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Bomba ou nostalgia? Novo trailer do jogo do Rambo

Rambo

Final dos anos 80 e início dos 90 a onda era os games do gênero beat ‘em ups (ou andar e bater, como eu chamo), depois veio a geração jogos de luta. O estilo dessas 2 últimas gerações de consoles tem sido os shooters. E temos visto shooters de todos os tipos, com todas as esquisitices, metidos a filmes de guerra como Call of Duty, ou ficção científica (ou space opera, não consigo me decidir) como Halo, e até ficção científica com toques de sarcasmo como Borderlands. Enfim, tivemos de tudo que é gênero explorado, de Wolfenstein, Doom, Quake ou Blood até Far Cry 3, passando pelo Blood Dragon. Aí no fim dessa geração aparece a Reef Entertainment com um “novo” jogo de tiro e a gente se pergunta o que será que ele tem a acrescentar. Não cara, eu não acho que todo jogo tem que ser único e super fodão como os citados acima, mas o propósito dele tem que ser cumprido, o de ser divertido.

Pra tentar isso, a Reef resolveu tentar a chance com uma franquia de filmes extremamente conhecida pela rapaziada de pelo menos uns 30 anos de idade e que, sinceramente, me pergunto porque ninguém tentou algo com ela antes. Rambo é uma série de filmes sem história muito elaborada, divertido pra quem foi criança nos 80 e início dos 90, violento até dizer chega, mas de uma época onde não tinha muita preocupação no grau de influência que isso teria nas crianças. Confesso que pela nostalgia do personagem, tenho curiosidade de jogar isso, mas o jogo tá feio, e o trailer não mostra muita coisa da jogabilidade, então as expectativas estão lá embaixo.

Foge Rambo que esse jogo tá com pinta de bomba!!

Foge Rambo que esse jogo tá com pinta de bomba!!

Jogos baseados em filme geralmente tem tudo pra dar errado porque precisam seguir enredo próximo ao do original, mas como o filme geralmente ainda está em produção, muitas vezes nem os caras do estúdio tem muitos detalhes de como será pra fazer algo amarrado, isso desconsiderando o prazo que quase sempre é apertado para os eles. Mas esse não é o caso de Rambo, o jogo é baseado na antiga trilogia, não tem PN a ver com um possível filme novo, nem conteúdo do mais recente Rambo IV tem, então era de se esperar um esmero de quem tá dedicado a fazer algo pelo prazer de explorar aquele universo, vide The Warriors, da Rockstar.

Aliás, The Warriors é o exemplo perfeito, o jogo não é bonitão, mas a jogabilidade é ótima e a proposta é total do universo de gangues nos quais os personagens estão. No filme você acompanha uma gangue de Coney Island, bairro da cidade de Nova York, que foi a uma grande reunião das maiores gangues da cidade. Por lá deu uma grande merda, foram culpados pelo assassinato do chefe da gangue mais forte e influente da cidade, e precisaram voltar pro bairro deles do outro lado da cidade, tendo que enfrentar tudo que é gangue que encontrassem pelo caminho. No game, isso tudo que acontece no filme representa cerca de 30 a 40% no máximo do jogo, pois ele expande o universo do filme apresentando todos os membros, como a gangue se formou, desenvolvendo a personalidade deles e tudo mais. Você aprofunda a experiência do filme.

Meu ponto é: Rambo tentará fazer algo do tipo expandindo a experiência e o universo do filme? Será feliz nesse caminho? Não sei, afinal só temos poucos trailers e não dá pra julgar sem ter jogado ainda, mas que esse trailer não me passou muita confiança, não passou.

Ah é, curte aí e tire suas conclusões:

O game sai ano que vem pra PS3, X360 e PC.

PS: O jogo talvez não preste, mas eu queria na minha mesa do trabalho uma dessas miniaturas da pré venda.

Aceito doações desses bonequinhos aí

Aceito doações desses bonequinhos aí

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River City Ransom Underground: Mais um clássico precisa de você no Kickstarter

river city ransom underground

Se tem uma coisa que gosto de fazer quando tô de bobeira  é olhar novos projetos no Kickstarter. O site foi a melhor invenção que o homem fez depois do bolagato e do videogame. Digo isso pelo princípio da coisa, você tem um projeto bacana? Uma ideia pra um varal em apartamentos pequenos, um jogo de tabuleiro sobre o Tour de France, uma impressora que usa suco em pó pra imprimir, sei lá, qualquer coisa. Você faz o planejamento dos gastos necessários, prêmios e/ou brindes para os apoiadores e tudo mais e lança no site. Se as pessoas gostam, elas apoiam.

A ideia é fantástica e isso corta o trâmite que muitas vezes ferra com projetos novos. Quantos cientistas caseiros, designers, escritores, ilustradores, programadores, estilistas, etc etc etc, pensaram em boas e novas ideias que deixaram de ver a luz do dia simplesmente porque a Microsoft, Epson, Marvel ou qualquer outra grande empresa de seu respectivo mercado, não gostou do projeto? O Kickstarter corta tudo isso e coloca direto em contato o(s) criador(es) com o povo. Você automaticamente sabe quem está querendo o seu produto, seja pelo pequeno apoio, ou por quem compra de fato.

Óbvio que sempre vai ter gente com ideias fuleiras demais, ou os caloteiros que simplesmente ficaram com a grana ou não souberam planejar os custos do projeto direito, mas isso não apaga o valor que os sites de crowdfunding (o kickstarter é um deles) tem.

Por que pic@’s eu to falando isso tudo? Claro que você provavelmente já sabe toda essa pu*@%$@ desse tipo de site, mas entenda que algumas pessoas não sabem, e o meu post da vez é novamente sobre um projeto divulgado por lá.

Eu tô falando de River City Ransom Underground. Lembra do original? Não? Pois é… Mesmo entre muita gente da velha guarda, River City Ransom talvez não seja tão popular quanto outros jogos do NES como Ninja Gaiden ou Mega Man, mas é tão saudoso e foi tão inovador quanto. River City Ransom era um jogo de Beat’em up, e também a versão americana de Downtown Nekketsu Monogatari, um jogo da série Kunio Kun. A série da Technos foi a grande precursora de Double Dragon, sem Kunio Kun, sem Double Dragon, entende? Claro que Double Dragon ganhou mais o gosto dos gamers (o meu incluso), mas River City Ransom foi mais inovador. Já jogou o game de Scott Pilgrim contra o Mundo? Lembra do esquema das lojas que você entra pra comprar vários tipos de comidas e itens pra ir melhorando o seu status? Pois é, essa ideia veio de River City Ransom. Lá em 1990 ele já usava esse esquema para você evoluir o seu personagem, e isso não era a única coisa que ele tinha de diferente. O game também tinha um mapa único, onde você chegava ao fim de uma tela e passava para outro trecho da cidade dominada por outra gangue. Era um grande (pra época) mundo interligado inteiramente.

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No ocidente a série nunca fez muito sucesso, com exceção de Double Dragon, Renegade, Rivercity Ransom e alguns jogos de esporte com os personagens (super dodgeball e nintendo world cup), a série não foi tão conhecida. Mas no Japão houveram vários jogos da série, sejam beat em ups, esporte ou jogos de luta. Alguns para Super Nintendo também.

Who's Bad?

Who’s Bad?

Mas enfim, o pessoal da Conatus Creative conseguiu os direitos do game para o lançamento de uma continuação e estão planejando algo grandemente bacana. O jogo é planejado para que suporte 4 pessoas e um esquema de mapa aberto, ou seja, evoluindo os mapas da forma como eram no primeiro game. As melhorias não ficam só por aí, muito embora eles tenham adotado o visual 8bits do original, se você comparar as animações do clássico com o pouco que eles demonstram no Kickstarter, verão que a coisa evoluiu bastante, os sprites estão cheios de movimentações suaves e muito mais animações.

A paleta de cores é a do NES, mas sem as limitações de quantas cores possíveis na tela, então pense em um NES 2.0, ou Super NES sem ser o SNES que já conhecemos

A paleta de cores é a do NES, mas sem as limitações de quantas cores possíveis na tela, então pense em um NES 2.0, ou Super NES sem ser o SNES que já conhecemos

A ideia é lançar basicamente para Windows, mas de acordo com o suporte que receberem, versões para consoles e portáteis estão no topo da lista de prioridades, e se eu fosse você, clicava aqui e ia logo lá apoiar o projeto, não é como se você fosse morrer na grana por isso. Sei que o game não é nenhum renascimento do Mega Man nas mãos de Inafune, mas é um projeto tão foda quanto, e mais interessante que muitos outros projetos que já vi por aí.

Sem mais delongas, segue o vídeo de apresentação do pessoal da Conatus Creative

Para mais informações, acompanhe o facebook do game também.

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Gamescom: Mais algumas histórias

gamescon

Mais notícias vão aparecendo, e por aqui vamos comentando:

1. Trailers, trailers e mais trailers

A Blizzard enfim apresentou novidades para Diablo 3,  e não estou falando da versão dos consoles, mas da primeira expansão da versão de PC. Intitulada Reaper of Souls,  a expansão vai ter foco em Malthael, o Arcanjo da Sabedoria, desaparecido desde a expansão de Diablo 2 e recém surgido como anjo da morte em D3. Além do enredo, RoS trará também como novidade a classe de personagem do cruzador, que tem o foco em equipamentos pesados e magias de suporte. Nos dados técnicos, você poderá elevar seu char até o nível 70, além de acrescentar mais skills e magias para as classes já existentes do jogo, fora outras alterações nos mapas, missões e modos de jogo.

Muita gente reclamou de D3, particularmente eu me diverti muito e joguei feliz até terminar a história. Não sou o tipo de player que fica rejogando por mais milhares de vezes subindo mais o nível e zerando 3, 4 vezes, etc etc etc, pra poder opinar do pós jogo da primeira rodada, mas a mim o jogo diverte como o primeiro e o segundo divertiram.

Um novo (ou não) trailer de Lords of Shadow 2 foi apresentado pela Konami, o vídeo inteiro é praticamente o que já foi visto na E3, com a diferença de um pequeno detalhe: Ao final do trailer tem uma cena extra na qual apresenta um novo Belmont, Victor. Pra quem não conhece, Victor Belmont seria um dos protagonistas de Castlevania Resurrection, jogo que estava sendo produzido pela Konami americana e foi cancelado para Dreamcast por chilique ordem do Iga, que foi  escolhido o responsável oficial pela série no meio da produção na época. O enredo envolvia viagens no tempo, ou ao menos 2 linhas do tempo diferente, e teria além de Victor, Sonia Belmont, a protagonista de Castlevania Legends para Gameboy Color, e “ex-mãe” de Trevor Belmont, de Castlevania 3. Castlevania Legends foi limado da timeline oficial também por chilique ordem do Iga.

Sonia e Victor Belmont, no cancelado Castlevania Resurrection, para Dreamcast

Sonia e Victor Belmont, no cancelado Castlevania Resurrection, para Dreamcast

O que esperar disso? Não sei. No original, a história de Victor se passava em 1666, pelo pouco que mostrou, eu não ousaria dizer se o enredo dele se passa no presente ou no passado. O pior da história é que a Konami adiou Lords of Shadow 2 de 1 de dezembro agora para 27 de fevereiro de 2014. E tome ansiedade para o fanboy de Castlevania aqui…

Eu cheguei a postar a foto e citar ele entre os futuros títulos do Ps4 ontem. Não houveram muitos comentários a respeito do jogo, mas a ambientação me lembrou muito Ico e Shadow of The Colossus, se seguir por essa linha, seria um dos meus must have imediatos no lançamento sem exagero algum. A Tequila Works, produtora do game, é responsável pelo injustiçado Deadlight, um game muito bom que não caiu nas graças de crítica ou público.

A série Arkham foi uma das melhores coisas que joguei nessa geração disparado. Não espero menos de Arkham Origins, muito embora esteja receoso de não ter mais o dedo da Rocksteady Studios na brincadeira. Provavelmente o enredo deve ter uma boa dose de Batman: Ano um como referência, e é uma excelente influência.

Pelo visto a Ubisoft quer entrar na onda dos jogos de peleja, só que o game será para Kinect, ou pelo menos aparenta ser por esse teaser. Fighters Within, apresentado para o XOne promete muito sangue virtual. Para os extremistas do naipe “a culpa é dos jogos violentos” repare na pequena caixa laranja escrito “check the classification”, traduzido para o bom português como CHEQUE A CLASSIFICAÇÃO, antes de vir falar qualquer merda quando aparecer o próximo escândalo de violência no qual o suspeito tenha também o hábito de jogar. Mas antes disso, cheque primeiro a criação e o convívio com família e amigos dessa pessoa. Pronto, acabou o momento sapo, só achei apropriado pela quantidade de sangue no vídeo e por ser da Ubisoft, detentora de Assassin’s Creed.

2. Mais um pouquinho sobre a nova fase do Vita

Só pra mostrar que a Sony não estava só dando uma leve maqueada quando aparentava estar largando o Vita de mão mas dizia que não, esses são os futuros jogos de estúdios independentes que sairão para ele

  • Age of Zombies (BlitWorks/Halfbrick)
  • A-Men 2 (Bloober Team)
  • Assault Android Cactus (Witch Beam)
  • Avoid Droid (Infinite State Games)
  • Broken Sword: the Serpent’s Curse (Revolution Software)
  • Eufloria HD (Omni Systems)
  • Fez (Polytron Corporation)
  • Final Horizon (Eiconic Games)
  • Flame Over (Laughing Jackal)
  • Gravity Crash Ultra (Just Add Water)
  • Gunslugs (Abstraction Games)
  • Hotline Miami 2: Wrong Number (Dennaton Games & Devolver Digital)
  • Joe Danger 1 (Hello Games)
  • Joe Danger 2 (Hello Games)
  • Kick & Fennick (Green Hill Studios)
  • Rogue Legacy (Cellar Door Games)
  • Samurai Gunn (Teknopants)
  • Supermagical (Tama Games)
  • Switch Galaxy Ultra (Atomicom)
  • Table Top Racing (Ripstone)
  • The Binding of Isaac: Rebirth (Nicalis)
  • Volume (Mike Bithell)
  • Wasteland Kings (Vlambeer)

Alguns deles já são conhecidos pela Steam (Rogue Legacy) ou pela Live (FEZ), mas uma boa parte aí será novidade, e no portátil eu espero que dê muito certo, o Vita é uma ótima plataforma pra isso se o público aderir.

Espero ter mais alguns resumos a fazer amanhã, mas se não tiver, ainda tô devendo um pequeno review de Dragon’s Crown, que estou jogando dedicado desde o lançamento 2 semanas atrás, e outros comentários mais do mercado.

Inté!

 

EDIT: Hoje a Konami divulgou algumas imagens mais de Victor Belmont, e juntando isso, mais uma análise com um pouco mais de calma das poucas cenas que ele aparece no trailer, pelas roupas, parece que Victor será um Belmont contemporâneo. Tudo bem que tem uns pedaços de armadura e tal, mas ele tá usando um colete que e camiseta que parecem roupas da era atual. Vejam por vocês mesmos.

Victor Belmont é primo do Desmond, de Assassin's Creed?

Victor Belmont é primo do Desmond, de Assassin’s Creed?

As botas de metal podem até ser clássicas, mas esse colete com a camiseta me parecem bem modernos

As botas de metal podem até ser clássicas, mas esse colete com a camiseta me parecem bem modernos

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E lá vem a Capcom$ com mais um DLC pra Street Fighter IV

Depois da expansão, o game vai virar Ultra Street Fighter IV

Quando todo mundo achava que a Capcom não fosse mais meter o dedo em Street Fighter IV, ao menos não sem lançar mais um jogo novo, ela anuncia mais um DLC. Esse fim de semana ocorreu o EVO, o maior campeonato de jogos de luta do mundo, e durante o evento, a empresa resolveu fazer o anúncio nas atualizações pro game em 2013. Ao todo 5 personagens serão acrescentados: Elena, Poison, Hugo (sempre chamarei de Andore), Rolento e mais um personagem ainda em segredo.

O DLC vai custar 15 dólares, e daí vem o “$” no título do tópico. Mais personagens e depois de tanto tempo do jogo lançado, acho que isso é o tipo de coisa que faz um DLC se tornar interessante em um jogo como Street Fighter. A minha consideração é só em relação a fazer um pequeno comparativo com o DLC de Street x Tekken (também da Capcom), que acrescentava 12 lutadores por apenas 5 dólares a mais do que o de USF4. Aí talvez alguns até lembrem que os de SxT era no esquema de dlc’s já salvo no disco, bom, vale lembrar que esses acrescentados em USF4 são as versões de SxT dos mesmos personagens, ou seja, ctrl+c, ctrl+v do outro jogo. Em defesa do DLC, além dos 5 novos personagens, o game terá ainda novos modos de jogo e novos cenários, o que o torna bem interessante.

O eterno Andore, de Final Fight

Elena vai te mandar uns paranauê se tu não ficar ligado

 

Não vou nem dizer o que o nome “Rolento” parece…

Poison, a eterna mulher de tromba da capcom

O bacana ou não da novidade fica por conta de cada um que pretende ou não comprar o DLC, de qualquer forma, pra quem não tem o SSF4:AE ainda, a nova versão será lançada em disco também por 40 dólares, junto virá tudo que já saiu, inclusive roupitchas novas até o momento. Ultra Street  Fighter IV está programado pra sair no início de 2014.

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Armaria… purque demorá tanto pra postá umas novidade?

Foi um longo inverno… quase um ano!

Mas o PnMP está de volta… é fato! A partir de hoje teremos novidades por aqui e, se o vício do videogame deixar, teremos atualizações mais de uma vez ao dia.

E foi assim que o PnMP voltou!

Só falta avisar o dono do blog que a gente voltou!

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PS.: O Bode Gaiato, dono da imagem do post, pode ser conferido aqui: https://www.facebook.com/ObodeGaiato


Zumbis cansaram? Seu anel rodoviário, conheça State of Decay

Vai achando que State of Decay é um game em que você dança Thriller com zumbis e você ganhará um segundo toba pra barrear

Se você é mais um dos entusiastas que achou que os games de zumbis já estão saturando, comece a pensar de novo. Veja bem, acho que os jogos de zumbis genéricos de tiro realmente já deram no saco, ainda mais com filmes, seriados, desenhos animados e tudo mais explorando o meio. Tá saturado, mas propostas diferentes dentro do tema são sempre bem vindos, é o caso de Walking Dead: The Game, da Telltale Games, já comentado aqui.

Recentemente temos propostas interessantes como DayZ, um mod de Arma II que transforma a experiência do game em algo que eu chamei de “Simulador de Walking Dead”, pelos vídeos reviews que vi sobre o mod. Ele fez tanto sucesso que agora parece que vai se tornar um  game oficial mesmo, nos moldes do que aconteceu com Counter Strike.

A Summer of Arcade, do console da Microsoft, apresentou um game estilo Metroidvania e Prince of Persia (clássico) muito bacana com Deadlight, embora curto. A onda da vez agora, e também para Live Arcade e PC’s, dos estúdios da Microsoft, é State of Decay (Estado de Decadência, pra quem não saca dos “ingreis”).

Segundo a descrição do vídeo no Youtube: O fim está aqui. A vida como você conhecia foi pro inferno depois que a mãe de todos os zumbis “causou geral”. Agora você e uns poucos sobreviventes devem se juntar para segurar as pontas e reconstruir em um jogo de ação em mundo aberto em terceira pessoa. – até aqui nada novo – Você escolhe onde deseja sobreviver, criando e fortificando sua base central, atuando em ações (raids, pro povo dos MMO’s) ousadas a procura de comida e munições e resgatando outros sobreviventes jogáveis com talentos únicos. O mundo aberto se desenvolve em tempo real, formado por suas ações, gerando dinamicamente conteúdo baseado em suas escolhas e a, sempre crescente, ameaça zumbi. – essa é a parte interessante –

Cara, pela descrição, pode-se interpretar muitas coisas. O fato de ser um mundo aberto, pode ser você encontrando outros jogadores e com eles explorando, montando uma base e se segurando como podem, próximo a proposta de DayZ. Ou pode ser um single player com esse mesmo objetivo aí, o que seria bacana, mas confesso que perderia parte do interesse.

A proposta de DayZ, para os que não sabem, é um mundo aberto, com um mapa ultra gigante, no qual você entra no jogo sem aviso de nada, você não tem um mapa, não tem objetivos na tela que te dizem pra onde ir, você está perdido e seu ojetivo é sobreviver. Seu personagem se cansa, se machuca, precisa de alimentos e cuidados médicos. Encontrar outros jogadores é sempre um mistério, eles podem se juntar a você, ou simplesmente quererem te matar pra te roubar. Tiros serão ouvidos por zumbis que virão atrás de você, e eles correm muito. O tempo passa como no mundo real, se o horário do servidor for 8 da noite, você terá o breu da noite como sua inimiga no jogo. Eu fiquei no cagaço com o jogador do review em muitos momentos do vídeo que vi, por todos esses detalhes, sério.

Está em inglês esse vídeo que vi, mas tem vários deles em português no Youtube, só estou postando esse porque foi o que me fez ver que o jogo é massa.

Enfim, se State of Decay for ao menos perto dessa proposta do DayZ, será um puta jogo, se não for, ainda precisarei ver mais dele pra definir o que acho, mas aguardo o game com bons olhos, assim como meu querido amigo Player 2.

O que a Microsoft não está investindo em jogos hardcore de alto orçamento, eles parecem estar fazendo com os títulos Live Arcade.


Michael Fassbender como protagonista e produtor de Assassin’s Creed: O filme (F%$#ing News 09/07/2012)

Fassbender troca o capacete do mestre do magnetismo pelo capuz do assassino

As negociações pelo filme de Assassin’s Creed andavam bem paradas até pouco tempo atrás, mas hoje foi divulgado que Michael Fassbender será o protagonista, e mais do que isso, participará da produção do filme também. Ano passado os direitos do filme estavam em negociação com a Sony, mas não foram pra frente, agora a negociação voltou e envolve também o nome da DMC Film (alguém sabe se tem alguma referência a  Devil May Cry?), que é uma produtora na qual Fassbender é o dono. Será que o mestre do magnetismo/soldado anti nazi/ robô sem vergonha curte um videogamezinho de vez em quando? Isso eu não sei, mas tenho certeza que a mulherada já deve ter começado a umedecer por aí com a notícia.

Fonte: Rolling Stone


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