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7 artes de fãs de mulheres dos games

Mais uma pequena homenagem ao dia internacional da mulher, selecionei alguns fanarts bacanas de personagens femininas de games.

Samus Aran – Metroid, por Alex Figini, ou  sundragon83

Samus Aran, provavelmente primeira protagonista feminina de um jogo. Retratada com delicadeza e brutalidade contrastando entre personagem e armadura

Lara Croft – Tomb Raider, por *Gigei

Uma Lara Croft menos punheteristica, pra desviar um pouco do senso comum de fanarts de Tomb Raider

Chun Li (e Cammy de gaiato) – Street Fighter, por Masateru Ikeda

Um momento de intimidade e delicadeza da bruta Chun Li, com a Cammy de bônus

Princesa Peach – Super Mario Bros, por Chesheyre

Uma Peach mais Art Nouveau e menos menininha

Princesa Zelda – The Legend of Zelda, por MrEman2000

A Princesa bem diferente da indefesa e frágil donzela à espera de seu cavaleiro como sempre acontece.

Nariko – Heavenly Sword, por djfreestyle

Nariko não tem metade dos jogos, participações ou tempo de existência que as outras personagens dessa lista têm, mas isso não faz dela menos importante

Sarah Kerrigan – Starcraft, por Jiein Hyun, ou Angju

Sarah Kerrigan passou de heroína dos terranos a maior vilã dos Zergs por conta da ambição humana de terceiros, que armaram pra ela, os 2 lados da personagem estão retratados nessa ilustra

Muitas outras personagens poderiam ser listadas facilmente aqui, Blaze, Sonya Blade, Ayame ou Bastilla são apenas alguns dos exemplos. Mas acho que algumas das mais icônicas estão bem representadas nessa pequena seleção homenageadora.


Impressões: parte 1

A) Infinity Blade 2 (iOS)

Tive o prazer de jogar ao menos meia hora durante o fim de semana. Gostei da ideia de expandirem a história, não gostei da forma que escolheram pra isso. Achava a ideia simples, direta, sem muitos diálogos do primeiro jogo muito boa, e no segundo parece que resolveram mudar tudo, a começar por um diálogo entre o protagonista da série e uma mulher esquisita que sai dando pulões ninjas por telhados que de repente viraram melhores amigos. Po, Infinity Blade não tem que ter muito diálogo não, e pelo menos não de forma direta e rasa como foi, sem falar nos pulos exagerados da mulher.

Outro ponto negativo, a “tradução” do jogo. Quem jogou o primeiro, sabe que eles falam uma língua bem esquisita, de repente você chega no segundo jogo e estão falando em inglês? WTF? Tirou outro brilho de IB.

Em questão de jogabilidade, não joguei o suficiente pra testar ainda armas de 2 mãos ou usar 2 armas ao mesmo tempo. O que joguei ainda é no modo tradicional, mas gostei que agora os inimigos estão mesmo imprevisíveis, alguns ataques você não sabe que diabo ele fará até ser bem próximo da hora, quando você acha que virá uma espadada pela esquerda, o cara te acerta com um chute pela direita.

Gostei também de agora você precisar de chaves para abrir alguns baús, não é só chegar e ir abrindo logo de cara não. Tem também gemas que você vai imbuindo nas armas pra poder dar fatores elementais e mudar o tipo de dano que ela causa. Até o momento a diversão é muito positiva, apesar dos pontos que não gostei.

B) The Legend of Zelda: Skyward Sword (Wii)

Um amigo me deixou emprestado essa semana o wii dele e aproveitei para começar os testes de um dos jogos mais aguardados na história do Wii. Só consegui até agora terminar o pedaço de introdução da história e comecei a primeira dungeon do jogo (acredite, isso me levou umas 2 ou 3 horas). Devo dizer, estou impressionado com a ambientação que a Nintendo criou. Sem deixar a fábula e o valor universal para qualquer idade da série de lado, eu concordo com o que a IGN disse de ser o Zelda mais maduro que fizeram. Ainda existem as piadas, o fod#/não fod# da Zelda e o Link, mas no fundo a história assume uma postura mais séria, e isso é reforçado pela trilha sonora. Não joguei nada de Twilight Princess para comparar, mas a trilha sonora mais com cara de épico da série que joguei é o de Skyward Sword. Joguei por 3 horas sem me cansar, nem me queixar da controlabilidade através do wiimote. Como eu disse, não joguei muita  coisa, então não pude ainda testar os equipamentos secundários pra opinar sobre a flexibilidade com o controle.

Senti uma certa influência de Shadow of the Colossus no jogo. Nada que você dissesse “que descarado”, mas a barra de resistência do Link pra escalar, correr, saltar etc, aliado a algumas figuras sombrias do jogo me deram uma sensação de referência a SotC, e isso é muito bom, porque não perdeu a característica de que é Zelda mesmo assim.

C) Starcraft 2: Wings of Liberty (PC)

Lembram que eu disse que você não jogava no modo campanha como zergs ou protoss? Pois é, esqueçam isso, pelo menos com os protoss. Cheguei em um ponto da história em que você passa por algumas missões com os protoss que afetam nas ações que a campanha principal dos terranos tomará em seguida. Não sei se o mesmo acontecerá com os zergs, mas espero que sim. To gostando bastante do enredo que tudo está tomando, e principalmente das atualizações de unidades que vão abrindo a cada missão. Difícil é escolher qual produzir que seja mais efetivo na hora das missões, já que quase nenhuma delas é “destrua a frota de zergs/protoss/terrans da supremacia inteira”. Missões de tempo no qual você precisa erguer uma equipe pra se defender rápido e posteriormente atacar é bem complicado de ficar testando unidades, ainda mais se elas não tiverem ataque aéreo pra se defender de naves inimigas.

Conforme for jogando mais dos 3, vou acrescentando comentários posteriores.


5 artworks pic@s dos games

Uma pequena homenagem a alguns dos “arteiros” que colocam aquilo que fazem melhor no desenvolvimento dos games.

Castlevania Lords of Shadow – Diego Gisbert Llorens e equipe

Eu poderia facilmente colocar as artes da Ayami Kojima, dos demais jogos da série de Symphony of The Night em diante, que seria um substituto perfeito pra estar no lugar de LoS. O motivo da escolha é a importância dele pra com o projeto. Lords of Shadow é riquíssimo na parte artística. Na edição de colecionador, de cara você tem um pequeno livro de artwork, e dentro do jogo, alguns (muitos) extras são os artworks de TODAS as fases de TODOS os capítulos do jogo. Isso sem mencionar as animações explicativas dos comandos aprendidos no menu e do sumário de personagens do jogo que são totalmente ilustrados. E diga-se de passagem, ficaram muito bem ilustrados. Trazer Castlevania novamente para o 3D, pra dessa vez dar certo de verdade, como um Ninja Gaiden conseguiu, e como os títulos anteriores não conseguiram, não seria tarefa fácil. Pra isso seria de extrema importância um ambiente que te deixasse embasbacado com a beleza, sem esquecer da jogabilidade, claro, e nesse ponto, Lords of Shadow foi muito feliz no resultado final.

Final Fantasy ( praticamente a série toda) – Yoshitaka Amano

Não teria como escrever uma sessão dessas sem citar o Amano. Praticamente o mestre no que diz respeito ao conceito visual de Final Fantasy. O estilo influenciado pela arte gótica fica muito distante do visual mangá tradicional de talvez 90% dos artistas japoneses. O poder de pic@ dele é tão grande, que foi convidado a produzir em parceria com Neil Gaiman um volume de Sandman. E ficou perfeito essa parceria. Seu estilo pode até ser pouco  comercial, considerando que não é “bonitinho”, mas pode ter certeza que mesmo com uma versão de divulgação bem diferente, e produzida por outro artista, é muito provável que esse trabalho seja uma releitura do projeto original que ele criou.

Panzer Dragoon – Moebius

Tá, a série Panzer Dragoon não é uma série que mereça tamanho destaque, mas a artwork dela sim. Tudo que o Moebius toca vira ouro, em relação a ilustrar. Cenários amplos, belíssimos, que dão sensação de movimento, mesmo sendo estática a imagem, são apenas detalhes do que o Moebius imprime na arte dele. Ele foi convidado pela Sega a criar o visual do universo, e particularmente, não consigo ver artista melhor para isso. Ele sempre trabalhou com mundos bizarros e criaturas fantásticas,é fácil perceber nas hq’s dele  algumas criaturas muito semelhantes aos de Panzer Dragoon. Uma pena a Sega não ter utilizado isso nas capas dos jogos.

Metal Gear Solid – Yoji Shinkawa

Apesar de na hora da produção dos personagens em 3d serem bem diferentes do estilo visual do Yoji, as artworks são usadas em toda a promoção de marketing do jogo. A popularidade é tão grande, tanto do personagem, quanto do conceito de arte, que isso já rendeu hq’s de MGS, tendo sido publicada aqui no Brasil, inclusive. Yoji usa um estilo visual com traços mantendo o aspecto rabiscado, dando uma aparência  crua ao desenho, e o resultado final acaba ficando muito bom.

Warcraft (a série) – Travis Thammer e uma equipe monster

Se tem uma coisa que os jogos da Blizzard se destacam é na parte visual. Falar da qualidade do jogo, e mesmo das cinematics é chover no molhado, mas a parte de conceito de arte não fica nem um pouco atrás. Difícil é você listar os nomes dos artistas, já que eles tem uma boa equipe, e como falei de Castlevania, aqui eu poderia fazer o mesmo facilmente, trocando Warcraft por Diablo ou Starcraft, que não estaria perdendo nada em conceito ou qualidade artística. É muito fácil entrar no imaginário e no conceito visual de Azeroth com uma equipe fod#&@ dessas fazendo miséria.

É isso gente, existem muitos outros jogos que são dignos de estarem em uma lista assim, é por isso que eu nunca crio como um top5, é mais como uma seleção pessoal de 5 jogos com o tema em questão. Seria injustiça absurda, e motivo pra discussão eterna, sem falar em pretensão nível 10, se fizesse essas listas considerando os “5 melhores comedores de xox#*t@s” ou coisas do tipo.


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