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Xbox One: Primeiras impressões!

Continuando  os posts sobre o Xbox One…

Agora que os ânimos acalmaram um pouco já que tem 3 dias que estou com meu Xbox em casa posso dizer: O console ainda me surpreende. Falarei em tópicos sobre o que eu achei de cada novidade (ou nem tanto) sobre o console.

Dashboard: 

A cara da riqueza! Conseguiu ficar mais foda que a anterior… tudo está mais perto, mais fácil e mais acessível! Os comandos de voz fazem com que as coisas fiquem ainda mais rápidas, mas se você gosta de ter tudo sob controle ela está bem acessível. Tem a cara do Windows 8!

Comandos de Voz:

Faz tudo o que queriam fazer no primeiro Kinect. Você só precisa configurar o áudio uma vez e tudo funciona perfeitamente… er… mais ou menos… hoje tive alguns problemas por ter bastante gente aqui em casa, Dead Rising 3 não parava de pausar e alguns comandos não foram entendidos pelo Kinect pois o barulho na sala era bem grande. Nos momentos em que jogo à noite, tudo foi muito bem. Impressionante mesmo é a velocidade que você pode dar os comandos e a velocidade de troca dos aplicativos. Se você falar “Xbox, vá para (nome do aplicativo)”, ele abre NA HORA e se ao abrir você quiser ir pra outro… ele obedece!

Esse vídeo não é meu, é em inglês, mas foi o melhor que achei pra mostrar os comandos de voz funcionando.

Controle:

Inacreditável a Microsoft ter acertado de novo! O controle parece com o do 360, mas é um pouco mais leve e um pouco menor. Os analógicos estão menores e é praticamente impossível você perdê-los ou eles escorregarem dos seus dedos… os gatilhos com recoil e vibração (sim… eles dão um tranco em jogos de tiro e vibram em alguns outros jogos) são fantásticos. Pra mim, é o controle definitivo. E ainda tem o headset que tem qualidade maior que os antecessores e um som totalmente livre de ruídos e chiados! Ah… o D-Pad vai bem, obrigado. Funciona perfeitamente!

Novo Kinect:

Além dos comandos de voz, o Kinect ainda serve pra jogar… lembram? E ao que tudo indica vai ser uma boa experiência ter o Kinect funcionando bem. Alguns jogos dessa primeira leva já fazem um bom uso do Kinect… em Dead Rising 3, quando você é agarrado por um zumbi, pode simplesmente mover o controle na direção da tela várias vezes e o personagem reage a isso dando uma cotovelada ou um soco no zumbi opressor! Em Forza 5, se você é daqueles jogadores que vira a cabeça quando faz uma curva, o jogo mexe levemente na câmera do carro e mostra melhor a curva onde você vai entrar… é simplesmente fantástico. Espero que o nível melhore ainda mais, mas já está perto do que eu esperava para o Kinect.

Smartglass:

Aqui a coisa brilha bonito… ao menos em Dead Rising 3, onde você recebe chamadas no seu celular através do Smartglass de um personagem do jogo para te passar algumas informações. Não testei no Forza 5 ainda!

Loja de Jogos, Vídeos e Música

Na Live Brasil os jogos full estão sendo vendidos a 199 reais. Na Live US a 59,99 dólares. Vale a pena comprar na Live US e, até agora, nada de travas para comprar. Jogos da Live Arcade estão sendo vendidos a 39 reais no Brasil e a 20 dólares na Live US, compensa pegar esses jogos na Live Brasil… ah… com uma conta americana você consegue comprar nas duas lojas… espero que isso dure por muito tempo. A garota propaganda atual da Loja de Música no Brasil é a Anita!

TV no Xbox, tem no Brasil?

Tem sim… só não tem como nos EUA, mas tem sim… eu assino Vivo TV e liguei a saída HDMI do meu set top box diretamente na entrada HDMI do Xbox One e… voilá! “Xbox, vá para TV!”. Uma pena não funcionar para a grade de programação e para mudar de canal, senão aposentava o controle remoto.

Ah… e por favor, compre uma TV Samsung junto com o teu Xbox One… vai ser mais barato que um PS4K!

 

No geral, o Xbox se mostrou um excelente investimento… já tomou seu espaço na estante e está sendo super utilizado aqui em casa, até pela minha esposa que está ganhando algumas conquistas vendo Netflix, youtube e afins… RECOMENDO!

 

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Dando uma chance a Skyrim

Já comentei aqui antes que não sou chegado da série Elder Scrolls, logo, mesmo com todo o estardalhaço de fãs e crítica em cima de Skyrim, não fiquei animado a ponto de comprar o jogo. Mas isso não quer dizer que não jogaria pegando emprestado quando a oportunidade surgisse.

Finalmente isso aconteceu, meu irmão pegou emprestado o jogo com um amigo que já terminou. Comecei ontem e curti bastante a introdução do jogo. A visão em primeira pessoa é uma característica comum de Elder Scrolls (uma das coisas que me incomoda na série), então você já inicia o jogo amarrado em uma carroça com a visão voltada para 3 outros “prisioneiros”, sendo levados para uma execução por rebelião ao império de Skyrim. Você foi pego por engano pois era apenas um estrangeiro que estava perto da zona do confronto.  Adorei essa narrativa introdutória, você está tão perdido quanto seu personagem e vai descobrindo, conforme os outros presos dialogam, sobre o que está acontecendo.

Chegando ao destino onde você será executado, os prisioneiros são identificados e quando chegam a você, finalmente aparece a opção de criar seu personagem, escolha entre diversas raças ou origens. No meu caso, quis fazer o personagem mais diferente, então fiquei entre o cara de gato e o cara de lagarto. Khajit e Argoniano, mais especificamente. Optei pelo segundo, e para ser mais bizarro, a raça me lembrava muito um personagem do antigo filme de ficção científica Inimigo Meu, então criei uma fêmea da espécie com o nome de Jeriba. Embora eu tenha escolhido essa, cada classe/raça tem características diferentes, então escolha o seu com bastante calma e com o que melhor te agradar.

Voltando a história, os guardas não identificam quem ou de onde você é e porque foi apanhado, mas por segurança, resolvem te executar também. O líder da rebelião é o primeiro a rodar e você é o próximo, mas justo quando você ia perder a cabeça (e não é de enlouquecer), um dragão resolve bagunçar a put@ri@ toda atacando o local, o que te dá então uma chance de escapar.

A partir daí o jogo começa a deslanchar e não tem porque eu entrar em muitos detalhes da história, mesmo porque eu joguei por volta de 1 a 2 horas apenas. Então vamos a parte técnica:

Felizmente o jogo te dá a opção de jogar em terceira pessoa, e embora a movimentação e os ataques fiquem um pouco esquisitos, prefiro jogar nesse modo. Um ponto negativo que eu senti é que você não sente as pancadas que está dando no seu oponente, em muitos momentos eu me vi apertando alucinadamente o botão de ataque mas sem saber se o cara tá tomando dano ou não, até finalmente aparecer uma das cenas de finishing blow, aí eu sei que matei.

O jogo tem opções mil do que fazer, fiquei muito de cara, você é livre realmente pra fazer o que quiser. Quer roubar alguem? Mete a mão no bolso dele e tenta a sorte. Prefere fazer e melhorar seu próprio equipamento? Encontre uma casa de ferreiro e faça você mesmo. Quer se tornar o mestre sorrateiro? Utilize mais da técnica nas missões para passar escondido e ganhe experiência com isso. Tá sem flecha e atiraram algumas em você? Procure por elas grudadas no chão e paredes e use-as. É simplesmente fantástico as possibilidades do que se pode fazer no jogo.

Gostei da screen limpa que é o jogo, você tem informações básicas de hp e coisas do tipo e somente em combate. Se precisa do menu, com Start você entra no menu de quests, configurações, etc. Com Bola (ou B, no X360) você acessa menus ingame de equipamentos, outros itens, técnicas, mapa, etc. Gosto quando jogos quase não colocam menus na tela, deixando sua atenção totalmente voltada para o que acontece no jogo.

Na parte de missões, você tem as principais e as sidequests, e por esse ângulo, o jogo pode se tornar infinito já que ele tá sempre criando novas sidequests aleatórias. Cuidado com isso, tenho um amigo que de tanto jogar alucinadamente fazendo sidequests, ele cansou do jogo sem nem ter ao menos terminado a principal.

Concluindo minhas impressões iniciais: Gostei do que joguei, mas foi pouco. Apesar de ter sido divertido, não entrei (ainda) no hype de Skyrim que contagiou todo o mundo gamer. São concorrentes distantes, mas só pra termos de gosto, Dragon Age me deixou bem mais ligado e empolgado jogando nas 2 horas iniciais do que Skyrim, mas isso também pode ser por conta de minha resistência a Elder Scrolls, né, vejamos com mais horas de jogo.


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