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A lista negra de Link

Um grupo de fãs de Legend of Zelda teve uma ideia fo#$*@ de foda, resolveram reunir contribuições de artistas de tudo que é canto do mundo para fazer um projeto com outros personagens da série: os vilões.

Chamado de Link’s blacklist: A tribute to the dark side of Hyrule (A lista negra de Link: Um tributo ao lado negro de Hyrule), o projeto reune ilustrações de tudo que é tipo de estilo artístico com inimigos e chefes de diversos jogos da série. Impressionante o esmero e a visão que alguns desses artistas tiveram em transformar, no caso de alguns jogos, monstros aparentemente normais em criaturas assustadoras dignas de realçar porque o Link é realmente um herói.

Nightmare, de Link’s Awakening (GB), por jmatchead, dos EUA

Rainha Gohma de Ocarina of Time (N64), por Úrsula Dorada do Brasil

Shadow Hag Poe de Oracle of Ages (GBC), por Gakoru, da Bélgica

Swamola de A Link to the Past (Snes), por Chris Hegland dos EUA

Gyorg Pair de Minish Cap (GBA), por Rickey Shine dos EUA

Death Sword, de Twilight Princess (GC e Wii), por UniqueLegend da Austrália

Dead Hand de Ocarina of Time (N64), por Jujulica dos EUA

 

Curitiu a ideia dos caras? Dá uma olhada na galeria deles e veja muito mais inimigos de Link ao longo dos diversos games da série.

assinatura pnmp

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Diálogos que (provavelmente) nunca veremos nos jogos

Porque mesmo em jogos onde você tem opção de qual caminho trilhar, você tem limites…

Star Wars: Knights of The Old Republic
Os caminhos que a vida leva...

Double Dragon

Eu sempre me perguntei porque 2 irmãos lutam juntos pra no final sair no tapa pela mesma mulher...

The Legend of Zelda: Skyward Sword

Tava na hora já de cortar essa lenga lenga né minha filha, ou dá ou desce... e acabou que desceu mesmo!

Final Fantasy VI

A-hã Locke, me engana que cê não tá de olho nas pernas dela, seu velho matreiro.


Os 5 melhores jogos que joguei em 2011

Muitos jogos que joguei, muitos que não joguei, considerem aqui a minha opinião pelo que eu gosto viu, não pela popularidade do título, por exemplo, Skyrim nem entra na minha lista, primeiro porque não joguei e segundo porque não gosto de Elder Scrolls.

Os jogos não estão na ordem de melhores pra piores também não.

Dark Souls (PS360)

Esse título é disparado dos melhores que joguei no ano, e na geração atual. Com um mundo sombrio, onde tudo tá na merda, e você tá no meio dessa merda toda. Um jogo bem introspectivo e difícil, bem aos moldes de muitos jogos clássicos, e diferente dos de hoje, onde tudo é feito pra que você consiga chegar ao final tendo uma dificuldade tranquila. Em Dark Souls, se você não aprende a jogar, você não passa mesmo. O pior e o melhor é a falta de amparo, você não tem pessoas, livros ou qualquer coisa do tipo te dizendo vá ali, venha aqui, você tá solto, vai de sua livre e espontânea exploração, mate um NPC e isso acarretará em consequências pro resto do jogo, sejam elas boas ou ruins.

Gears of War 3 (X360)

Em um ano fraquíssimo de títulos de games tradicionais para o console da Microsoft, a grande cereja do bolo (pra não dizer o bolo todo, dado o fato de que praticamente só saiu game pra Kinect esse ano), é Gears 3. Grupos de personagens diferentes desenvolvendo a história ao mesmo tempo, conclusão de enredo iniciado no primeiro título, inimigos novos f¨*$endo ainda mais os sobreviventes do planeta já f¨*$dos, monstros gigantescos e poucos cartuchos de balas para enfrentá-los, um modo campanha permitindo 4 jogadores, além de continuação do excelentíssimo modo horda fazem de Gears 3 um PUT@ jogo de 2011. Shame on you MICOsoft por não ter desenvolvido mais títulos tradicionais na proporção que fizeram com o Kinect.

FIFA 12 (multi)

Ok, Fifa tem um título novo todo ano mudando um pouquinho de coisa do anterior e bla bla bla. Mas Fifa 12 eu coloco em destaque do ano, como fifa 11 eu não colocaria no ano passado. Esse ano deram uma boa trabalhada na engine, melhorando o contato físico, além do multiplayer tendo divisão por experiência dos jogadores, fazendo com que você procure pessoas que estão mais ou menos do seu nível, e perca jogos pra ver se você não é rebaixado pra divisão anterior.

The Legend of Zelda: Skyward Sword (wii)

Considerado um dos últimos, se não o último fôlego do Wii, Skyward Sword é de longe um dos melhores títulos da série. Alguns amigos comentaram do fato de preferir que o jogo fosse nos moldes de controles tradicionais, e eu concordo, mas o que defendo é que, nos controles de movimento atuais, Skyward Sword é o que de melhor poderia ser feito. E também no visual do jogo, de longe o título mais bonito do Wii, uma pena não ter o desempenho de engine de um ps3 ou x360.

From Dust (X360, PS3, PC)

Disponibilizado como título arcade, From Dust foi uma das melhores surpresas que tive no ano, difícil até explicar a jogabilidade, mas digamos que você é uma energia divina, na qual os membros de uma tribo que você acompanha cultuam, e que precisa ajudá-los na tarefa de sobreviver e cultuar a terra. Ondas gigantescas, vulcões em erupção e outras coisas mais são os impecilhos que um deus tem que enfrentar para ajudar o povo. O título custa por volta de 10 dólares.

Explicações: Como eu disse antes, títulos como Skyrim não entram porque eu não joguei e não gosto da série, assim como outros títulos que não tive a oportunidade de jogar. Não imagino um Batman Arkham City de fora dessa lista, e ele só está de fora porque eu não joguei, o mesmo acontece com Bastion, Uncharted 3 (que também não curti a série) ou Little Big Planet 2. Não tem nada a ver com serem péssimos títulos, mas com gostar ou não do jogo, e ter jogado ou não.

Sendo assim, menções honrosas de jogos de fora da lista, considerados dos melhores por público e/ou críticos:

Batman: Arkham City (Ps3, X360, PC)Bastion (Ps3, X360, PC)Killzone 3 (PS3)Infamous 2 (PS3)Uncharted 3 (PS3)Little Big Planet 2 (PS3)Child of Eden (PS3, X360, mas a versão do Kinect é a melhor), Ultimate Marvel vs Capcom 3 (Ps3, X360, PS Vita), Super Mario Land 3D (Nintendo 3DS)Rayman Origins (X360, Ps3, Wii), The Elder Scrolls 5: Skyrim (Ps3, X360, PC), Star Wars: The Old Republic (PC)Sonic Generations (Ps3, X360, PC), Battlefield 3 (Ps3, X360, PC, mas a versão do pc é a melhor), Forza 4 (X360), Infinity Blade 2 (iPhone/Pad/Pod), Portal 2 (PS3, X360, Mac, PC), Call of Duty: Modern Warfare 3 (Ps3, X360, PC), Outland (Ps3, X360, PC), Mario Kart 7 (Nintendo 3DS), Dissidia Final Fantasy: Duodecim (PSP)


Ocarina do Tempo?

Fuçando pelo youtube acabei encontrando essa usuária aqui que grava canções de zelda tocadas com uma Ocarina real, muito bacana e mais nerd impossível.

A trilha de A Link To The Past é tão bacana que ficou legal essa versão eletronica do jogo, sem instrumentos reais, com a ocarina de verdade por cima.

Essa trilha de Ocarina of time me deixava empolgadíssimo pelo esmero da Nintendo no título, esse remake do 3ds merecia muito mais do que uma leve polida nas texturas e um visual 3d adicional.

Ela ainda não gravou nenhuma de Skyward Sword, mas pelo menos de Twilight Princess tem essa.

 

Ainda em tempo, e essa porra de comercial de A Link to The Past Japonês inspirado nas dancinhas de bollywood? QPE Japão??

PS: QPE = Que Porr@ é Essa


Venda de garagem de Link

Dorkly, como sempre com os melhores vídeos…

 


Diário de um jogador de Zelda: Skyward Sword (ou Impressões: Parte 2)

Finalmente terminei a primeira Dungeon de Zelda: Skyward Sword. Ainda não foi revelada muita coisa da história, mas agora já conheço ao menos um se não O rival de Link no jogo. Já pude testar ao menos 2 equipamentos que fazem uso da controlabilidade do Wii remote e gostei de ambas. A primeira é o estilingue, que não faz um uso complexo do controle, apenas mexa o controle para mirar e aperte A para atirar. A segunda o besouro de controle remoto, é ainda mais bacana porque você controla o vôo dele e é bom pra ter uma visibilidade de outros ângulos de certos locais que podem ter itens escondidos.

Me senti um noob na dungeon, puzzles até bem simples, mas demorei mais tempo do que achei que demoraria, ou gostaria de ter demorado, apelando até pro gamefaqs no puzzle do primeiro olho (ridículo, eu sei, mas não tava conseguindo pensar em nada mesmo e prometo não repetir uso dessas coisas). Eu gostei da exploração da dungeon, segue bem a linha dos jogos anteriores, e não é cansativa, apesar de eu ter demorado bastante nela. O que não gostei é a “facilidade” dela. Em tempos de checkpoint em tudo que é jogo, achei que tava até excessivo o tanto de savepoints que tinha na dungeon, e não consegui (e nem quis) morrer pra saber se ainda assim eu voltava pro início da dungeon ou se continuaria do último ponto salvo. Se for a primeira opção, beleza, já que sempre foi assim em Zelda, e você valoriza a dificuldade do jogo, se for a segunda, ponto negativo demais.

Como falei do rival do Link, gostei do duelo com ele no final da dungeon, não achei massante, embora chegue uma hora que você fica chacoalhando o controle horrores pra acertar espadadas. Mas não é em exagero, porque senão cê toma um pau testicular dele, se os outros duelos de espada forem crescendo assim no jogo, ficarei muito feliz.

Considerações finais: Estou cada vez mais colocando Skyward Sword no topo junto com Ocarina of Time, como Zelda mais espetacular, e não estou desconsiderando nem de longe A  Link To The Past e Oracle of Seasons/Ages. Siga nesse ritmo que continua subindo.

Tempo total de jogo até o momento: 7 horas e 30 minutos


Impressões: parte 1

A) Infinity Blade 2 (iOS)

Tive o prazer de jogar ao menos meia hora durante o fim de semana. Gostei da ideia de expandirem a história, não gostei da forma que escolheram pra isso. Achava a ideia simples, direta, sem muitos diálogos do primeiro jogo muito boa, e no segundo parece que resolveram mudar tudo, a começar por um diálogo entre o protagonista da série e uma mulher esquisita que sai dando pulões ninjas por telhados que de repente viraram melhores amigos. Po, Infinity Blade não tem que ter muito diálogo não, e pelo menos não de forma direta e rasa como foi, sem falar nos pulos exagerados da mulher.

Outro ponto negativo, a “tradução” do jogo. Quem jogou o primeiro, sabe que eles falam uma língua bem esquisita, de repente você chega no segundo jogo e estão falando em inglês? WTF? Tirou outro brilho de IB.

Em questão de jogabilidade, não joguei o suficiente pra testar ainda armas de 2 mãos ou usar 2 armas ao mesmo tempo. O que joguei ainda é no modo tradicional, mas gostei que agora os inimigos estão mesmo imprevisíveis, alguns ataques você não sabe que diabo ele fará até ser bem próximo da hora, quando você acha que virá uma espadada pela esquerda, o cara te acerta com um chute pela direita.

Gostei também de agora você precisar de chaves para abrir alguns baús, não é só chegar e ir abrindo logo de cara não. Tem também gemas que você vai imbuindo nas armas pra poder dar fatores elementais e mudar o tipo de dano que ela causa. Até o momento a diversão é muito positiva, apesar dos pontos que não gostei.

B) The Legend of Zelda: Skyward Sword (Wii)

Um amigo me deixou emprestado essa semana o wii dele e aproveitei para começar os testes de um dos jogos mais aguardados na história do Wii. Só consegui até agora terminar o pedaço de introdução da história e comecei a primeira dungeon do jogo (acredite, isso me levou umas 2 ou 3 horas). Devo dizer, estou impressionado com a ambientação que a Nintendo criou. Sem deixar a fábula e o valor universal para qualquer idade da série de lado, eu concordo com o que a IGN disse de ser o Zelda mais maduro que fizeram. Ainda existem as piadas, o fod#/não fod# da Zelda e o Link, mas no fundo a história assume uma postura mais séria, e isso é reforçado pela trilha sonora. Não joguei nada de Twilight Princess para comparar, mas a trilha sonora mais com cara de épico da série que joguei é o de Skyward Sword. Joguei por 3 horas sem me cansar, nem me queixar da controlabilidade através do wiimote. Como eu disse, não joguei muita  coisa, então não pude ainda testar os equipamentos secundários pra opinar sobre a flexibilidade com o controle.

Senti uma certa influência de Shadow of the Colossus no jogo. Nada que você dissesse “que descarado”, mas a barra de resistência do Link pra escalar, correr, saltar etc, aliado a algumas figuras sombrias do jogo me deram uma sensação de referência a SotC, e isso é muito bom, porque não perdeu a característica de que é Zelda mesmo assim.

C) Starcraft 2: Wings of Liberty (PC)

Lembram que eu disse que você não jogava no modo campanha como zergs ou protoss? Pois é, esqueçam isso, pelo menos com os protoss. Cheguei em um ponto da história em que você passa por algumas missões com os protoss que afetam nas ações que a campanha principal dos terranos tomará em seguida. Não sei se o mesmo acontecerá com os zergs, mas espero que sim. To gostando bastante do enredo que tudo está tomando, e principalmente das atualizações de unidades que vão abrindo a cada missão. Difícil é escolher qual produzir que seja mais efetivo na hora das missões, já que quase nenhuma delas é “destrua a frota de zergs/protoss/terrans da supremacia inteira”. Missões de tempo no qual você precisa erguer uma equipe pra se defender rápido e posteriormente atacar é bem complicado de ficar testando unidades, ainda mais se elas não tiverem ataque aéreo pra se defender de naves inimigas.

Conforme for jogando mais dos 3, vou acrescentando comentários posteriores.


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