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Notas sobre Tartarugas Ninja: Out of The Shadows Pt.2 – Referências nostálgicas e Easter Eggs

oots marcaTMNT: Out of The Shadows  não procurou apenas levar os personagens a um outro estilo de jogo, mas para os fãs que conhecem os heróis, tentou também dar o valor nostálgico de quem foi criança no auge deles, e podem talvez identificar as milhares de referências saudosas. Resolvi listar algumas das que identifiquei nas minhas várias horas de jogo. Vamos lá.

Menu principal e a capa de TMNT número 1

tmnt vol1 menu

Antes mesmo de ter dado de cara com os primeiros segundos de jogo, essa tela já me deixou impressionado por terem ido atrás da raiz de TMNT. A primeiríssima edição lançada em maio de 1984, impressa em preto e branco com os poucos trocados que Kevin Eastman e Peter Laird conseguiram juntar pra imprimir algumas poucas cópias do volume 1 tinha essa capa. Pra quem não conhece, Tartarugas Ninja foi um fenômeno nos quadrinhos autorais distribuídos no esquema de fanzine porque essa edição no boca a boca fez tanto sucesso que esgotou rapidão. Isso felizmente proporcionou em seguida novas impressões dela e, consequentemente, a continuação da história.

Tema principal do menu

Tema principal que toca nos créditos do primeiro filme dos Tartarugas Ninja, a música Turtle Power, do Partners in Kryme, também é o tema do menu e dos créditos de TMNT Ot of The Shadows.

Go Ninjas Go Ninjas Go!

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Tema do segundo filme, o tema go ninjas go, do Vanilla Ice, ficou de fora do jogo, mas a dancinha não foi esquecida e é uma das muitas interações entre os personagens.

Hi five (ou seria Hi three?) torto

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No encerramento do primeiro filme os tartarugas acabam com um hi-five (ou three) e o clássico “cowabunga”. Recentemente surgiu no youtube uma versão que seria de um final alternativo, ou sei lá do que seja, mostrando que na cena original, os atores erraram o hi five. A Red Fly não perdoou e colocou essa “falha” também em OoTS.

Faixas coloridas/vermelhas

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Arte de Jim Lawson

As cores dos tartarugas foram criadas para a fácil identificação das crianças quando fossem assistir ao desenho animado de 1987, mas na versão original dos quadrinhos, nunca houve essa divisão. Todos usavam vermelho e não tinha necessariamente essa “crise de identidade”. Foi a primeira vez que vi um jogo permitir essa alteração, tem uma manha que você faz no jogo (no meio das fases mesmo), que você segura RT e aperta Y A B B A Y A B B A (no ps3 seria segure R2 e aperte Triângulo X Bola Bola X Triângulo X Bola Bola X), e você verá o símbolo do jogo salvando no cantinho esquerdo. Aí você sai do jogo e entra de novo, quando for escolher seu tartaruga aparecerá a opção de usar bandanas vermelhas ou coloridas. Como um fã das hq’s dos tartarugas, e por ser novidade, advinha com que cores eu jogo.

Teenage Mutant Ninja Noses

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Piadinha que se tornou muito usada nas redes sociais, desenhar Tartarugas Ninja no nariz das pessoas se tornou também um meme usado no jogo. Nos créditos, a equipe de produção tem seus narizes zoados com cara de tartarugas também.

Nham, Pizza!!

Nas histórias originais, os tartarugas nunca tiveram fascínio em especial com alguma comida, sempre comeram de tudo. Comida chinesa, mexicana, japonesa, italiana, etc etc etc. Mas para o desenho clássico (e todas as outras mídias influenciadas por ele), os personagens eram fascinados por pizza. Isso voltou a estar presente na versão do desenho da Nickelodeon, e consequentemente nesse novo jogo, sendo a pizza o item de recuperação de hp do jogo.

Utrom/Krang/Kraangs

Os Utrom, o Krang e os Kraang

Os Utrom, o Krang e os Kraang

Nas antigas HQ’s, havia uma raça de seres evoluídos que lembravam um cérebro, ou chiclete mastigado, que usavam exoesqueletos humanoides para interagir entre humanos. Eles são os Utrom, uma espécie pacífica e evoluída que praticava alguns experimentos em segredo na Terra. Foram eles que criaram o Ooze que possibilitou a mutação dos tartarugas. Essa versão foi mantida no desenho de 2003, mas no desenho de 1987, os Utrom foram limados, assim como sua origem, e acho que até pelo aspecto feio, resolveram fazer da raça inteira, apenas um personagem, que foi chamado de Krang e é o aliado do mal do Destruidor. No novo desenho (e consequentemente a versão inspirada e liberada para OoTS), eles se tornaram uma raça, os Kraang, e voltaram a fazer experimentos na Terra, mas são vilões de outra dimensão, como o Krang era (lembram da Dimensão X?).

Diálogos

Nenhum jogo do tartarugas ninja procurou dar o feeling de relação dos personagens como Out of The Shadows. Os diálogos são uma piada a parte no jogo. Várias situações de “e se” são colocadas, e com isso aparecem pequenas piadinhas nostálgicas sobre situações anteriores dos personagens. Infelizmente se você não saca inglês, fica no vácuo nessas horas do jogo, mas nos diálogos nós temos:

1 – Donatello quando pega uma pizza questiona sobre a estranheza de achar uma pizza largada no chão, dizendo que a pizza pode estar estragada, ou pior, o Destruidor poderia ter deixado ela lá, sendo ela uma pizza espiã.

2 – Ainda o Donatello questiona se algum dos seus irmãos já parou pra pensar se por um acaso existisse um quinto tartaruga perdido que o Splinter não tivesse visto quando os encontrou e, com isso, tivesse crescido sem a orientação dele e tudo mais. Essa referência a um quinto tartaruga foi usada muitas vezes. No desenho animado clássico, um adolescente amigo e fã deles chamado Zack, era considerado por eles o quinto tartaruga e os ajudava em alguns episódios. Se refere também ao Slash, a tartaruga mutante que era bichinho de estimação do Rocksteady e que é forte e sem a orientação de Splinter. Na série lixosa Next Mutation, que passava na Fox Kids, também foi apresentada uma quinta tartaruga fêmea chamada Vênus de Milo, Deus abençõe essa série não ter ido pra frente.

Da esquerda pra direita, Zack, Slash e Vênus de Milo

Da esquerda pra direita: Zack, Slash e Vênus de Milo

3 – Lembram o que falei sobre as bandanas vermelhas pra ajudar na identificação dos personagens? Um dos diálogos do Raphael é questionar sobre o que aconteceria se por um acaso eles trocassem de bandana, sobre o quanto eles conseguem expressar da personalidade deles pra que as pessoas tivessem essa possível dificuldade. Leonardo questiona se ele quer tentar e o Raphael responde apenas um “não, de repente outra hora”.

4 – Pizzas são um delírio para os tartarugas, Michelangelo tem um diálogo no qual ele começa a viajar explicando que a pizza não é apenas uma comida, mas um estilo de vida. Cita trilhares e trilhares de exemplos de ingredientes que você pode colocar em cima dela, cita que nunca foi ao Havaí, mas que lá eles usam algumas coisas legais então tá de boa, e vai falando outras peculiaridades de ingredientes de outros países. É uma viagem que até o Raphael fica de cara com a dissertação do irmão abobado e no quão sério ele parecia falando.

5 – Ainda no Michelangelo, ele proporciona os diálogos mais fumados. Outro papo de “e se” do jogo é um em que ele questiona se eles encontrassem um bebê e criassem ele, que ele seria um humano treinado pra conversar na língua deles. Raphael já dá um corte dizendo que eles conversam em inglês, que é a língua deles. Donatello questiona sobre a morbidez de encontrar um bebê largado, e Michelangelo complementa dizendo que ele seria um sobrevivente no meio de destroços de um barco (ou nave), e começa a viajar em um enredo típico de cinema. Os irmãos só comentam o quanto ele é medonho.

Considerações finais
Eu pensei em colocar até sobre os golpes aqui, mas acho que esse post já se alongou demais, e penso que apenas citar alguns já é o suficiente, mas se você lembra dos filmes antigos, vai lembrar que eles usavam o cenário inteiro (menos as armas deles que são mortais) pra derrotar os ninjas do Clã do Pé. Isso está presente no game, assim como os golpes em grupo, como a “cascada” (Shell Shock) usada em Tatsu no segundo filme, ou a bola de boliche do primeiro filme. De games antigos, o Power Drill, do Raphael em Tournament Fighters do SNES também é um golpe usado nesse jogo, assim como o Rising Thunder do Michelangelo.

Bola de boliche usada por Michelangelo e Raphael no primeiro filme também foi lembrada em OoTS

Bola de boliche usada por Michelangelo e Raphael no primeiro filme também foi lembrada em OoTS

Depois  desse p&%@ post gigantesco, 2 coisas podem ser identificadas, a primeira é que não foi um amontoado de coisas aleatórias e largadas o que a Red Fly propôs em Out of The Shadows. A segunda é que você talvez fique com um medo do baralho do nível de “fanboysse” por eu ter identificado tantas referências no jogo a tudo que já foi produzido antes com os mutantes. Mas ao menos depois dessa k-ra$#@#@ de coisa, talvez você veja um pouco mais de graça no jogo e consiga deixar mais de lado todos os milhares de bugs e glitches presentes e o apoie para que haja uma continuidade nessa linha. Tartarugas Ninja são personagens que tem um sério problema em não serem de editoras famosas como o Batman ou os X-Men, então é meio sazonal o sucesso deles, mas com o tempo de existência, os heróis criaram 2 públicos diferentes: a galera da velha guarda como eu, que cresceu com os personagens e hoje é adulto, profissional e talvez pai de família, no qual foi a proposta do Out of The Shadows, e as crianças que são o público pretendido pelo novo desenho do Nickelodeon, e provavelmente pelo outro jogo baseado nesse desenho, também da Activision, a sair ainda esse ano.

Só pra fechar o post, aqui vai a abertura do desenho clássico. Santa tartaruga

Heroes in a Half Shell, Turtle Power

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10 regras sociais sobre videogames que todos deveriam conhecer!

Sabe aquele negócio de desligar o videogame quando você tá jogando que teu irmão menor faz e que você odeia? Sabe aquele amigo que não sabe perder e desconecta sempre que você tá enfiando um 4 a 0 nele no FIFA? Então… eles provavelmente não conhecem as regras sociais que regem o mundo dos videogames! Essas regras não estão escritas em lugar nenhum, não foram escritas na pedra por nenhum Deus do Videogame, mas elas são essenciais para o convívio gamístico nos dias de hoje! Vamos a elas…

1 – Jamais desligue o videogame se alguém estiver jogando!

Isso é… uma put@#!@!

Pode parecer besteira mas isso enfurece até o mais calmo dos jogadores. Se ele está jogando, se esforçando para avançar no jogo, não ouse desligar o videogame por motivo nenhum antes do mesmo aceitar que o videogame seja desligado. Esse é um costume de mães e pais despreparados (ou putos com alguma coisa).

2 – O Player 2 não mexe no menu!

Por mais simples que isso seja, ainda tem gente que acha que qualquer um pode mexer no menu. E aí, o caos é instalado: entra-se em opções erradas e o que era para ser uma diversão começa sendo um problema logo de cara. É simples… quem tem o Controle 1 faz tudo! E ainda escolhe as regras!

3 – Se você está na casa de alguém, contente-se com o pior controle!

Se te deram um controle ruim, contente-se! Imagem meramente ilustrativa!

Você é visita. Está em território hostil. Aceite de bom grado o pior controle e vingue-se ganhando do dono da casa nas piores condições do mundo. Só reclame se conseguir provar que algum botão ou direcional não estiver funcionando.

4 – Uma tela ou uma vida!

Próximoooooo!

Quando muita gente está querendo jogar e são poucas as opções do jogo para multiplayer, vale a antiga regra de “uma tela ou uma vida” e suas variáveis que podem ser, “até o próximo checkpoint ou uma vida”, “3 a 0 acaba a partida automaticamente” e por aí vai. O importante é todo mundo se divertir.

5 – Não desconectarás! JAMAIS!

Se estiver perdendo no Street Fighter após levar um perfect no primeiro round, se estiver tomando uma goleada no FIFA ou naquele outro futebol que já nem sei o nome mais (mas que os jogadores de Preisteichon adoram), ou se já tiver morrido 12 vezes sem matar ninguém no CoD… jamais desconecte. Os jogos precisam de patos e saber perder é uma virtude!

6 – Se alguém estiver jogando, não entre na frente do televisor!

Nem o gatinho será perdoado se entrar na frente da TV!

Videogames dependem de imagem. Pessoas (e gatos) não são transparentes. Uma vida no videogame pode ir embora em um caralhésimo de segundo! Acho que você já entendeu.

7 – Se alguém está jogando com fones ou headsets, não tente qualquer tipo de comunicação!

Você interromperia alguém jogando Candy Crush com fones de ouvido?

É como usar um fone de ouvidos no metrô, se alguém está usando significa que não está afim de interações com outras pessoas… que não está disponível para papinhos à toa. Se você não estiver morrendo, tendo um filho ou o prédio pegando fogo ou caindo, não fale com quem está jogando de fone/headset.

8 – Nunca coloque a culpa da sua derrota no jogo!

Sua falta de habilidade não deve ser motivo para falar que o jogo é ladrão, ou que algo está errado. O outro jogador não é cheater… ele só é melhor que você. Treine e pare de reclamar.

9 – Multiplayer é sempre a melhor opção!

Todo bom jogo (e toda boa briga) começava com um Multitap!

Você está jogando sozinho, de repente um amigo aparece e… VOCÊS DEVEM JOGAR ALGO JUNTOS! É bem simples! Não tem essa de “Ah, estou testando esse novo emulador!” ou “Ah, tô afim de jogar esse jogo e só dá pra um!”. Pare tudo o que estiver fazendo, claro que você deve salvar o seu progresso, e dê um controle para o seu amigo. Faça-o sentir-se parte da sua empreitada… MULTIPLAYER É SEMPRE MELHOR QUE O SINGLE PLAYER! E, como a própria palavra diz, SINGLE é pra quando você está sozinho.

10 – Não abandone a sua vida social para jogar!

Cena impossível! Provavelmente essa mulher não gosta de videogames… e se ela lambesse o seu controle assim, você ficaria bravo!

Em raros casos os videogames trazem mulheres para a sua vida. RAROS! Em todos os outros eles só afastam. Então não deixe de sair com os amigos para a diversão real. Conheça pessoas reais, que tem vidas reais e gaste um pouco do seu dinheiro de verdade para ir a lugares legais na vida real. De que adianta salvar a princesa no último castelo do jogo se na vida real você não tem nenhuma gatinha pra falar no ouvido dela que você passaria o mundo 8-4 para tirá-la das mãos de quem fosse? Interaja com as pessoas!

Claro que todas as regras são mutáveis e você pode fazer delas o que bem entender (desde que seja no seu próprio c* se quiser enfiá-las lá), mas acho que seguindo essas regrinhas o jogo vai ficar bem melhor pra você e pros seus amigos.

assinatura p2


O poder dos Jogos Clássicos!

Como você se sente quando tem a possibilidade de jogar um jogo que gostava muito quando era criança? E se for no console original em que aquele jogo foi lançado? Nada de emuladores, roms e afins. Um cartucho e um console “dazantiga”!

Talvez, no meu caso, essa seja uma das melhores sensações quando o assunto é videogame. Nada como pegar um console velho e empoeirado e fazê-lo rodar os clássicos da minha infância… Super Mario Bros. 3, Rock n Roll Racing, Super Mario World, Megaman 2, Super Contra… são tantos os jogos que fica bem difícil de escolher o que jogar.

Mas… e quando uma empresa decide que um dos seus jogos favoritos vai ter um remake HD e vai sair para os consoles atuais? Como você se sente? Será que isso é uma coisa boa? Será que o clássico vai se manter e você vai se sentir satisfeito com o que está jogando?

Ducktales do Nintendinho… NOSTALGIA!

Ducktales! Uhú… são os caçadores de aventura… uhú! Musiquinha que todo mundo que nasceu nos anos 80 conhece, certo? O jogo de NES? Nem todo mundo jogou, mas mesmo quem não jogou ouviu falar muito bem desse GRANDE CLÁSSICO do Nintendinho. Era um jogo extremamente difícil… em uma época sem save games, esse jogo também não contava com os famosos passwords e era necessário terminá-lo em “uma só sentada”. Conseguir uma vida extra era quase um milagre e em alguns lugares era bem difícil passar sem perder energia ou até mesmo sem perder uma vida!

O jogo novo vai na mesma pegada, bastante difícil em algumas partes (hoje ainda é possível escolher o nível de dificuldade) e com uma grande necessidade de acertar os pulos e o timing dos inimigos. Estou curtindo bastante o jogo embora ainda não tenha jogado o jogo todo. É nostálgico poder escolher entre Amazônia, Transilvânia e a Lua como fases de jogo… muito nostálgico!

Hoje as coisas são muito melhores… será?

Agora a hype vai toda para o novo Castle of Illusion que já foi anunciado há algum tempo e deve sair ainda em setembro desse ano. Se for no mesmo ritmo de Ducktales… os saudosistas estão muito bem servidos!

E como não poderia deixar passar…

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Complemento do post anterior sobre revistas

Pois é, eu falei no post anterior que era uma pena que não tinha essas revistas para visualização no post da UOL né? Pois bem, achei um site com uma caral#@$@ dessas revistas de games antigos para visualização Vou já rever minha Videogame número 3, a minha primeira revista de games!


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