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O que achamos de Castlevania: Lords of Shadow 2

Dracula biriteiro

Depois de 1 semana, terminei um dos jogos do fim da sétima geração de consoles que mais aguardava e…

… se tivesse escrito isso até ontem, o tom do humor seria diferente, mas deixa eu ir do princípio.

Castlevania: Lords of Shadow 2 é a continuação direta de Mirror of Fate (achou que eu ia falar do primeiro LoS, né?). Nesse jogo você finalmente tem o que esperava há um tempo: a possibilidade de jogar como Drácula.

No enredo: Drácula acorda na era atual sem lembrar PN de o que aconteceu desde o final de um combate fatal contra a Irmandade da Luz (aquele trecho da demo, e o início do jogo). Zobek, agora como um homem de negócios todo pimpão, aparece para ele e o informa que as forças de Satã estão preparando sua volta, e que ele não perderia a chance de fazer dos 2, escravos no inferno. Como moeda de troca, Zobek encontrou o chicote (Combat Cross) que Gabriel usou na primeira luta contra o tinhoso e que tinha sido estilhaçado por gabriel após a luta contra o Forgotten One no DLC Ressurrection do primeiro LoS. Com a Combat Cross, Drácula tem a chance de poder terminar com sua penitência eterna e finalmente morrer.

Agora dono da Coca-Cola (mentira), Zobek resolveu se fazer no mundo do capitalismo pra se preparar contra o tinhoso ou mesmo contra o Drácula

Agora dono da Coca-Cola e do Google (mentira), Zobek resolveu se fazer no mundo do capitalismo pra se preparar contra o tinhoso ou mesmo contra o Drácula

O game bebe da fonte do seu antecessor, combates no esquema de 2 botões de ataque, um para bater forte em 1 único inimigo, outro pra bater mais fraco nos inimigos ao redor. Esquema de ganhos de equipamento através do progresso do jogo, etc. O que mudou de mais importante nesse jogo é o fato de que agora ele se passa inteiro em um mapa, sem o esquema de fases, ou capítulos, do anterior, o que deu uma cara mais Darksiders, e também Symphony of The Night. Eu disse 1 mapa, mas na verdade são 2. O jogo se passa em 2 tempos, sendo o primeiro no presente e o segundo no passado, desvendando o que foi que aconteceu com você e recuperando seus poderes. Você transita pelos 2 mapas através de um portal que é encontrado em determinados locais do jogo.

Outra das novidades do game são os tão falados trechos de stealth. Você usa morcegos para distrair inimigos, ou procura cantos escuros pra se transformar em uma ninhada de ratos, ao maior estilo Gary Oldman, em Drácula de Bram Stoker, do diretor Francis Ford Coppola (o melhor filme de vampiros ever). Sim, é um modo bem simples, como vários sites tem comentado por aí, só não é tão ruim quanto estão dizendo. Os trechos são tão pequenos que servem apenas pra acrescentar no enredo, já que você está enfraquecido e não tem forças ainda pra encarar inimigos mais fortes. Servem também pra mudar um pouco o ritmo do jogo, se não foram um Metal Gear Solid, ao menos não foram ruins para estragar a jogabilidade.

Do diretor Francis Ford Copolla, Dracula de Bram Stoker é um vampiro da era pré purpurina de fada.

Do diretor Francis Ford Coppola, Dracula de Bram Stoker é um filme de vampiro da era pré purpurina de fada.

A parte sonora continua no ritmo de Lords of Shadow, se você gostou dessa trilha, provável que goste da trilha de LoS 2 também.

Um dos momentos mais épicos que vivenciei no jogo (pequeno Spoiler daqui pra frente, selecione o texto se quiser ler): Logo após acordar no presente e transitar perdido pelas ruas de Castlevania City, você entra em um beco e enfrenta um monstro. Como Drácula está fraco, ele é derrotado, mas salvo em cima da hora por um lacaio de Zobek. Drácula desmaia e quando acorda, está em um quarto fechado com uma família (pai, mãe e filha). Em sua sede de sangue, você mata desesperadamente o pai e bebe o sangue da mãe até secar na frente da filha deles. Esse foi o trecho em que o game te dá um soco na cara dizendo “você é o príncipe das trevas, baralho, seja mal”. Quase dei um grito acordando todos na casa nessa hora.

De uma forma geral, o game é tão bom quanto o primeiro LoS, só senti ele menos inspirado. Os combates e a exploração, bem como os duelos contra os chefes continuam bem legais, só que menos empolgantes, senti falta também de uma variedade maior de inimigos com formas de ataque diferentes (voadores por exemplo). E isso foi uma pena. Aliás, falta de inspiração parece que foi uma constante no jogo. Apesar de boa parte do game se passar no presente, senti uma falta absurda do personagem estranhar as inovações tecnológicas do presente. Nem um susto com “carruagens sem cavalo” ou “homenzinhos dentro de uma caixa”. Em determinado trecho, Drácula mesmo sugere ir atrás de um antídoto pra um problema que acontece no game, como se ele tivesse o conhecimento mínimo necessário de ciência contemporânea pra citar isso.

Drácula recém acordado dando um rolé por Castlevania City, faltou estranhar a tecnologia e as pessoas

Drácula recém acordado dando um rolé por Castlevania City, faltou estranhar a tecnologia e as pessoas

Tentei deixar de fora o máximo o meu mal humor recente pelo fim. Posso dizer que fiquei feliz até antes do final, porque esse estragou tudo… Se por um lado o final de LoS te deixava empolgado, revelando de uma vez (óbvio que todos esperávamos já), que Gabriel é o Drácula, e preparando um cenário para outro combate contra o cão, por outro, o final de LoS 2 te deixa com uma sensação de ter visto o fim de um episódio de um desenho dos anos 80. Isso me fez diminuir o 7.5 que eu estava dando pro jogo para 7. E na boa, se vier com p$%@ria de que o final mesmo ficou pra algum DLC, essa nota cai pra 6. Os DLC’s de LoS acrescentam, mas não deixam o final do game normal vazio, e não foi isso que aconteceu em LoS 2. Pior final que vi nessa geração junto com Rise of The Argonauts.

Rise of The Argonauts tem disparado o pior final de um jogo que vi nessa sétima geração de consoles

Rise of The Argonauts tem disparado o pior final de um jogo que vi nessa sétima geração de consoles

Essas foram as considerações de um fanboy de Castlevania desde a era NES, concorda? Discorda? Quer conversar sobre o game? Comente!

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O que tem ainda de bom para ps3 e x360?

A nova geração chegou aí pra mostrar a que veio e apresentou um monte de novidades bacanas. Ao menos as do X1 você pode conferir a opinião de quem jogou em primeira mão com meu estimado amigo do controle que pluga na saída da direita, mas e pra galera (como eu) que não tem dinheiro ou coragem de investir nos altos valores de lançamentos de geração? Ainda tem coisa nova pra gente jogar? É claro que tem, serão um pouco mais escassos, mas não estamos ainda de fora da jogada, vamo nessa conferir algumas coisas que ainda estão por vir:

Dark Souls 2

As cria do tinhoso estarão de volta pra te infernizar a vida

As cria do tinhoso estarão de volta pra te infernizar a vida

Eu não podia deixar de começar com um dos games da velha geração que aguardo com maior ansiedade. Dark Souls 2 pretende trazer o sofrimento e a agonia de morrer pra baralho de novo na sua vida (isso foi paradoxal), então não pense que se livrou dos momentos de desligar o console de raiva depois de morrer pela décima oitava vez naquele desfiladeiro escuro onde você não vê nada mais do que 2 pequenos brilhos um pouco mais adiante, que de repente se apresentam como caveiras gigantes com armas do seu tamanho, você certamente ainda terá muitos momentos de trancar o boga de aflição com eles.

O game já tá em beta para donos do PS3 que pretendem levar na pré venda,  e até agora só ouvi elogios sobre o game. Pra quem tem uma verba e é um pouco mais fã do que o normal, a edição de colecionador do game é um tesouro a parte, contando com o game, disco de trilha sonora, livro de artwork, um mapa impresso em tecido e uma estatueta fodona. Um must have.

Essa estatueta fica bem na estante de qualquer um, até na da Dilma.

Essa estatueta fica bem na estante de qualquer um, até na da Dilma.

Dark Souls 2 tá previsto pra 14 de março e sai pra PC, Ps3 e X360.

Yaiba: Ninja Gaiden Z

Se fosse um filme, Yaiba acabaria com o estoque de ketchup e extrato de tomate do mundo pra jorrar tanto sangue.

Se fosse um filme, Yaiba acabaria com o estoque de ketchup e extrato de tomate do mundo pra jorrar tanto sangue

Esse pode até não ser dos títulos mais badalados, mas se você curte um bom hack and slash, e a série Ninja Gaiden, é bom dar uma conferida. Dirigido pelo mestre Inafune (Mega Man, Mighty No. 9), o game pretende ser um pouco mais colorido, com cara de hq animada e button masher do que os 3 antecessores em 3d. Você tá na pele do ciborgue Yaiba, que mata uma baralhada de zumbis alucinados em busca de sua vingança, e pelo que deu a entender até agora, o inimigo de Yaiba é o Ryu, protagonista da série tradicional.

Yaiba: Ninja Gaiden Z tem previsão de lançamento pra março de 2014 também e sairá pra Ps3, PC e X360.

TitanFall

Titanfall

Pipocos e mechs, esse mundo não fica melhor do que isso.

Não, você não leu errado, nem eu errei de geração. O game que eu mais aguardava jogar nessa nova geração, além da versão pra X1 e PC, também terá uma edição pro X360. Não se sabe que diferenças ela terá pras suas irmãs mais bombadas, mas imagino que uma engine com menos coisas se mexendo ao mesmo tempo, menos coisas se despedaçando, e nada de inteligência artificial na nuvem auxiliando nas coisas que acontecem no jogo. Ainda assim, pretendo jogar. Os vídeos de ação frenética que vi me deixaram bem empolgado pra deixar passar mesmo sendo uma versão inferior.

O game da antiga equipe do estúdio Infinity Ward, de CoD: Modern Warfare, tá previsto no x360 pra sair no dia 11 de março.

Dragon Age: Inquisition

Mais combates contra criaturas gigantescas

Mais combates contra criaturas gigantescas

Dragon Age é uma série que começou com um perfeito rpg aos moldes de Star Wars: Knights of The Old Republic e Baldur’s Gate, mas acabou sendo totalmente hostilizado em sua continuação quando resolveram simplificar tudo (inclusive o protagonista que não poderia mais ser escolhido raça ou origem para ele). Ainda assim, e mesmo vendo os primeiros vídeos de apresentação de Inquisition, a série merece atenção. Não imagino que a Bioware vai ser idiota o bastante pra cometer o mesmo erro 2 vezes e se apegar mais ao segundo do que o primeiro jogo.

A inquisição começa no final de setembro e sairá pra tudo que é plataforma.

Castlevania: Lords of Shadow 2

Foram necessárias 2 décadas e meia pra você poder jogar com o Drácula!

Foram necessárias 2 décadas e meia pra você poder jogar com o Drácula!

Muitos fãs torceram o nariz, outros adoraram, mas fato é que Lords of Shadow foi o jogo mais vendido da série. Não é um número gigante, mas conta muito né. Agora no papel de Drácula (porra, 20 e lá vai anos pra sair um Castlevania que te permitisse jogar com o fodão), você passará pelo seu castelo em 2 momentos, no presente e no passado. A trilha sonora revezando entre o orquestrado e o eletrônico pretende ajudar na diferenciação dos momentos. As câmeras foram ajustadas também, então você coloca ela onde quiser, e o jogo inteiro será um grande mapa, fãs de Symphony of The Night talvez gostem um pouco mais do game agora. Alucard, o filho de Drácula apresentado em Mirror of Fate tá de volta, e com ele um novo Belmont também.

Castlevania: Lords of Shadow 2 sai pra PC Ps3 e X360 em fevereiro.

Super T.I.M.E. Force

Quando Contra encontra Prince of Persia: The Sands of Time

Quando Contra encontra Prince of Persia: The Sands of Time

Talvez você não tenha ouvido falar da Capy, ou Capybara Games, como é o nome completo, mas entre a galera que curte jogos indies pergunte se já ouviram falar de Sword & Sworcery EP, para PC ou iOS. A Capy tem esse estilão pixelado em seus games e mesclar novas e velhas ideias em linguagens de games já conhecidas, e Super T.I.M.E. Force aparenta ser mais um deles. Pense em uma equipe militar com tecnologia de controle no tempo e você terá um Contra + PoP: Sands of Time. Se você morre com um personagem, o jogo volta até determinado ponto e você escolhe outro membro da equipe pra passar o ponto onde o anterior morreu, e consequentemente colocá-lo de volta na equipe.

O game é exclusivo do X360 e a Capy garante que ele sai ainda esse ano, eu duvido, mas não me oponho.

The Walking Dead: The Game – 2ª Temporada

twd6Não é bem um jogo novo, e ao mesmo tempo é, né? Agora sem o Lee pra proteger a pequena Clementine, ela tem que se virar pra sobreviver no meio da crackolândia. A segunda temporada parece ser mais tensa do que a primeira já foi e dispensa comentários se você deve ou não olhar pra ela.

A segunda temporada de Walking Dead sai no finalzinho do ano, aguardemos.

Gran Turismo 6

Não é do jogo essa foto, mas o Senna estará lá

Não é do jogo essa foto, mas o Senna estará lá

Me questionei muito se colocava esse game na lista, digo isso não por achar ruim ou preconceito com jogo de carro, mas é que ele já sai semana que vem, então não é bem um título futuro como os demais, mas tá aí.

Na sexta edição da série, além das pistas e carros novos, haverá um conteúdo extra do ex-piloto mais popular do Brasil e um dos mais do mundo, Ayrton Senna. A molecada talvez não dê a mínima ou nem saiba do que se trata direito, mas na infância e pré adolescência da minha geração e anteriores, as manhãs de domingo tinham um gostinho especial em ver a Fórmula 1. Pra se ter uma ideia do carisma da pessoa, o piloto era bem quisto até por quem não gostava de corrida.

Dia 6 do 12 e exclusivo para Ps3 (tem múltiplos de 3 demais nesses números, é algum sinal?) é o lançamento de GT6

Ace Combat Infinity

Hora de pilotar de novo

Hora de pilotar de novo

A Namco volta com mais um game da série de simulador de voo, a novidade agora é que o jogo é grátis. Sim, isso que você leu, ele é grátis. Só imagine que talvez ele seja como os joguinhos de celular e facebook, que são grátis, mas pra você liberar as coisas bacanas você tem que jogar milhões de horas ou gastar dinheiro. Sinceramente gosto da ideia de jogo grátis, mas não me agrada o caminho que esse tipo de coisa tá tomando, daqui a pouco todo jogo será assim e você vai gastar rios em armas, roupas, etc etc etc pra tudo que é jogo.

Ace Combat Infinity é exclusivo pra PS3 e sai agora no fim do ano também.

Lightning Returns: Final Fantasy XIII

Lightning Returns: Final Fantasy XIII

A Raio tá de volta

Não curti muito Final Fantasy XIII e sua continuação, então nem preciso dizer que minha expectativa por esse game é 0, mas ainda assim, Final Fantasy é Final Fantasy né, há de se esperar e testar antes de falar. Com a Lightning voltando como protagonista, e mais novos personagens e detalhes, Lightning Returns: Final Fantasy XIII é a conclusão da saga dos personagens desse linha de FF. Espero que seja melhor que os 2 anteriores.

A Volta de Ana Raio: Fantasia Final XIII chega em fevereiro e estará disponível pra PS3 e X360.

Bom, essa é uma pequena lista, ainda tem vários outros títulos a sair, inclusive alguns multiplataforma apresentados pra nova geração (Metal Gear Solid 5 e Watch Dogs eu tô olhando pra vocês), além dos já tradicionais jogos anuais ao estilo Fifa e Call of Duty, que devem demorar um pouquinho até desistirem da velha geração.

Curtiu a lista? Tem mais sugestões? Deixe sua opinião, crítica, trauma, felicidade, nos nossos comentários. Valeu!

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Bomba ou nostalgia? Novo trailer do jogo do Rambo

Rambo

Final dos anos 80 e início dos 90 a onda era os games do gênero beat ‘em ups (ou andar e bater, como eu chamo), depois veio a geração jogos de luta. O estilo dessas 2 últimas gerações de consoles tem sido os shooters. E temos visto shooters de todos os tipos, com todas as esquisitices, metidos a filmes de guerra como Call of Duty, ou ficção científica (ou space opera, não consigo me decidir) como Halo, e até ficção científica com toques de sarcasmo como Borderlands. Enfim, tivemos de tudo que é gênero explorado, de Wolfenstein, Doom, Quake ou Blood até Far Cry 3, passando pelo Blood Dragon. Aí no fim dessa geração aparece a Reef Entertainment com um “novo” jogo de tiro e a gente se pergunta o que será que ele tem a acrescentar. Não cara, eu não acho que todo jogo tem que ser único e super fodão como os citados acima, mas o propósito dele tem que ser cumprido, o de ser divertido.

Pra tentar isso, a Reef resolveu tentar a chance com uma franquia de filmes extremamente conhecida pela rapaziada de pelo menos uns 30 anos de idade e que, sinceramente, me pergunto porque ninguém tentou algo com ela antes. Rambo é uma série de filmes sem história muito elaborada, divertido pra quem foi criança nos 80 e início dos 90, violento até dizer chega, mas de uma época onde não tinha muita preocupação no grau de influência que isso teria nas crianças. Confesso que pela nostalgia do personagem, tenho curiosidade de jogar isso, mas o jogo tá feio, e o trailer não mostra muita coisa da jogabilidade, então as expectativas estão lá embaixo.

Foge Rambo que esse jogo tá com pinta de bomba!!

Foge Rambo que esse jogo tá com pinta de bomba!!

Jogos baseados em filme geralmente tem tudo pra dar errado porque precisam seguir enredo próximo ao do original, mas como o filme geralmente ainda está em produção, muitas vezes nem os caras do estúdio tem muitos detalhes de como será pra fazer algo amarrado, isso desconsiderando o prazo que quase sempre é apertado para os eles. Mas esse não é o caso de Rambo, o jogo é baseado na antiga trilogia, não tem PN a ver com um possível filme novo, nem conteúdo do mais recente Rambo IV tem, então era de se esperar um esmero de quem tá dedicado a fazer algo pelo prazer de explorar aquele universo, vide The Warriors, da Rockstar.

Aliás, The Warriors é o exemplo perfeito, o jogo não é bonitão, mas a jogabilidade é ótima e a proposta é total do universo de gangues nos quais os personagens estão. No filme você acompanha uma gangue de Coney Island, bairro da cidade de Nova York, que foi a uma grande reunião das maiores gangues da cidade. Por lá deu uma grande merda, foram culpados pelo assassinato do chefe da gangue mais forte e influente da cidade, e precisaram voltar pro bairro deles do outro lado da cidade, tendo que enfrentar tudo que é gangue que encontrassem pelo caminho. No game, isso tudo que acontece no filme representa cerca de 30 a 40% no máximo do jogo, pois ele expande o universo do filme apresentando todos os membros, como a gangue se formou, desenvolvendo a personalidade deles e tudo mais. Você aprofunda a experiência do filme.

Meu ponto é: Rambo tentará fazer algo do tipo expandindo a experiência e o universo do filme? Será feliz nesse caminho? Não sei, afinal só temos poucos trailers e não dá pra julgar sem ter jogado ainda, mas que esse trailer não me passou muita confiança, não passou.

Ah é, curte aí e tire suas conclusões:

O game sai ano que vem pra PS3, X360 e PC.

PS: O jogo talvez não preste, mas eu queria na minha mesa do trabalho uma dessas miniaturas da pré venda.

Aceito doações desses bonequinhos aí

Aceito doações desses bonequinhos aí

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Uma tirinha sobre o novo “Mega Man”

Vi essa em um fórum que participo e achei fantástica, resolvi fazer a tradução e trazer pra cá.

Way to go Inafune e Mighty No. 9!

Mighty No. 9 tirinha

Tá aqui o perfil do autor da tirinha original.

Já foi no Kickstarter dar o seu apoio? Não? Tá esperando o que, po$%@? Não sabe do que se trata? Olha o post anterior!

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Mestre Inafune está precisando de apoio no Kickstarter pra criação do sucessor espiritual de Mega Man

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Inafune

Desde que saiu da Capcom, o mestre Keiji Inafune (só o mísero criador de Mega Man e produtor de jogos como Dead Rising e Onimusha entre outros clássicos), tem estado ocupado na produção intensa de novos jogos.  Já saiu dele, para o Vita, Soul Sacrifice, J.J. Rockets, para android, Bugs vs Tanks, jogo da e-shop para 3DS e ainda estão a caminho Yaiba: Ninja Gaiden Z e Kaio: King of Pirates, mas a onda da vez do mestre é o sucessor espiritual de Mega Man.

Mighty No. 9 é o nome do game e tenho que dizer, a belezinha está realmente com cara de Mega Man. Segundo a descrição, o jogo é um side scroll pegando os melhores elementos das gerações 8 e 16 bits. Na tradução livre descrita no kickstarter: você joga como Beck, o nono em uma linha de poderosos robôs, e o único não infectado por um misterioso vírus de computador que deixou as criaturas mecânicas do mundo loucas. Corra, pule, atire e transforme seu caminho por seis fases (ou mais, via objetivos alcançados) que você passa na ordem que quiser, usando armas e habilidades roubadas de seus inimigos para derrubar seus companheiros robôs Mighty Numbers e confronta o mal definitivo que ameaça o planeta!

Escolher fases na ordem que quiser, usar armas e habilidades roubadas dos seus inimigos… isso te lembra algum outro jogo? Sem dúvida será um Mega Man com as novidades que nós fãs gostaríamos que a Capcom é quem tivesse apresentando com o seu mascote oficial.

mighty n9

Olha essa foto e diz que não é o Mega Man com a beleza visual que você esperava na geração atual?

Way to go, mestre Inafune, eu já fiz a minha contribuição e espero que você também faça, porque o jogo está previsto inicialmente para a Steam, e será portado conforme alcance maior apoio no kickstarter, para os consoles. Caso você tenha apoiado e esses objetivos sejam alcançados, você terá a opção de escolher qual plataforma quer jogar. Pela velocidade que estão subindo os fundos de apoio, não vai demorar a atingir as metas pedidas não.

Cópia de si mesmo pode ser considerado plágio? Se é o Inafune e Mega Man, quem se importa?

Cópia de si mesmo pode ser considerado plágio? Se é o Inafune e Mega Man, quem se importa?

Vai lá no Kickstarter dar o seu apoio, o mestre Inafune, sem falar no mercado dos games, merece!

Atualizando: Em menos de 48 horas o projeto já ultrapassou a meta pretendida pra produção do jogo, vamos esperar e ver em quantos dias ele ultrapassa os 2 milhões e meio necessários para garantir a produção das versões para os consoles. O apoio tá tão grande que até outros estúdios estão entrando na onda, o estúdio Renegade Kid ofereceu apoio para levar Mighty No. 9 para o 3DS.

twitter mighty no 9

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A paixão de jogar com a “brodagem”

Wii, Ps3 e X360, opções pra todos os gostos e perfis

Wii, Ps3 e X360, opções pra todos os gostos e perfis

Não me lembro de nenhuma época em que os vários perfis de jogadores tenham sido tão bem servidos. Jogadores com perfil solo tem muito mais a cara da Sony, do mesmo jeito que o pessoal que prefere a presença dos amigos (ou inimigos) tem muito a cara da Microsoft. Rolou até pra quem prefira games mais casuais e pró zoação com os amigos, ou até velhas ideias reapresentadas, como o público da Nintendo, muito embora todos os 3 consoles tenham um pouco de cada. Joguei dos 3 consoles na geração, tive o prazer de pegar um Wii emprestado e me satisfazer com os velhos clássicos Nintendo, além de experimentar girar o pirocóptero em games de zuação como Just Dance ou Raving Rabbids. Cheguei a ter de tabela um PS3 que era do meu irmão, e me fartei de alguns exclusivos como Heavy Rain, Heavenly Sword, God of War 3 ou Journey, mas nenhum deles me deixou tão empolgado nessa geração como o X360.

PS3, um prato cheio de exclusivos classe AAA

PS3, um prato cheio de exclusivos classe AAA

Me desculpem se esse depoimento soar “ista”, não é nesse sentido que quero tratar, deixa eu explicar.

O X360 foi voltado a explorar as funcionalidades online desde o princípio, a começar pelos chats que eram permitidos já do lançamento do console, e que foram melhorados quando deram o upgrade para os cross chats. Você pode até dizer que é frescura, que quando entra no jogo no PS3 o chat tá lá, ou mesmo que se fosse pra ficar batendo papo, ia pro MSN ou o que for. No caso do último exemplo, isso bate com o lance dos perfis de gamers, não é a sua cara jogar com a galera e pronto, mas nos exemplos anteriores, você tá defendendo coisas pequenas. O que foi que desenvolveu-se muito nesses últimos anos com a internet? O crescimento de comunidades online, a comunicação e socialização entre as pessoas. O que foi que um cross chat do X360 proporcionou quando lançado? Comunicação e socialização entre as pessoas, facilitando o desenvolvimento de comunidades gamers online.

Conversar enquanto joga ou fazendo qualquer coisa, só pela vontade de conversar.

Conversar enquanto joga ou fazendo qualquer coisa, só pela vontade de conversar.

Praticamente a totalidade das pessoas que jogo online são amigos meus, e são amigos que conheci através da própria internet de fóruns e outras comunidades. Se a coisa foi pegando afinidade através dos fóruns, o desenvolvimento da amizade veio com a convivência frequente na Live, seja jogando juntos, ou cada um no seu próprio jogo, mas papeando pelo cross chat. Debates sobre diversos assuntos, acompanhamentos de conferências nas E3, além da exploração simultânea de um mesmo jogo single player e comentado entre nós (Mega Man 9 fase a fase conversando e explorando com um brother eu não esqueço), é o que estou querendo dizer. Até na zoação coletiva a coisa era divertida, chat com 5 pessoas onde 3 estão revezando pelejas em Super Street Fighter IV, mas todos os 4 zoando um que perde de forma vexatória é o que mais alavanca a galera a se empenhar em melhorar, ou o que dita a piada por horas e dias.

É legal zoar quando dá essa tela né? E quando tem mais uma galera junto só pela zoação?

É legal zoar quando dá essa tela né? E quando tem mais uma galera junto só pela zoação?

Enfim, deixando de lado todas as facilidades que o X360 me proporcionou em relação a socialização e comunicação, vamos a parte principal: os jogos. Minhas melhores experiências online nessa geração foram com Gears of War (2 e 3), Left 4 Dead (disparado meu predileto multiplayer da geração) e atualmente Borderlands 2. A série Gears of War tá no meu top 5 (se eu tiver um) dos melhores que joguei nessa geração, ele é bom sozinho, mas é perfeito entre amigos. Left 4 Dead é de longe o mais legal pra multiplayer. É o jogo que melhor utilizou pra mim a função cooperativa, mesmo quando você joga em modo competitivo, ele é cooperativo. E Borderlands… bem, eu joguei o primeiro quando ainda tinha o PS3, mas somente single player, achei até esquisito porque as pessoas pagavam tanto pau pra um shooter que achei pouco menos do que razoável. Por causa das promoções de verão da Live, e por influência dos amigos que jogam no Xbox, resolvi pegar o 2, tava barato, não custava tanto arriscar… Tenho que dizer, a experiência cooperativa dele melhora e MUITO a diversão do jogo. Os DLC’s são pouco pra vontade de continuar jogando com a brodagem.

Cooperativo até jogando contra, as equipes revezam entre sobreviventes e zumbis no vs

Cooperativo até jogando contra, em Left 4 Dead as equipes revezam entre sobreviventes e zumbis no vs.

E é disso que tô falando, se você ainda é criança ou adolescente, você provavelmente tem todo o tempo do mundo (como eu tinha na época) pra jogar na casa dos amigos, ou chamá-los pra jogar na sua casa, mas se você trabalha o dia todo, e seus amigos consequentemente também, a maioria das vezes que você conseguirá encontrar com eles, será através das sessões de jogatina. Participar de longas sessões de Left 4 Dead, Borderlands, Castle Crashers, ou qualquer outro jogo com foco no multiplayer, pra mim é tão prazeroso e nostálgico quanto na época que juntávamos na casa de um dos amigos pra tirar longas pelejas de Street Fighter 2, ou na cooperatividade com Streets of Rage ou Final Fight.

Em tempos de trabalho, as facilidades online tentam te relembrar desse período aí (PS:Sei lá que foto é essa, peguei só pra exemplificar)

Em tempos de trabalho, as facilidades online tentam te relembrar desse período aí (PS:Sei lá que foto é essa, peguei só pra exemplificar)

Tenho certeza que vocês devem ter ótimas histórias e experiências online no PS3. Joguei bastante Modern Warfare 2 e Fifa 12 nele, no entanto, pouquíssimas vezes eu joguei com amigos (salvo o Player 2 em algumas sessões de Modern Warfare 2), mas ainda assim, precisávamos marcar pra jogar, e as conversas só aconteciam durante as sessões de jogo e apenas com quem tivesse no jogo, enquanto na live eu tenho a opção de estar jogando Borderlands 2 com ele e mais outro amigo, e ainda mais outros amigos jogando fable 3 e todos interagindo na mesma conversa e rindo das piadas de todos. E ainda assim, foram partidas cujas amizades eu já tinha, e não que foram desenvolvidas pelo convívio.

No PS4 essas diferenças vão sumir, e a Microsoft vai penar pra inventar qualquer diferencial e chamar mais a atenção que a Sony

No PS4 essas diferenças vão sumir, e a Microsoft vai penar pra inventar qualquer diferencial e chamar mais a atenção que a Sony

De novo, peço desculpas se o texto soou “ista”, mas tenho certeza que na próxima geração, vocês que tiverem esse tipo de experiência no PS4 (com a gente do PnMP, de preferência), podem até não admitir ou não curtir, mas vão entender do que eu estou falando.

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De volta dos esgotos: o ano dos tartarugas ninja

Michelangelo, Leonardo, Donatello e Raphael prontos pra sentarem o sarrafo de novo com a roupagem da Nickelodeon

Ok, a Activision não é a melhor das publishers a esperar algo novo dos personagens, nem mesmo os vídeos lançados até agora do tal Out of the Shadows, que será lançado agora em agosto, foram muito animadores, mas a Activision não planejou apenas um lançamento dos personagens. Com foco na versão animada da Nickelodeon, o segundo jogo dos tartarugas será multiplayer para 4 jogadores (ao menos o vídeo aparenta ser) e sairá já dia 25 de outubro, apenas 2 meses depois de Out of The Shadows.

Visualmente falando, sinceramente eu prefiro a versão do jogo de agosto, mas como a proposta do segundo, ao menos do pouco revelado, me lembra mais a diversão dos clássicos dos personagens, to muito mais interessado nele.

Infelizmente o game não sairá pra nenhum console da Sony, tá programado apenas pra X360, Wii (e não Wii-U) e 3DS.

Curiosamente o jogo não receberá versões para PS3 ou Vita. O porque eu não sei, mas isso demonstra o “tamanho” do investimento…

Eu sou fanboy assumido e fico feliz quando anunciam jogos novos dos personagens, só acho que a abordagem deveria ser muito mais próximo de Castle Crashers, Scott Pilgrim e Double Dragon Neon, dentre os “novos” beat em ups, do que jogos marrom como aquele baseado no filme que a Ubisoft produziu.

Deus ajude que não venha uma bomba

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