aí vai.

Pelo que li, Infinity Blade 2 pega tudo isso que o primeiro tinha de bom e amplia, a começar pelo fato de que agora resolveram desenvolver uma narrativa  ao longo do jogo todo. Por conta disso, agora sabemos que o protagonista se chama Syris e que ao longo do jogo, vamos conhecendo um pouco do passado do personagem e porque ele e seus antecedentes estavam fadados a enfrentar o Deus Rei. Caminhos alternativos também ganharam seu espaço, em oposição ao ritmo quase linear, com poucas variações de caminho que o primeiro jogo tinha.

O esquema de combate do primeiro jogo era fantástico, você tem uma espada na mão direita e um escudo na esquerda, risque a tela no sentido que quiser, e esse será o rumo do seu golpe. Mas pra se dar bem, você tem que defender os ataques do seu inimigo, sempre na direção oposta a que o golpe está vindo. Você pode apertar o botão de escudo para se defender também, mas isso vai acabando com a resistência dele, até quebrar. IB2 agora te permite usar armas de duas mãos, ou segurar armas em cada mão, e isso muda bastante a jogabilidade, porque você passa a ser mais agressivo, mas ao mesmo tempo, mais vulnerável aos ataques inimigos.

Guarde uns trocados para amanhã quando sair IB2, se você curte alguns jogos diferentes no iPhone/pad/pod, esse é o que mais vale pela jogabilidade, e pela beleza. Jogar no aparelho dos conhecidos eu irei!


Pequeno notório

Todo ano a gente tá acostumado a ver jogos surgindo causando todos os tipos de impacto. Há sempre aqueles que vem com muito alarde, especulação, expectativa, investimento e tudo o mais. E geralmente são os que estamos esperando pra ver se o jogo é a pic@ das galáxias toda mesmo. Nesse meio tempo, tem também aqueles que vem comendo pela beirada, e se destacam pela qualidade e o boca a boca entre gamers. É o caso de Rayman Origins.

Sim, o jogo teve uma ótima apresentação e recepção de expectativas daqueles que viram as demonstrações do jogo desde a E3, mas não tem como comparar, até pelo tamanho do projeto, com a quantidade de títulos que causam alardes maiores nessa época do ano. Particularmente, Rayman é um personagem que não vejo graça, separe ele dos rabbids (que são perfeitos), e ele não tem nada demais. Mas não tem como não pagar pau pra um jogo como esse. Um platformer fluido, rico visualmente, com puzzles divertidos e o  melhor, tem multiplayer.

A Ubisoft acertou em cheio em deixar técnicas atuais de jogos com todos os recursos 3D possíveis de lado, pra desenvolver um game com jogabilidade retrô, deixando as “mudernidade” apenas para os gráficos. Talvez a única ressalva que penso que pode influenciar no jogo não ser bem sucedido ( no sentido de vender bem) é por não ter sido distribuido via download. Acho que a praticidade online,e talvez o preço um pouco mais baixo por conta dos padrões do formato via download talvez gerasse mais impacto com consumidores. Mas ainda assim, valeu muito a proposta da Ubisoft, que de tempos em tempos acerta umas pra compensar as várias que erra.


%d blogueiros gostam disto: