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Towerfall: O patinho feio dos lançamentos da semana

towerfall-ascension

Em semana de lançamentos como Titanfall e Dark Souls é difícil ter algum outro jogo que te gere interesse certo? Errado!

Fui conhecer por intermédio de um brother do trampo um joguinho que foi muito popular no Ouya, e que agora tava chegando pra Steam e PS4. Pelos comentários dele e algumas imagens, não dava nada. Até que vi um vídeo do joguinho em ação. A partir daí começou a ficar interessante, mas foi quando efetivamente testei hoje com ele e mais outro brother no intervalo do almoço é que consegui ver o ouro desse jogo. Veja porque Towerfall: Ascension é massa.

Pense numa proposta tipo Bomberman: 4 caras em um cenário, cada um por si, são todos arqueiros, e sua premissa é “o último de pé”. Junte a isso tudo, um estilo visual pixelado e buracos que te teleportam pra parte de cima do cenário, ao maior estilo Pac-Man, além de baús que te dão power ups como ficar invisível ou lançar flechas bombas, e tá feito o caos.

Caos é o que te aguarda nesse jogo, e não tem como não curtir

Caos é o que te aguarda nesse jogo, e não tem como não curtir

Você tem 2 modos de jogo, um modo quest, onde enfrenta hordas de inimigos ao longo dos cenários, e que pode ser jogado até 2 pessoas. E o ouro da parada, o modo versus. Até 4 jogadores se matando pra ver quem ganha. Basta apenas uma flechada (ou pisão, ao maior estilo Mario), para matar seu oponente, então se tu não toma cuidado nos avanços, roda. Se algum malaco te atira uma flecha, você pode atirar a sua também e ricochetear a que ia levar. As 2 ficam no chão, e passando em cima delas você repoe seu estoque (cada jogador começa com 3). Apesar do que eu disse, ficar vivo não é a única forma de ganhar no jogo, como ele só computa pontos das mortes, pode ser que seus oponentes tenham se matado, então os pontos vão pra quem matou quem, e se um morreu por alguma armadilha do cenário, ele na verdade perde um ponto, enquanto você que ficou parado assistindo a tudo não ganha PN, com isso é possível que você não morra em nenhuma rodada, mas não ganhe a partida no final. Isso torna o jogo mais desafiador, mas nem que uma po%%@ que eu vou querer apenas ver o circo pegar fogo, e provavelmente você também não.

No modo Quest, você vai avançando para novas dungeons ao redor do mapa do jogo

No modo Quest, você vai avançando para novas dungeons ao redor do mapa do jogo

Tudoquer comer o seu boga no cenário, tem hora que você morre e só vê porque no replay (sim, o game tem replay da última morte da rodada) passou como foi. Em uma partida, um amigo tava com um escudo de força, minha flecha pegou ele em cheio e  quebrou o escudo, como ela foi ricocheteada, e na hora, ele estava no meio de um pulo, acabou que ele  caiu, e minha flecha que estava no ar, foi bem em cima dele. Nunca ri tanto com um ponto em um jogo como nessa hora e… ah deixa eu mostrar essa po%%@ logo, graças ao replay gravado em gif animado.

Melhor ponto que já ganhei em uma partida vs

Melhor ponto que já ganhei em uma partida vs

Esse tipo de coisa é mil vezes melhor que o gol mais cagado que você já fez em um brother em Fifa ou PES, diz aí. Repare que além da minha flecha, caso ele tivesse conseguido escapar, a bomba que ele pegou, e minha flecha acertou, teria explodido ele. Em outras palavas, rodou de qualquer jeito, filhão. Detalhe, a partida só terminou ali porque eu precisava apenas de mais um ponto pra ganhar. Além de bombas, o jogo possui um arsenal de outros equips como espelho, que o torna meio transparente, dificultando ser enxergado no meio da correria pelos outros players, o citado escudo de força, flechas de raios, entre outras coisas. Mas nem sempre você vai conseguir usar, por serem tão rápidas as partidas.

O jogo é tão imerso no estilo retrô no qual foi concebido, que ele não tem DLC’s. Quer liberar outros personagens? Só jogando, como os bons e velhos jogos pré ps3/x360 o faziam. Infelizmente, o mesmo fator retrô que agrada com os bônus do jogo, desagradam com o ônus: o game só pode ser jogado via multiplayer local. Tenho certeza que a diversão maior é estando ao lado dos amigos e zuando na cara deles, mas em tempos de dificuldade em arrumar com quem jogar junto, o modo online é um tanto libertador. Espero demais que futuramente eles planejem um patch para inserir um modo multiplayer online, pois esse pequeno fator é o que me impediu de comprar o jogo, afinal, as maiores chances que vou ter de jogar serão com os brothers do trampo, e pra isso um deles já comprou.

4 personagens são liberados de início, outros 4 são liberáveis fazendo  objetivos específicos

4 personagens são liberados de início, outros 4 são liberáveis fazendo objetivos específicos

Mas ao menos o game não é caro. Preço normal de 25 reaus na Steam, mas está com desconto de 15% de lançamento. Além do Steam, e do Ouya, plataforma original, o game também saiu pra PS4. Eu digo que vale demais se você tiver amigos, pais, esposa, marido, irmãos, primos, enfim, alguém com quem jogar, se não tiver, sua diversão provavelmente diminui um pouco. Vamos esperar que desenvolvam um modo multiplayer pro game.

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10 regras sociais sobre videogames que todos deveriam conhecer!

Sabe aquele negócio de desligar o videogame quando você tá jogando que teu irmão menor faz e que você odeia? Sabe aquele amigo que não sabe perder e desconecta sempre que você tá enfiando um 4 a 0 nele no FIFA? Então… eles provavelmente não conhecem as regras sociais que regem o mundo dos videogames! Essas regras não estão escritas em lugar nenhum, não foram escritas na pedra por nenhum Deus do Videogame, mas elas são essenciais para o convívio gamístico nos dias de hoje! Vamos a elas…

1 – Jamais desligue o videogame se alguém estiver jogando!

Isso é… uma put@#!@!

Pode parecer besteira mas isso enfurece até o mais calmo dos jogadores. Se ele está jogando, se esforçando para avançar no jogo, não ouse desligar o videogame por motivo nenhum antes do mesmo aceitar que o videogame seja desligado. Esse é um costume de mães e pais despreparados (ou putos com alguma coisa).

2 – O Player 2 não mexe no menu!

Por mais simples que isso seja, ainda tem gente que acha que qualquer um pode mexer no menu. E aí, o caos é instalado: entra-se em opções erradas e o que era para ser uma diversão começa sendo um problema logo de cara. É simples… quem tem o Controle 1 faz tudo! E ainda escolhe as regras!

3 – Se você está na casa de alguém, contente-se com o pior controle!

Se te deram um controle ruim, contente-se! Imagem meramente ilustrativa!

Você é visita. Está em território hostil. Aceite de bom grado o pior controle e vingue-se ganhando do dono da casa nas piores condições do mundo. Só reclame se conseguir provar que algum botão ou direcional não estiver funcionando.

4 – Uma tela ou uma vida!

Próximoooooo!

Quando muita gente está querendo jogar e são poucas as opções do jogo para multiplayer, vale a antiga regra de “uma tela ou uma vida” e suas variáveis que podem ser, “até o próximo checkpoint ou uma vida”, “3 a 0 acaba a partida automaticamente” e por aí vai. O importante é todo mundo se divertir.

5 – Não desconectarás! JAMAIS!

Se estiver perdendo no Street Fighter após levar um perfect no primeiro round, se estiver tomando uma goleada no FIFA ou naquele outro futebol que já nem sei o nome mais (mas que os jogadores de Preisteichon adoram), ou se já tiver morrido 12 vezes sem matar ninguém no CoD… jamais desconecte. Os jogos precisam de patos e saber perder é uma virtude!

6 – Se alguém estiver jogando, não entre na frente do televisor!

Nem o gatinho será perdoado se entrar na frente da TV!

Videogames dependem de imagem. Pessoas (e gatos) não são transparentes. Uma vida no videogame pode ir embora em um caralhésimo de segundo! Acho que você já entendeu.

7 – Se alguém está jogando com fones ou headsets, não tente qualquer tipo de comunicação!

Você interromperia alguém jogando Candy Crush com fones de ouvido?

É como usar um fone de ouvidos no metrô, se alguém está usando significa que não está afim de interações com outras pessoas… que não está disponível para papinhos à toa. Se você não estiver morrendo, tendo um filho ou o prédio pegando fogo ou caindo, não fale com quem está jogando de fone/headset.

8 – Nunca coloque a culpa da sua derrota no jogo!

Sua falta de habilidade não deve ser motivo para falar que o jogo é ladrão, ou que algo está errado. O outro jogador não é cheater… ele só é melhor que você. Treine e pare de reclamar.

9 – Multiplayer é sempre a melhor opção!

Todo bom jogo (e toda boa briga) começava com um Multitap!

Você está jogando sozinho, de repente um amigo aparece e… VOCÊS DEVEM JOGAR ALGO JUNTOS! É bem simples! Não tem essa de “Ah, estou testando esse novo emulador!” ou “Ah, tô afim de jogar esse jogo e só dá pra um!”. Pare tudo o que estiver fazendo, claro que você deve salvar o seu progresso, e dê um controle para o seu amigo. Faça-o sentir-se parte da sua empreitada… MULTIPLAYER É SEMPRE MELHOR QUE O SINGLE PLAYER! E, como a própria palavra diz, SINGLE é pra quando você está sozinho.

10 – Não abandone a sua vida social para jogar!

Cena impossível! Provavelmente essa mulher não gosta de videogames… e se ela lambesse o seu controle assim, você ficaria bravo!

Em raros casos os videogames trazem mulheres para a sua vida. RAROS! Em todos os outros eles só afastam. Então não deixe de sair com os amigos para a diversão real. Conheça pessoas reais, que tem vidas reais e gaste um pouco do seu dinheiro de verdade para ir a lugares legais na vida real. De que adianta salvar a princesa no último castelo do jogo se na vida real você não tem nenhuma gatinha pra falar no ouvido dela que você passaria o mundo 8-4 para tirá-la das mãos de quem fosse? Interaja com as pessoas!

Claro que todas as regras são mutáveis e você pode fazer delas o que bem entender (desde que seja no seu próprio c* se quiser enfiá-las lá), mas acho que seguindo essas regrinhas o jogo vai ficar bem melhor pra você e pros seus amigos.

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A paixão de jogar com a “brodagem”

Wii, Ps3 e X360, opções pra todos os gostos e perfis

Wii, Ps3 e X360, opções pra todos os gostos e perfis

Não me lembro de nenhuma época em que os vários perfis de jogadores tenham sido tão bem servidos. Jogadores com perfil solo tem muito mais a cara da Sony, do mesmo jeito que o pessoal que prefere a presença dos amigos (ou inimigos) tem muito a cara da Microsoft. Rolou até pra quem prefira games mais casuais e pró zoação com os amigos, ou até velhas ideias reapresentadas, como o público da Nintendo, muito embora todos os 3 consoles tenham um pouco de cada. Joguei dos 3 consoles na geração, tive o prazer de pegar um Wii emprestado e me satisfazer com os velhos clássicos Nintendo, além de experimentar girar o pirocóptero em games de zuação como Just Dance ou Raving Rabbids. Cheguei a ter de tabela um PS3 que era do meu irmão, e me fartei de alguns exclusivos como Heavy Rain, Heavenly Sword, God of War 3 ou Journey, mas nenhum deles me deixou tão empolgado nessa geração como o X360.

PS3, um prato cheio de exclusivos classe AAA

PS3, um prato cheio de exclusivos classe AAA

Me desculpem se esse depoimento soar “ista”, não é nesse sentido que quero tratar, deixa eu explicar.

O X360 foi voltado a explorar as funcionalidades online desde o princípio, a começar pelos chats que eram permitidos já do lançamento do console, e que foram melhorados quando deram o upgrade para os cross chats. Você pode até dizer que é frescura, que quando entra no jogo no PS3 o chat tá lá, ou mesmo que se fosse pra ficar batendo papo, ia pro MSN ou o que for. No caso do último exemplo, isso bate com o lance dos perfis de gamers, não é a sua cara jogar com a galera e pronto, mas nos exemplos anteriores, você tá defendendo coisas pequenas. O que foi que desenvolveu-se muito nesses últimos anos com a internet? O crescimento de comunidades online, a comunicação e socialização entre as pessoas. O que foi que um cross chat do X360 proporcionou quando lançado? Comunicação e socialização entre as pessoas, facilitando o desenvolvimento de comunidades gamers online.

Conversar enquanto joga ou fazendo qualquer coisa, só pela vontade de conversar.

Conversar enquanto joga ou fazendo qualquer coisa, só pela vontade de conversar.

Praticamente a totalidade das pessoas que jogo online são amigos meus, e são amigos que conheci através da própria internet de fóruns e outras comunidades. Se a coisa foi pegando afinidade através dos fóruns, o desenvolvimento da amizade veio com a convivência frequente na Live, seja jogando juntos, ou cada um no seu próprio jogo, mas papeando pelo cross chat. Debates sobre diversos assuntos, acompanhamentos de conferências nas E3, além da exploração simultânea de um mesmo jogo single player e comentado entre nós (Mega Man 9 fase a fase conversando e explorando com um brother eu não esqueço), é o que estou querendo dizer. Até na zoação coletiva a coisa era divertida, chat com 5 pessoas onde 3 estão revezando pelejas em Super Street Fighter IV, mas todos os 4 zoando um que perde de forma vexatória é o que mais alavanca a galera a se empenhar em melhorar, ou o que dita a piada por horas e dias.

É legal zoar quando dá essa tela né? E quando tem mais uma galera junto só pela zoação?

É legal zoar quando dá essa tela né? E quando tem mais uma galera junto só pela zoação?

Enfim, deixando de lado todas as facilidades que o X360 me proporcionou em relação a socialização e comunicação, vamos a parte principal: os jogos. Minhas melhores experiências online nessa geração foram com Gears of War (2 e 3), Left 4 Dead (disparado meu predileto multiplayer da geração) e atualmente Borderlands 2. A série Gears of War tá no meu top 5 (se eu tiver um) dos melhores que joguei nessa geração, ele é bom sozinho, mas é perfeito entre amigos. Left 4 Dead é de longe o mais legal pra multiplayer. É o jogo que melhor utilizou pra mim a função cooperativa, mesmo quando você joga em modo competitivo, ele é cooperativo. E Borderlands… bem, eu joguei o primeiro quando ainda tinha o PS3, mas somente single player, achei até esquisito porque as pessoas pagavam tanto pau pra um shooter que achei pouco menos do que razoável. Por causa das promoções de verão da Live, e por influência dos amigos que jogam no Xbox, resolvi pegar o 2, tava barato, não custava tanto arriscar… Tenho que dizer, a experiência cooperativa dele melhora e MUITO a diversão do jogo. Os DLC’s são pouco pra vontade de continuar jogando com a brodagem.

Cooperativo até jogando contra, as equipes revezam entre sobreviventes e zumbis no vs

Cooperativo até jogando contra, em Left 4 Dead as equipes revezam entre sobreviventes e zumbis no vs.

E é disso que tô falando, se você ainda é criança ou adolescente, você provavelmente tem todo o tempo do mundo (como eu tinha na época) pra jogar na casa dos amigos, ou chamá-los pra jogar na sua casa, mas se você trabalha o dia todo, e seus amigos consequentemente também, a maioria das vezes que você conseguirá encontrar com eles, será através das sessões de jogatina. Participar de longas sessões de Left 4 Dead, Borderlands, Castle Crashers, ou qualquer outro jogo com foco no multiplayer, pra mim é tão prazeroso e nostálgico quanto na época que juntávamos na casa de um dos amigos pra tirar longas pelejas de Street Fighter 2, ou na cooperatividade com Streets of Rage ou Final Fight.

Em tempos de trabalho, as facilidades online tentam te relembrar desse período aí (PS:Sei lá que foto é essa, peguei só pra exemplificar)

Em tempos de trabalho, as facilidades online tentam te relembrar desse período aí (PS:Sei lá que foto é essa, peguei só pra exemplificar)

Tenho certeza que vocês devem ter ótimas histórias e experiências online no PS3. Joguei bastante Modern Warfare 2 e Fifa 12 nele, no entanto, pouquíssimas vezes eu joguei com amigos (salvo o Player 2 em algumas sessões de Modern Warfare 2), mas ainda assim, precisávamos marcar pra jogar, e as conversas só aconteciam durante as sessões de jogo e apenas com quem tivesse no jogo, enquanto na live eu tenho a opção de estar jogando Borderlands 2 com ele e mais outro amigo, e ainda mais outros amigos jogando fable 3 e todos interagindo na mesma conversa e rindo das piadas de todos. E ainda assim, foram partidas cujas amizades eu já tinha, e não que foram desenvolvidas pelo convívio.

No PS4 essas diferenças vão sumir, e a Microsoft vai penar pra inventar qualquer diferencial e chamar mais a atenção que a Sony

No PS4 essas diferenças vão sumir, e a Microsoft vai penar pra inventar qualquer diferencial e chamar mais a atenção que a Sony

De novo, peço desculpas se o texto soou “ista”, mas tenho certeza que na próxima geração, vocês que tiverem esse tipo de experiência no PS4 (com a gente do PnMP, de preferência), podem até não admitir ou não curtir, mas vão entender do que eu estou falando.

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Mark of The Ninja – Ninjas aprontando o que fazem melhor

Lembra da época em que saíam ótimos jogos de ninja em 2D fazendo o que sabiam melhor? Não? F#%@-se. Ninja Gaiden explorava o uso de espadas e itens especiais, enquanto Shinobi se focava mais no uso de shurikens e kunais. Não sabe o que é uma shuriken ou uma kunai também? F#%@-se! Bom, são basicamente aquelas “estrelinhas” e “faquinhas” ninjas que eles usavam pra jogar nos outros.

Uma kunai e uma shuriken, respectivamente. Aquela fundação dos índios lá é FUNAI. #nadaver

A geração 3D chegou, e a série Tenchu fez um ótimo trabalho focando em outra característica dos ninjas: A furtividade. Suas missões basicamente eram invadir fortalezas, residências, vilarejos para fatiar uma rapaziada, recuperar ou entregar alguma coisa importante. As pontuações aumentavam conforme você fosse visto por menos gente.

Porque da pequena inútil aula de história de jogos de ninjas? É simples, no dia da nossa independência esse ano, a Klei Entertainment e a Microsoft Studios lançaram para Xbox Live (chupa pra quem joga no Super Nintendo ou Mega Drive) o game Mark of The Ninja. A Klei é conhecida pelos 2 recentes e divertidos games do Shank, de ação sidescroller com elementos de Beat’em up ambientados no México e sudoeste americanos.

Com Mark of The Ninja, o esquema 2D sidescroll permaneceu, mas diferente de Shank, sua meta é passar de fase sem ser visto. Aliás, se você for visto, você pode até atacar os inimigos e derrubá-los, mas só para ganhar tempo e sumir nas sombras de novo, o jogo não te permite matar tendo sido visto. Pra fazer um estrago nessa rapaziada, você conta com uma espada – para os golpes furtivos, kunais – para atrair a atenção dos inimigos em determinada direção, uma corrente com gancho – para se puxar e dependurar em lugares mais altos, ao maior estilo “Maranha”, e o cenário – pra se esconder, procurar dutos de ventilação, esconder corpos e o escambal.

Eu joguei apenas a demo, mas me diverti por pouco mais de uma hora com ela tendo conhecido as ações básicas do jogo. Na versão completa, você será apresentado ao desenvolvimento de habilidades dependendo de determinado estilo que você usar mais. Dividido entre o silencioso e furtivo – que só passa usando as sombras, o matador – que não precisa de explicações, e o aterrorizador – que mata com requintes de terror pra assustar aos demais inimigos vivos restantes no ambiente.

Se despede da vida, xará, porque tu já rodou e só não sabe ainda.

O game tá saindo por 1200 MS Points (15 dólares) e, pelo que me foi apresentado na demo, e acho que pelo que os críticos estão falando bem, ele vale a pena pra car@|#0. Principalmente considerando o quão porca a Microsoft tem sido nos últimos anos com os donos de X360, se focando apenas em jogos para Kinect e esquecendo de produzir exclusivos tradicionais.

PS: Viu alguma conexão com o fato de ter saído no dia da nossa independência? F#%@-se! Não tem nada a ver, só foi coincidência


Tiny & Big in Grandpa’s Leftovers: Game para designers

Dia 19 de junho agora foi lançado para PC e Mac, game de plataforma e aventura, cujo objetivo é alcançar Big e recuperar a sua herança, a cueca mágica do seu avô.

O game é um jogo bem tradicional, no qual você não vai precisar de horas para aprender a jogar, nem evoluir o personagem ou equipamentos. De fato, tudo que precisa fazer no jogo, você aprende logo no início. Tiny está armado com um equipamento capaz de cortar objetos gigantes, e é fatiando morros, puxando e empurrando pedaços deles e de outros objetos é que você vai avançar no game.

A repetitividade das ações parece ser um pequeno incômodo, mas como o jogo não é muito longo, não chega a acabar com o game. O visual é que chama a atenção, ilustradores e designers pelo mundo vão perceber que o estilo visual do game segue referências de muita coisa do meio que tem sido popular, mesclado à influências de linguagem de HQ. O jogo tem um visú fodástico.

O game custa só 10 dólares na Steam, e no GOG e pra mim vale a pena. Mas se você ainda está em dúvida, no site oficial do game é possível baixar a demo. A tristeza é só não poder jogar isso num ps3 ou x360 também, seria tããããão legal.


Konami atiçando público com possível imagem de Castlevania

Tá vendo essa imagem acima? Quem acompanha a Fanpage de Lords of Shadow no Facebook, hoje se deparou com essa pequena surpresa. Eles colocaram essa arte como imagem de capa, e quando você abria, ela te passa o link para um site com o nome de The Dragon Returns.

Seria essa a tão esperada sequência de The Lords of Shadow? Mais importante, seria esse o título do próximo game da série? Só sei que no site diz apenas 31/05/12. Chessus que essa ansiedade deixa os fanboys castlevaneiros eufóricos.

Sobre a imagem, o nosso tema do blog não permite deixar a visualização total da imagem na “timeline”, mas você clicando com o direito e abrindo em uma nova guia, ele abre em tamanho real. Repare nos detalhes do tamanho do castelo no cenário, a vista parece ser de dentro dele, e até onde o horizonte atinge, ainda é castelo. Rapaz, vai ser praticamente uma cidade castelo!


Diablo 3 chegou, até para os desprovidos de verba (pobres)

Se você não é ryco o suficiente (ainda) pra comprar o game como esses malucos aí, ao menos você pode aproveitar parte da diversão

Os malucos que querem dar uma descidinha pro inferno já podem ficar felizes. A espera pelo lançamento de Diablo 3 acabou e já vivemos em um mundo pós-lançamento do game. A notícia da vez agora é que os desprovidos de verba, como eu, podem aproveitar (ao menos um pouquinho) do jogo também. A Blizzard anunciou a versão Starter Edition do game, que pelos primeiros 30 dias será conseguida através de convite que vem junto da versão física do jogo (ou seja, pra nós brazucas sem amigos gringos, só no dia 7 de junho que é o lançamento da versão em disco do jogo por aqui).

Esse Starter Edition não vai te permitir muita coisa não, de fato, só o que você provavelmente já viu no Beta Free do jogo vai estar liberado. É só parte do capítulo 1 e  até o nível 13, você não terá acesso aos leilões de equipamento e só poderá jogar com pessoas que também estão usando o S.E.. Depois dos 30 dias de lançamento o S.E. se torna liberado pra todos os jogadores. Pense em servidores lotados como provavelmente vão ficar nesse período hein?

Fonte: G1

Jogou o Beta e quer a versão final?

Segundo o que li em um fórum, se você jogou a versão Beta do game, é preciso desinstalá-la antes de baixar a versão final. E inclusive você precisa se certificar de que a pasta Battle.Net em C: Arquivos de Programas > Battle.net tem que ser deletada também. Particularmente não sei se isso é necessário, quando desinstalei o beta, a pasta não estava lá, se é que esteve, eu não vi antes pra saber se tinha alguma, mas se por acaso tiver, acho bom se informar em outros sites também, porque sei lá se algum outro dos seus jogos da Blizzard utiliza da pasta né.

Boas jogatinas a todos vocês matadores de criaturas das trevas e eu me junto assim que estiver em condições!


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