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A lista negra de Link

Um grupo de fãs de Legend of Zelda teve uma ideia fo#$*@ de foda, resolveram reunir contribuições de artistas de tudo que é canto do mundo para fazer um projeto com outros personagens da série: os vilões.

Chamado de Link’s blacklist: A tribute to the dark side of Hyrule (A lista negra de Link: Um tributo ao lado negro de Hyrule), o projeto reune ilustrações de tudo que é tipo de estilo artístico com inimigos e chefes de diversos jogos da série. Impressionante o esmero e a visão que alguns desses artistas tiveram em transformar, no caso de alguns jogos, monstros aparentemente normais em criaturas assustadoras dignas de realçar porque o Link é realmente um herói.

Nightmare, de Link’s Awakening (GB), por jmatchead, dos EUA

Rainha Gohma de Ocarina of Time (N64), por Úrsula Dorada do Brasil

Shadow Hag Poe de Oracle of Ages (GBC), por Gakoru, da Bélgica

Swamola de A Link to the Past (Snes), por Chris Hegland dos EUA

Gyorg Pair de Minish Cap (GBA), por Rickey Shine dos EUA

Death Sword, de Twilight Princess (GC e Wii), por UniqueLegend da Austrália

Dead Hand de Ocarina of Time (N64), por Jujulica dos EUA

 

Curitiu a ideia dos caras? Dá uma olhada na galeria deles e veja muito mais inimigos de Link ao longo dos diversos games da série.

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Diário de um jogador de Zelda: Skyward Sword (ou Impressões: Parte 2)

Finalmente terminei a primeira Dungeon de Zelda: Skyward Sword. Ainda não foi revelada muita coisa da história, mas agora já conheço ao menos um se não O rival de Link no jogo. Já pude testar ao menos 2 equipamentos que fazem uso da controlabilidade do Wii remote e gostei de ambas. A primeira é o estilingue, que não faz um uso complexo do controle, apenas mexa o controle para mirar e aperte A para atirar. A segunda o besouro de controle remoto, é ainda mais bacana porque você controla o vôo dele e é bom pra ter uma visibilidade de outros ângulos de certos locais que podem ter itens escondidos.

Me senti um noob na dungeon, puzzles até bem simples, mas demorei mais tempo do que achei que demoraria, ou gostaria de ter demorado, apelando até pro gamefaqs no puzzle do primeiro olho (ridículo, eu sei, mas não tava conseguindo pensar em nada mesmo e prometo não repetir uso dessas coisas). Eu gostei da exploração da dungeon, segue bem a linha dos jogos anteriores, e não é cansativa, apesar de eu ter demorado bastante nela. O que não gostei é a “facilidade” dela. Em tempos de checkpoint em tudo que é jogo, achei que tava até excessivo o tanto de savepoints que tinha na dungeon, e não consegui (e nem quis) morrer pra saber se ainda assim eu voltava pro início da dungeon ou se continuaria do último ponto salvo. Se for a primeira opção, beleza, já que sempre foi assim em Zelda, e você valoriza a dificuldade do jogo, se for a segunda, ponto negativo demais.

Como falei do rival do Link, gostei do duelo com ele no final da dungeon, não achei massante, embora chegue uma hora que você fica chacoalhando o controle horrores pra acertar espadadas. Mas não é em exagero, porque senão cê toma um pau testicular dele, se os outros duelos de espada forem crescendo assim no jogo, ficarei muito feliz.

Considerações finais: Estou cada vez mais colocando Skyward Sword no topo junto com Ocarina of Time, como Zelda mais espetacular, e não estou desconsiderando nem de longe A  Link To The Past e Oracle of Seasons/Ages. Siga nesse ritmo que continua subindo.

Tempo total de jogo até o momento: 7 horas e 30 minutos


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