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5 Jogos para curtir com a namorada

Não é dia dos namorados, pelo menos não o nosso, mas nesse dia de São Valentim, é bom um joguinho para dividir o console com a namorada, esposa, noiva, ficante, rolo, B.A. ou o que você tiver de relacionamento com alguém. Seleciono aqui alguns jogos divertidos para jogar a dois.

Scott Pilgrim Vs The World: The Game (Xbox Live Arcade e PSN)

Não tem nada mais divertido, se você quer jogar em equipe, do que um jogo bobinho e despreocupado de porrada. Com Scott Pilgrim até o tema ajuda, já que você precisa enfrentar os 7 ex-namorados do mal de Ramona Flowers para poder curtir a namorada em paz. Se seu negócio é uma orgia ou um troca troca, tá liberado também porque você pode chamar os parceiros terceirizados, já que o jogo possibilita até 4 jogadores. É uma suruba só.

Mortal Kombat 9 (PS3, Ps Vita e X360)

É do tipo que gosta de pôr pra fora nos games tudo aquilo que você não solta na vida real com a(o) parceira(o)? Cai no pau com ela então! Senta bicuda na cara, chute nos peito, mordida na orelha e por aí vai! Claro que tudo em um bom game de luta né, nada dessas coisas na vida real não. Mortal Kombat é ótimo pra sair na peleja com a namorada e se aliviar pronto pra voltar feliz e cheio de amor pra dar na vida real.

World of Warcraft (PC)

Dias apertados e sem tempo para encontrar a namorada para um passeio? Se ela curte jogar mais do que aquelas partidas rápidas de finais de semana, você pode explorar Azeroth com ela. Pela horda ou aliança, é sempre mais divertido jogar esses games em parceria.

Tetris (uma cacetada de plataforma)

Jogos de puzzle sempre fazem a cabeça dos(as) companheiros(as) mais desligados(as) do mundo dos games. É uma boa pedida pra rir um pouco e matar o tempo a dois. Tetris é o perfeito exemplo disso, conheço aos quilos de gente que não é chegado em games, mas que adora Tetris.

Super Mario Kart (qualquer um)

Mario Kart parece ser um jogo café com leite, diverte a todo mundo independente do gênero que curte jogar. Só não vale apelar é deixar de jogar pra ficar só destruindo tua(eu) parceira(o), senão tu perde é a companhia e aí vai ter que marcar encontro com a sua mão.

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5 jogos para jogar em maus momentos

Aproveitando uma fase difícil que estou passando pra transformar em algo produtivo, tive a ideia desse post. O propósito é se entreter com algo que deixe sua mente descansando e concentrado apenas em alguma função, liberando até um pouco de agressividade nos pixels pra não liberar na vida real, então vamos lá.

Samurai Dishwasher (live arcade)

Apesar da dificuldade do jogo, que pode ser pior por te deixar mais puto, fatiar hordas e mais hordas de bichos escro$%& é um prazer inenarrável, te fazendo até rir de algumas ocasiões. Você é um lavador de pratos que aprendeu a arte milenar deles e foi morto sem saber o porque, mas volta dos mortos querendo vingança. Tem algo mais perfeito pro seu “momento fundo do poço”? Como falei, só controle a dificuldade do jogo, porque senão é capaz do jogo te deixar é mais puto por estar mais morrendo do que matando.

Gears of War – Qualquer um da série (1-PC e X360, 2 e 3 – X360)

Quem tem acompanhado meus posts de impressões sobre Gears 3 tem uma noção do tanto que é aliviante destruir hordas e mais hordas de bizarrices que insistem em te encher o saco. Uma metralhadora com uma motossera na ponta, não tem arma mais perfeita pra se criar pra um jogo em que você só quer se divertir eliminando pixels (que no caso nem é pixel, é cg,hehe) xaropes pela frente.

Tartarugas Ninja Arcade (um bocado de plataforma)

Esse jogo é apenas uma representação de um gênero que é bom pra isso, qualquer outro Beat ‘em Up, ou como eu costumo chamar, “andar e bater”, se encaixaria perfeitamente na função. A história: um vilão xarope (no caso, o Destruidor) resolveu se meter na tua vida, seja te desafiando, ou querendo se meter a besta com o mundo, e cabe a você zuar com os planos dele e acabar com uma horda descerebrada de imbecis que aparecem pela tela pra te atrapalhar, receita perfeita, é ou não é?

Call of Duty (vários títulos e pra tudo que é plataforma da geração ps2 pra cá)

Jogos de tiro em primeira pessoa, os mais populares dos títulos descerebrados pra liberar tensão. Acrescente a isso um modo multiplayer pra muitos jogadores, com direito a zoações pelo headset e você tem um jogo aliviador de tensão perfeito. Você vai dormir até um pouco mais leve, e quem sabe até para de acordar mais cedo do que deveria, como estava fazendo, preocupado com mil coisas ao mesmo tempo.

God of War – a série (PS2,PSP,PS3)

O título mais perfeito de todos para o propósito, centenas de criaturas mitológicas e deuses contra você, e você tá puto o tempo todo sendo atormentado por pesadelos de erros passados e de deuses se metendo na sua vida. O que você iria querer mais? Você é tão foda que mata com requintes de tortura os deuses do Olimpo que resolveram ferrar contigo. Sobra até pros titãs que também queriam te usar.

E é isso pessoal, produzindo algo útil com um momento ruim que passo. Lembrando sempre que deixe suas agressividades pra gastar no videogame, e se por acaso perceber que está ficando mais agressivo que o normal, deixe o aparelho um pouco de lado e vá desestressar com outra coisa. Sou a favor de jogos violentos (assim como dos filmes, livros, séries, ou qualquer outro entretenimento) como válvula de escape, nunca como influência negativa pra você cruzar a barreira do real/ficção, e principalmente, sempre levando em consideração a idade adequada pra esse tipo de entretenimento. Pareça brutal o que for os jogos, sou contra violência no mundo real.


5 artworks pic@s dos games

Uma pequena homenagem a alguns dos “arteiros” que colocam aquilo que fazem melhor no desenvolvimento dos games.

Castlevania Lords of Shadow – Diego Gisbert Llorens e equipe

Eu poderia facilmente colocar as artes da Ayami Kojima, dos demais jogos da série de Symphony of The Night em diante, que seria um substituto perfeito pra estar no lugar de LoS. O motivo da escolha é a importância dele pra com o projeto. Lords of Shadow é riquíssimo na parte artística. Na edição de colecionador, de cara você tem um pequeno livro de artwork, e dentro do jogo, alguns (muitos) extras são os artworks de TODAS as fases de TODOS os capítulos do jogo. Isso sem mencionar as animações explicativas dos comandos aprendidos no menu e do sumário de personagens do jogo que são totalmente ilustrados. E diga-se de passagem, ficaram muito bem ilustrados. Trazer Castlevania novamente para o 3D, pra dessa vez dar certo de verdade, como um Ninja Gaiden conseguiu, e como os títulos anteriores não conseguiram, não seria tarefa fácil. Pra isso seria de extrema importância um ambiente que te deixasse embasbacado com a beleza, sem esquecer da jogabilidade, claro, e nesse ponto, Lords of Shadow foi muito feliz no resultado final.

Final Fantasy ( praticamente a série toda) – Yoshitaka Amano

Não teria como escrever uma sessão dessas sem citar o Amano. Praticamente o mestre no que diz respeito ao conceito visual de Final Fantasy. O estilo influenciado pela arte gótica fica muito distante do visual mangá tradicional de talvez 90% dos artistas japoneses. O poder de pic@ dele é tão grande, que foi convidado a produzir em parceria com Neil Gaiman um volume de Sandman. E ficou perfeito essa parceria. Seu estilo pode até ser pouco  comercial, considerando que não é “bonitinho”, mas pode ter certeza que mesmo com uma versão de divulgação bem diferente, e produzida por outro artista, é muito provável que esse trabalho seja uma releitura do projeto original que ele criou.

Panzer Dragoon – Moebius

Tá, a série Panzer Dragoon não é uma série que mereça tamanho destaque, mas a artwork dela sim. Tudo que o Moebius toca vira ouro, em relação a ilustrar. Cenários amplos, belíssimos, que dão sensação de movimento, mesmo sendo estática a imagem, são apenas detalhes do que o Moebius imprime na arte dele. Ele foi convidado pela Sega a criar o visual do universo, e particularmente, não consigo ver artista melhor para isso. Ele sempre trabalhou com mundos bizarros e criaturas fantásticas,é fácil perceber nas hq’s dele  algumas criaturas muito semelhantes aos de Panzer Dragoon. Uma pena a Sega não ter utilizado isso nas capas dos jogos.

Metal Gear Solid – Yoji Shinkawa

Apesar de na hora da produção dos personagens em 3d serem bem diferentes do estilo visual do Yoji, as artworks são usadas em toda a promoção de marketing do jogo. A popularidade é tão grande, tanto do personagem, quanto do conceito de arte, que isso já rendeu hq’s de MGS, tendo sido publicada aqui no Brasil, inclusive. Yoji usa um estilo visual com traços mantendo o aspecto rabiscado, dando uma aparência  crua ao desenho, e o resultado final acaba ficando muito bom.

Warcraft (a série) – Travis Thammer e uma equipe monster

Se tem uma coisa que os jogos da Blizzard se destacam é na parte visual. Falar da qualidade do jogo, e mesmo das cinematics é chover no molhado, mas a parte de conceito de arte não fica nem um pouco atrás. Difícil é você listar os nomes dos artistas, já que eles tem uma boa equipe, e como falei de Castlevania, aqui eu poderia fazer o mesmo facilmente, trocando Warcraft por Diablo ou Starcraft, que não estaria perdendo nada em conceito ou qualidade artística. É muito fácil entrar no imaginário e no conceito visual de Azeroth com uma equipe fod#&@ dessas fazendo miséria.

É isso gente, existem muitos outros jogos que são dignos de estarem em uma lista assim, é por isso que eu nunca crio como um top5, é mais como uma seleção pessoal de 5 jogos com o tema em questão. Seria injustiça absurda, e motivo pra discussão eterna, sem falar em pretensão nível 10, se fizesse essas listas considerando os “5 melhores comedores de xox#*t@s” ou coisas do tipo.


5 Finais broxantes de games

Você passou horas e horas, durante vários dias, lutando contra hordas e mais hordas de inimigos, aprendendo as melhores formas de avançar um nível, de passar aquela fase complicada, esperando no fim receber uma merecida recompensa (além da satisfação pessoal de ter derrotado seus inimigos). Você destrói aquele otário do chefe final e espera ver a conclusão da odisseia que o levou até aquele momento, e então o final te decepciona, e você fica broxado como se aquela gostosa que você pegou tivesse um put@ mal hálito, ou trepasse pior do que sua punh&#@ mais sem graça. Meninas, invertam esse exemplo para a sua situação como quiserem.

Star Wars: Knights of The Old Republic 2 -The Sith Lords (Xbox, PC)

Esse título não merecia nem estar aqui, o jogo inteiro é fantástico, o que tinha de legal no primeiro foi mantido e ainda acrescentado no segundo. Só esqueceram de melhorar a história também. Não há como comparar o esmero da Bioware ao criar o enredo do primeiro jogo com o da Obsidian em manter no segundo, e não me entenda mal, o jogo não é ruim nem chato, é o contrário, legal pra cara%$#. Mas o final do jogo foi o ponto baixo. Você chega ao final, depois de um leve duelo com Kreia, ela te diz que você está preparado, e ainda tem visões claras de tudo que vai ser no futuro, inclusive o que seus atuais aliados vão fazer, e então você segue rumo ao desconhecido. O jogo termina sem dar uma única pista de pra onde Revan foi, ou o que é o perigo maior que ele foi enfrentar nos confins do universo. Parecia abrir para uma história maior, mas o que deixou mais claro é que a Obsidian não parecia fazer ideia do que iria fazer em seguida, uma pena.

Tartarugas Ninja 3: Radical Rescue (Gameboy)

Tá, tudo bem, jogos antigos nem sempre tinham o trabalho completo, ou desempenho de máquina, pra produzir um final foda. Mas isso não necessariamente quer dizer que precisava ser um final tão pífio. Depois de você derrotar o Destruidor (novidade),  e conseguir a chave para libertar a April, o máximo que você recebe é uma fotinha dela, como a de todos os outros personagens que você salva no jogo, dizendo que agora que você derrotou o Destruidor, o mundo finalmente estará em paz. Pronto, créditos logo em seguida. Fim. Que bela bosta.

Battletoads (Nes, Mega Drive)

Nunca joguei nenhum game tatooiniano pra comparar, mas da Terra, certamente Battletoads é um dos jogos mais difíceis da galáxia. Você se fud$# andando a pé, de jet ski voador, surfando, se atracando com uma cobrona gigante (que pornô), em um monociclo fugindo de uma bola serradora e tudo mais, pra no fim ter apenas uma mensagem da Dark Queen não acreditando que foi derrotada e que é melhor sair fora enquanto ainda tá de boa. Depois disso aparecem Pimple e a princesa e pronto, vamo todo mundo embora na nave com uma mensagenzinha na tela dizendo que os battletoads conseguiram e bla bla bla. Uma pena que os videogames na época não tinham o potencial pra fazer um final absurdo e compensador pra um dos jogos mais picões de todos os times.

Alex Kidd In Miracle World (Master System)

Sofre do mesmo mal de Battletoads e Tartarugas Ninja 3, falta de um pouco mais de potencial da máquina pra desenvolver um bom final. Você derrota o chefe final, salva a princesa e o povo radaxiano e aparece apenas uma mensagem de que você foi bem sucedido,e  o jogo era quase tão foda quanto Battletoads.

Rise of the Argonauts (X360, PS3 e PC)

Esse sim teve o pior final que consigo me lembrar no momento dos que já joguei. O game inteiro é cheio de cutscenes, um monte de coisas que vão complementando o enredo, que é bem mediano mas bacana, pra você chegar ao final apenas pra ver sua mulher voltando a vida, te dar um beijo e corta pra cena do casamento com todo mundo batendo palma. O final é tão súbito e apressado que parece que os produtores levaram muito a sério o lance de seguir um enredo de filme, inclusive a parte em que o filme tem que ter especificamente 2 horas e não deu tempo de desenvolver melhor um final. Com a diferença de que o jogo tem muito mais do que 2 horas.


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